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domingo, 6 de junho de 2010

A querida Pipoca







Observando quão simples é a sua obtenção, muitos já se perguntaram sobre quem inicialmente teve a ideia de aquecer grãos de milho secos e, assim, descobrir o alimento em questão. De fato, não há nenhum registro que precise o ano ou quem foi o responsável pela invenção da pipoca. Contudo, os indícios mais próximos sobre a origem desse alimento indicam que as populações americanas teriam sido as primeiras, já que o milho integrava sua dieta das mais diferentes formas.
É muito provável que a pipoca tenha origem na América, anos antes de Cristóvão Colombo ter chegado por aqui. Mas o grão também era cultivado na China, Sumatra e Índia. O mais antigo registro data de mais de 5.600 anos, graças a um fóssil achado na cidade de Cueva de Murciélagos, no centro-oeste do Novo México.
Alguns relatos contam que o milho de pipoca era parte essencial de cerimônias astecas do início do século XVI. Dizem que muitas jovens praticavam a dança de adoração ao milho e enfeitavam suas cabeças com guirlandas confeccionadas com o grão, que também era o principal alimento desse povo. Além disso, servia como decoração para penachos, colares e adornos das imagens de seus deuses, como o da chuva e o da fertilidade. Outros documentos da época falam de uma cerimônia para os deuses astecas, protetor dos pescadores, na qual o milho aquecido estourava, transformando-se numa flor branca que era oferecida ao deus da água.
Os primeiros europeus que chegaram ao continente americano não conheciam a pipoca e a descreveram como um salgado à base de milho usado pelos índios, tanto como alimento quanto como enfeite de cabelo. Sementes de milho usadas para fazer pipoca foram encontradas por arqueólogos não só no Peru, como também no atual Estado de Utah, nos Estados Unidos, o que sugere que ela fazia parte da alimentação de vários povos americanos.
Sabe-se, porém, que inicialmente os índios preparavam a pipoca com a espiga inteira sobre o fogo. Depois, passaram a colocar somente os grãos sobre as brasas, até inventarem outro método: cozinhar o milho numa panela de barro com areia quente.
Outros tesouros encontrados por arqueólogos confirmam a existência do milho para pipoca no passado. São eles: utensílios para cozinhar pipocas que datam das culturas pré-incas, no Peru; uma urna funerária datada do ano 300, da época antediluviana, no México; e uma gravação de um deus do milho com um penacho decorado com milho de pipoca. Em resumo, as investigações têm provado que os antecessores da maioria das tribos norte-americanas desfrutavam do milho de pipoca antes do nascimento de Cristo.
O que se conclui realmente é que o primeiro uso do milho cultivado foi mesmo para fazer pipoca. Oba!
Mas foi somente em meados de 1800, quando o uso do arado se tornou comum, que a semeadura do grão, por conseqüência, cresceu também nos Estados Unidos.
Já durante a época da Depressão nos Estados Unidos, o consumo de pipoca aumentou, pois o único luxo das famílias era, de vez em quando, comprar pipocas por cinco ou dez centavos de dólar cada pacote. Enquanto outros negócios fracassavam, o milho para pipoca ia para frente.


Durante a Segunda Guerra Mundial, por exemplo, como o açúcar era escasso para fazer doces, o consumo de pipoca pelos norte-americanos aumentou três vezes, já que o grão era mais acessível. No entanto, no início dos anos 50, quando a televisão chegou às casas americanas, o consumo de pipoca diminuiu. As pessoas deixaram de ir ao cinema e, por conseqüência, comiam menos pipoca. Mas isso não durou muito tempo, logo descobriram que comer pipoca assistindo à TV também era uma deliciosa diversão! Hoje cerca de 70% das pipocas compradas são consumidas em casa.
apopcorn.gif (5587 bytes)O milho de pipoca é semeado em vários países, mas o grande produtor mundial são os Estados Unidos, onde também esta localizada a cidade que mais consome pipoca, Dallas. O Brasil também é um grande produtor e consumidor de pipoca.

A única diferença entre o milho de panela e o de micro-ondas é o tamanho. As embalagens para forno de micro-ondas contem grãos um pouco maiores, para que estourem com mais facilidade. Tanto um quanto o outro são constituídos por três elementos: o amido e a água, na parte de dentro; e a casca dura, externa.
O interior do grão está cheio de água, que, sob calor intenso, se expande até fazê-lo explodir. Popular no mundo inteiro, a pipoca contém alta quantidade de proteína, além de sais minerais importantes para a nutrição, como ferro e cálcio.
De onde vem a Pipoca?
O milho utilizado para preparar a pipoca vem de um tipo especial de espiga. Seu nome científico é Zea mays L., que tem como principal característica os grãos pequenos, contendo amido duro ou cristalino, com propriedade de estourar quando submetidos ao aquecimento, originando a pipoca.
Para cultivar o milho de pipoca, é necessário plantar as sementes com espaçamento de 0,8 m entre linhas e 0,2 m entre plantas. Normalmente, usam-se entre 10 kg/ha e 15 kg/ha de sementes. A época de semeadura é de setembro a novembro, e a colheita é feita manualmente ou de forma mecânica, com os grãos apresentando em torno de 16% a 18% de umidade.
popcorn4.gif (11650 bytes)Curiosidades  e dicas sobre a PIPOCA
- A palavra vem do tupi pi=couro e poca=estourar.
- Nas regiões de falar germânico do sul do Brasil surgiu, e se disseminou, o termo teuto-brasileiro Puffmilhe (puff = estoura ou estourado + milhe = milho).
- Os americanos começaram a incluir a pipoca em sua dieta servida com açúcar e leite no café da manhã, o que acabou originando os cereais matinais.
- Em outros países onde a pipoca não é muito popular, o nome é dado em inglês, popcorn, como por exemplo na Alemanha, na França e na Itália.
- O grão de milho que não rebenta ao ser feita a pipoca é chamado de piruá, ou mururu.
-Você sabe como salvar os piruás? Pois é, aquele milho que não estoura e fica no fundo da panela pode ser salvo. Como é a água que existe dentro deles que os fazem estourar, nada mais justo que hidratá-los. Para isso, coloque os grãos em uma jarra e umedeça com uma colher de água, mexendo a cada 5 ou 10 minutos, para que os grãos absorvam a água. Se você achar que eles absorveram muito rápido, acrescente um pouco mais e misture até que toda a água tenha sido absorvida. Depois, deixe descansando por dois ou três dias. Logo após, pode levá-los para a panela, que eles irão estourar.
-Cada grão de pipoca tem que ter pelo menos de 13,5% a 14% de umidade para estourar. Senão, vira piruá (não estoura).
-A melhor maneira de guardar o milho é em um lugar fresco, em potes de plástico ou vidro bem fechados, para que o ar não possa entrar. Assim, o milho não perde sua umidade natural. Algumas pessoas pensam que, se guardarem os grãos no refrigerador, isso vai mantê-los úmidos, mas não é verdade. Eles podem secar.
-Existem várias cores de grãos de pipoca, que vão desde o branco pálido até o ouro, roxo, negro e muitos outros.
-Nos Estados Unidos, as vendas de pipoca ultrapassam a casa dos US$ 240 milhões por ano. 
-O lugar onde mais se come pipoca é nos Estados Unidos, em Dallas.
Dê um toque especial em suas comidas e recepções usando a Pipoca
Que tal elaborar uma deliciosa salada de folhas verdes? Para dar um toque especial, depois de temperá-la, coloque algumas pipocas por cima. 


Se preferir sopa, prepare e adicione pipocas, como se fossem croutons. 
Nos dias mais quentes, saboreie sua pipoca com um refresco de abacaxi ou com alimento à base de soja frutal bem gelado!
Para dar um toque especial na recepção de amigos, você pode preparar diversos tipos de pipocas e servir em copinhos pequenos, como na foto abaixo:
Ou ainda em saquinhos colocados dentro de belas taças:
Que tal brigadeirinhos brancos com enfeites de pipoquinhas doces?
Ou ainda no cupcake?
Em alguns restaurantes, bares e cafés da Itália e da Europa, serve-se uma porçãozinha de pipoca ao se pedir um drink, um vinho....Achei uma graça!
Confira aqui no Blog algumas receitas com Pipoca, bote a sua imaginação para trabalhar e divirta-se com sua família, amigos e muita Pipoca!!!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sanduíche quente de maçã e cheddar


Receita incrivelmente saborosa da Chef Heaven Delhaye
Ingredientes: 

1 maçã (sem casca e fatiada em meia-lua)
1 colher (sopa) de manteiga  sem sal
1 colher (sopa) açúcar mascavo
Suco de ½ laranja
2 fatias de pão (qualquer pão de sua escolha; eu dou preferência ao pão integral com passas e canela  que, além de saudável,  combina perfeitamente com a maçã)
Fatias de queijo Cheddar

Modo de Preparo:

Em uma frigideira quente coloque uma colher de manteiga e, para evitar que ela queime, adicione, também, ½ colher de óleo.
Quando derreter acrescente as fatias de maçã e deixe-as dourar dos dois lados.
Polvilhe-as com açúcar e regue-as com o suco de laranja. Deixe no fogo até que o suco vire um caramelo brilhante e desligue.
Deite-as sobre uma fatie de pão e cubra com o queijo cheddar.
Regue com uma colher da calda em caramelo e tampe com a outra fatia de pão.
Leve a uma sanduicheira e deixe dourando até que o queijo se derreta completamente.
Para quem gosta de agridoce, esse é um sanduiche que não pode deixar de fazer.


Para acompanhar: uma tacinha de espumante brut, claro!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Caldo de Mancarra


Prato típico da Guiné-Bissau. 
Ingredientes:
1 kg peito frango cortado em tiras
1 cebola grande
1 lata ou 250g de pasta de mancarra (amendoim) há quem utilize manteiga de amendoim. 
2 xícaras de água
2 limões
3 tomates maduros
quiabos
sal e pimenta piripiri o quanto baste

Preparação:
1 – Tempera-se o frango com sal, piripiri, alho e cebola em rodelas.
2 – Refoga-se com a cebola e o alho.
3 - Junta-se um pouco de água e deixa-se cozer até evaporar um pouco o caldo.
4 – Adiciona-se a pasta de mancarra com o tomate bem picadinho e os quiabos cortados 
5 – Deixa-se ferver e apurar.
6 –Ao retirar do fogo, rega-se com o suco dos limões e serve-se com arroz branco soltinho.

Harmonização: Danie de Wet Sauvignon Blanc 2009 (De Wetshof), da África do Sul.

Muamba de Marisco



Muamba (grafa - se, também moamba) é um prato típico da culinária angolana. 
Constitui um dos pratos mais populares do país. 
Ingredientes:
200g de camarão
200g de marisco
1 cebola
50 g de farinha de trigo
3 dentes de alho
½ copo caldo de peixe ou camarão
2 jindungo ou pimenta malagueta, sem sementes.
1 taça de vinho branco
3 colheres de azeite
Sal e cheiro verde a gosto.
Modo de Preparo:1- Faça um refogado com azeite, cebola picada, os dentes de alho e o jindungo(pimenta) picados.
2- Junte o caldo de peixe ou marisco. Tempere com sal e deixe apurar.
3-Acrescente o marisco, o camarão e o vinho.
4-Deixe ferver e junte a farinha de trigo já misturada num pouco de água, para engrossar o molho.
5-Sirva bem quente.
OBS: muamba é servida com pirão ou funge, que consiste em farinha de milho ou de mandioca cozida.
Rende 2 porções.
Harmonização: Reyneke Sauvignon Blanc 2008 da África do Sul.

Lasanha Africana de Frango com Curry


Em clima de Copa do Mundo, apresentamos essa receita com ingredientes típicos da África do Sul como o curry e outras especiarias. Ela fará sucesso com os seus amigos nas reuniões para assistir aos jogos.
Gastronomia da Copa do Mundo_2
Ingredientes:2 colheres (sopa) de cebola picadinha
2 dentes de alho picadinhos
3 colheres (sopa) de óleo
800g de peito de frango cozido e desfiado
1 colher (café) de curry
salsa picadinha a gosto

Molho branco:
1 cebola (pequena) picadinha
1 xícara (chá) de farinha de trigo
5 colheres (sopa) de margarina (100g)
3 ½ litros de leite
sal e noz moscada ralada a gosto
5 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

1 embalagem de Lasanha Basilar ou Adria Direto ao Forno (500g)

Modo de preparar:
Doure a cebola e o alho no óleo. Junte o frango e refogue. Acrescente o curry, a salsa, misture e reserve.
Molho branco:
Doure a cebola e a farinha na margarina. Junte, aos poucos, o leite mexendo sempre até engrossar. Tempere com o sal e a noz moscada. 

Montagem: 
Numa forma retangular grande e alta nº 4 (30 x 43cm) espalhe o molho no fundo. Cubra com as folhas de lasanha com o molho. Espalhe o frango. Cubra com o molho reservado. Faça camadas de lasanha, molho, frango, terminando com lasanha, molho e queijo parmesão. Cubra com papel alumínio e leve ao forno (médio) préaquecido, por cerca de 45 minutos. Retire o papel e deixe por mais 5 minutos para dourar. Retire do forno e aguarde 5 minutos para servir. 



Harmonização: o sul-africano Lesca Chardonnay 2008 (De Wetshof)


A culinária sul-africana
A culinária sulafricana é resultado da influência de diversas culturas, já que a região fica no meio do caminho entre oriente e ocidente e por isso é centro de encontro de povos diferentes, como os ingleses, holandeses, asiáticos etc. A influência asiática é marcada pelo frequente uso do curry, tempero da culinária indiana. As carnes são muito apreciadas na região, principalmente as de caça.
A África do Sul também é bastante reconhecida por sua produção de vinhos. As vinícolas locais têm se aprimorado cada vez mais e colocado vinhos de grande expressão no mercado, com estilo próprio e capazes de concorrer com sucesso com exemplares de países já tradicionais nesse tipo de produção.

Fish Braai



Ingredientes:

1 peixe inteiro de sua preferência
sal
óleo
1/2 xícara de geleia de pêssego
3 colheres (sopa) de molho inglês

Modo de Preparo:
1. Corte o peixe em 2 filés.
2. Cubra o peixe com sal e deixe descansar por 2h.
3. Retire o excesso de sal.
4. Regue o peixe com óleo e coloque sobre uma grelha.
5. Misture a geleia de pêssego com o molho inglês e vá pincelando os filés,
dos dois lados, enquanto assam.
6. Sirva com pedaços de limão.


O braai (abreviatura de braaivleis, "carne grelhada"
(de todo tipo, inclusive peixe) em africânder, começou 
por ser uma tradição social entre os africânders da 
África Austral, apesar desta tradição já se ter alargado 
a sul-africanos de todas as origens étnicas. 
Um braai é um evento social, e como tal tem normas 
específicas; por exemplo, as mulheres raramente 
grelham a carne. 
Esta tarefa cabe normalmente aos homens, que se juntam 
em volta do grelhador, ou braseiro 
(braaistand, ou apenas braai) para grelhar a carne, 
enquanto as mulheres preparam as saladas e sobremesas.

Os Sabores da Copa do Mundo 2010



Zakumi Mascote da copa 2010
África do Sul - terra de Nelson Mandela, do Cabo da Boa Esperança (antes das Tormentas, na Cidade do Cabo), do Menlyn Park (Pretória), do Sítio Arqueológico de Sterkfontein (Johanesburgo), do Centro Africano de Arte (Durban), do Pilanesberg Game Reserve (Rustenburgo), do Blyde River Canyon (Nelspruit). O país é conhecido por sua diversidade em etnias (índios, negros, brancos), crenças religiosas e idiomas (são onze línguas oficiais). 



 Nos sabores também. Juntando à culinária de origem negra - com pratos que nos são familiares, como arroz, dobradinha, milho cozido, rabada, papa e pirão feito com maize (parecido com nosso milho) - mais ingredientes e receitas de muitos outros povos: tribos indígenas (especialmente Khoisan, Xhosa e Sotho); afrikáners (grupo de origem germânica), com receitas de braai (espécie de churrasco) e potjiekos (estufado com ingredientes variados e vinho); malaios, com o bobotie (cozido de carne moída, cebola, leite, pão, amêndoas, curry, damasco); indianos com o bunny chow (pão sem miolo recheado com feijão, frango e sardinha, tudo temperado com curry); holandeses com boerwoers (salsicha picante feita com carneiro e porco); britânicos com spare-ribs (costelinhas de boi ou porco grelhadas).




Há hoje, por lá, uma grande liberdade no combinar ingredientes e receitas de todos esses povos, refletindo a abertura e a tolerância que o apartheid provocou. Por tudo, assim, temos uma culinária muito especial. Com uso de temperos próprios (açafrão, páprica, canela, cardamomo, curry, mostarda em pó), carnes variadas (antílope, avestruz, cordeiro, crocodilo, javali, porco selvagem, zebra), peixes (atum, haddock, kingklip, salmão e uma espécie de tubarão, o snoek), frutos do mar (mariscos, ostras), crustáceos (camarões, lagostas), insetos (grilos), larvas (de mopane). Mais frutos naturais, como marula (do qual se faz o licor Amarula), múcua (fruto do baobá) e lichia; além dos secos, como abacaxi, damasco, figo, goiaba, maçã, manga, pêra, uva. Sem contar as sobremesas: melktert (torta de leite), torta de maçã, cheesecake de abóbora, koeksisters (massa frita e mergulhada em xarope), umngqusho (feito com grão de milho seco e feijão). 


Sabores não faltarão na hora de comemorar os gols do Brasil!


Fonte: Folha Gastronômica.


Confira neste blog, em "cozinha africana", diversas receitas tradicionais africanas.

Melktert(torta de leite sul-africana)


 
Esse tipo de torta é tradicional na África do Sul.

Ingredientes:

3 colheres (sopa) de manteiga, derretida
1 xícara (200 g) de açúcar
3 gemas
1 xícara (145 g) de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó para bolo
1/4 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de extrato de baunilha
4 xícaras (960 ml) de leite
3 claras
1 colher (chá) de canela com açúcar

Modo de Preparo:


1.Preaqueça o forno a 190 ºC. 
Unte forma para torta que meça 23 cm.
2.Em uma tigela grande, bata a manteiga junto com
o açúcar até formar um creme. Acrescente as 
gemas de ovo e continue a bater. 
Peneire a farinha, o fermento e o sal. 
Misture com as gemas batidas. 
Adicione a baunilha e o leite, e novamente misture
bem os ingredientes. 
Numa vasilha separada e com a ajuda de uma 
batedeira ou mixer, bata as claras em neve
até que você vire a vasilha e as claras não caiam. 
Ponha as claras junto com a massa. 
Despeje a massa na forma untada e polvilhe 
com canela com açúcar.
3.No forno preaquecido, asse a torta durante
 25 minutos. 
Em seguida, abaixe a temperatura do forno
para 170 ºC. 
Deixe a torta assando por mais 25 a 30 minutos, 
ou até que o meio da torta esteja firme.
Sirva quente ou fria.

Sosatie(espeto de carne sul-africano)


Espeto
  • 1 Kg de carne de carneiro ou de vaca (filé Mignon) cortada em cubos
  • 1 cebola cortada em cubos
  • 2 pimentões vermelhos (pequenos/cortados em cubos)
  • Espetos de madeira

Molho:
  • 3 cebolas picadas
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 colher (sopa) de curry
  • 1 colher (chá) de curcuma (colorau amarelo)
  • 2 colheres (sopa) de açúcar cristal
  • 1 colher (sopa) de maisena
  • 2 xícaras (chá) de vinagre
  • 20 damascos desidratados
  • Sal e pimenta à gosto
Modo de Preparo:
Colocar a carne, a cebola e os pimentões nos espetos de forma intercalada.
Em uma panela frite as cebolas na manteiga. Misture à parte, o curry, o colorau, o açúcar, a maisena, o vinagre, o sal e a pimenta.
Adicione as cebolas à mistura e continue cozinhando por alguns minutos em fogo brando.
Adicione os damascos, retire do fogo e deixe esfriar.
Espalhe o molho sobre os espetos e deixe temperar na geladeira, virando-os algumas vezes, para curtir.
Acenda a grelha e asse os espetos.
Sirva-os, acompanhados de arroz branco.


O que é Sosatie?
Sosatie (sosaties, plural) é um tradicional prato Sul Africano. O termo deriva do sate ("espetada de carne") e saus (molho picante). Originária de Cabo Malay, utilizadas em africâner , a língua principal do malaios do Cabo, e a palavra tem ganho maior circulação na África do Sul.

Pannacotta com Calda de Morango


Ingredientes:
1 xícara e meia de chá de leite
1 lata de creme de leite
Meia xícara de chá de açúcar
1 envelope de gelatina em pó sem sabor (12 g)

1 colher de água de rosas

Calda:
15 morangos bem picados
3 colheres de sopa de açúcar



Dica: Pode-se substituir os morangos por um mix de frutas vermelhas, fica ótimo!

Modo de Preparo:
Aqueça bem o leite com o creme de leite e o açúcar em uma panela. Desligue o fogo e misture a essência de baunilha. Reserve. Em outra panela, dissolva a gelatina em 5 colheres de sopa de água fria e leve ao fogo baixo até dissolver. Em seguida, misture ao creme reservado, passe para as forminhas levemente untadas com óleo e leve à geladeira. Em uma panela, misture os ingredientes da calda e deixe dissolver a gosto, acrescentando água quando necessário para que a mistura não se transforme em geléia. Leve a calda à geladeira e despeje-a sobre o pudim no momento de servir.





O que é Pannacotta?
Pannacotta significa “creme cozido” em português e é um doce tradicional do Piemonte - Itália.


Embora tenha se tornado famosa no Norte da Itália, a origem dessa sobremesa é incerta. A principal versão, no entanto, dá conta de que o doce teria sido inventado por uma descendente de húngaros no início do século XX, na sub-região piemontesa de Langhe - berço do Barolo e do Barbaresco. A receita original da pannacotta é aromatizada apenas com baunilha, mas algumas receitas regionais incluem rum ou Marsala (vinho fortificado siciliano) no creme que forma o pudim. No Piemonte, o doce pode ir `a mesa puro ou, como é comum nos restaurantes, com calda de frutas.

De certa forma, a pannacotta pode ser vista hoje mais como uma técnica do que como um doce específico, já que vem servindo de base para que chefs do mundo todo criem sobremesas que fogem bastante da receita tradicional italiana. 



Você pode servir esta sobremesa de diversas formas. Veja algumas sugestões nas fotos abaixo:
   
   
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