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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Pissaladière

A Pissaladière tem origem em Nice, no sul da França. É uma tarte que tem como ingrediente principal a pissalat, uma pasta de peixe salgado. A cobertura tradicional leva cebolas caramelizadas, alho, azeitonas e anchovas (ou aliche) ou pasta de anchova e, na maioria das vezes o formato é oval.

É servida como um aperitivo ou entradinha para um jantar ou mais comum, logo cedo, no café da manhã.

Já foi considerada a pizza francesa, uma vez que começa por uma base de massa e se assa no forno, como uma pizza.

Muito prática e saborosa! Vale fazer.

Ingredientes:

1 pacote massa folhada

1 vidro de pesto

2 cebolas caramelizadas em balsâmico

azeitonas pretas

aliche

alecrim, basílico, dill ou erva de sua preferência


Modo de Preparo:

Abra a massa folhada descongelada, mas ainda bem fria, sobre uma assadeira untada. Vire as extremidades para formar as bordas da pizza.

Sirva harmonizando com um bom vinho branco ou rosé.


Dica da Janita:

O pesto pode ser substituído por molho de tomate. As ervas podem ser variadas a gosto também.

Curiosidade: A versão italiana é chamada “piscialandrea”, e inclui tomate e alho, além de anchova ou aliche.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Pizza sem Glúten


Para não abrir mão de comer pizza, segue uma receita de pizza sem glúten que fica muito gostosa! Porque viver sem glúten a gente consegue, mas sem pizza, NÃO!!
Testada, devorada e aprovada.

Ingredientes:

1/2 xícara de farinha de arroz

1/2 xícara de fécula de batata ou amido de milho

1/2 copo de goma hidratada de tapioca ou polvilho doce

1 colher de chá de goma xantana

1/2 colher de chá de sal

1/2 colher de sopa de fermento biológico seco

1/2 colher de chá de açúcar demerara

1/2 copo de água morna

1 colher de sopa de azeite de oliva

1 ovo

Modo de fazer:

Dissolva o fermento e o açúcar na água morna – a temperatura ideal é quando você coloca o dedo e está confortável, espere o fermento reagir (cerca de 15 minutos).

Em uma tigela misture a farinha de arroz, a fécula de batata, goma de tapioca e a goma xantana e reserve. Faça um buraco no meio da mistura dos secos e adicione a mistura do fermento e o ovo levemente batido e misture até obter uma massa lisa. Coloque o óleo e o sal por último e misture bem. A massa fica bem grudenta, não tem como manipular com a mão.

Deixe a massa descansando em ambiente quentinho até dobrar de volume (eu deixo a minha perto do forno e abafo com um pano). Abra a massa em formato de pizza, na forma antiaderente com um espátula mesmo ou com a mão. Fiz em forma retangular(vide foto). Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por 10 a 15 minutos. Tire do forno, coloque o recheio de sua preferência e leve novamente para assar por mais uns 15 minutos a 200 graus C.

Rendimento: 1 pizza média.


OBS: As farinhas e goma xantana você encontra facilmente em lojas de produtos naturais e até em alguns supermercados. 
Pela internet tem tudinho na "Meu Grão", onde a gente sempre encontra tudo que precisa para cozinhar de forma saudável. Para quem busca praticidade, eles também vendem a misturinha pronta de pizza sem glúten, sem lactose, sem soja e sem açúcar(essa da foto abaixo).
 Basta seguir as instruções da caixinha. Muito fácil. Já provamos e é uma gostosura! Olha a foto da nossa!

O QUE É GOMA XANTANA?

Goma Xantana é um polissacarídeo obtido naturalmente pela fermentação da bactéria Xanthomonas campestris que sintetiza a goma para evitar sua desidratação. É um aditivo bastante utilizado na indústria farmacêutica e alimentícia como estabilizante, espessante, ligante e emulsificante.

Nas receitas SEM GLÚTEN, 90% tem entre os ingredientes a Goma Xantana no papel do espessante para dar liga às massas. Ela reduz o esfarelar das massas sem glúten, melhorando a consistência, pois atua como agente ligante.

A goma xantana substitui o glúten em farinhas, massas e produtos panificados sem este conjunto de proteínas e deve ser misturada com os ingredientes secos.

Atualmente, encontra-se facilmente à venda, em pó. Vende-se na forma de pó e pode ser usada com diversos fins: espessante, estabilizante, emulsionante, agente de suspensão, encorpante para saladas, molhos, produtos instantâneos, sobremesas, confeitaria, produtos lácteos, sumos de fruta e pastelaria.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Massa básica para Macarrão

Ingredientes:
500g de sêmola de trigo duro + um pouco para manipulação;
4 ovos;
1 pitada de sal(opcional)
água

Modo de preparo:

1. Forme um montinho com a farinha em uma superfície lisa e faça um furo no meio. Quebre os ovos sobre o furo, para misturar bem os ingredientes. Sove bem a massa com as mãos, acrescentando a água aos poucos. A textura deve ser quase seca, porém firme e encorpada. Caso necessário, acrescente um pouquinho de água ou de sêmola, e volte a sovar até alcançar o ponto.
2. Depois de sovar bem por 15 minutos, deixe a massa descansar por outros 30 minutos, cobrindo-a com plástico filme ou um pano seco.
3. Separe a massa em bolinhas do tamanho do punho. Passe cada uma pela máquina de massa, atento à espessura do macarrão que quer fazer. Passe várias vezes até chegar à espessura desejada. 
Se preferir, use um rolo de macarrão sobre uma mesa bem firme e lisa, polvilhando a superfície com um pouco de farinha. Abra a massa bem fininha e corte, com faca ou carretilha, tiras como desejar.
O macarrão e os formatos sem recheio podem ser cozidos imediatamente ou colocados para secar por até 30 minutos antes do cozimento. Se a massa estiver pegajosa, uma boa idéia é deixá-la secar sobre panos de prato limpos. Pendure o macarrão num secador de massa ou jogue um pouco de farinha de trigo por cima e junte-os formando ninhos.
Se quiser congelar, depois que a massa secou (no varal), coloque as tiras esticadas em uma assadeira, e faça camadas intercalando tiras de massa e pano seco. A cada camada de massa polvilhe um pouco de farinha de trigo. Leve ao congelador. Depois de congelada a massa, retire-a da assadeira e separe-a em porções embalando em papel filme.

*Cozinhe a massa em água abundante e fervente. Ela leva de 2 a 3 minutos para cozinhar. Reserve e sirva com molho de sua preferência.

Rende de 3 a 4 porções.

Dicas:
A sova faz com que as ligas de glúten e a massa ganhem a elasticidade correta. O trigo precisa não apenas de e força, mas também de tempo.
Para massas longas agrupe-as em ninhos, para isso espalhe bastante farinha de trigo em uma superfície plana e faça montinhos “ninhos” isso vai impedir que elas grudem uma nas outras.
Uma máquina de massa facilita a vida do cozinheiro, mas, na falta dela, o rolo de macarrão resolve o problema.
Na hora de calcular quanto de massa fazer para cada pessoa, calcule 100 g de massa crua por pessoa, pois a massa duplica de peso depois de cozida e essa quantidade passará a ser 200g.
Para cada 100 g de massa, o ideal é utilizar 1 litro de água fervente para cozinhar.
O sal deve ser adicionado na água somente depois que estiver fervendo para não demorar mais tempo para atingir o ponto de fervura. Para cada litro de água, use 10 g de sal.
A massa sempre deve ser servida, logo após o cozimento, ao não ser que ela vai ser usada no preparo de saladas que exige resfriamento.
Imagem: Google.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Ravioli recheado com pera e gorgonzola na manteiga de amêndoas e limão siciliano

Receita divina da linda e amada amiga Jacque Dalçoquio 
que faz comidinhas dos deuses, 
já nasceu Chef!!!
A foto acima, do prato, e as abaixo, são da noite italiana do grupo Gourmet "Entre Panelas e Amigas", onde as anfitriãs e dupla de lindas irmãs, Jacque e Neide, além de cozinhar, produziu com muito esmero, bom gosto, criatividade e riqueza de detalhes, toda a decoração, menu, mimos e etc. 


É muito amor em tudo! 
Quem quiser conhecer mais detalhes, basta acessar o site dessa turma super bacana  e descolada de mulheres unidas pela amizade e pela paixão pelo mundo gourmet: 
http://entrepanelaseamigas.com.br/
Receitas e dicas imperdíveis por lá!

Confiram abaixo a receita dessa massa que é top!

Ingredientes

Raviolli:


1 pacote de massa de lasanha pré-cozida (pode-se usar a massa verde)

200gr de queijo gorgonzola

1 pera picada, coloque gotas de limão para não escurecer

Salsinha e cebolinha picadinhos


Manteiga:

200gr de manteiga com sal

Azeite de oliva

Raspas de 1 limão siciliano

Amêndoas em lascas tostadas


Modo de Preparo

Ravioli:
Pegue uma folha da massa de lasanha, corte ao meio. Em cada parte coloque o queijo gorgonzola esfarelado e as peras picadas, feche bem. Se tiver uma carretilha para fechar ravióli melhor, pois se não estiver bem fechado, ele abre no momento do cozimento, e o recheio sai da massa.

Manteiga:
Coloque em uma panela a manteiga e o azeite, deixe derreter a manteiga, acrescente as raspas de limão siciliano, um pouco do suco do limão e as amêndoas já tostadas, deixe aquecer um pouco e reserve.

Montagem do Prato:

Cozinhe o Ravioli em uma panela com bastante água fervente, coloque sobre um pano seco para sugar a água.

Em um prato faça uma caminha com a manteiga, coloque o ravióli, por cima mais um pouco da manteiga e salpique salsinha e cebolinha. Sirva a seguir.


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Panquecas de Limão Siciliano com Sementes de Papoula

Delícia para qualquer hora e em qualquer estação!


Ingredientes:
- 1 ovo
- 1 xícara (chá) de iogurte natural integral ou light
- 2 colheres (sopa) de manteiga derretida
- 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
- 1 xícara (chá) de farinha de trigo
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- 1 colher de bicarbonato de sódio
- raspas de 1 limão siciliano (nao use a parte branca do limão)
- 1 colhere de sopa de suco do limão
- 2 colheres de sopa de sementes de papoula(ou chia)

Modo de Preparo: Na batedeira, bata o ovo com o iogurte, manteiga e açúcar. Adicione a farinha e as raspas e o suco de limão, as sementes de papoula, o fermento e o bicarbonato de sódio e bata bem. Unte uma frigideira antiaderente, aqueça, acrescente uma porção da massa e espalhe. Quando ficar douradinho de um lado, vire e deixe dourar do outro.

Sirva as panquecas quentinhas com xarope ou geleia de gengibre, maple syrup, ou com o seu acompanhamento preferido.

Dica: para que elas não esfriem, deixe as panquecas prontas em um prato dentro do forno pré aquecido a mais ou menos 100 graus.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

A legítima massa italiana de pizza

Aprenda a preparar uma legítima massa italiana, de acordo com as convenções
da União Europeia!
As pizzas italianas são minimalistas, mas cuidadosamente preparadas. O uso de poucos elementos não acontece à toa. Uma das explicações é a importância dada à massa. Na Itália, a qualidade dela prevalece ao recheio.E isso está relacionado justamente à história do prato: muito mais do que uma base, ela era, em seu princípio, a protagonista. Feita apenas com farinha, água, sal e fermento, a massa funcionava como um pão – os outros ingredientes eram meros complementos. Por isso, ela deve ser saborosa e sentida plenamente no paladar.
Anotem e testem:

Ingredientes:
• 1 l de água
• 50 g de sal
• 5 g de fermento
• 1,8 kg de farinha de trigo

Modo de preparo:
Em um recipiente, tempere 250 ml da água com o sal, adicione o fermento e, por fim, a farinha. Misture e deixe descansar por 5 minutos. Adicione o restante da água e mexa até formar uma massa homogênea.

Em uma superfície, espalhe um pouco de farinha de trigo (para que a massa não grude). Solve esta massa com as mãos, por 10 a 20 minutos, até que ela atinja um ponto em que se torne fina e pouco elástica. Deixe a massa descansar por aproximada­mente 4 horas, sobre um pano úmido. Após este período, divida-a em pedaços de aproximadamente 180 gramas (cerca de 10 pedaços). Abra cada um deles na mão, até que fique com um diâmetro de, no máximo, 35 cm. Esta massa precisa ter até 0,3 cm de espessura. As bordas podem ser mais altas, de 1 a 2 cm de altura. Cada pedaço deste formará uma pizza individual. Recheie a seu gosto. Para assar, utilize prefe­ren­cialmente um forno a lenha. Em fornos comuns, prefira a tempera­tura média (250 graus C). Leva-se até 30 minutos para ficar pronta, dependendo do forno.


A verdadeira Pizza Italiana
As regras da verdadeira pizza italiana (aquela conhecida a partir de 1889, com a criação do sabor margherita) – são a tradição e o minimalismo. Se você atravessar o oceano para experimentar a mais tradicional destas delícias, prepare-se para uma experiência diferente. Lá, além das pizzas serem um prato individual, a variedade de sabores é menor do que aqui, devido ao uso de poucos ingredientes de cada vez.
Nos menus de lá, é certo que você encontrará a capricciosa (com ingredientes como funghi, alcachofra e presunto cru), a napolitana (com tomate, mussarela e alici) e a parmig­giana (com molho de tomate, queijo parmesão e manjericão).
Além delas, há as pizzas margherita e marinara, que de tão clássicas em Nápoles – grande berço da iguaria, ao sul da Itália – ganharam um certificado da União Europeia que as atesta como “especialidade tradicional garantida”. Não podem ter a receita alterada.
No que diz respeito à massa, hoje, faz-se a massa principalmente com uma farinha chamada doppio zero, que tem baixíssima granulação e dá leveza ao prato. Mesmo sendo a mais cotada, há quem opte por outras soluções.
Na pizza tradicional, a massa é aberta com as mãos, nada de rolo, e não há a preocupação em deixá-la redondinha. Aliás, afirmam os profissionais, a irregularidade é seu grande charme. E mais: excessos são evitados. Na Itália, a massa tem diâmetro máximo de 30 cm. Lá é feita para ser degustada individualmente.

Foi somente após a chegada do tomate à Europa que os napolitanos adicionaram molho e novos ingredientes à pizza e ela tornou-se a delícia de aparência próxima a que conhecemos. Mas a simplicidade prevaleceu. Para cada pizza a mistura de insumos é mínima. A ideia é que o sabor de cada ingrediente seja sentido por quem come. “A mistura de muitos elementos descaracteriza os sabores", afirmam os especialistas.

VOCÊ SABIA?

Tradicionalismo é assunto sério para os italianos. Em 1984, foi criada a Associação da Verdadeira Pizza Napolitana (AVPN), da Itália, que definiu as regras para certificar as pizzas feitas seguindo os padrões napolitanos. A ideia era proteger as receitas originais dos sabores margherita e marinara – considerados os mais clássicos no país.
Hoje, diversas pizzarias do mundo são certificadas pela AVPN e, desde 2009, os dois sabores napolitanos são garantidos como “especialidades tradicionais garantidas” também pela União Europeia.
No Brasil, só duas pizzarias de São Paulo são certificadas pela associação: Pizzaria Speranza (unidades Bixiga e Moema) e Pizzaria Bráz Pinheiros.
 

Hoje é o dia dela: PIZZA!!!

Seus criadores foram mesmo os italianos. Mas existem várias hipóteses para explicar a chegada do ancestral da pizza à Itália. A principal delas conta que, três séculos antes de Cristo, os fenícios costumavam acrescentar ao pão coberturas de carne e cebola. Só que o pão deles era parecido com o pão sírio, redondo e chato como um disco.
 
A mistura também foi adotada pelos turcos, que preferiam cobertura à base de carne de carneiro e iogurte fresco. "Durante as Cruzadas, no século XI, o pão turco foi levado para o porto italiano de Nápoles", conta o sociólogo Gabriel Bollaffi, da USP. Os napolitanos tomaram gosto pelo petisco e foram aperfeiçoando-o com trigo de boa qualidade para a massa e coberturas variadas, especialmente queijo. Nascia, então, a pizza quase como a conhecemos hoje. Faltava só o tomate, introduzido na Itália no século XVI, vindo da América, e incorporado como ingrediente tão básico quanto o queijo.

A palavra “pizza” significando “torta” foi cunhada por volta de 1.000 d.C, perto de Roma e Nápoles, na Itália. No século 18, a pizza tornou-se uma refeição popular e barata para a população camponesa de Nápoles. As pessoas estavam começando a se dar conta de que os tomates, que haviam sido trazidos ao Novo Mundo no século 16, não eram, na verdade, venenosos. Lá pelo final do século 18, os moradores de Nápoles – e os turistas – começaram a rechear os pães com tomates, criando assim a pizza que conhecemos hoje. Comerciantes de rua vendiam o prato nas áreas pobres de Nápoles – isso antes da abertura da primeira pizzaria, a Antica Pizzeria Port´Alba, em 1830.

A famada pizza se espalhou pelo mundo inteiro, o que resultou no surgimento da primeira pizzaria da história: Port'Alba, a qual foi ponto de encontro de vários artistas da época, fato que retirou definitivamente o estereótipo de “alimento dos pobres”.

Por volta de 1889, o casal real da Itália, a rainha Margherita e o rei Umberto I, “excursionaram” pelo próprio palácio. A rainha notou o enorme consumo do pão grande e plano. Ela o experimentou e adorou. A rainha então chamou ao palácio o chef Rafaelle Esposito que criou uma variedade de pizzas para ela. Em sua homenagem, ele criou uma pizza cujo recheio levava as cores da bandeira da Itália (tomates vermelhos, mussarela branca e manjericão verde). Essa pizza tornou-se a sua favorita e até hoje é conhecida como pizza Margherita.
                                                          Foto: Umberto I e Margherita
O amor da rainha por pizza também tornou-a incrivelmente popular entre seus súditos – a maioria dos membros da realeza jamais teria comido um alimento dos súditos, muito menos incentivado a sua divulgação.

A pizza apareceu no cenário americano calmamente no final do século 19 com a chegada em massa dos imigrantes italianos. Era vendida principalmente nas ruas dos bairros onde se concentravam os italianos em cidades como Filadélfia, Chicago e Nova York. Logo a pizza também começou a ser vendida em cafés e mercearias, mas manteve-se praticamente uma exclusividade dos bairros onde viviam os italianos até o final da Segunda Guerra Mundial. Naquela época, os soldados que voltavam da Itália aumentavam a demanda pelo prato. E assim a popularidade da pizza espalhou-se como um incêndio e as pizzarias começaram a aparecer por todo os Estados Unidos, seguidos rapidamente por cadeias de restaurantes como Shakey´s Pizza e Pizza Hut.
A pizza chegou ao Brasil trazida por meio de imigrantes italianos. O bairro do Brás, em São Paulo, foi berço das primeiras pizzarias. A primeira delas chamava-se Santa Genoveva e foi fundada em 1910 e localizava-se na esquina da Avenida Rangel Pestana com a Rua Monsenhor Anacleto, em São Paulo.
O estabelecimento comercial pertencia ao italiano Carmino Corvino, conhecido na época como Dom Carmenielo. A pizzaria oferecia no início apenas três sabores: mussarela, aliche e napolitana..
Em 1924, foi fundada a segunda cantina mais antiga, a Cantina Castelões, que existe até hoje e mantém em seu cardápio pizza com borda alta e massa grossa original.

Mas antes das pizzas serem comercializadas em pizzarias, elas já eram consumidas pelas ruas e eram vendidas por garotos que batiam de porta em porta anunciando o produto.

A partir de 1950 as pizzarias começaram a se disseminar por todo o Brasil e desde 1985 se comemora o Dia da Pizza, em 10 de julho.
Atualmente, São Paulo é a segunda cidade do mundo em números de pizzaria (só perde para Nova York). Ao todo são aproximadamente 6 mil pizzarias na cidade que servem uma média de 1.500.000 pizzas por dia, cerca de 43 milhões de pizzas por mês.
A verdade é que a pizza caiu logo no gosto dos brasileiros e não é à toa que usamos por aqui a expressão irônica – ou não – de que tudo acaba em pizza.

No próximo post traremos a receita e a história da massa da pizza original italiana. Não perca! ;)
E FELIZ DIA DA PIZZA! COMEMORE COM ELA, CLARO!
Beijinhos.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Gnocchi Dukan de Espinafre e Ricota

Segunda-feira é sempre um dia em que nos preocupamos em correr atrás do prejuízo do fim de semana, de amenizar os excessos. Mas passar fome logo no começo da semana também é complicado e desanimador, não é mesmo? Então que tal começar com uma gostosa e saudável receitinha da dieta Dukan? Garanto que você não vai passar fome e vai surpreender-se com o sabor deste gnocchi.
Sim, porque ser felicidade e saúde andam juntas. ;)

Ingredientes:
1 ricota fresca
2 ovos
1 maço pequeno de folhas de espinafre,
4 colheres de sopa de farelo aveia,
Temperos a gosto: alho, sal, manjericão, orégano, dill...


Modo de Preparo: Cozinhe bem o espinafre, até ficar bem macio. Escorra muito bem(é importante que o espinafre seja bem espremido ou a receita ficará muito molhada).
Num processador, bata o espinafre com a ricota, os ovos, os temperos e o farelo de aveia. Faça rolinhos e corte os gnocchis, ou, se preferir, enrole em bolinhas. Às vezes a massa fica mais "molhada" que o jeito é enrolar com as mãos mesmo.
Cozinhe em água fervente até que o gnocchi suba. Retire com o auxílio de uma escumadeira e colo que em uma travessa ou diretamente nos pratos que irá servir.
Cubra com azeite de oliva aromatizado, molho de tomate ou bolognesa e sirva.


*esse gnocchi pode ser feito sem o espinafre ou o mesmo pode ser substituído por outro ingrediente.

Fácil, saudável e gostoso!
Boa semana!
 
 
 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Panqueca Light de Aveia

Hoje trago uma receita gostosa, bem light e saudável, que testei no último fim de semana. Leva aveia em flocos ou farelo de aveia. A diferença entre os tipos de aveia permite sua utilização em diversos tipos de preparação, de modo a não interferir na textura, rendimento e sabor das receitas e ao mesmo tempo ser capaz de enriquecê-la tornando-a muito mais nutritiva.
Esta panqueca pode ser servida no café da manhã, brunch, almoço, chá da tarde ou jantar, dependendo do recheio e do acompanhamento.
A minha fiz com queijo branco e peito de perú defumado e comi num brunch porque nos fins de semana gosto de acordar tarde e o café da manhã já vira almoço. ;)

Ingredientes:
2 xícara de aveia em flocos(ou farelo de aveia)
1/2 xícara de extrato de soja(ou, se preferir, use trigo comum)
1/4 de xícara de farinha de linhaça dourada(ou quinoa em flocos finos)
1 ovo
2 xícaras de leite desnatado
1 colherinha(café) cheia de fermento em pó
1 pitada de sal
1 pitada de açúcar

Modo de Preparo: Bater tudo no liquidificador até ficar homogêneo.
Aqueça uma frigideira untada e despeje 3 colheres de sopa para cada panqueca, ou faça-as do tamanho que desejar. Deixe dourar um pouco e vire.
Depois recheie e enrole. Os recheios podem ser doces ou salgados, já que a massa é neutra.
*A minha, a da foto deste post, fiz com queijo branco(ricota), creme de queijo minas frescal light e peito de perú defumado. Enrolei, aqueci no microondas e comi. Huuummm, ficou bom!

Sugestões de recheios:
-  Mel com lascas de queijo grana padano
- brie ou camembert com geleia de pimenta
- queijo, presunto e requeijão(com orégano)
- tomate seco com ricota e requeijão
- creme de milho
- legumes refogados
- frango desfiado ao molho branco
- creme de abóbora com nozes

Doces:
Iogurte natural com frutas picadinhas e aveia em flocos grossos
geleia e nata
melado de cana e ricota
queijo com goiabada
leite condensado com coco
banana em rodelas com canela
purê de maçã com amêndoas em lascas

Como podem ver, essa panqueca é bem versátil e light. Para comer sem culpa.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos sabor de saúde,
Cozinha da Janita

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Dumplings Chineses(Baozi ou Jiaozi)


Os Dumplings são uma iguaria tradicional do Norte da China, é um dos pratos imprescindíveis no menu Ano Novo chinês e está presente também em todo café da manhã e outras refeições dos chineses.
Conheci em viagem a China e simplesmente me apaixonei. Provava todos que podia, parecia uma caça-dumplings, viciei total! rsrs...
Na foto abaixo, no mercado de comida de rua de Beijing, só não estava com cara mais feliz porque estava um frio absurdo!
Mas vejam que lindeza os baozi(dumplings redondinhos) de lá!
 

A história da origem dos dumplings chineses remonta aos tempos antigos da dinastia Han(a maior parte dos chineses hj é descendente dessa dinastia), 200 anos a.C, embora a literatura antiga faça referência a um período muito mais longo.Crê-se que a sua origem esteja ligada a um jovem antepassado, assim como à famosa fábula “Pan Gu”.

Conhecido como um bolinho em formato de meia-lua ou redondo, eram tradicionalmente acompanhados por sopa, embora a base varie nas diferentes regiões. Contrariamente ao que se possa pensar, a sopa tornou-se apenas um acompanhamento deste petisco durante a dinastia Tang. Na maioria das vezes é servido acompanhado de algum molhinho a base de shoyo, cozido no vapor ou frito. Todos deliciosos!
Quanto à forma e ao recheio, não há uma regra específica. Podem ser redondos (baozi) ou em formato de meia-lua (jiaozi). O recheio pode ser doce ou salgado, de legumes, carne ou frutos do mar. Dentre os que mais gostei estão os de legumes e os de carne com acelga(parecido com o recheio do rolinho primavera). O detalhe que para mim foi marcante é  como os ingredientes do recheio são minuciosamente cortados, suuuper miudinhos, e a massa é fininha feito papel, um trabalho e tanto!
Sua delicadeza e textura tornaram-no um dos pratos mais queridos e conhecidos da culinária chinesa em todo o mundo e o alimento ideal para a abertura do Festival da Primavera que marca o início do Ano Novo já que representa e atrai a SAÚDE na cultura chinesa.

Logicamente que os dumplings caseiros que tentamos fazer aqui não tem nada a ver com os deles, dos chineses, cuja massa é tão fininha que um chef bam-bam-bam leva em média 3 anos pra ser treinado e ficar expert na coisa. Os principais requisitos, lá, são que a massa tem que estar na especificação de espessura e ao dobrar, tem que fazer o número exato de "dobrinhas" ao apertar. Minha nossa! Os chineses são metódicos também na cozinha e nas grandes cidades como Beijing e Shanghai se come super bem e em lugares limpos e bem decentes, nada a temer , garanto. Há excelentes restaurantese casas de Dim Sum que oferecem essas iguarias deliciosas.

Vamos è receita de dumplings(jiaozi) para tentar fazer em casa?
 
Ingredientes:

Para a massa:
3 xícaras de farinha de trigo
1 1/4 xícaras de água fria
1/4 colher de chá de sal
*(Se quiser facilitar e comprar a massa pronta, veja a sugestão abaixo, em "dicas")

Para o recheio:
1 xícara de carne de porco ou boi moída
1 colher de sopa de molho de soja
1 colher de chá de sal
1 colher de sopa de vinho de arroz chinês ou xerez
1/4 colher de chá de pimenta branca moída, ou a gosto
3 colheres de sopa de óleo de gergelim
1 talo de cebolinha, picada bem miúdo
1 1/2 xícaras de acelga picadinha
1 1/2 xícara de repolho
1/2 colher de sopa de gengibre fresco, picado bem miúdo
1 dente de alho amassado
Ajinomoto o quanto baste

Modo de Preparo:

Massa:
Colocar a farinha e o sal em uma tigela, misturar uniformemente. Ir acrescentando a água e misturando. Não colocar a água toda, mas ir testando. Quando a massa estiver bem homogênea, se estiver maleável (como massinha de modelar) e não muito seca, está no ponto. Não deixar muito molhada, senão não conseguirá fazer os círculos.


Deixar a massa descansar por 30 minutos em plástico filme, e fazer o recheio enquanto isso.
Quando o recheio estiver pronto, fazer os círculos de massa: pegar um pouco da massa e fazer uma bolinha mais ou menos do tamanho de uma "bola de gude". Com um rolo de madeira, abrir a massa da bolinha, formando um círculo de mais ou menos 7 cm de diâmetro. Colocar o círculo na mão e com uma colher de chá, pegar um pouco do recheio, enchendo a metade desse círculo. Dobrar o círculo ao meio e fechar, apertando. (O dumpling fica parecendo uma meia-lua). Se a massa não colar, passar um pouco de água na beirada e apertar.

Quando todos os dumplings estiverem prontos, cozinhar os mesmos, da seguinte maneira:
Ferver água em uma panela bem grande, colocar mais ou menos 12 dumplings. Tampar. Quando a água ferver, acrescentar 1/2 xícara de água fria. Tampar. Quando ferver novamente, acrescentar mais 1/2 xícar de água fria. Tampar. Repetir o processo mais 1 vez. Retirar os dumplings da água com uma escumadeira. Servir com molho de soja.

Recheio:

Numa tigela, misture a carne com o gengibre. Acrescente o sal, o shoyo e o vinagre. Incorpore à mistura o repolho picado e a acelga. É importante que todos os vegetais estejam bem picados para que não perfurem a massa do Jiaozi

Dicas: Provavelmente em muitas lojas da Liberdade, em São Paulo, você poderá encontrar círculos de massa pronta para dumplings, isso facilita bastante o processo.

MINHA EXPERIÊNCIA COM OS DUMPLINGS NA MINHA COZINHA

Mas o mais fácil é fazer com massa para pasteizinhos, aquelas rendondinhas que vendem nos supermercados na parte de alimentos frios. Você pega uma massinha crua redonda, recheia, molha as bordas, fecha com os dedos(enrolando as pontinhas pra dentro) fazendo formato de meia-lua e depois cozinha no vapor. Fiz recheado com frango e legumes picados todos beeem pequeninos e misturado ccom um ovo cru para dar liga.Dá pra matar o desejo e fica bem gostoso também. ;)
Veja na foto como ficaram os meus que fiz em casa no dia do ano-novo chinês:
Servi com um molhinho de shoyo com pimenta calabresa, gengibre ralado, açúcar e óleo de gergelim. Yummy!!! Ficou muito bom e todos adoraram!
 
Fotos: acervo pessoal e google.
 
Espero que tenham gostado e se forem a China, provem os dumplings, please!
Beijinhos.
 

Ano Novo Chinês - Como é festejado?

Ni Hao, queridos leitores!
Na China, há um dito popular que diz: Todos os planejamentos do ano se fazem na primavera, pois a chegada do Ano Novo coincide com o início da primavera lá, sempre no final de janeiro ou início de fevereiro. Não existe uma data certa, como aqui no ocidente, porque o calendário chinês é baseado no ciclo lunar. Neste ano será celebrado no dia 10 de Fevereiro e será o ano da Serpente de Águas Profundas.
Na véspera do Ano Novo as pessoas fazem limpezas gerais: limpam e arrumam a casa, cortam o cabelo, fecham as contas, colocam oferendas aos Deuses que cuidam da casa, preparam as roupas...
A cor vermelha, por ser yang e vibrante, é a cor predominante durante as comemorações do Ano Novo. As mulheres da família procuram usar um vestido novo nesta cor para assegurar a sorte e um bom ano. Além desta cor, outras cores da sorte são o amarelo e o roxo.
Durante a comemoração, lanternas vermelhas são acesas e penduradas diante da porta principal, e só serão retiradas após os 15 dias do Ano Novo. Fogos de artifício são estourados para espantar os maus espíritos.
No primeiro dia do ano é muito comum as crianças e os
solteiros da casa ganharem um envelope vermelho contendo dinheiro. Este envelope é distribuído pela matriarca da casa (avó ou bisavó) com propósitos auspiciosos.

Um outro costume é colocar desejos escritos com tinta preta em tiras de papel vermelho na porta de entrada. O preto representa a água e a sabedoria; e o vermelho, o fogo e o sucesso. Segundo o dito popular Quando um pingo de água cai sobre o fogo, acontece uma ebulição; e é por ebulição que todas as coisas acontecem. Os desejos devem ser escritos por criativos e competentes calígrafos, de forma poética e metafórica para poder trazer sorte e realização.
Uma forma variada deste costume é o Espalhar da Primavera onde as pessoas escrevem em um papel vermelho com uma letra bem bonita o seu pedido sincero e de boas intenções. Este pedido deve sempre visar o bem, não pode ser egoísta e nunca visar prejudicar alguém. Depois de mentalizar o pedido realizado, o papel é pendurado na janela ou porta, com uma linha ou fita vermelha, para que os ventos possam levar e trazer o pedido.

A comida na celebração do Ano Novo Chinês

A celebração do ano novo chinês tem a duração de poucos dias, e cozinhar é uma parte importante das festividades. É um tempo de renovação e de começar do zero para o próximo ano. Grande parte do tempo é gasto visitando as casas de membros da família, amigos e colegas para renovar velhas amizades ou forjar novas relações. Boas-vindas a um dos períodos mais importantes do calendário lunar chinês, banquetes e jantares elaborados são preparados com antecedência e muito esmero.

No último jantar do ano a família se reúne para a refeição do fechamento do ciclo anual. São feitos pratos especiais para trazer todo o tipo de sorte e felicidade.

Não podem faltar os bolinhos em forma de lingotes(barras) de ouro;

o peixe que representa o dinheiro(o bom início e fim do ano); as tangerinas, também chamadas de laranjas da sorte(que trazem sorte),
o prato feito com arroz moti, bolinhos chamados de moti, representando a prosperidade

e o talharim (macarrão) que representa vida longa, muito usado em aniversários também.
Há ainda o Pato de Peking que simboliza a fidelidade, camarões trazem felicidade, ovos representam a fertilidade e os dumplings(adooorooo) representam a saúde!



Todas as frutas e doces são servidas em bandejas ou embalagens vermelhas.

A refeição é feita em uma mesa circular para favorecer o relacionamento e a união dos membros da família. As pessoas procuram perdoar as ofensas, esquecer as diferenças e evitar os maus pensamentos. Tudo é comemorado com muita alegria e fartura para trazer muita sorte e felicidade.

Bonito, não?

Que tal celebrarmos?
Abaixo uma receita típica gostosa e saudável para a data.

 MACARRÃO DA LONGEVIDADE - Chang Shou Mian

O macarrão da longevidade é um prato bem tradicional na China, especialmente para celebrar o Ano Novo ou aniversários. Os chineses acreditam que a forma fina e comprida da comida é um símbolo da longa vida. Como o nome já diz, o prato simboliza a longevidade. Changshou significa a longa vida, e o Mian é macarrão.




Existem milhares de variações que você pode fazer sobre o macarrão. Lá usam o sobá(fotos acima), um macarrão feito de trigo sarraceno, também conhecido como trigo mourisco ou trigo preto ).

Ingredientes para o Chang Shou Mian:
 


1 pacote grande de macarrão sobá(pode ser também instantâneo ou de lámen fresco ou talharim)

5 xícaras de caldo de frango

¼ de xícara de shoyu

1 colher de sopa de açúcar

Sal e pimenta-do-reino branca a gosto

2 colheres de sopa de água

1 colher de sopa de melado

½ xícara de presunto picado para decorar

4 cebolas cortadas em tiras finas na diagonal para decorar

2 colheres de chá de óleo de gergelim

Também para decorar: ovo cozido partido em dois ou gema mole, camarão no vapor, tempurá de camarão, tofu fatiado, cenoura em tiras, cebolinha, salsinha ou nirá. O que vai em cima fica mesmo a seu critério.

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão até um pouco antes de ficar al dente. Escorra e coloque imediatamente em uma tigela com água e gelo para parar o cozimento. Escorra novamente e divida entre 4 tigelas fundas. Cuidado para não quebrar o macarrão!

Em uma panela ou uma wok, junte o caldo, o shoyu e o açúcar e deixe ferver em fogo médio. Ajuste o tempero com o sal e a pimenta-do-reino branca.

Em uma tigelinha, bata a água com o melado. Coloque aos poucos no caldo, sempre mexendo, para engrossar um pouquinho o caldo.

Coloque um pouco de caldo sobre cada tigela de macarrão. Decore com os ingredientes que quiser, lembrando que vale misturar camarão e carne de porco e que o ovo cozido deve ter a gema não muito dura, com o centro levemente amolecido.

Importante: Lembre-se de nunca quebrar o macarrão antes ou durante o cozimento. Quanto mais longo o fio, melhor. Na verdade, quebrar os fios no cozimento traz muita má
sorte!

FELIZ ANO NOVO CHINÊS, FELIZ ANO DA SERPENTE!


 

 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Espaguete ao azeite de oliva com salmão, abobrinha e ervas


Ingredientes:

- 1 embalagem de Espaguete 500g

- 5 colheres (sopa) de azeite de oliva extra virgem

- 2 cebolas médias, picadas

- 2 abobrinhas médias, em cubinhos

- 5 tomates maduros, sem sementes e sem pele, picados

- 500g de filé de salmão

- 2 dentes de alho, picados

- sal, alecrim e cheiro verde a gosto

Modo de Preparo:

- Numa assadeira média, acomode os filés de salmão e tempere com alho, sal e alecrim;
- Cubra com papel-alumínio e leve para assar em forno médio (180º) pré-aquecido por 25 minutos;
- Retire do forno, corte os filés de salmão em lascas e reserve;
- Numa panela média, aqueça o azeite de oliva e refogue a cebola;
- Junte as abobrinhas, os tomates e deixe refogar por mais 10 minutos ou até que a abobrinha fica macia, se necessário acrescente ½ xícara (chá) de água;
- Acerte o sal e reserve;
- Numa panela grande ferva 5 litros de água com sal e cozinhe a massa. Para isso, coloque a massa e mexa de vez em quando, até que a água volte a ferve. Deixe cozinhar de acordo com o tempo indicado na embalagem ou até que fique al dente, ou seja, macia, porém resistente à mordida;
- Escorra a massa, acomode num refratário grande, acrescente o refogado de abobrinha com tomate e envolva bem com a ajuda de dois garfos grandes;
- Adicione as lascas de salmão e o cheiro verde e sirva a seguir.

Tempo de preparo:50 minutos
Rendimento: 6 porções



Dica da Janita: Se quiser tornar o prato ainda mais saudável, substitua o macarrão por um equivalente da linha integral.


Harmonização: VIÑA MAIPO RESERVA SAUVIGNON BLANC 2009.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Conchiglione de Bacalhau

Ingredientes:

Recheio:
400 g bacalhau saithe
1 cebola(s)
1 dente(s) alho
1 colher(es) de sopa manteiga
1 pote requeijão
1 xícara(s) leite
1 colher(es) de sopa amido de milho
1 xícara(s) castanha de caju
pimenta
queijo ralado

Molho:

500 g abóbora moranga
1 xícara(s) leite
200 ml leite de coco
0,5 cebola(s)
2 colher(es) de sopa manteiga
3 colher(es) de sopa açúcar
0,5 xícara(s) creme de leite
canela em pó
500 g massa conchiglione
cheiro verde 

Modo de Preparo:

Recheio:
Refogar a manteiga, o alho e a cebola.
Adicionar o bacalhau cozido, dessalgado e desfiado. Refogar por mais 3 ou 4 minutos.
Acrescentar o requeijão e o amido de milho, este previamente dissolvido no leite.
Mexer bem até formar um creme consistente.
Desligar, misturar pimenta e tempero verde, acrescentando depois as castanhas. Acerte o sal, se necessário.
Rechear os conchigliones, colocando-os virados para cima, em um refratário, lado a lado.



Molho:
Cozinhar a moranga (sem casca, picada) em um pouco de água, até amaciar.
Deixar esfriar um pouco e bater no liquidificador, com a cebola, o leite de coco, a manteiga e o leite.
Desligar e acrescentar o açúcar, o sal, a canela e o creme de leite.
Ligar, novamente, o liquidificador e pulsar duas vezes, para misturar bem.
Despejar esse creme sobre os conchigliones, polvilhar queijo ralado e algumas castanhas inteiras.
Levar ao forno médio para gratinar.
Servir.

Rendimento: 4 porções.

Harmonização: ZUCCARDI Q CHARDONNAY

O que é CONCHIGLIONE? 
 
Conchiglie, conchigliette e conchiglione são as graciosas formas de macarrão que no Brasil chamamos conchas, conchinhas e "conchonas", ou conchas grandes. A grafia original, italiana, é que na maioria das vezes aparece nas embalagens. Na língua inglesa elas são chamadas shell, baby shell e jumbo shell. Esses e outros formatos pertencem à fase industrial do macarrão. O macarrão primitivo foi desenvolvido pelos sicilianos, de raízes árabes-mouriscas, e foi mencionado pela primeira vez num tratado de 1154. Atualmente se produz na Itália mais de uma centena de macarrões de formatos diferentes, tanto industrial como artesanalmente. As conchas têm a forma das conchas do mar, com uma abertura longitudinal e estreita e pontas afuniladas. A referência marítima faz lembrar da costa do Mar Mediterrâneo, onde são comuns na dieta. Elas podem ser coloridas com tinta de lula, espinafre, cenoura, tomate. As grandes são ideais para serem recheadas e, para evitar que se quebrem durante o manuseio ou se desmanchem ao cozinhar, têm espessura mais grossa. Para dar maior aderência ao molho, a maioria delas é riscada. A afinidade de forma e tamanho, assim como o contraste de cores, faz das conchiglione ótima massa para se aliar a mariscos, servidos com a própria concha, e a outros frutos do mar, como é o caso do prato italiano clássico Conchiglie pescatore, feito com vieiras, mexilhões, cogumelos e camarões cozidos no vinho e aromatizado com pimenta-do-reino, salsa, alho, cebola e azeite de oliva. Mas outros recheios de ricota, carnes e queijos são comuns, com as conchas cobertas com molho branco ou de tomate e levadas ao forno para gratinar.

Como se escolhe
As conchiglione são sempre secas. Podem se encontradas facilmente em qualquer supermercado de praticamente todo o país. Prefira as de trigo de grão duro - todas as marcas italianas o são, por lei -, pois são mais resistentes e mantêm a forma depois de cozidas. As feitas de trigo comum, ou trigo mole, se quebram facilmente, além de perderem o formato e aderirem umas às outras depois de cozidas. Prefira também as que estão embaladas em caixas, que oferecem maior proteção contra quebras. Observe sempre o prazo de validade e as condições do produto e da embalagem. Verifique se a massa seca não apresenta resíduos no fundo da embalagem ou mesmo furos de carunchos.

Como se prepara 
Para que as conchiglie mantenham o formato depois de cozidas, siga a regra do 10, 100, 1000, ou seja, 10 g de sal para cada 100 g da massa e 1000 mililitros - 1 litro - de água. Ponha a água num caldeirão até ocupar 3/4 de seu volume. Ao ferver, abaixe o fogo e junte o sal. Espere ferver de novo. Ponha a massa e aumente o fogo para que a água volte logo à fervura. Cozinhe pelo tempo indicado na embalagem, ou até que fique al dente - as conchas grandes levam cerca de 15 min para ficaren macias, mas firmes. Se mordidas, devem apresentar certa resistência aos dentes. Embora não seja necessário, pode-se juntar azeite, óleo ou manteiga à água, pois aromatiza e impede a formação de espuma.


Curiosidade - DIA MUNDIAL DO MACARRÃO

 
O I World Pasta Congress (Congresso Mundial de Macarrão), realizado em 25 de outubro de 1995, originou a celebração do Dia Mundial do Macarrão.
O Brasil está em terceiro lugar no ranking dos maiores consumidores de massas do mundo!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Knödel Rustikal ou Semmelknödel

O primeiro Knödel que comi foi em München e instantaneamente me apaixonei! 
Determinei-me então a aprender como preparar as deliciosas "fofuras" e finalmente, depois de tantas tentativas e de assistir um programa ótimo na DW, encontrei a receita que conquistou o paladar da família, inclusive a parte genuinamente alemã desta. ;)
E é esta que, carinhosamente, compartilho aqui com vocês, chamada de Knödel Rustikal ou Semmelknödel(bolinhos cozidos de pão), típicos da Baviera.
Na foto abaixo, o molho é de um cozido de carne com ameixas. Eu os servi com os Knödle, ficaram ótimos! A carne estava em outra travessa, conforme mostra foto ao lado.




Ingredientes:
600 g de pão francês dormido em cubos pequenos
600 ml de leite
6 ovos ligeiramente batidos
2 cebolas médias picadinhas
3 dentes de alho espremidos
sal e pimenta-do-reino a gosto
salsinha, dill e cebolinha
150 g de bacon ou linguiça
farinha de rosca, se precisar


Modo de Preparo:
Pique os pães em cubos pequenos e coloque-os num bowl. Acrescente os ovos batidos e o leite e amasse bem com as mãos.
Numa frigideira, frite o bacon com um pouco de azeite de oliva, acrescente a cebola e o alho e deixe tudo ficar douradinho(sem queimar). Deixe esfriar um pouco e acrescente este refogado à mistura de pão. Acrescente os temperos, cuidando com o sal, pois o bacon já fornece sabor salgado. Amasse bem novamente, com as mãos.
Cubra a mistura com plástico filme e leve à geladeira de um dia para o outro. Esse processo fará com que a mistura absorva mais os temperos e fique mais "firme" para a hora de fazer as bolas e cozinhar. Esse é o "pulo do gato"!
No dia seguinte, retire a massa da geladeira, se achar que está ainda muito mole, agregue um pouco de farinha de rosca(1 a 2 colheres de sopa) e misture bem. Isso vai depender do tamanho dos ovos e etc.
Faça bolas do tamanho que desejar. Faço quase do tamanho de bolas de tênis, mas podem ser menores ou até maiores(neste caso, aumente um pouco o tempo de cozimento, para que não fiquem cruas no meio).

Coloque as bolas em água fervente, até que boiem. Leva uns 15 minutos para estarem bem cozidas. 

Retire com o auxílio de uma escumadeira.


Sirva quente, com carnes e seus molhos(combina muito com assados), com Pilzrahmsosse(molho cremoso de cogumelos), com creme de ervilhas, de aspargos, etc. Pode ser cozido no caldo de legumes e servido na sopa também.
Nota: O Knödel pode ser aquecido em microondas, sem problemas.


Em algumas delicatessens é possível encontrar a massa pronta para Knödel. São super fáceis de preparar, mas, na minha opinião, não ficam tão gostosos quanto a versão caseira/rústica.
 


Veja abaixo, idéias de como servir seus Knödle:


Com molho de Cogumelos



Com Sauerbraten(assado de carne alemão - receita aqui no blog) e Repolho Roxo



Com salsichas e chucrute



Com Goulash



Com Língua ensopada



No caldo de legumes, como uma sopa



Com Joelho de Porco




Com marreco assado



Com Enroladinho de carne




E então, bateu a fome e a inspiração para correr para a cozinha e preparar os seus? ;)


O que é KNÖDEL?


Knödel (plural: knödle) ou kloß (plural: klöße) ou ainda kloss é uma bola de massa cozida servida como refeição principal ou acompanhamento nas gastronomias da Áustria, Alemanha, Suiça, Boemia e nas regiões de colonização alemã do sul do Brasil.
No sul do Brasil o kloß é considerado um dos pratos tradicionais da colônia alemã, um legado culinário do regionalismo germânico.
Existem muitos nomes para este prato versátil, dependendo da região. A especialidade pode ser preparada com farinha de trigo, semolina, farinha de rosca, batatinha inglesa, aipim, pão velho (de ontem, dormido), etc.
Técnica básica de preparação: Todo o kloß deve flutuar na água fervente uma vez pronto para ser servido.
Vale notar que vários povos europeus possuem suas próprias versões de Kloss.
De origem austríaca, o knödel (ou klösse) é um bolinho muito conhecido e apreciado na Baviera. À base de pão, leite, ovos, farinha e cebola, e recheado de diversas maneiras, ele é cozido em água e costuma acompanhar carnes, peixes e legumes ou, ainda, ser servido em sopas. São muitas as variações e combinações desta receita. No prato conhecido como bierfleish, típico da Baviera, a massa dos knödels ganha noz-moscada e os bolinhos acompanham lombo de porco cozido na cerveja (do tipo lager) com cebola e especiarias. O kartoffelklösse é feito com batata, o leberknödel leva fígado de boi ou de porco, e o markklösschen, tutano de boi. Recebe o nome de fleischknödel quando é preparado com carne de vaca, de porco ou de vitelo.


Mais sobre a Baviera e sua Gastronomia
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O estado livre da Baviera(Bayern, em alemão), fica na região sul da Alemanha, cuja capital é a cidade de Munique(München). É o maior estado da Alemanha.


Na Baviera existem 2.056 municípios e 215 áreas não-incorporadas, que não fazem parte de nenhum município.

Charme e hospitalidade são as palavras de ordem da Baviera, repleta de vales e de cidades barrocas lotadas de visitantes – é a região mais turística (além de ser o maior estado) da República Federal da Alemanha. Munique, a capital, pode ser o ponto de partida para uma viagem pela história e tradições locais: a Praça Marienplatz, no centro da cidade, a Residenz (antiga residência dos reis da Baviera) e o Schloss Nymphenburg, castelo do século 17, são apenas alguns dos lugares onde turistas de todo o mundo batem cartão. Quem gosta de agitação, comida farta e muita cerveja procura a cidade entre os meses de setembro e outubro, quando a Oktoberfest atrai cerca de seis milhões de visitantes todos os anos – em 2010, a tradicional festa comemorou seu segundo centenário.
Além da bebida mais típica da Alemanha, a Baviera produz vinhos. A Francônia, ao norte da região, tem pequenas aldeias cercadas por vinhedos – Volkach é uma delas – e cidades historicamente relacionadas à bebida, como a barroca Würzburg. É de lá que saem as famosas (e curiosas) garrafas redondas e pequeninas de vinho. Situada no norte da Baviera, a Francônia conta com cerca de seis mil hectares de vinhedos, plantados ao longo do rio Meno (Main, em alemão). A região produz vinhos brancos frescos e agradáveis das uvas silvaner (tradicionalmente relacionadas à Francônia) e riesling – quase um terço da produção local também leva a branca müller-thurgau, de qualidade inferior. Há uma pequena produção de tintos feitos com pinot noir (spätburgunder), entre outras uvas. Mas, embora a demanda pelos tintos regionais venha crescendo, as safras são ainda irregulares – e o consumo local ainda não supera o da cerveja.

Pratos típicos da Baviera



Apfelkücherl im bierteig:

Em toda a Alemanha é comum usar cerveja como ingrediente de receitas. Nesta sobremesa, a bebida entra no preparo de uma massa, que ainda leva farinha, ovos (com a clara previamente batida em neve) e sal. Depois de envolver grossas fatias de maçãs, porções dela são fritas e servidas mornas, salpicadas com açúcar e canela.


Bayerische creme:

O creme bávaro é feito com leite, creme de leite, fava de baunilha, gelatina e ovos, e servido em recipientes individuais, acompanhado por frutas vermelhas. Esta receita básica pode ganhar diversas adaptações. O nesselrode, por exemplo, tem amêndoas e kirsch (ou rum); o pfirsich oder aprikosen bayerische inclui pêssegos ou damascos; o schokoladen bayerische é elaborado com chocolate; e o punsch bayerische, com vinho, laranja e limão.


Blut und leberwürste mit sauerkraut:


Muitas regiões da Alemanha têm longa tradição no preparo de embutidos, que acompanham inúmeras receitas típicas. Nesta, salsichas blutwurst, feitas com o sangue do porco (parentes da espanhola morcela, ou morcilla), e leberwurst, com fígado, são servidas com chucrute cozido com um refogado de cebola. O prato vem acompanhado por batatas.


Bierfleisch mit knödel:

De origem austríaca, o knödel (ou klösse) é um bolinho muito conhecido e apreciado na Baviera. À base de pão, leite, ovos, farinha e cebola, e recheado de diversas maneiras, ele é cozido em água e costuma acompanhar carnes, peixes e legumes ou, ainda, ser servido em sopas. São muitas as variações e combinações desta receita. No prato conhecido como bierfleish, típico da Baviera, a massa dos knödels ganha noz-moscada e os bolinhos acompanham lombo de porco cozido na cerveja (do tipo lager) com cebola e especiarias. O kartoffelklösse é feito com batata, o leberknödel leva fígado de boi ou de porco, e o markklösschen, tutano de boi. Recebe o nome de fleischknödel quando é preparado com carne de vaca, de porco ou de vitelo.


Pichelsteiner eintopf:

É um dos mais famosos pratos bávaros. Refeição predileta do chanceler Otto von Bismarck, este cozido costuma ser preparado com carnes bovina e suína – embora algumas versões levem vitelo, carneiro, peixe ou apenas legumes. A presença de batata, cenoura, bulbo de salsão e de salsa (e, às vezes, couve, couve-de-bruxelas e vagem) é, aliás, indispensável para diferenciar o pichelsteiner de outros cozidos. Quando a receita tem peixe como principal ingrediente (pichelsteiner fisch), ganha, também, alho-poró, bacon e páprica.


Pretzel:

O nome vem de bretzel, uma variante do latim bracchium, que significa braço. A palavra foi inspirada no formato deste pão, que lembra dois braços cruzados – embora seja muito antiga, a receita só ganhou essa aparência no século 12. Feito de farinha de trigo, água, fermento e sal, o pretzel é um dos pães mais famosos da Alemanha. Na Bavária, leva uma cobertura salgada e, acompanhado de cerveja, virou item obrigatório na famosa Oktoberfest de Munique.


Prinzregententorte:


O comprido nome quer dizer algo como “torta do príncipe regente”, uma referência a Leopoldo (1821-1912), que ocupou o tal posto de príncipe regente da Baviera de 1886 até sua morte. Trata-se de um bolo de nobre aparência: camadas de uma massa leve (de farinha, claras batidas em neve, gema e açúcar) se revezam com um creme amanteigado de chocolate; a cobertura é de glacê de chocolate.
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