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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Creme de Papaya com Cassis

Famosa e figurinha presente em todos os menus dos anos 80 e 90, esta é uma daquelas sobremesas que nunca saem de moda e sempre agradam. 
Rápida e simples, de origem brasileira e sem autoria, é perfeita para quem não gosta de passar horas preparando um doce. O único cuidado que se deve ter é prepará-la na hora de servir, pois o mamão tende a escurecer rapidamente com o sorvete de creme. No mais, é preparar da maneira habitual, sem querer inventar moda. 
Creme de Papaya com Cassis é um clássico e deve ser tratado como tal.

Ingredientes: 

1/2 mamão papaya
2 bolas grandes de sorvete de creme/baunilha
Tuille (biscoito francês fino e crocante) ou folhas de hortelã para decorar
Licor de cassis a gosto

Modo de preparo: 

Bata no liquidificador o mamão papaya descascado e limpo com o sorvete de creme bem congelado.

Sirva com licor de cassis sobre o creme, ou se preferir, mantenha o licor no fundo da taça e acrescente o creme.
Decore cada taça uma unidade de tuille ou folhas de hortelã.
Sirva a seguir.

Dica: para que a consistência do creme fique correta, certifique-se de que o sorvete utilizado esteja realmente bem firme (congelado corretamente).


Sobre o Licor de Cassis:

O cassis ou groselheira-preta (Ribes nigrum), originário da Europa setentrional, era usado como remédio para diversas molésticas, incluindo mordida de cobra. Sua produção aumentou em meados do século XIX com o declínio da cultura da vinha, atacada pela Phyloxera. É atribuído a este período também a criação do crème de cassis, que hoje é um dos licores mais importantes do mundo, base do famoso coquetel Kir e ingrediente de incontávei receitas. Cerca de 16 milhões de litros de crème de cassis são produzidos anualmente na França e destes 85% vêm de Dijon. Outras regiões produtoras são Anjou (no vale do Loire, França), Luxemburgo, Quebec (Canadá) e Tasmânia (Austrália). Desde 2013 foi concedida a Appellation d’Origine Contrôlée (AOC) ao Crème de Cassis de Dijon, garantindo a origem da matéria prima e a qualidade do produto.

Dicas: O crème de cassis é um ingrediente versátil não apenas para coquetéis e sobremesas. É também muito usado na elaboração de pães, patisseire e receitas salgadas. Alguma idéias:

pode-se colocar um fio de crème de cassis sobre o foie gras ou sobre o queijos como parmesão, gorgonzola ou queijo de cabra. Ainda é posspivel usá-lo na finalização, com algumas gotas crème de cassis, em receitas de pato e carnes de caça em geral.

O licor é tão especial e inspirador que vale um post somente sobre ele com os principais drinks onde é usado, não acham?


sábado, 17 de agosto de 2019

Cocada de forno com sorvete e calda cítrica

Ingredientes:

2 ½ xícaras (chá) de coco fresco ralado (1 coco - cerca de 200 g)
3 ovos
2 xícaras (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de manteiga derretida

Modo de preparo:

Preaqueça o forno a 180 ºC (temperatura média). Unte com manteiga um refratário raso que comporte cerca de 500 ml.
Numa tigela pequena, quebre um ovo de cada vez e transfira para outra tigela maior – se um estiver estragado, você não perde a receita. Junte a manteiga e misture com o batedor de arame. Adicione o açúcar, aos poucos, mexendo bem a cada adição. Acrescente o coco ralado e misture com uma espátula para incorporar.
Transfira a massa para o refratário e leve ao forno para assar por cerca de 40 minutos, ou até ficar bem dourada – a cocada vai ficar com uma casquinha crocante, mas ainda cremosa no centro.
Retire do forno e deixe esfriar em temperatura ambiente antes de servir. Essa cocada também fica uma delícia servida gelada.

Dicas:

A cocada pode ser assada em ramequins ou potes individuais de cerâmica também. Fica lindo para servir!

O coco fresco ralado fino dá mais sabor e cremosidade para a cocada, lembra até gosto de quindim. Ralado grosso (assim como a versão ralada congelada) dá textura crocante e visual rústico, mas o creme de ovos e açúcar não absorve o sabor da fruta. Já o coco ralado seco não é indicado para essa receita, a cocada fica seca e sem sabor.

Para a montagem: Corte um pedaço quadrado da cocada, coloque em prato individual. Sobre a cocada 1 bola caprichada de sorvete(aqui combina bem o de tapioca, baunilha, coco, nata) e sobre ele uma calda de sua preferência (frutas vermelhas, laranja, maracujá, limão siciliano, tamarindo...) Já servi com lemon curd e todos amaram! Vou pastar a receita pra vocês.

E pronto! Temos assim uma sobremesa mega saborosa, linda, prática e que certamente vai fechar seu jantar com chave de ouro!

Para acompanhar? Espumante ou uma soda italiana e uma boa música, sempre!



quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Pudim de Leite Ninho


INGREDIENTES:
4 ovos
1 lata de leite condensado
1 medida da lata de leite integral (use a lata de leite condensado para medir)
1 medida da lata de leite ninho (use a lata de leite condensado para medir)
Essência de baunilha(opcional)

PARA A CALDA:
1 xícara de chá de açúcar
1 xícara de chá de água

MODO DE PREPARO DA CALDA:
Em uma panela, espalhe o açúcar e leve ao fogo baixo até ele derreter.
Acrescente a água e misture sem parar até obter uma calda lisa e brilhante.
Espalhe a calda no fundo e na lateral de uma forma de buraco central grande e reserve.

MODO DE PREPARO DO PUDIM DE LEITE NINHO:
No liquidificador, bata os ovos, o leite condensado, o leite e o leite ninho, até obter uma mistura homogênea.
Despeje em forma de buraco central previamente caramelizada e tampe com papel alumínio.
Leve ao forno médio preaquecido, em banho-maria de água quente, por cerca de 1 hora ou até fazer o teste do palito e ele sair limpo.
Retire o pudim do forno, espere esfriar e leve à geladeira por, no mínimo, 4 horas.
Desenforme e sirva gelado.

A ORIGEM DO PUDIM DE LEITE

Os portugueses já se consideraram os pais do pudim de leite. Achavam que a sobremesa descendia da doçaria conventual desenvolvida no país a partir do século 16.

Hoje, seus autores gastronômicos confessam ignorar quando e onde o doce surgiu. “Descobrimos que não conseguimos fixar no tempo nem no lugar o aparecimento do pudim de leite”, diz o cronista trasmontano Virgílio Gomes. A única convicção dos portugueses é a de que eles ensinaram os brasileiros a fazer o doce.

Desde o final da Idade Média seu país é rico em sobremesas à base de leite. Só no Livro de Cozinha da Infanta D. Maria, baseado em manuscrito do século 16, redigido pela neta de d. Manuel I que se casou com o 3º duque de Parma e Piacenza, há sete tipos. Segundo Virgílio Gomes, três poderiam ser pudins, caso fossem enformados e desenformados. Mas a técnica era desconhecida na época.

A palavra pudim veio do inglês pudding. Em Portugal e no Brasil indica uma preparação de consistência cremosa ou moderadamente sólida, temperada com açúcar ou sal, feita em banho-maria.

O nosso gosto pelos doces bem doces se deve à influência portuguesa. Já que o índio e o africano não traziam em sua cultura o hábito do consumo de doce, eles pouco contribuíram para a arte da doceria brasileira.

Era produzido com leite gordo, ovos, açúcar, farinha de amêndoas em forma caramelada, assado em banho-maria e sua execução era muito trabalhosa.
Somente no século XIX com a chegada das latas do leite condensado o seu preparo foi facilitado e tornou-se nossa obra-prima e uma das sobremesas mais simples e consumidas da gastronomia brasileira.

Leite condensado: a primeira notícia sobre a técnica de produzi-lo foi na França em 1827. Entretanto, passou a ser fabricado muitos anos mais tarde pelo norte americano Gail Borden Jr. com o objetivo de reduzir o volume de leite e aumentar a durabilidade.

O leite condensado só ficou famoso durante a guerra de Secessão nos Estados Unidos (1861-1865). Era um dos alimentos fornecidos como ração aos soldados e representava durabilidade e ótima fonte de energia.

Com o fim da guerra a iguaria saiu dos campos de batalha e chegou aos mercados; foi só uma questão de tempo para o produto conquistar o mundo.

Fonte: Blog do Paladar E OUTROS
O Estado de São Paulo on-line

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

fondue de doce de leite

Que tal variar a fondue de chocolate e preparar esta versão, à base de doce de leite? 
Aprenda a preparar a receita fácil, deliciosa e irresistível.

Ingredientes:
300 g de chocolate de doce de leite(de preferência argentino ou uruguaio, são os melhores)
100 ml de creme de leite
2 colheres de sopa de conhaque

Acompanhamentos:

200 g de morango picado
200 g de banana picada
Biscoitos diversos 



Modo de Preparo:

Numa panela, coloque o doce de leite argentino. Acrescente o creme de leite lentamente, mexendo sempre. Deixe encorpar um pouco no fogo brando. Ao final, abaixe o fogo e mexa por mais três minutos. Sirva em um réchaud apropriado, com as frutas picadas e os biscoitos.


Dicas da Janita:

Você pode deixar preparado com antecedência e na hora só aquecer.

Se não quiser, não precisa colocar o conhaque, os dois ficam bons, maso conhaque dá toque...

Outras sugestões para acompanhar: uva itália, maçâ, kiwi, pêssego em calda, figo, pera, frutas secas, suspiros, quadradinhos de bolo inglês ou panetone torrados.
 

Rendimento: 4 porções


Harmonização:
Uma boa dica na hora de degustar sobremesas muito doces, como é o caso de receitas que vão doce de leite, é optar por uma bebida que bata de frente com a doçura extrema desses pratos. O recomendado nessa ocasião são aqueles vinhos brancos para que a mistura não fique muito enjoativa. Vinhos da uva chardonnay, por exemplo, são excelentes pedidas.


Você sabia?
Resultado de imagem para desenho fondue 
Antes de ser um alimento, a fondue (é “a” fondue e não “o” fondue) é uma diversão. Resulta num encontro especial com a família ou amigos acomodados em torno da caquelon (panela de fondue), desfrutando de momentos mágicos e com um gostoso sabor de inverno.
Fondue é um nome advindo da palavra francesa “fondre”, que significa “fundido” ou “derretido”, e a origem da fondue remonta há cerca de sete séculos, quando alguns povos dos alpes suíços produziam mais queijo que podiam vender e comer.
Num determinado ano alguns moradores tiveram a ideia de derreter o excesso e, para ser melhor conservado, acrescê-lo de algum álcool, aguardente – o kirsh, destilado local de cerejas – ou vinho.

Muitas pessoas só conhecem a fondue de chocolate, muito popular no mundo inteiro. Na verdade, o prato começou a se destacar na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, de Nova York, passou a servi-lo. Além disso foi Conrad Egli que criou a fondue de chocolate, para servir de sobremesa.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Creme de Paçoca no Copinho

Uma sobremesa prática e rápida. Perfeita para Festas Juninas ou outras datas. 
Impossível não adorar!
 

Ingredientes: 

 
1 lata de leite condensado
150 ml de leite
3 colheres de sopa de amido de milho
½ colher de chá de essência de baunilha
1 lata de creme de leite sem soro
5 paçocas
2 paçocas esfareladas para enfeitar
 

Modo de Preparo:

Numa panela coloque o leite condensado, o leite, o amido de milho e a essência de baunilha e leve ao fogo médio até engrossar. Retire do fogo e transfira o creme para uma batedeira e bata. Com a batedeira ainda ligada adicione o creme de leite, as 5 paçocas e bata bem até formar um creme homogêneo. Desligue a batedeira, coloque o creme em copinhos ou taças e leve para gelar. Sirva com a paçoca esfarelada.


Sobre a Paçoca

O nome “paçoca” vem do termo indígena PA-SOKA, que quer dizer “esmagar com as mãos”, referindo-se ao modo antigo de preparo, onde a carne e a farinha eram socadas em um pilão.
É tradicionalmente preparada no Brasil para consumo nas festividades da Semana Santa e Festas Juninas. O preparo da paçoca para a Semana Santa, vai além da culinária em si, é um ritual cristão de valorização do amor e da harmonia em família onde se prestigia o altruísmo. Há também as paçocas industrializadas que são vendidas e consumidas o ano inteiro. Entre estas, existem as chamadas paçoquinhas de amendoim tipo rolha, que são vendidas com a forma cilíndrica das rolhas e com uma cor que também se assemelha de certa forma à destas.
Em São Paulo e em Minas Gerais, festas anuais acontecem para celebrar o doce.

Choconhaque e Chocolate Quente

 2 Receitas diferentes, mas muito saborosas, perfeitas para aquecer os dias frios de inverno e incrementar as opções de bebidas nas festas Juninas.


Choconhaque Quente

Ingredientes:
2/3 xícara de chá de conhaque ou brandy
4 colheres de sopa de chocolate em pó (de preferência sem açúcar)
1 litro de leite bem quente
Canela em pau a gosto
Pitadas de noz-moscada ou canela
1 colher de café de cravo

1 xícara de açúcar mascavo(experimente e coloque menos ou mais, a gosto.
 

Modo de fazer:
Adicione o açúcar, o cravo, o leite, o chocolate e o brandy em uma panela no fogo e misture bem. Leve ao fogo e quando estiver homogêneo retire do fogo e sirva nas canecas. Polvilhe uma pitada de noz-moscada ou canela e coloque um palito de canela ao lado para ser usado como mexedor.


Chocolate Quente

Ingredientes:
5 xícaras de leite
2 colheres de sopa de ovomaltine (opcional, mas dá um toque maravilhoso)
2 colheres de sopa de amido de milho
3 colheres de açúcar de confeiteiro
4 colheres de cacau em pó sem açúcar
100g chocolate meio amargo
1 pitada de canela

Modo de Preparo:

Leve o leite para esquentar em uma panela.

Enquanto isso misture todos os ingredientes e pique o chocolate.

Quando o leite começar a borbulhar adicione os ingredientes misturados e mexa ate encorpar.

 A Origem do Chocolate Quente

Em 1500 A.C., a civilização de Olmeca (habitavam as terras baixas do Golfo) já havia encontrado e aproveitado o fruto da cacaueiro e foi encontrado evidências alguns anos após, pelos Maias, Aztecas e Toltecas que consideravam o cacau como o alimento dos deuses sendo usado o chocolate como uma bebida que acrescida de algum condimento e era degustada pelos sacerdotes em rituais religiosos.

Na Europa, o cacau foi espalhado por Hernando Cortez, já que o descobriu em suas conquistas no México, mas só foi difundido, valorizado e plantado pelos espanhóis quando o cacau passou a ser utilizado como moeda de troca com os povos mexicanos, e em 1528, Hernando trouxe também os apetrechos necessários para produzir uma bebida mais agradável ao paladar agregando o açúcar e outros adoçantes a bebida, para ser possível hoje em dia, a consumirmos em larga escala por todos nós, como o chocolate em tabletes.


Ao longo dos anos, o chocolate se expandiu pela Europa foi ganhando popularidade com as misturas e produtos agregados, tais como o leite, o vinho, especiarias, açucares e cerveja. Foi criada, pelos Ingleses, uma máquina a vapor para esmagar os grãos de cacau e com isso, permitiu a fabricação do chocolate em larga escala. Mas somente com a revolução do chocolate nas mãos dos Holandeses, que desenvolveram uma prensa hidráulica para extrair e separar a torta ou massa de cacau e de outro lado a manteiga de cacau. Assim foi difundida também os achocolatados e juntamente com a manteiga de cacau, fez o desenvolvimento dos primeiros tabletes de chocolate.

Pamonha de Copinho

Fácil e rápido de preparar. Uma delícia para as Festas Juninas e para o ano todo!


 Ingredientes:

3 latas de milho escorridas ou 600 gramas de milho cozido
200ml de leite ou leite de coco(leiete de coco fica melhor)
6 colheres de açúcar
1 colher de sopa de manteiga sem sal
1 pitada de sal

essência de baunilha (opcional)
canela a gosto
 

Modo de Preparo:
Se deseja um creme mais liso, bata no liquidificador o milho com leite e com uma peneira, coe a mistura retirando o bagaço do preparo. Adicione o restante dos ingredientes e bata novamente no liquidificador. Se não se importar com o bagaço, é só bater no liquidificador todos os ingredientes. Cozinhe o creme numa panela em fogo médio, até engrossar um pouco, mais ou menos por 20 minutos. Depois de cozido, deixe a pamonha esfriar, distribua em copinhos pequenos e leve para gelar. Sirva polvilhada com canela para dar um sabor especial. 

Fica lindo e delicioso! 

Origem da Pamonha

De acordo com Câmara Cascudo, em seu livro a História da Alimentação no Brasil, receitas como pirão, pamonha, canjica, pipoca, dentre outras tiveram origem com os índios brasileiros. E, com a colonização das Américas, os portugueses e africanos foram adaptando e produzindo outras receitas.

O nome pamonha vem da palavra pamunã, do tupi. Não existe, exatamente, o local que ela nasceu de fato, mas é um prato muito consumido na região centro-oeste, especialmente no estado de Goiás, onde o alimento encontra-se em mercados, restaurantes, feiras, pamonharias, etc. A pamonha também é muito popular em outros estados brasileiros, tais como São Paulo e Minas Gerais, Tocantins e é adicionada açúcar a massa. Já no Nordeste, é doce e feita com leite de coco.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Apple Roses(Rosas de Maçã)

No último fim de semana em casa, resolvemos testar a receita das lindas apple roses que vimos num vídeo. 
Seguimos exatamente o explicado e o resultado foi fantástico! 
De forma surpreendentemente fácil, tem-se uma sobremesa muito gostosa, delicada, que vai impressionar! 

Abaixo segue o vídeo. Basta dar play e seguir o passo a passo. ;)


Para 6 rosas, você vai precisar de :

2 maçãs
Suco de meio limão(sem sementes)
massa folhada
geleia de sua preferência - 3 colheres de sopa
canela em pó

Fatie as maçãs. Leve ao microondas com água e suco de limão por 3 minutos. Escorra bem.
A geleia, 3 colheres de sopa, aqueça no micro com 2 colheres de água por 1 minuto. Se usar uma geleia muito molinha, nem precisa colocar água.
Abra a massa folhada com rolo. Corte 6 tiras iguais.
Passe a geleia nas tiras. 
Disponha as maçãs. Polvilhe canela e açúcar(se desejar).
Enrole e coloque na forma.
Asse por 45 minutos. 
O tempo varia um pouco de acordo com cada forno. 
No meu caso, como dobrei a receita, para ficarem douradinhas, levou vais tempo.

Dicas: Sirva as apple roses mornas, em pratos individuais, com sorvete e calda de baunilha. Fica sensacional!

Elas podem ser feitas com base de massa podre(a da torta de limão) também. 
Olhem que lindas!

Ou podem servir para fazer uma torta de maçã diferente...com rosas de maçã!

Muito amor envolvido. Pura delicadeza, não é mesmo?
Para encantar os olhos, o paladar e o coração. 
Esperamos que tenham gostado.
Beijinhos.
Cozinha da Janita.



quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Cheesecake bem light


Ingredientes:
400g de ricota fresca
1 colher de sopa de fécula de batata
200 ml de iogurte natural desnatado
1 colher de sopa de mel
2 ovos 
raspas de limão siciliano
gotinhas de essência de baunilha(opcional)
Geleia light/diet de morango para a cobertura

Modo de preparo:
No liquidificador, bata o iogurte, os ovos, o mel e a fécula. Depois de bater, acrescente, aos poucos, a ricota.
Coloque a mistura em uma forma untada com azeite e leve para assar por 50 minutos. Leve à geladeira para esfriar e sirva com a geleia de morangos.

Rápido, gostoso e bem light! 
Ótimo para incluir no cardápio de dietas, para emagrecer ou manter o peso com o prazer do sabor!

Momento Música na Cozinha
Se a receita é gostosa e light, ao prepará-la, a música pode harmonizar também?
Vou de Nouvelle Vague. Tudo a ver, delícia de som, "som cheescake"!

Enjoy! 
Beijinhos doces que não engordam. ;*

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Torta Cream-Crock


Ingredientes Base crocante de Chocolate e Sucrilhos:

- 2 barras de chocolate meio amargo ou amargo
- 1/2 pacote de manteiga sem sal
- Aproximadamente 150g de Sucrilhos, dá meia caixa +/-. Pode ser sucrilhos com ou um sem açúcar (Sucrilhos também é conhecido como Corn Flakes)
- Essência de amêndoas a gosto(opcional)


Modo de Preparo da Base Crock:Derreta o chocolate em banho-maria ou no microondas (de 30 em 30 segundos), acrescente a manteiga e a aqueça mais um pouquinho. Coloque então o Sucrilhos(quebre um pouco com as mãos) e misture tudo.
Espalhe essa massa pela fôrma de fundo removível, no fundo e laterais, com o auxílio de uma colher.

Eu forrei a forma com papel manteiga, mas dá para fazer sem forrar.

Leve para endurecer na geladeira.



Nota: Como não tirei fotos das etapas, acima inseri uma da internet que mostra direitinho como é. Mas a foto principal é minha mesmo! ;)


Ingredientes do Recheio Cremoso da torta:
2 caixinhas de leite condensado
2 caixinhas de creme leite
Suco de 4 limões sicilianos ou Taiti
Raspas de limão a gosto
1 coco ralado
Nozes quebradas/trituradas(opcional)

Modo de Preparo do Recheio Cream:
Misture tudo delicadamente. O limão coagula e engrossa a mistura, portanto não precisa ir ao fogo.

Despeje sobre o base crocante que deixou endurecer na geladeira.

OBS: Caso prefira dispensar o limão, leve a mistura ao fogo até engrossar. Deixe esfriar antes de colocar sobre a base crocante.

Finalização:
Cubra com chantilly, enfeite com cacau em pó ou raspas de chocolate, leve mais algumas horas à geladeira e sirva frio.

Dica: na hora cortar/servir, a base esteja muito crocante/durinha, esquente um pouco a lâmina da espátula/faca de cortar, facilita o desenformar e corte.

É sucesso garantido!!!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Crepioca de Alfarroba


Ingredientes:
1 ovo grande batido
1 colher(chá) de açúcar demerara
1 colher(sopa) de alfarroba em pó
2 colheres(sopa) de goma de tapioca

Modo de Preparo: bater bem e levar à frigideira até dourar dos dois lados.

Rechear a gosto e servir.

Sugestões: 
Banana e mel. 
Geleia de frutas vermelhas, de damasco, de laranja. 
Com frutas picadas e iogurte grego. 
Com banana amassada. 
Com sorvete.

Rende 1 porção. 

Cuca de Alfarroba com Cereja

Pra quem não quer abrir mão do sabor do chocolate, da cuca no café da tarde, existe a Alfarroba. Saudável e gostosa, veio para abrilhantar nossa receitinha de cuca. Confira a receita e coma sem culpa!

Massa:
- 1 ovo
- 2 xícaras de trigo
- 1 xícara de leite
- 1 xícara de açúcar demerara
- 1 colher (75g) de manteiga ou margarina
-  2 colheres(sopa) cheias de alfarroba em pó
- 1 colher de sopa de fermento para bolo 
 - essência de baunilha ou amêndoas a gosto

Para a farofa:
-2 colheres(sopa) de manteiga ou margarina
-1 xícara de açúcar demerara
- 1 e 1/2 xícaras de trigo
- açúcar de baunilha e canela em pó a gosto
- cerejas ou frutinhas de sua preferência, fresca ou em calda(escorrer a calda).

Modo de Preparo:

Primeiro fazer a farofa:
Em um recipiente junto todos os ingredientes.
Com as mãos,misture todos até todos ficarem esfarelafos.
Reserve.

Massa:
Bater tudo ligeiramente na batedeira até a massa ficar consistente e homogênea.
Untar a forma com margarina e trigo. Colocar a massa. Feito isso, cortar a fruta em pequenos pedaços e colocar sobre a massa. Por fim, colocar a farofa.

Pré aquecer o forno por 10 min a 180 graus.
Levar a cuca ao forno pré aquecido e assar por, em média, 40 min, sendo 30 min a 220 graus e mais 10 min. a 180 graus.
Tirar do forno, deixar esfriar e servir junto com um café fresquinho!

Sobre a ALFARROBA

A alfarrobeira (Ceratonia siliqua), também conhecida como Pão-de-João ou Pão-de-São-João, Figueira-de-Pitágoras e Figueira-do-Egito , é uma árvore de folha perene, originária da região mediterrânica que atinge cerca de 10 a 20 m de altura, cujo fruto é a alfarroba. 
A alfarroba que usamos é um pó feito a partir da vagem de alfarroba e é normalmente usado como um substituto para o chocolate. 

As vagens da árvore alfarrobeira são secas e a polpa da planta é torrada e moída em pó, que pode ser utilizada no cozimento, ou para fazer lascas de alfarroba, que são uma alternativa ao chocolate. 
Ela não contém estimulantes (cafeína e teobromina), é naturalmente doce, rica em cálcio e contêm mais fibras e menos gordura do que o chocolate. Outra vantagem, principalmente para quem tem alguma restrição alimentar, é não conter glúten e lactose.
A alfarroba, principalmente em pó, é rica em taninos, que consumidos com moderação trazem benefícios para a saúde do coração e artérias.

Alfarroba9
MineraisMg/Kg
Mn10,24
Zn24,71
Fe381,80
Cu4,84
Se9,79
Ca2123,00
Na505,97
K8637,64
P2255,21
S17577,80
VitaminasTest unid
Lipossolúveisµg / 100 g.
A1.407
E5.377
D4.9
Hidrossolúveismg / 100 g
C830.08
B20.38
Niacina185.68
B623.80
Ácido Fólico41.97
B121.30
É possível encontrar alfarroba em lojas de produtos naturais e alguns mercados especializados.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Pêssego assado com marzipan

Essa é uma das receitas do menu de um dos últimos jantares da turma espetacular e amadíssima do Entre Panelas e Amigas, de Itajaí/SC. Elas arrasam nos pratos e na decor, são demais! Sou muito fã. Dá vontade de correr para a cozinha, fazer e provar tudo! 
Babei quando vi a foto(abaixo), pedi a receita e cá estou compartilhando essa delícia no blog. Muito fácil e pode ser usada como base para outras variações. 
Espero que também gostem. Eu ameeeei!!!

Ingredientes:
6 pêssegos
Massa folhada pronta
Marzipã

Modo de Preparo:
Descasque os pêssegos, corte ao meio e retire a semente.
Corte a massa folhada de maneira que consiga cobrir meia fruta.
Corte pedaços de marzipã e coloque no meio do pêssego.
Enrole cada metade da fruta em massa folhada.
Assar até ficar dourado.
Servir com creme, ganache ou sorvete.

Fácil, não?

Dicas Cozinha da Janita: Substitua o pêssego por nectarinas, maçãs, pêras ou até bananas. Acrescente baunilha de Bourbon moída na hora e raspas de limão siciliano ao recheio. 
Maple Syrup para servir sobre a tortinha também fica bem bacana e gostoso.

Expandindo o conhecimento...

O que é Marzipan?
O marzipan é um doce que teve origem no oriente, mas que é muito popular pela europa (os alemães e espanhóis que o digam). Geralmente, esse doce é feito com uma proporção de 1:1 de amêndoas para açúcar de confeiteiro + especiarias.
Na Espanha: 
Dois nomes de marzipan origem controlada são reconhecidos em Espanha.
Marzipan de Toledo pode ser feito nos municípios de Toledo, Sonseca, Consuegra, La Mata, Gálvez e Santa Olalla. Marzipan de Soto en Cameros, que tem uma AOC desde 1989. Ela é caracterizada pelo uso de amêndoa amarga e óleo de limão.
Na Alemanha:
A produção de marzipan é tradicional nas margens do Báltico, especialmente em Lübeck.
Marzipan de Koenigsberg foi introduzido no século XVIII por pasteleiros suíços. Ele usa amêndoas doces e amêndoa amarga, ovo, extrato de limão e água de rosas. Hoje, a maior produção tem lugar em Wiesbaden e Lübeck.


O que é Ganache?
Ganache vem do francês e significa “imbecil”, isso porque esse recheio foi inventado por acaso quando um aprendiz de chocolatier deixou sem querer que o crème de leite quente caísse numa tijela cheia de chocolate. O chef chocolatier ficou irritado e chalmou-o de imbecil (ganache!). Mas, logo depois, o chefe percebeu que, na verdade, o erro do aprendiz servia como um delicioso recheio.Ganache, portanto, é uma mistura de chocolate e creme de leite, possui consistência que pode ser cremosa ou mais “soft”.

O que é Maple Syrup?
O Maple Syrup é feito da seiva da árvore Maple, que no Brasil é chamada de bordo. Maple significa “bordo” em português, que é uma árvore da família Acer que em sua maioria ultrapassa os 200 anos de vida. A partir de 1965, a bandeira do Canadá recebeu em seu “desenho” a folha da “Maple tree” no centro.Essas árvores são encontradas no nordeste dos Estados Unidos e do Canadá. A seiva, depois de extraída da árvore, é fervida até atingir a consistência de uma calda espessa. Com um consumo mundial enorme, o Maple Syrup original é feito em Vermont (Canadá), mas também existem pontos de produção nos EUA. Hoje o Canadá engloba 83% da produção do xarope de bordo no mundo. O Maple Syrup tem variações, dependendo da época e da região onde a seiva é extraída: quanto mais escura for sua coloração, mais forte será o seu sabor. Ele é geralmente saboreado com waffles, crepes, french toasts, entre outros.

O que é Bourbon Vanille?
Baunilha Bourbon ou baunilha Bourbon-Madagascar, produzida a partir de plantas de V. planifolia levadas das Américas, é o termo usado para a baunilha das ilhas do Oceano Índico, como Madagascar, Comores, e Réunion, antigamente chamada Île Bourbon
A baunilha é a segunda especiaria mais cara, perdendo somente para o açafrão, devido a mão-de-obra  necessária para a produção das vagens.

Momentinho Cult...

O poeta Gonçalves Dias dedicou à Baunilha um poema, escrito em1861, onde se lê (domínio público):

A Baunilha

Vês como aquela baunilha
Do tronco rugoso e feio
Da palmeira - em doce enleio
Se prendeu!
Como as raízes meteu
Da úsnea no musgo raro,
Como as folhas - verde-claro -
Espalmou!
Como as bagas pendurou
Lá de cima! como enleva
O rio, o arvoredo, a relva
Nos odores!

Que inspiram falas de amores!
Dá-lhe o tronco - apoio, abrigo.
Dá-lhe ela - perfume amigo,
Graça e olor!

E no consórcio de amor
- Nesse divino existir -
Que os prende, vai-lhes a vida
De uma só seiva nutrida,
Cada vez mais a subir!

Se o verme a raiz lhe ataca,
Se o raio o cimo lhe ofende,
Cai a palmeira, e contudo
Inda a baunilha recende!
Um dia só! _ que mais tarde,
Exausta a fonte do amor,
Também a baunilha perde
Vida, graça, encanto, olor!

Eu sou da palmeira o tronco,
Tu, a baunilha serás!
Se sofro, sofres comigo;
Se morro - virás atrás!

Ai! que por isso, querida,
Tenho aprendido a sofrer!
Porque sei que a minha vida
É também o teu viver.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Bolo de Chocolate sem Glúten


Como também ando na onda de evitar o glúten, compartilho 
com vocês essa ótima receita que vi no GNT,
onde a linda Carolina Ferraz ensina a fazer o tradicional 
bolo de chocolate em uma versão sem glúten.


Ingredientes:

Bolo de chocolate
200g de manteiga
5 ovos
6 colheres (sopa) de açúcar
1 xícara (chá) de coco ralado
1 xícara (chá) de achocolatado ou cacau em pó
1 colher (sopa) de fermento em pó

Calda de brigadeiro:
1 lata de leite condensado
2 colheres (sopa) de manteiga sem sal
1 xícara (chá) de achocolatado em pó ou cacau
1 xícara (chá) de leite



Modo de Preparo:

1. Bata todos os ingredientes do bolo no liquidificador até obter uma massa bem homogênea.
Em uma forma com furo no meio untada, leve a massa para assar em forno preaquecido a 200°C, por 35 minutos.
Retire do forno e, depois que esfriar, cubra com a calda de brigadeiro.
Leve os ingredientes da calda ao fogo baixo e mexa bastante, como se fosse fazer um brigadeiro molinho.
Deixe ferver e derrame tudo sobre o bolo.

2. Para fazer o bolo em uma versão que fica parecida com um gateau e não tem glúten, opte pelo cacau em pó para fazer a massa e a calda.
Use uma forma redonda sem furo e leve ao forno por 25 minutos.
Cubra o bolo ainda quente com a calda.



terça-feira, 5 de agosto de 2014

Naked Cake de Chocolate(Rita Lobo)


Tá gente, eu sei que a receita, seguindo a ordem do post sobre o novo livro da Rita Lobo, seria do Naked Cake Brasileiro(de castanha com doce de mamão verde), mas vamos combinar que o gosto da maioria dos leitores fecha bem mais com o chocolate, não concordam? A Rita Lobo tem uma receita sensacional de Naked Cake, daquelas que agradam a todos, um curinga para festinhas e celebrações! Foi essa que escolhermos para compartilhar no blog, pois é maravilhosa!
Para a massa:

Ingredientes:

8 ovos
4 xícaras (chá) de açúcar
2 xícaras (chá) de leite
2 colheres (sopa) de manteiga
¾ de xícara (chá) de chocolate em pó
2 colheres (sopa) de fermento em pó
2 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo

Modo de Preparo:

1. Preaqueça o forno a 200 °C (temperatura média). Prepare duas fôrmas de 25 cm de diâmetro forrando com papel-manteiga. (Leia no texto acima mais informações.)

2. Numa panelinha, leve ao fogo médio o leite e a manteiga até ferver.

3. Na batedeira, bata as claras até o ponto neve e junte as gemas, uma a uma. Junte o açúcar e bata bem.

4. Numa tigela, peneire a farinha, o chocolate e o fermento e misture bem.

5. Diminua a velocidade da batedeira e acrescente, aos poucos, os ingredientes secos misturados, alternando com o leite (com a manteiga) ainda quente, até incorporar bem.

6. Despeje metade da massa em cada fôrma e leve ao forno por 40 minutos, ou até que o palito saia limpo quando espetado no centro do bolo. Deixe esfriar e desenforme.

Para o recheio:

Ingredientes:

1 litro de leite
6 gemas
2 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) de amido de milho
1 ¼ de xícara (chá) de açúcar
1 fava de baunilha ou 1 colher (chá) de essência de baunilha

Modo de preparo:

1. Leve ao fogo uma panela com o leite, a baunilha e metade do açúcar, até ferver.

2. Numa tigela, bata as gemas e a outra metade do açúcar com um batedor de arame.

3. Junte o amido de milho às gemas e misture bem. Acrescente um pouquinho do leite quente à mistura e mexa. Vá acrescentando o leite aos poucos até terminar, mexendo sem parar. Este processo é importante para que as gemas não cozinhem com o leite quente.

4. Volte o creme à panela, leve ao fogo baixo e misture com o batedor de arame até engrossar. Desligue o fogo, acrescente a manteiga e misture.

5. Espalhe o creme numa assadeira e cubra imediatamente com filme, encostando no creme, para não ressecar. Leve à geladeira até esfriar bem. Na hora de usar, bata o creme na batedeira até ficar cremoso.

Para a ganache de chocolate amargo(opcional):

Ingredientes:

¾ de xícara (chá) de creme de leite fresco
200 g de chocolate amargo

Modo de preparo:

1. Numa tábua, pique o chocolate.

2. Numa panela pequena, leve o creme de leite ao fogo médio até aquecer. Desligue e acrescente o chocolate picado. Mexa bem, até ficar liso.

3. Deixe esfriar e endurecer um pouco antes de espalhar sobre o bolo.

Para a montagem

Ingredientes:

2 xícaras (chá) de frutas vermelhas (morango, amoras, framboesas, groselhas)
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de água
açúcar de confeiteiro para decorar

Modo de preparo:


1. Reserve o bolo mais bonito para ser o topo. Com o cortador de bolo, corte cada um ao meio, na horizontal. No total, teremos 4 camadas de massa bem fina.

2. Numa panela, leve ao fogo médio 1 xícara (chá) de açúcar e 1 xícara (chá) de água até ferver. Reserve esta calda para regar o bolo. Se quiser, aromatize com 1 colher (sopa) da bebida alcoólica de sua preferência ou essência de baunilha.

3. Num prato de bolo, coloque a uma camada do bolo e pincele com a calda de açúcar.

4. Espalhe 1/3 do creme de baunilha sobre o bolo. Faça uma camada generosa de creme, nivelando até as bordas. Repita o processo com as demais camadas, finalizando com a camada mais bonita no topo. Regue bem com a calda.

5. Cubra o topo do bolo com uma camada fina da ganache, com cuidado para não escorrer nas laterais. Ou cubra com açúcar de confeiteiro passado por peneira.

6. Lave e seque as frutas e espalhe no topo e nas laterais do bolo. 

Dicas:

- As cores das camadas precisam contrastar (massa escura, recheio claro, por exemplo); o recheio precisa ser firme para aguentar o peso da massa; e ele deve ter no mínimo três camadas de massa e duas de recheio, bem generosas para aparecer.

- A maneira ideal de rechear este tipo de bolo é usando um saco de confeitar, de preferência, com um bico largo, de 2 cm de diâmetro. E capriche no recheio das bordas! Depois, passe uma espátula e certifique-se para que as camadas fiquem bem niveladas.

- Em vez de untar a fôrma, forre o fundo e as laterais com papel-manteiga. Corte um círculo de papel-manteiga do tamanho da fôrma para o fundo e, para a lateral, corte uma longa tira. Para ‘colar’, pincele manteiga derretida nos cantos da fôrma e coloque o papel-manteiga por cima.

- Se preferir, polvilhe açúcar de confeiteiro sobre o bolo, substituindo assim o ganache. O bolo fica mais leve e também muito bonito(como na foto).

Rendimento: 20 porções.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Canudinhos de Coco com Doce de Leite

Delícia para Festas Juninas! 
Delícia para qualquer festa! 
E ainda é fácil e rápido de fazer!

Ingredientes:

. 1 lata de leite condensado cozido na pressão por 40 minutos(ou compre doce de leite pronto e misture com 2 colheres de sopa de creme de leite ou nata))
. 2 xícaras (chá) de coco fresco ralado grosso
. 24 canudinhos fritos (compre prontos)
Modo de preparo:

Em uma tigela, misture o doce de leite com o coco (reserve ¼ de xícara para polvilhar os docinhos) e deixe descansar por 15 minutos.

Coloque o doce em um saco de confeitar descartável. Corte uma ponta e recheie os canudinhos. Passe cada um no coco reservado e sirva imediatamente.

Foto e receita adaptada da Revista Cláudia.


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Tapioca - a famosinha da vez!

A iguaria nordestina invadiu as mesas de todo o Brasil. É também, em versões com recheios levese saudáveis, a nova a queridinha dos marombeiros e do pessoal que curte se cuidar comendo bem.
A massa é feita à base de farinha de polvilho, um ingrediente 100% nacional, e água. Além disso, vamos combinar, é uma delícia!!! Perfeita para substituir o pão no café da manhã, no lanche, ou qualquer refeição do dia e pode ser recheada de mil maneiras doces e salgadas.  
A troca do pão pela tapioca faz todo o sentido, pois é rica em carboidratos (cada tapioca tem cerca de 68 calorias e apenas 1,6 gramas de proteínas), podendo ser uma opção mais saudável que o pãozinho francês, pois não leva sal na sua preparação e não contém glúten.

A tapioca é o nome de uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígina tupi-guarani, feita com a fécula extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, polvilho, goma seca, polvilho doce, fécula de mandioca. Esta, ao ser espalhada numa chapa ou frigideira aquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crepe seco, em forma de meia-lua (ou disco, como em algumas regiões). O recheio varia, mas o mais tradicional é feito com coco e queijo. O nome tapioca é derivado da palavra tipi'óka (coágulo), o nome para este amido em Tupi.


A minha primeira foi em Porto de Galinhas. Naquela época não se encontrava a goma pronta nos mercados aqui do sul. Touxe uns sacos de lá, pedia para amigas que iam, mas uma hora acabou e tive que me virar com a receita caseira à base de polvilho doce. 
Então, no post de hoje vou dividir com vocês as duas maneiras de fazer tapioca: com a goma pronta(que se compra no supermercado) que é facílima de fazer e com a goma que você mesma faz em casa caso não encontre no super. 
Aqui em casa todos sabem preparar e amam! A da foto abaixo foi feita pra mim pela minha filha caçula, olhem que amor! De queijo e tomate com orégano, do jeitinho que amo.

Quando falo em "GOMA PRONTA", falo destas que vem em sacos e prontinhas para serem peneiradas diretamente sobre a frigideira aquecida, numa quantidade que cubra o fundo, até que comece a unir-se e forma um "panqueca" sequinha. Dai é só rechear de um lado e depois dobrar como meia-lua, ainda na frigideira mesmo. Depois dá um a viradinha, com uma espátula, e serve. A FOFA FIGURA ABAIXO EXPLICA SUPER DIREITINHO:
Veja foto da goma pronta para correr e procurar no supermercado:




Há diversas marcas de goma de tapioca hidratada pronta para o preparo. A receita sempre vem na embalagem, não tem erro. 

Para quem não encontrou a goma de tapioca hidratada pronta, vai ai a receita caseira, a base de polvilho doce:

Ingredientes da massa/goma base
1 kg de polvilho doce
Água

Modo de preparo Umedeça o polvilho com água, para dar uma liga e deixe na geladeira por 12 horas. Passe a massa numa peneira e misture uma pitada de sal. Separe uma pequena quantidade da mistura e coloque em uma frigideira aquecida como se fosse uma panqueca, deixe a farinha ficar úmida e vire com uma espátula. Depois, basta espalhar o recheio escolhido em cima da massa base, dobrar ao meio e servir.

Agora não tem desculpa para não provar essa delícia, né? 

Confira sugestões de recheio:

Tapioca Light

Duas fatias de peito de peru, duas fatias de queijo fresco e uma rodela de tomate temperado com azeite, orégano e sal.

Tapioca Banana e Chocolate
Uma banana nanica picada e uma base de sobremesa de chocolate.

Tapioca de leite condensado com coco
Cubra metade da tapioca com leite condensado e adicione coco ralado por cima. 

Tapioca Romeu e Julieta
Cubra metade da tapioca com goiabada cascão e adicione queijo coalho ou de sua preferência por cima. 

Tapioca de carne seca com queijo coalho
Cubra metade da tapioca com queijo coalho e espalhe carne seca por cima.

Tapioca com calda de morango
Aqueça 60 ml de água e acrescente 80g de açúcar e 200g de morango fatiado. Cozinhe até chegar ao ponto de calda. Funciona com geleia de sua preferência também. ;) Coloque uma colher de sopa de papoula ou gergelim sobre a frigideira antes de colocar a massa de tapioca. Espalhe a calda sobre metade da tapioca e adicione uma colher de sopa de raspas de chocolate.


Curiosidades sobre a TAPIOCA

Patrimônio Imaterial e Cultural :
O Conselho de Preservação do Sítio Histórico de Olinda (Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, pela UNESCO) concedeu à Tapioca o título de Patrimônio Imaterial e Cultural da Cidade em 2006, mesmo ano em que Olinda recebeu o título de 1ª Capital Brasileira da Cultura (Ministério da Cultura e Ministério do Turismo, Governo Federal).
Apesar de muito popular e integrante da culinária típica de diversos estados nordestinos, a tapioca mais tradicional do Brasil ainda se encontra no Alto da Sé, em Pernambuco (preservada pela Associação das Tapioqueiras de Olinda). Em outros estados, a tapioca sofreu algumas mofificações quanto à original (como no Ceará, onde possui formato redondo e é bastante apreciada com café preto). Também encontramos diversas entidades destinadas à cultura popular da tapioca pelo Nordeste, como o Centro das Tapioqueiras entre os municípios de Fortaleza e Eusébio, no Ceará.

No resto do mundo, vários produtos derivados da fécula da mandioca são também chamados de tapioca.
Os recheios darão um toque especial à tapioca e variam de acordo com o gosto e a região onde a tapioca é consumida. O recheio pode ser apenas com manteiga ou com coco fresco ralado, leite condensado, queijo, banana, chocolate, carne de sol, morango com chocolate e goibada com queijo e outras.
A tapioca mergulhada no leite de coco também é muito apreciada em diversas partes do Brasil.
Existe ainda a tapioca de chapa ou tapioca de forma, que é uma tapioca mais grossa e aquecida na chapa e na qual a massa da tapioca é colocada dentro de uma forma de metal.
* O pudim ou de bolo de tapioca, não é levado ao fogo e é servido gelado, natural ou com calda de frutas. A farinha de tapioca é colocada num recipiente com leite de coco, um copo de leite, açucar a gosto e coco ralado. Depois que os ingredientes são bem misturados, coloca-se numa forma e leva-se este para a geladeira.

Não faz muito tempo, a tapioca atraiu a atenção de alguns criativos chefs da culinária brasileira. Estes usaram suas habilidades e criaram versões inovadoras da tapioca. Uma destas é o uso da goma de tapioca (em pelotas de cerca de meio centímetro de diâmetro) banhada com molho Shoyu, produzindo uma sobremesa de cor escura que tem aparência de caviar, e é chamado "caviar de tapioca".
O músico baiano Morais Moreira compôs uma música intitulada "Tapioca de Olinda".
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