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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Salada de Feijão Fradinho

 Imagem relacionada
Ingredientes:

1 1/2 xícara (chá) de feijão fradinho cru
1 litro de água
1/2 pimentão vermelho picado
1/2 pimentão amarelo picado
1/2 pimentão verde picado
1/2 cebola roxa picada
1/2 cenoura ralada
1 tomate picado sem sementes
Suco de 1 limão

1 dente de alho picado ou espremido
Azeite de oliva
Sal e pimenta a gosto
Tempero verde a gosto(Salsinha, cebolinha, etc)

Modo de Preparo: 


1. Em uma panela de pressão, cozinhe em fogo alto por 20 minutos o feijão branco na água.
2. Desligue o fogo e espere a pressão sair antes de abrir a panela. Pegue um grão e tente amassar. Se conseguir facilmente, é porque o feijão está cozido. Se não, deixe cozinhar mais um pouco. Escorra a água e reserve.
3. Em uma tigela, misture os pimentões à cebola, cenoura, tomate, alho, suco de limão e ao tempero verde.
4. Acrescente o feijão e misture bem, regando com azeite de oliva.
5. Corrija o tempero com sal e pimenta e sirva com folhas verdes. É possível também temperar com gengibre, hortelã ou coentro.

Fica uma delícia!  
 

Sobre o FEIJÃO FRADINHO


Conhecido também como feijão-de-corda, feijão-maçácar e feijão-caupi, entre outros nomes, o feijão-fradinho tem um grão arredondado, de cor clara. Durante o cozimento, não forma caldo e adquire um sabor levemente adocicado. Compõe deliciosos pratos típicos nordestinos e é comumente usado em saladas como entrada.
 

E não é só isso: o feijão-fradinho é rico em ferro, zinco, potássio, manganês e fibras. É também apontado como um grande aliado no combate aos altos níveis de colesterol no sangue, que podem prejudicar a saúde do coração.

Meia xícara de feijão fradinho tem apenas 100 calorias e 1 grama de gordura, tornando-o uma escolha perfeita também para dietas.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O ceviche peruano que dá certo!

"O Ceviche é a perfeição do simples". 
(Frase do Chef Javier Wong)


Há muitos anos tentava receitas de ceviche, que é uma das minhas grandes paixões. Paixão essa tão grande que já fui ao Peru para descobrir, provar e aprender as mais diferentes versões do prato e suas histórias. Uma receita simples, mas riquíssima, que precisa ser bem executada. 
Nessas andanças e experiências, finalmente cheguei à minha receita perfeita, aquela que, para mim, preparando em casa, é o mais perto de um autêntico ceviche peruano delicioso. O segredo do bom ceviche está no peixe fresco e no misterioso Leche de Tigre, que dizem  ser um poderoso fortificante, dando a força do animal a quem o toma, e que cura ressaca! (risos...)
E é esse tesouro que vou compartilhar aqui e agora.
Espero que façam e gostem!

Imagem: Cozinha da Janita
Ingredientes:

Para o Leche de Tigre:
1 xícara de caldo de peixe(se não tiver o caldo natural, use um cubo ou sachet de caldo de peixe)
1/2 xícara de aparas de robalo
2 xícaras de suco de limão thaiti(sem sementes)
1/2 xícara de salsão ou salsinha e cebolinha picada
4 dentes de alho
2 colheres(sopa) de gengibre picado
1/2 xícara de cebola picada
coentro fresco a gosto
pimenta dedo-de-moça ou pimenta de cheiro picada a gosto(sem sementes)
sal a gosto

Para o Ceviche:
2 e 1/2 de xícaras de robalo em cubos(por volta de 250 g)
sal rosa ou flor de sal a gosto
gengibre ralado/espremido a gosto
alho a gosto
limão a gosto
pimenta dedo-de-moça ou pimenta de cheiro picada a gostos(sem sementes)
coentro a gosto(se não gostar do coentro, use salsinha)
1/2 cebola roxa cortada em fatias finas e deixadas previamente de molho em água gelada.
100 ml de LECHE DE TIGRE(esse caldo é o que irá temperar/incrementar e dar o toque especial e próprio do ceviche original)

Modo de Preparo:

Leche de Tigre:
No liquidificador, junte o caldo de peixe, as aparas de robalo, o suco de limão sem sementes, o salsão(ou salsinha e cebolinha), o alho, o gengibre e a cebola picada, o sal e bata bem.
Passe essa mistura por uma peneira.
Acrescente o coentro picado, a pimenta picada, acerte o sal se achar necessário e misture. Leve à geladeira em vidro ou pote fechado e deixe repousar por 30 minutos.
Fica um caldo clarinho e incrivelmente saboroso, é o segredo do ceviche.

Ceviche:
Num bowl, coloque o robalo em cubos e tempere com sal e demais temperos a gosto, sempre misturando delicadamente a cada ingrediente para o peixe incorporar bem os sabores. Pegue leve no tempero do peixe, principalmente no sal e coentro, pois é preciso lembrar que o Leche de Tigre também dará sabor depois.
Adicione então o Leche de Tigre previamente feito, a cebola roxa escorrida e misture bem.
Sirva a seguir em taças individuais.

Variações do Ceviche: A receita acima, sugere o robalo, mas pode ser usado o peixe fresco de sua preferência(peixes brancos como cioba, corvina, pescada amarela, pescada branca, namorado, badejo, linguado e congrio e de carne escura como atum, bonito, peixe serra e salmão vão muito bem nesse tipo de preparo e podem ser facilmente encontrados em qualquer feira livre), polvo, camarão, lula, marisco(previamente escaldados), ostras, kani, siri.... Outra boa pedida é fazer um ceviche misto, com frutos do mar de sua preferência.

Dicas especiais da Cozinha da Janita: No Peru finalizam e incrementam ainda, na hora de servir o ceviche, com um tipo de milho assado crocante que chamam de cancha. Colocam por cima como se fosse enfeite. Dá um toque crocante e gostoso. Na falta desse tipo de iguaria por aqui, sugiro, lascas de amêndoas ou de alho tostadas, dentes de milho(pode ser o enlatado bem escorrido)assados ou fritos.
Fica bonito decorar  com banana chips salgada, batata doce chips também.
Outra delícia de dica saborosa e linda, é fazer crispies de alho poró(a receita vai de brinde abaixo) ou de abobrinha, fica divino!
Enfim, a ideia é criar em cima disso dentro do seu gosto.

*Crispy de Alho-Poró:
Corte a parte branco do alho-poró em julliene, ou seja pequenos bastonetes de 5cm com espessura de no máximo 2mm. 
Agora vem o segredo que é o pulo do gato: num saco plástico coloque 2 colheres de farinha de arroz e 2 colheres de Maizena, adicione o alho-poró cortado dentro do saco e misture tudo muito bem.
Aqueça o óleo em uma fritadeira (ou uma frigideira), coloque o alho-poró por partes, frite até dourar, retire e ponha sobre papel toalha absorvente. Prontinho um crispy maravilhoso para usar no seu ceviche ou em mil outros pratos!

Lembre sempre:
Como em toda a gastronomia, o principal na hora de escolher o melhor peixe para a sua receita é ficar de olho no que está mais fresco.

HARMONIZAÇÃO: o ceviche pode ter a companhia harmoniosa de um espumante, mas também recebe bem vinhos brancos como os chilenos Chardonnay ou Sauvignon blanc que tenham um pouco de frutado. Escolha apenas aqueles que conservem acidez suficiente para refrescar o lado picante da pimenta e equilibrar o paladar.

Origem e histórias do Ceviche

Mas, afinal, qual a definição de ceviche? De forma simples podemos dizer que se trata de peixe, geralmente branco, cortado em pequenas tiras e marinado em sumo de limão, muitas vezes com variadas pimentas. No final, são adicionadas finas meias rodelas de cebola roxa e coentro. Parece ter tido origem no Peru, mas é um prato constante em toda a América Latina, particularmente a do lado do Pacífico, do México até ao Chile.
A versão clássica é ainda acompanhada de milho cozido e batata-doce cozida.
Se atentarmos à etimologia do termo ceviche, vamos encontrar várias teorias que nos ajudam a entender melhor a sua história ou as várias estórias que correm à volta das suas origens. Alguns defendem que o termo ceviche, melhor “cebiche”, vem do termo árabe “iskbê”, que por sua vez terá dado origem ao escabeche tão comum na península ibérica. É certo que o escabeche era uma preparação que começava com a fritura prévia do peixe e o molho teria a função de conservação. Teriam sido os árabes os introdutores dos citrinos em Portugal e Espanha e depois levados para os respectivos novos países colonizados mas, com a acidez da preparação, começaram a juntar cebola para quebrar o sabor. Outra teoria com origem nos árabes, e pela palavra “sibesh”, que significa comia ácida, defende que seriam as mulheres de origem árabe, cozinheiras, trazidas por Francisco Pizarro, que teriam introduzido o hábito de marinar o peixe cru com o sumo de laranja azeda, e iniciado o seu consumo. Parece que no Peru é essa a teoria mais difundida, e quase que totalmente assumida como oficial. Há ainda um grupo que atribui a origem da palavra ao termo “siwichi”, que significa peixe fresco, associada ao termo “cebo”, que quer dizer peixe em pequenos cortes. “Cebo” também significaria comida abundante.
Mas, na história também sujem opiniões que garantem que o ceviche já existiria muito tempo antes de os espanhóis chegarem ao Peru. O peixe seria marinado em frutas como o maracujá, ou em bebidas de milho fermentado e bem temperadas com pimentas locais. O aparecimento do limão, trazido pelos espanhóis, veio estabilizar a receita que se mantém ate hoje.
O ceviche tem um papel tão importante na cultura peruana que lhe é atribuído o dia 28 de julho como dia festivo de sua comemoração, tendo sido classificado como patrimônio cultural em 2004.

Agora é correr para a cozinha e testar essa delícia que, garanto, é a melhor receita de ceviche! ;) 



sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Pãozinho de Abóbora e Chia

Esse pãozinho é quase como os pães-de-queijo fakes. 
Sem glúten e sem lactose, ficam lindos, saudáveis e deliciosos!

Ingredientes:
500 g de abóbora japonesa cozida e espremida
400 g de polvilho azedo
100 g de polvilho doce
4 colheres de azeite de oliva
3 colheres(sopa) de chia
Sal a gosto
Água aos poucos, até dar o ponto

Modo de Preparo:
Em um recipiente, coloque todos os ingredientes secos e o azeite. Misture tudo até formar uma "farofinha".
Adicione a abóbora e amasse com as mãos. Se necessário, acrescente água, aos poucos. 
O ponto é até desgrudar das mãos e enrolar facilmente. 
Faça bolinhas no formato de minipão de queijo. Distribua em forma antiaderente e asse em forno pré aquecido a 180 graus por, aproximadamente, 20 minutos, ou até crescerem e ficarem levemente corados.

OBS: é possível congelar as bolinhas antes de assar e quando quiser, basta assar. Do freezer direto para o forno. 

Dicas: Incremente a receita com mais temperinhos a gosto(ervas, açafrao, páprica, pimenta-do-reino...)
No lugar da chia, pode ser usado gergelim torrado, sementes de linhaça, sementes de papoula...
Se desejar, substitua a abóbora por batata baroa, batata doce ou inhame.

Bacana, né? ;) 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Risotto de damasco, queijo meia-cura e limão

Mais uma da série das prometidas receitas do livro "Pitadas da Rita". Risotto com uma combinação inusitada, mas super saborosa e harmoniosa. Vale provar!

Ingredientes:

1 xícara (chá) de arroz arbóreo
3 xícaras (chá) de caldo de legumes caseiro
1 colher (sopa) de azeite
1 cebola pequena picada fino
1/4 de xícara (chá) de vinho branco
1 xícara (chá) de queijo meia-cura em cubinhos
raspas e caldo de 1 limão
1/2 xícara (chá) de damasco seco cortado em cubinhos
sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Modo de Preparo:

1. Leve o caldo ao fogo médio e, quando ferver, reduza para baixo.

2. Enquanto o caldo esquenta, leve uma panela ao fogo médio, regue com o azeite e junte a cebola picada. Tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto. Misture bem por 3 minutos, até a cebola murchar e ficar transparente.

3. Junte o arroz, tempere com mais sal e pimenta-do-reino e misture bem por 1 minuto.

4. Aumente o fogo para alto, regue com o vinho branco e mexa até secar.

5. Adicione uma concha do caldo de legumes e mexa bem até secar. Coloque outra concha e repita o procedimento até restar uma concha de caldo.

6. Junte a última concha de caldo, o damasco e o queijo meia-cura. Misture bem sem deixar secar completamente: o risoto deve ficar úmido, com o grão cozido, mas ainda durinho no meio, al dente.

7. Adicione as raspas e o caldo do limão e misture bem. Verifique o sabor e, se precisar, tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto. Se quiser, regue com mais um fio de azeite e sirva imediatamente.

* A receita serve duas pessoas.

Harmonização: De Martino Gallardia, um rosé chileno, do Vale de Itata, feito com a uva Cinsault.

As "nossas pitadas" - dicas da Janita: 
- use o limão siciliano, é menos ácido mais delicado e mais perfumado.
- azeite, sempre de oliva extra-virgem, ou manteiga.
- vinho branco, use o seco, nunca um suave porque é muito doce.
- queijo, pode ser outro de sua preferência... o brie ou até mesmo minas frescal ou ricota vão muito bem.
- se gostar do risotto bem molhadinho, acrescente ao final uma colher generosa de nata.
- Acrescente ao final um pouco de folhas de hortelã fresca picadinhas. Dá leveza e frescor ao prato.

O que é o Queijo Meia-Cura?

Queijo típico de Minas Gerais, o meia-cura (também conhecido como curado) é uma variação do minas frescal. Produzido há mais de duzentos anos, ele é primo distante do queijo da Serra da Estrela, de Portugal, trazido pelos imigrantes da época do Ciclo do Ouro. Embora bastante parecidos na composição, o meia-cura passa por uma maturação de cerca de 30 dias, adquirindo uma consistência mais seca e firme. Tem como características um sabor suave, textura compacta, untuosa, boa plasticidade e cor amarelada.

Ele costuma ser usado para fabricação do pão de queijo, outra iguaria mineira.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Torta Rústica Ratatouille(do livro Pitadas da Rita)

Mais uma receita da série de delícias da Rita Lobo que estão no livro "Pitadas da Rita".
PARA A MASSA
Ingredientes:
100 g de manteiga gelada
1 1/4 de xícara (chá) de farinha de trigo
1 ovo
1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo
1. Corte a manteiga em cubos e passe para uma tigela grande. Junte a farinha peneirada e, com a ponta dos dedos, misture até formar uma farofa, sem dissolver completamente a manteiga.

2. Junte o ovo e o sal e trabalhe a massa apenas até formar uma bolota. Envolva com filme e leve à geladeira por no mínimo 1 hora. Atenção: se preferir, faça a massa no dia anterior ao que vai servir a torta.

PARA O RECHEIO
Ingredientes:
1 berinjela pequena
1 abobrinha média
3/4 de xícara (chá) de tomate-cereja ou sweet grape
1 talo de alho-poró sem as folhas verdes
1 pimentão amarelo
1 cebola média
4 dentes de alho
sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
8 colheres (sopa) de azeite

Modo de Preparo
1. Preaqueça o forno a 220 ºC (temperatura alta).
2. Numa tábua, corte a berinjela em rodelas de cerca de 1 cm e descarte as pontas. Se a berinjela for grande, corte as fatias em meias-luas. Transfira para uma tigela, cubra com água e misture 1 colher (chá) de sal. Reserve.
3. Prepare os outros legumes: fatie as abobrinhas em rodelas de 1 cm e descarte as pontas; corte os tomatinhos ao meio; fatie fino o alho-poró; corte o pimentão ao meio, descarte as semente e corte as metades em quadrados; descasque a cebola e corte em quartos; descasque os dentes de alho.
4. Retire a berinjela da água e disponha numa assadeira retangular grande. Regue com 3 colheres (sopa) de azeite e leve ao forno preaquecido por 15 minutos.

5. Retire a assadeira do forno e junte os outros legumes. Tempere com sal e pimenta-do-reino, regue com o azeite restante e misture delicadamente. Volte a assadeira ao forno por 30 minutos. Retire a assadeira e baixe a temperatura do forno para 180 ºC (temperatura média).

PARA A MONTAGEM
Ingredientes:
2 ramos de tomilho fresco
2 ramos de alecrim fresco
1 gema para para pincelar

Modo de Preparo:
1. Cerca de 15 minutos antes de o tempo para pré-assar os legumes terminar, retire a massa da geladeira. Se você está fazendo a torta em etapas, cada passo num dia, preaqueça o forno a 180 ºC (temperatura média).
2. Numa bancada, polvilhe um pouco de farinha e, com um rolo de macarrão, abra a massa num formato arredondado até ficar com cerca de 0,5 cm de espessura.
3. Transfira a massa para uma fôrma redonda de fundo removível de cerca 24 cm de diâmetro, deixando as bordas para fora.
4. Retire a assadeira do forno e transfira os legumes para uma tigela grande. Debulhe os ramos de tomilho e alecrim e junte à tigela, misturando delicadamente.
5. Passe os legumes para a fôrma com a massa. Dobre as bordas sobre os legumes.
6. Numa tigelinha, misture a gema com 1 colher (chá) de água. Pincele a massa e leve a torta ao forno por 45 minutos ou até dourar. Sirva quente ou em temperatura ambiente.

Dicas da Janita -  as minhas "pitadinhas" ou pitacos:
Essa delícia de cobertura/recheio pode ser usada em massa de pizza e em massa de pão sírio ou pita. Basta colocar sobre a massa, assar e servir com um bom azeite de oliva. Fácil! Delícia!
Em fatias pequenas pode ser servido como entrada ou antepasto.

Harmonização: Admite tintos, brancos e rosados. Se gostar de tinto, prefira os aromáticos e meio robustos como os da Provence. Um bom Dão, um Montepulciano d´Abruzzo podem ser adequados. Quem preferir os brancos, deve escolher exemplares bem secos e aromáticos, como alguns do Sul da França e das Côtes du Rhône. Na Provence, o rosado local muitas vezes acompanha a ratatouille. Escolha um rosado seco, de preferência do Sul da França, como Lirac, Tavel e Bandol. Mas há ótimos rosados também em Portugal e na nossa vizinha Argentina (rosados da uva Malbec, rosés malbec, como os gostosos e meus predieltos: Kaiken, Alma Negra, Pulenta La Flor, Los Haroldos e o Rosa de Argentina da Belasco de Baquedano).

Trilha sonora - sugestão musical:
Acompanha muito bem e com a devida doçura: a música Le Festin da fofíssima Camille. Inclusive, a música faz parte da trilha do filme "Ratatouille". Fofura deliciosa de ouvir!
Pra vocês um vídeo com a letra, bem lindinha, em francês, pra cozinhar e cantar junto! Enjoy!
A tradução para o português:

"Os sonhos dos amantes são como um bom vinho

Eles trazem alegria e também desgosto

Enfraquecido pela fome, estou infeliz

Roubando, em meu caminho, tudo que posso

Porque nada na vida é de graça


A esperança é um prato muito rápido de se consumir

Estou acostumado a pular refeições

Um ladrão, solitário, triste de alimentar

Para nós, sou amargo, quero ter sucesso

Porque nada na vida é de graça


Nunca irão me dizer que o caminho para as estrelas

que isso não é para mim

Deixe-me encantar você

e pegar meu vôo

Vamos finalmente nos deliciar


A festa vai finalmente começar

Levem as garrafas, acabam-se os aborrecimentos

Ponho a mesa, amanhã é uma nova vida

Estou feliz com a idéia deste novo destino

Uma vida às escondidas, e sou finalmente livre

O banquete está no meu caminho


Uma vida às escondidas, e sou finalmente livre

O banquete está no meu caminho"



Sobre a Ratatouille - História e Etmologia

Um prato rústico, típico da região de Provence em que se notam influências espanholas e italianas. 

O nome significa "picar, triturar", mas podemos traduzir também como "ragoût de legumes" ou "prato de berinjelas", conforme o "Pequeno Dicionário da Gastronomia".
No original francês, "ratatouille" é um substantivo feminino, também chamado de "ragu grosseiro". Sopa de carne ou peixe picados com legumes cozidos longamente em azeite.
O prato originalmente, nasceu da cultura de subsistência dos moradores do campo, do aproveitamento da “horta”. Berinjela, abobrinha, cebola, tomate, ervas e o azeite extraído das olivas – dessa combinação surgiu uma das receitas mais versáteis e clássicas da gastronomia francesa. Servida à mesa dos mais pobres aos mais nobres, a Ratatouille se encaixa na entrada e no prato principal. Pode ser fria ou quente. Vai bem do verão ao inverno. É deliciosa quando preparada na hora ou de véspera.
Hoje a Ratatouille foi muito além dos campos da França. Ocupa um lugar de destaque em diversas cozinhas de todo o mundo, impulsionado pelo estilo saudável de viver.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Coxinha de Feijão com recheio de Linguiça Blumenau e Couve Mineira

Que todo brasileiro ama coxinha e ama feijão, isso você já sabe... Mas sabia que é possível unir as duas coisas e fazer uma fabulosa coxinha de feijão? Siiiiim, e fica ma-ra-vi-lho-sa!

Vimos a receita num jornal local de SC. Ela fez parte do do Segundo Festival de Botecos de Blumenau/SC, que aliás vale muito a pena ser visitado.

Nesta receita optamos por fazer algumas adaptações e por rechear com um refogado de Linguiça Blumenau e couve mineira, simplesmente porque amamos a tal combinação, mas você pode optar por calabresa, toscana, fininha, paio, bacon, carne seca e até só couve mineira para uma versão vegetariana.

Vamos à receita da brasileiríssima tentação?

Ingredientes da massa:

3 xícaras de feijão cozido batido no liquidificador(use a feijoada que sobrou, com caldinho mesmo)

1 e 1/2 xícaras de farinha de trigo peneiradas

2 colheres(sopa) de manteiga

Tempero à gosto(gosto de adicionar um sachet de Sazon sabor do nordeste ou sabor feijoada, mas lembre que a feijoada já tem temperos)


Ingredientes recheio:

1 Cebola picadinha

2 dentes de alho espremidos

1 maço de couve mineira cortadinha em tiras bem finas

150 g de linguiça Blumenau bem picadinha

1 pimenta dedo-de-moça(sem sementes) picadinha

Tempero a gosto


Modo de Preparo da massa:

Em uma panela, derreta a manteiga, acrescente o feijão batido(que virou um creme)  e aqueça bem. Despeje a farinha de trigo de uma vez só. Misture bem e mexa até virar uma bola e desgrudar do fundo. 
Espere esfriar.
Unte as mãos com óleo e faça 20 a 25 bolinhas. Abra cada uma(achatando-a), coloque um pouco de recheio e modele as coxinhas.

Modo de preparo do recheio:

Refogue e um fio de azeite de oliva a cebola e o alho. Acrescente a linguiça e deixe fritar bem. Coloque então a couve, mecha e aqueça, acerte o tempero a gosto e deixe esfriar para rechear a massa.

Para empanar e fritar:
Passe as coxinhas pela farinha de trigo, retire o excesso, depois passe pelo ovo batido e pela farinha de rosca. Frite em óleo quente.
Com a ajuda de uma escumadeira, retire as coxinhas e acomode-as sobre papel absorvente. 
*Também podem ser assadas em forno.

Sirva em seguida.

Dica da Janita: Sirva com rodelas de laranja(como se fosse limão), fica uma delícia espremer laranja nas coxinhas e devorá-las em seguida!
A imagem abaixo é nossa, é do nosso bolinho de tutu de feijão(parecido com a coxinha de feijão). Se quiser a receita, clique aqui

Imagens: Como não deu tempo de tirar fotos(o povo ia comendo conforme ia ficando pronto), peguei do Google. A do bolinho de tutu de feijão é nossa. ;)




quarta-feira, 18 de junho de 2014

Berinjelas à italiana


Uma receita prática, gostosa e saudável, bacana para fazer a vez da entrada ou de um acompanhamento para carnes grelhadas.

Ingredientes:
. 2 berinjelas cortadas em rodelas de 2 cm de espessura
. 1/4 de xícara (chá) de shoyu
. 1 xícara (chá) de azeite
. 4 tomates sem pele e sem sementes picados
. 200 g de mussarela de búfala ralada grossa
. 1/2 xícara (chá) de azeitonas pretas picadas
. Sal e pimenta-do-reino a gosto, folhas de manjericão


Modo de preparo:

1. Em um refratário, distribua as rodelas de berinjela, regue com o shoyu e metade do azeite.

2. Cubra com papel-alumínio e asse durante 30 minutos em forno preaquecido a 220 ºC.

3. Em uma tigela, misture o tomate, a mussarela, a azeitona, o sal e as folhas de manjericão.

4. Retire a berinjela do forno e sobre cada rodela coloque uma porção da cobertura.

5. Regue com o restante do azeite de oliva e leve ao forno novamente, até a mussarela derreter.

Dicas: substitua a mussarela por qualquer queijo de sua preferência. Se gostar de pimentão, alho, cebola, acrescente-os picadinhos à cobertura das rodelas de berinjela.


Rendimento: 4 porções.

O que é Mussarela de Búfala?



O queijo mussarela de búfala é originário da Itália, sendo produzido exclusivamente com leite de búfala.
A búfala é utilizada como animal leiteiro há muito tempo em vários países asiáticos.
Os búfalos chegaram ao Brasil no séc. XIX pela ilha de Marajó, onde se encontra 50% do rebanho atual. Esta cultura vem-se difundindo no Brasil, mas os seus produtores utilizam todo o leite para a produção de queijo.
O leite de búfala é mais nutritivo que o bovino, possuindo 40% menos de colesterol, menor teor de gorduras e 59% mais de cálcio. É rico em vitaminas (A, B2 e D), proteínas.
Este queijo é ótimo para pessoas com osteoporose.
100 g de mussarela de búfala contêm cerca de 300 calorias, tornando-a ideal para dietas de emagrecimento.



O queijo mussarela de búfala possui uma textura cremosa, consistência macia, miolo úmido e cor branca brilhante.


Na Itália, apenas esse tipo de queijo é reconhecido oficialmente como mozzarela, recebendo o selo de certificação de origem. 
São produzidas, em média, 33 mil toneladas deste queijo por ano em território italiano.

Hoje, por ser muito utilizada na culinária mundial, a mozzarela também é produzida a partir do leite de vaca, apresentando aspecto amarelado e consistente, em peças retangulares – neste caso, a massa utilizada também é filada. Esta é a receita mais consumida em países como o Brasil, onde são produzidas, em média, 182 mil toneladas de queijo por ano.
No Brasil, onde este queijo é largamente consumido, a sua técnica de fabricação é diferenciada, o que acarreta em variações em sua composição. Por ser geralmente fabricado com leite cru, isso o impede de ser padronizado no país.

Nos EUA, este queijo é comumente confundido com pizza cheese, um outro tipo de produto comercializado.



Podemos utilizar este queijo em saladas, sopas, omeletes, pizzas, recheios, massas, etc.
Podemos encontrar a mussarela de búfala embalada com soro ou a vácuo e moldada em vários formatos, mas o mais comum é o de pequenas bolas.

Fonte: Wikipedia e site da Heaven Delhaye.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Torta Low Carb de Abobrinha(Legumes)


Ingredientes:

2 abobrinhas médias e frescas raladas com casca e sem sementes
2 colheres (sopa) de farelo de aveia(ou amaranto ou aveia em flocos)
1 colher de sopa de farinha de linhaça dourada(opcional)
½ cebola ralada
1 dente de alho amassado
3 ovos(ou mais, cfme quantidade de abobrinha ou legumes que adicionar a mais)
2 colheres de sopa de azeite de oliva
150 gramas de queijos light picados(usei minas frescal light)
sal, noz moscada, ervas e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:

Em um recipiente, bata levemente os ovos. Acrescente o sal e temperos a esta mistura. Após, agregue a abobrinha ralada e a cebola que deverá estar bem batida. Acrescente o azeite de oliva, o alho, o farelo de aveia, a farinha de linhaça, e o queijo já fatiado em pedacinhos. Misture tudo e coloque em uma travessa refratária. Leve ao forno pre aquecido (180°C) por aproximadamente 25 minutos. Sirva.

Dica da Janita: Essa mesma torta fica deliciosa com outros ingredientes saudáveis: cenoura, repolho, couve, brócolis, etc. É possível também adicionar frango desfiado, carne picadinha, carne moída refogada, salmão em lascas, camarão ou até atum ralado. Caso coloque mais coisas na torta, aumente sempre a quantidade de ovos e de farinha. Não deve ficar nem molhada demais e nem de menos. E na hora de servir fica durinha, como omelete, mais muito mais gostoso e saudável! Já fiz várias versões. Aqui em casa é sucesso, todos adoram.

Perfeito para dietas com pouco carboidrato, sem lactose. Uma delícia acompanhado de saladinha verde.
 

Outra dica importante: legumes frescos fazem toda a diferença! ;) 

Espero que gostem!
Beijinhos sabor saúde,
Cozinha da Janita

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Sticks de Abobrinha com Dip de Cebola Caramelizada

No último fim de semana finalmente consegui testar uma receita pela qual há muito eu babava, do Blog Doces Abobrinhas, da querida Roberta Dalsenter. O Blog dela é tudo de bom, sou fã assumida! Volta e meia passo por lá e me perco por horas...E fico com a maior fome! rs
Como nessa semana ganhei uma Air Fryer, resolvi juntar o desejo de provar a nova receita com a possibilidade de executá-la no "brinquedinho" novo. Fiz algumas adaptações para usar ingredientes disponíveis em casa e para substituir alguns que acho meio pesado pra mim, como o parmesão e a maionese, por exemplo. Então, seja a versão da Roberta ou essa que fiz na air fryer, façam, pois é deliciosa! E o Dip de Cebola Caramelizada é sensacional, vai bem com mil outros snacks, salgados, torradas ou sticks e até mesmo como um molho especial para aquele sanduba gourmet ou com salada. ;)
Vejam como ficou e anotem a receita.
Ingredientes dos Sticks:
1 abobrinha grande com casca cortada em palitos
2 ovos batidos
sal
Misture numa travessa os seguintes "secos", para empanar:
2 xícaras de farinha de rosca ou panko
1/2 xícara de farelo ou flocos de aveia
1/2 xícara de castanha de caju ou do pará trituradas(opcional)
coloquei também ervas de Provence, dill, orégano(tudo seco, desidratado) e pimenta rosa moída na hora.

Ingredientes do Dip:
2 cebolas médias cortadas em rodelas
1 e 1/2 colher(sopa) de manteiga
1 colher (sopa) de açúcar mascavo( ou melado, ou mel)
2 colheres(sopa) de vinagre balsâmico(ou de maçã, ou de vinho branco)
1 colher de mostarda dijon
sal e pimenta-do-reino a gosto
1/2 xícara de maionese light
1/2 xícara de cream cheese ou queijo minhas frescal cremoso(usei light)ou um pouco de cada.

Modo de Preparo dos Sticks de Abobrinha:
Corte a abobrinha na vertical em 3 vezes e depois horizontalmente em mais 3 partes. Tempere com sal e deixe escorrer numa peneira para sair bem o excesso de água. O sal ajuda nesse processo. Deixe ao menos uns 15 minutos escorrendo. Depois seque bem com uma toalhinha de prato limpa(papel toalha não funciona, gruda). Passe os palitos nos ovos batidos e depois na mistura de secos. Coloquei então na Airfryer a 200 graus por 15 minutos e servi depois com o Dip.
Se quiser fazer no forno, forre a forma com papel manteiga, coloque um pouco de azeite de oliva e asse os palitos em forno pré-aquecido a 180 graus por 30 minutos, virando na metade do tempo, até ficarem douradinhos. E sirva a seguir com o dip.

Modo de preparo do Dip de cebola caramelizada:
Derreta e aqueça a manteiga em uma frigideira, adicione o açúcar mascavo e depois as cebolas.
Frite, mexendo ocasionalmente até que a cebola fique bem macia e caramelizada. Fica bem escurinha mesmo.
Com um mixer, ou mesmo no liquidificador, adicione as cebolas caramelizadas, 2 colheres de vinagre balsâmico, 1 colher de sopa de mostarda djon, a maionese e o cream cheese(ou minas frescal cremoso ou requeijão). Misture bem até ficar homogêneo. Ajuste o sal e a pimenta-do-reino a gosto.
*Polvilhei pimenta-do-reino na hora de servir.
Sirva com acompanhamento dos palitos de abobrinha.
Fica maravilhoso e pode ser usado em outras ocasiões, como citado no início do post.
Viciei nesse dip, é bom demais!!!

*Receita adaptada do Blog Doces Abobrinhas: http://docesabobrinhas.com/2011/11/sticks-de-abobrinha-com-dip-de-cebola/
* Fotos pessoais.





 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Bolinho de milho com queijo e aletria


Ingredientes:
2 colheres(sopa) de manteiga
1 lata de milho(bem escorrida)
200 ml de leite
150 g de trigo
1 cebola picadinha
150g de queijo provolone em cubos(ou queijo meia cura ou outro de sua preferência)
Noz-moscada e Sal a gosto
Para empanar:     
100 ml de leite
Trigo
Massa cabelo de anjo(aletria) quebradinho
Óleo para fritar

Modo de preparo:
Numa panela, aqueça a manteiga e refogue a cebola picadinha.
Acrescente o milho.
Para fazer a massa, bata 2/3 da quantidade do milho com o leite no liquidificador até que fique uma mistura líquida.

Acrescente o creme de milho batido ao refogado que está na panela. Tempere com sal e noz-moscada.
Adicione de uma vez a farinha de trigo mexendo vigorosamente para não empelotar.
Cozinhe por 5 a 10 minutos em fogo baixo até que a massa solte totalmente da panela. Resfrie esta massa por 30 minutos coberta com papel filme.
Faça bolinhas e recheie com queijo provolone cortado em cubos. Empane as bolinhas com farinha de trigo.
Passe as bolinhas no leite.
Passe finalmente as bolinhas no macarrão cabelo de anjo quebradinho. Reserve.
Frite em uma quantidade de óleo abundante, até dourar.

Escorra o excesso de óleo sobre o papel toalha e sirva imediatamente.

Esse bolinho pode ser servido como aperitivo, como salgadinho de festa, mas também é um excelente acompanhamento para carnes e assados.  

Imagem: Google. 
 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Samosa Veggie


Ingredientes:
​Para a samosa:
2 pacotes de massa para pastel(grande)
1½ quilo de batata cozida e picada
6 colheres (sopa) de óleo
2 cebolas roxas picadas
250 g de ervilha cozida congelada
1 colher (sopa) de gengibre ralada
2 pimentas dedo-de-moça picadas
5 colheres (sopa) de água
1 colher (chá) de coentro em pó
1 colher (chá) de cominho em pó
1 colher (chá) de garam masala*
½ colher (chá) páprica picante
Suco de dois limões
De 1 a 2 litros de óleo para fritar os pastéis
Sal a gosto
*Para o garam masala, se quiser preparar:
1 colher (sopa) de semente de cardomomo
1 pau de canela
1 colher (chá) de cominho preto (pode ser substituído por cominho comum)
1 colher (chá) de cravo
1 colher (chá) de grãos de pimenta-do-reino
¼ colher (chá) de noz-moscada
OBS: O Garam Masala pode ser comprado pronto em supermercados ou casas especializadas em produtos orientais.
Este nome significa, traduzido à letra, "mistura quente", e o garam masala é uma combinação de especiarias torradas, como sementes de coentros, cominhos, cardamomo, cravo-da-índia e canela. Todas as donas de casa indianas têm a sua própria versão, moendo as especiarias frescas para esse fim.

Modo de Preparo:
Para o recheio:
Esquente o óleo em uma panela, em fogo médio. Frite a cebola picada até começar a dourar. Adicione as ervilhas, o gengibre, a pimenta picada e as três colheres de água. Abaixe o fogo, tampe a panela e ferva até as ervilhas cozinharem, mexendo de vez em quando. Se for necessário, adicione um pouco mais de água. Em seguida, coloque as batatas e os temperos. Misture por cerca de quatro minutos. Adicione o suco de limão e verifique o sal. Deixe esfriar.

Para o garam masala:
Moa todos os ingredientes em um moedor de café.

Para o pastel:
Corte o disco de massa ao meio. Dobre para formar um triângulo, como na foto. 
Recheie a massa e feche utilizando um garfo. Frite os pastéis em óleo quente e sirva imediatamente.

Dicas da Janita: Você pode variar o recheio. Use a criatividade!

O que é Samosa?
A Samosa (também conhecida como chamuça ou samusa) é uma especialidade de origem indiana constituída por pastéis fritos de forma triangular recheados com uma mistura condimentada de feijão ou grão, batata ou carne picada, ervas aromáticas e vegetais.
É bastante semelhante ao spanakopita grego. Normalmente, o samosa é feita de uma forma triangular com crosta de massa de pastél ou massa filo. O interior pode ser recheado com batatas ao curry, ervilha, cordeiro desfiado ou frango e especiarias, varia de lugar a lugar. São mais frequentemente fritos produzindo um exterior deliciosamente crocante, apesar de algumas variedades poderem ser assadas, para reduzir o teor de gordura.
Muitas vezes, o samosa é comido com molho de hortelã ou com variantes do chutney. 

"O bem que se faz num dia, é semente de felicidade para o dia seguinte.”
(Provérbio indiano)

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Homus de Pimentão Defumado

Essa receita da Nigella fica bárbara! Fiz algumas pequenas adaptações apenas. Vocês não têm noção do sabor! É uma das mais pedidas em nossa casa atualmente. Perfeita para servir num happy hour, brunch, acompanhado de torradinhas e pimentões vermelhos em tiras, como aperitivo.
Compartilho aqui a receita.


Ingredientes:
2(180 g cada) caixinhas de grão-de-bico cozido escorrido
1 vidro de pimentão vermelho defumado(escorra um pouco o óleo da conserva)
1 pote de cream cheese(ou mais, se quiser mais cremoso)
200g de ricota fresca
2 dentes de alho
sal e páprica picante a gosto


Modo de Preparo: Bata tudo no liquidificador. E está pronto!


Sirva com torradinhas e com tiras de pimentão vermelho cru. Fica ótimo!


Essa receita rende bastante, vai servir tranquilamente umas 10 pessoas. Então, se quiser preparar menos, reduza a quantidade à metade.

Harmonização: sugiro espumante/champagne brut rosé.

Origem e curiosidades sobre o HOMUS

Homus (hommos, ou ainda homus tahine, em árabe حُمُّص) é uma pasta feita com pasta de grão-de-bico e tahine (pasta de gergelim) É um prato típico dos países árabes do Oriente Médio.
Em árabe "homus" significa simplesmente grão-de-bico.

A primeira menção ao prato foi feita por Platão e Sócrates em 400 a.C, quando enalteciam as qualidades do grão de bico para a saúde. Porém, acredita-se que os egípcios apenas misturavam o grão com vinagre, formando uma pasta, que pode ter sido o princípio do que conhecemos hoje como homus.
Outra versão do surgimento do homus afirma que a iguaria foi uma criação do sultão Saladin, que era líder dos muçulmanos nas últimas cruzadas contra os cristãos. Essa lenda afirma que a receita original do sultão é guardada até hoje com seus descendentes e que o homus que conhecemos é apenas uma imitação do que seria de fato a receita do governante.
Apesar de a data de origem do homus ser incerta, o local de surgimento do prato é o Oriente Médio, e lá também existem polêmicas acerca da receita. Vários países da região reivindicam a autoria do homus. Israel e Líbano são os países que levam a disputa mais a sério.
Mas essa briga também tem seus momentos divertidos e os dois países travaram uma “guerra” pelo título do maior homus já produzido na terra. A batalha foi vencida pelos libaneses, que concluíram um prato de patê de grão-de-bico de mais de 10 toneladas! Com esse feito, o Líbano entrou para o Guinness Book e deixou Israel comendo poeira.

Brincadeiras à parte, o homus é tão apreciado que existem restaurantes que são especializados em servir apenas o prato e até competições para premiar a melhor receita da iguaria.

Fontes: Wikipedia e La Violetera.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Batatas com maçãs e nata au gratin

Ingredientes:
  • 5 batatas em rodelas
  • 3 maçãs em rodelas, sem casca
  • 2 cebolas em rodelas
  • 1 caixinha de creme de leite ou 1 saquinho de nata
  • sal e temperos à gosto
  • azeite de oliva para untar
  • queijo mussarela ralado
  • farinha de rosca(pão ralado)

Modo de Preparo: 
Em um refratário untado com azeite de oliva , coloque as batatas, as maçãs e a cebola em camadas (tudo cru e sem tempero). Ao creme de leite, adicione sal, alho moído, pimenta-do-reino, noz-moscada e/ou outros temperos de sua preferência, mexa e derrame sobre as camadas já montadas. Cubra o refratário (se não tiver tampa, use papel alumínio) e leve ao forno por +/- 30 minutos. Retire o papel alumínio e espalhe a farinha de rosca e o queijo ralado e volte ao forno para gratinar um pouco.
Sirva em seguida.

Nota: Acompanha muito bem carnes(principalmente de cordeiro), frango, pato e até alguns peixes.


Rendimento: 4 porções.

O que é "au gratin"?

É o mesmo que chamamos de "gratinado", uma técnica francesa que faz o prato obter uma crosta douradinha sobre ele através do uso de farinha de rosca(pão ralado),  queijo ralado, manteiga e/ou ovo, depois de levado ao forno.
É tradicionalmente servido no próprio prato em que foi assado.
Nome de origem francesa que significa tostar, ou corar superfícies de um alimento. A etimologia do gratin vem da língua francesa em que a palavra "gratter"  tem um significado como de "raspa" de pão ou de queijo, e gratiné, vem da forma  do verbo transitivo da palavra para crosta ou pele. 

terça-feira, 31 de maio de 2011

Rondelli de repollho recheado com ricota e legumes ao molho de tomate

Um rondelli diferente, leve, saudável e super saboroso! Fez o maior sucesso aqui em casa, até as crianças adoraram!
Vi no Mais Você  e resolvi testar, mas fiz algumas adaptações, de acordo com o que tinha na geladeira. Então, esta é a receita que fiz e não a do programa. :) Ficou perfeita!



Ingredientes:

  • 8 folhas de repolho(usei em média meio repolho)
  • 3 cenouras pequenas cozidas e amassadas 
  • 1 batata salsa cozida e amassada
  • 1 (chá) de mussarela ralada no ralo grosso (160 g)
  • 1 xícara de presunto ou mortadela ralada
  • 2 xícaras (chá) de ricota amassada
  • 1 colher (sopa) de cream cheese(ou maragrina)
  • 1 ovo batido
  • 2 colheres (sopa) de salsa picadinha
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • noz-moscada
  • 500 ml de molho de tomate
  • ¼ xícara (chá) de queijo parmesão ralado (15 g)
Modo de Preparo:
1°- Numa tigela com água fervente e um pouco de sal, mergulhe as folhas de repolho por 1 minuto ou até ficarem macias. Escorra e retire a parte grossa dos talos. Coloque as folhas de repolho sobre um pano de prato, sobrepondo-as e formando um retângulo de 25 cm por 40 cm. Reserve.

OBS: Notem que botei o maridão pra trabalhar de auxiliar! SE quer comer, tem que ajudar! rs... Ele leva o maior jeito na cozinha, um amor!
2°- Coloque numa tigela as cenouras e a batata salsa cozidas e amassadas, a mussarela ralada no ralo grosso, a ricota amassada, o presunto(ou mortadela) ralado, 1 colher (sopa) de cream cheese, 1 ovo batido, 2 colheres (sopa) de salsa picadinha, sal e pimenta do reino a gosto, noz-moscada ralada na hora e misture bem. Coloque esta mistura no meio do retângulo de folhas do repolho (reservado acima) e cubra com um dos lados das folhas. Com a ajuda do pano de prato, enrole sobre a mistura formando um rocambole. Leve este rocambole para a geladeira por pelo menos 2 horas para firmar bem, enrolado no pano.
3°- Retire o rocambole da geladeira e com uma faca corte fatias de +/- 3 cm de largura. Em uma assadeira (30 cm X 20 cm) espalhe um pouco de molho de tomate, coloque as fatias do rondelle, cubra com mais molho de tomate, polvilhe parmesão ralado e leve ao forno médio pré-aquecido a 250°C por +/- 20 minutos ou até a superfície ficar dourada. Retire do forno e sirva em seguida, com azeite de oliva em cima. 
Hummmmm, fica maravilhoso!!!
Dicas da Janita: Essa mesma receita pode ser feita com massa fresca de rondelli pronta, aquelas do mercado, ou com massa folhada pronta também. O molho pode ser variado: No lugar do molho de tomate, você  pode usar um molho branco ou quatro queijos. Se quiser uma versão vegetariana, não use carne ou presunto no recheio, substituindo por, por exemplo, brócolis.
Harmonização: Escolhemos um Zinfandel californiano maravilhoso, Sonoma County 2008, da Seghesio Family Vineyards. Casou perfeitamente!
Rondelli
Massa redonda, parecida com rocambole, normalmente recheada com queijo, carne, espinafre, cogumelos e outras iguarias. É servida com molho branco ou vermelho. Muito difundida na região de Emilia-Romagna, onde recebe o nome de rotolo ripieno. 
Vem do Latim rutundus, “redondo, circular”. Em Italiano, “redondo” é rondo. Rondelli é o diminutivo plural.
Rutundus também queria dizer também “perfeito, completo”. Eis aí porque dizemos que alguém que discorda de nós está – claro! – “redondamente enganado”.
O nome foi dado a estas massas devido à forma circular que elas têm vistas de cima.
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