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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Creme de Papaya com Cassis

Famosa e figurinha presente em todos os menus dos anos 80 e 90, esta é uma daquelas sobremesas que nunca saem de moda e sempre agradam. 
Rápida e simples, de origem brasileira e sem autoria, é perfeita para quem não gosta de passar horas preparando um doce. O único cuidado que se deve ter é prepará-la na hora de servir, pois o mamão tende a escurecer rapidamente com o sorvete de creme. No mais, é preparar da maneira habitual, sem querer inventar moda. 
Creme de Papaya com Cassis é um clássico e deve ser tratado como tal.

Ingredientes: 

1/2 mamão papaya
2 bolas grandes de sorvete de creme/baunilha
Tuille (biscoito francês fino e crocante) ou folhas de hortelã para decorar
Licor de cassis a gosto

Modo de preparo: 

Bata no liquidificador o mamão papaya descascado e limpo com o sorvete de creme bem congelado.

Sirva com licor de cassis sobre o creme, ou se preferir, mantenha o licor no fundo da taça e acrescente o creme.
Decore cada taça uma unidade de tuille ou folhas de hortelã.
Sirva a seguir.

Dica: para que a consistência do creme fique correta, certifique-se de que o sorvete utilizado esteja realmente bem firme (congelado corretamente).


Sobre o Licor de Cassis:

O cassis ou groselheira-preta (Ribes nigrum), originário da Europa setentrional, era usado como remédio para diversas molésticas, incluindo mordida de cobra. Sua produção aumentou em meados do século XIX com o declínio da cultura da vinha, atacada pela Phyloxera. É atribuído a este período também a criação do crème de cassis, que hoje é um dos licores mais importantes do mundo, base do famoso coquetel Kir e ingrediente de incontávei receitas. Cerca de 16 milhões de litros de crème de cassis são produzidos anualmente na França e destes 85% vêm de Dijon. Outras regiões produtoras são Anjou (no vale do Loire, França), Luxemburgo, Quebec (Canadá) e Tasmânia (Austrália). Desde 2013 foi concedida a Appellation d’Origine Contrôlée (AOC) ao Crème de Cassis de Dijon, garantindo a origem da matéria prima e a qualidade do produto.

Dicas: O crème de cassis é um ingrediente versátil não apenas para coquetéis e sobremesas. É também muito usado na elaboração de pães, patisseire e receitas salgadas. Alguma idéias:

pode-se colocar um fio de crème de cassis sobre o foie gras ou sobre o queijos como parmesão, gorgonzola ou queijo de cabra. Ainda é posspivel usá-lo na finalização, com algumas gotas crème de cassis, em receitas de pato e carnes de caça em geral.

O licor é tão especial e inspirador que vale um post somente sobre ele com os principais drinks onde é usado, não acham?


sábado, 17 de agosto de 2019

Cocada de forno com sorvete e calda cítrica

Ingredientes:

2 ½ xícaras (chá) de coco fresco ralado (1 coco - cerca de 200 g)
3 ovos
2 xícaras (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de manteiga derretida

Modo de preparo:

Preaqueça o forno a 180 ºC (temperatura média). Unte com manteiga um refratário raso que comporte cerca de 500 ml.
Numa tigela pequena, quebre um ovo de cada vez e transfira para outra tigela maior – se um estiver estragado, você não perde a receita. Junte a manteiga e misture com o batedor de arame. Adicione o açúcar, aos poucos, mexendo bem a cada adição. Acrescente o coco ralado e misture com uma espátula para incorporar.
Transfira a massa para o refratário e leve ao forno para assar por cerca de 40 minutos, ou até ficar bem dourada – a cocada vai ficar com uma casquinha crocante, mas ainda cremosa no centro.
Retire do forno e deixe esfriar em temperatura ambiente antes de servir. Essa cocada também fica uma delícia servida gelada.

Dicas:

A cocada pode ser assada em ramequins ou potes individuais de cerâmica também. Fica lindo para servir!

O coco fresco ralado fino dá mais sabor e cremosidade para a cocada, lembra até gosto de quindim. Ralado grosso (assim como a versão ralada congelada) dá textura crocante e visual rústico, mas o creme de ovos e açúcar não absorve o sabor da fruta. Já o coco ralado seco não é indicado para essa receita, a cocada fica seca e sem sabor.

Para a montagem: Corte um pedaço quadrado da cocada, coloque em prato individual. Sobre a cocada 1 bola caprichada de sorvete(aqui combina bem o de tapioca, baunilha, coco, nata) e sobre ele uma calda de sua preferência (frutas vermelhas, laranja, maracujá, limão siciliano, tamarindo...) Já servi com lemon curd e todos amaram! Vou pastar a receita pra vocês.

E pronto! Temos assim uma sobremesa mega saborosa, linda, prática e que certamente vai fechar seu jantar com chave de ouro!

Para acompanhar? Espumante ou uma soda italiana e uma boa música, sempre!



segunda-feira, 1 de julho de 2019

Maultaschen

Inverno por aqui....E bate aquela vontade de pratos mais consistentes, massas, caldos... Daí lembrei desse prato delicioso que conheci na Alemanha e provei em várias versões, todas maravilhosas e inesquecíveis!

Fazer a nossa versão desse prato alemão é muito fácil, pois basicamente é massa de macarrão com um recheio de carne de boi, porco ou espinafre,ou mesmo um mix destes.

Na minha adaptação optei por carne moída bovina, linguiça Blumenau, espinafre e especiarias. Usei a massa de rolo(aquela usada para rondeli, pasteis, etc). Muito fácil!

Maultaschen

Ingredientes do recheio:

300 gramas de carne moída (suína ou bovina)
Espinafre(uns 100 a 200 g(opcional)
Pimenta preta (se possível em grãos ralados, ou moidos na hora)
Quanto baste de noz-moscada ralada
50 gramas manteiga sem sal
Quanto baste salsa crespa e cebolinha picada
2 pães franceses amanhecidos
1 lingüiça Blumenau
2 ovos
1 pitada de sal (cuide com o sal, pois a linguiça já costuma ter bastante sal)
1 cebola roxa grande e 2 dentes de alho

Para cozinhar:
1 e ½ litro de caldo de carne ou vegetais

Modo de Preparo:

Descascar a cebola e cortá-la em cubos pequenos. Amassar os 2 dentes de alho. Refogar a cebola e o alho numa frigideira junto com a manteiga até ficarem transparentes.
Colocar os pãezinhos na água até ficarem completamente úmidos. Depois tirar e amassar bem até retirar todo o excesso de água.
Cortar a linguiça em pequenos cubos, desmanchar. Misturar tudo com a carne moída e os ovos. Temperar com a salsa e os demais temperos. Deixar meia hora na geladeira para encorpar.

Finalização:

Esticar a massa até ficar bem fina (o suficiente para fazer uns 12 quadrados com 12 x 12 cm), mas a massa pronta nem precisa esticar, dependendo da marca. Rechear e fechar bem com os dedos ou com um garfo. Cozinhar em caldo de carne ou de legumes.Quando todos os maultaschen estiverem prontos, colocar o caldo. Cozinhar alguns maultaschen por vez na água fervente, com a panela fechada e em fogo médio, por cerca de 10 min.

Servir com um pouco do caldo e povilhar salsinha e cebolinha sobre o prato. Cebolas fritas em aneis e bacon frito na manteiga também fica ótimo!



Sobre o Maultaschen

Os Maultaschen são originários da Suábia – região cultural e linguística hoje dividida entre os estados da Baviera e de Baden-Württemberg. Há uma série de lendas sobre o surgimento do prato – mencionado por escrito pela primeira vez em 1831, descrito como "macarrão recheado da Suábia".

A versão mais popular sobre a origem dos maultaschen atribui a invenção aos monges cistercienses do Mosteiro de Maulbronn, em Baden-Württemberg, no século 17. Diz a lenda que, ao receberem um grande pedaço de carne durante a Quaresma, os monges a picaram bem, adicionaram ervas e espinafre e esconderam a mistura dentro de uma massa, para dar a impressão de que se tratava de uma refeição sem carne.
Outra versão famosa e muito similar, afirma que, desde muito tempo, no território da Suábia católica, era proibido comer carne às sexta feiras, e sobretudo na temporada de jejum religioso. Os monges, que não queriam causar escândalos ao comer carne abertamente, picavam-na e a misturavam à ervas e vegetais e escondiam esta mistura em massa de macarrão, servindo pequenas porções.
Devido sua origem, até os dias atuais, servem os Maultaschen, afirmando que a carne é escondida e não pode ser vista por Deus.

O nome da receita seria derivado da denominação inicial "Maulbronner Nudeltaschen" (trouxinhas de macarrão de Maulbronn). Por muito tempo, os maultaschen foram considerados comida dos pobres, pois costumavam-se aproveitar restos de carne, pão e verduras para o recheio.

Hoje eles figuram nas prateleiras de supermercados e menus de restaurantes, sobretudo no sul do país. Desde 2009, os schwäbische maultaschen (maultaschen suábios) receberam o selo de indicação geográfica protegida da União Europeia.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Pudim de Leite Ninho


INGREDIENTES:
4 ovos
1 lata de leite condensado
1 medida da lata de leite integral (use a lata de leite condensado para medir)
1 medida da lata de leite ninho (use a lata de leite condensado para medir)
Essência de baunilha(opcional)

PARA A CALDA:
1 xícara de chá de açúcar
1 xícara de chá de água

MODO DE PREPARO DA CALDA:
Em uma panela, espalhe o açúcar e leve ao fogo baixo até ele derreter.
Acrescente a água e misture sem parar até obter uma calda lisa e brilhante.
Espalhe a calda no fundo e na lateral de uma forma de buraco central grande e reserve.

MODO DE PREPARO DO PUDIM DE LEITE NINHO:
No liquidificador, bata os ovos, o leite condensado, o leite e o leite ninho, até obter uma mistura homogênea.
Despeje em forma de buraco central previamente caramelizada e tampe com papel alumínio.
Leve ao forno médio preaquecido, em banho-maria de água quente, por cerca de 1 hora ou até fazer o teste do palito e ele sair limpo.
Retire o pudim do forno, espere esfriar e leve à geladeira por, no mínimo, 4 horas.
Desenforme e sirva gelado.

A ORIGEM DO PUDIM DE LEITE

Os portugueses já se consideraram os pais do pudim de leite. Achavam que a sobremesa descendia da doçaria conventual desenvolvida no país a partir do século 16.

Hoje, seus autores gastronômicos confessam ignorar quando e onde o doce surgiu. “Descobrimos que não conseguimos fixar no tempo nem no lugar o aparecimento do pudim de leite”, diz o cronista trasmontano Virgílio Gomes. A única convicção dos portugueses é a de que eles ensinaram os brasileiros a fazer o doce.

Desde o final da Idade Média seu país é rico em sobremesas à base de leite. Só no Livro de Cozinha da Infanta D. Maria, baseado em manuscrito do século 16, redigido pela neta de d. Manuel I que se casou com o 3º duque de Parma e Piacenza, há sete tipos. Segundo Virgílio Gomes, três poderiam ser pudins, caso fossem enformados e desenformados. Mas a técnica era desconhecida na época.

A palavra pudim veio do inglês pudding. Em Portugal e no Brasil indica uma preparação de consistência cremosa ou moderadamente sólida, temperada com açúcar ou sal, feita em banho-maria.

O nosso gosto pelos doces bem doces se deve à influência portuguesa. Já que o índio e o africano não traziam em sua cultura o hábito do consumo de doce, eles pouco contribuíram para a arte da doceria brasileira.

Era produzido com leite gordo, ovos, açúcar, farinha de amêndoas em forma caramelada, assado em banho-maria e sua execução era muito trabalhosa.
Somente no século XIX com a chegada das latas do leite condensado o seu preparo foi facilitado e tornou-se nossa obra-prima e uma das sobremesas mais simples e consumidas da gastronomia brasileira.

Leite condensado: a primeira notícia sobre a técnica de produzi-lo foi na França em 1827. Entretanto, passou a ser fabricado muitos anos mais tarde pelo norte americano Gail Borden Jr. com o objetivo de reduzir o volume de leite e aumentar a durabilidade.

O leite condensado só ficou famoso durante a guerra de Secessão nos Estados Unidos (1861-1865). Era um dos alimentos fornecidos como ração aos soldados e representava durabilidade e ótima fonte de energia.

Com o fim da guerra a iguaria saiu dos campos de batalha e chegou aos mercados; foi só uma questão de tempo para o produto conquistar o mundo.

Fonte: Blog do Paladar E OUTROS
O Estado de São Paulo on-line

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Novas ideias para decor de Natal

Oi, gente! Meu Deus, faz tempo que não consigo postar novidades! Jurei que ao menos antes do Natal faria isso. E cá estou, felizmente!

Hoje divido com vocês alguma ideias bem interessantes, fáceis, práticas e baratas para decoração de Natal. Espero que também curtam.

Pra quem também ama um vinhozinho e guarda as rolhas, guirlanda linda e fácil de fazer:
Wine corks and pearls

E tem mais reciclagem de rolhas:
Wine cork christmas trees

Guirlanda com garrafa pet. Olhem como fica bacana e como é fácil!
OS MELHORES ARTESANATOS: Linda Guirlanda de Natal com Garrafa PET

Esta com pinhas, achei chiquérrima!!! Precisa de 1 cabide, bastante pinhas, cola quente, aneis pequenos, linha e fita/flores para decorar:
De superbes idées merveilleuse
Arranjos feitos com latinhas pintadas(pode ser de molho de tomate, milho, ervilha, de leite ninho, achocolatado...). Fica lindo!
Latas Decoradas para Natal

Fácil e elegante! Serve para pendurar na árvore, portas, onde desejar:
Christmas is a special time... Let the decorations create a magical Christmas spirit in your house...  This listing is for PRE-ORDER Large Pine Cone Christmas Ornament  ORDERS BEING TAKEN UNTIL 20TH NOVEMBER AND DELIVERY WILL BE AVAILABLE NOT EARLIER THEN IN WEEK BEGINNING 5TH OF DECEMBER When you place your order please email me when you want your cone delivered!  It will be made the day it gets posted to ensure it arrives fresh.  This arrangement will look great wherever you hang it above t...

Um recipiente de vidro ou uma bandeja, sal grosso ou pedrinhas, pinhas, velas, verdes e tcharaaaam:
Natal



Para não deixar a cozinha de fora da decoração natalina:

Decoração de Natal   Faça você mesmo com + de 40 ideias fáceis e bonitas

Mini árvores de natal que podem ser feitas com rolhas e verdes(ou com pinhas) e usadas para diversos fins:
画像
passo a passo lembracinha simples

Enfeites/pinheiros feitos com gravetos: 
Rustic Handmade wooden mini Christmas tree, tree decorations

E essa ideia de garrafinhas com balão? Olhem isso:
Decoração de mesas de festas

Aqui foram algumas que achei fáceis, de baixo custo, com materiais de reciclagem...
Nos próximos posts, ideias especialmente para decorar a mesa. Preparem-se: muita ideia irreverente, simples, bonita e fácil, daquelas pra não ter desculpa para não fazer uma mesa bacana, no capricho. rs
Beijinhos quase natalinos.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Hot Toddy ou Whisky Quente

O Hot Toddy é um drinque que mistura whisky, água, açúcar, limão e especiarias como canela. É servido quente e varia de região para região, mas mantém essas características em comum
Essa bebida quente é tradicional na Escócia e é uma ótima pedida para se aquecer em dias frios e dizem, cura gripes e resfriados! 


Ingredientes:


1 colher de chá de açúcar
1 dose de whisky
1 colher de sopa de mel
Pau de canela
Rodelas de limão siciliano(gosto de espremer 1 e 1 para enfeitar)
Água quente

Modo de preparo: 

Coloque o açúcar, a canela e o whisky em um copo de próprio de whisky já aquecido. Finalize com a água quente e o mel, mexendo bem. 
Enfeite com uma rodela de limão e o pau de canela e está pronto.

Dica da Janita: Adicionar noz-moscada ralada na hora, cravo ou anis estrelado também fica ótimo e dá um toque ainda mais especial.

Curiosidades e origem do Hot Toddy

O Hot Toddy é um drinque antigo que possui uma criação um tanto obscura. Muitos acreditam que ele tenha sido criado no começo de 1700 na Escócia para tornar o sabor forte do whisky mais palatável para as mulheres e para aquecê-las no inverno vigoroso da região. Alguns acreditam que desde que as rotas comerciais do Reino Unido e Índia foram estabelecidas, uma bebida regional indiana chamada Toddy,(algo como a seiva da árvore da palma fermentada e temperada), passou a ser comum nas viagens da rota e recebeu uma homenagem. Já outros acreditam que o nome venha de um poema do inglês Allan Ramsay, The Morning Interview, onde Ramsay se referea uma água quente com chá e especiarias que era consumida em uma festa do chá como Todian Spring.

Decanter Wine Day 2018


Preparado especialmente para os amantes do vinho, no dia 16 de agosto, a cidade de Blumenau recebe mais uma edição do Decanter Wine Day.

A degustação conta com cerca de 130 rótulos, vindos do Novo e Velho Mundo.

Sidney Lucas, sommelier da Decanter, destaca que além de poder degustar as bebidas, o evento busca oferecer conhecimento sobre diferentes estilos, além do aprendizado sobre o mundo dos vinhos:

“Com rótulos de renomados produtores de todo o mundo, alguns blumenauenses já tiveram a oportunidade de participar do evento no ano 2017 e se encantaram ainda mais com o mundo do vinho. Na ocasião estiveram presentes mais de 300 pessoas prestigiando e descobrindo novos sabores”.

Abrangendo todos os grandes continentes produtores, o evento traz vinhos finos de excelente qualidade e história, oriundos de países como, Austrália, Nova Zelândia, África, Chile, Portugal, França, Itália e Argentina.

Além de Eslovênia, Grécia, Hungria e outras regiões.

O Decanter Wine Day também contará com a presença do produtor argentino, Carlos Antonio Timoner, da conceituada vinícola argentina, Finca Las Moras, e de um dos enólogos mais influentes do mundo, de acordo com a revista inglesa Decanter Magazine, Cristian Castro Ubal, da bodega chilena, De Martino.

O evento ocorre das 19h às 22h, no Audi Center Blumenau, localizado na rua Dois de Setembro, 460, bairro Itoupava Norte, em Blumenau.

O valor da degustação é de R$ 100 reais por pessoa ou R$ 180 por casal.

Os ingressos podem ser adquiridos na Enoteca Decanter Blumenau.

Para mais informações: eventos@decanter.com.br ou (47) 9 9276 – 6953.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Pipoca doce de coco e rapadura

Ingredientes:

½ xícara de milho de pipoca
2 colheres (sopa) de óleo de coco
4 colheres (sopa) de rapadura ralada
4 colheres (sopa) de coco ralado

Modo de preparo:
Esquente o óleo de coco em uma panela.
Coloque o milho da pipoca, tampe e deixe em fogo médio.
Quando os grãos pararem de estourar, desligue o fogo e aguarde alguns minutos para retirar da panela.
Em outra panela, coloque um pouco de óleo de coco, em seguida a rapadura e deixe derreter.
Coloque o coco ralado e deixe dourar.
Quando ficar no ponto, jogue em cima da pipoca e misture.

Fica uma delícia!!!

Dica: No lugar da rapadura pode ser usado açúcar mascavo.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Pissaladière

A Pissaladière tem origem em Nice, no sul da França. É uma tarte que tem como ingrediente principal a pissalat, uma pasta de peixe salgado. A cobertura tradicional leva cebolas caramelizadas, alho, azeitonas e anchovas (ou aliche) ou pasta de anchova e, na maioria das vezes o formato é oval.

É servida como um aperitivo ou entradinha para um jantar ou mais comum, logo cedo, no café da manhã.

Já foi considerada a pizza francesa, uma vez que começa por uma base de massa e se assa no forno, como uma pizza.

Muito prática e saborosa! Vale fazer.

Ingredientes:

1 pacote massa folhada

1 vidro de pesto

2 cebolas caramelizadas em balsâmico

azeitonas pretas

aliche

alecrim, basílico, dill ou erva de sua preferência


Modo de Preparo:

Abra a massa folhada descongelada, mas ainda bem fria, sobre uma assadeira untada. Vire as extremidades para formar as bordas da pizza.

Sirva harmonizando com um bom vinho branco ou rosé.


Dica da Janita:

O pesto pode ser substituído por molho de tomate. As ervas podem ser variadas a gosto também.

Curiosidade: A versão italiana é chamada “piscialandrea”, e inclui tomate e alho, além de anchova ou aliche.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Risotto de Quinoa com Shitake

Ingredientes:

2 xícaras de quinoa
2 xícaras de shitake
1 punhado de cebolinha verde picada
100g de queijo de cabra(ou outro de sua preferência)
1 cebola roxa picada
2 dentes de alho picados
2 colheres de sopa de óleo de coco ou manteiga
1/2 colher de sopa de sal rosa ou marinho
Pimenta-do reino a gosto
1 colher de sopa de azeite trufado (opcional)
3 ½ xícaras de água
Amêndoas laminadas
Cream cheese ou nata para finalizar(umas 2 colheres)

Modo de Preparo:

Aqueça o óleo de coco em uma panela sobre fogo médio, adicione o alho e refogue até dourar, em seguida adicione as cebolas e refogue por alguns minutos;
Adicione os cogumelos e refogue por mais 2 minutos;
Coloque a Quinoa, mexa bem e adicione a água;
Deixe ferver, adicione sal e abaixe o fogo. Tampe a panela e deixe cozinhar por 20 minutos;
Tempere com sal, pimenta do reino e cebolinha verde picada, adicione o cream cheese ou nata na hora de servir.
Finalize com o queijo de cabra ralado, as amêndoas laminadas e um fio de azeite trufado.

Fica maravilhoso!

Crudités de vegetais com Pastinha de atum ou Dip de gorgonzola

 
 Crudités têm origem francesa.
Seu nome corresponde a vegetais crus servidos na companhia de um ou mais molhos/dipes/patés, pastas.
Pela presença colorida na mesa, além da praticidade de poder serem comidos com as mãos, são ótimos para servir como aperitivo ou prato de entrada em recepções e eventos.
São leves e refrescantes.


Ingredientes Pasta de atum:
1 lata de atum ao natural
1 colher de sopa de azeite de oliva
1 colher de  dopa de maionese

1 colher de sopa cream cheese
1 colher  de cebolinha/salsinha/hortelã picadinhas

1 dente de alho esmagado(opcional)
pimenta do reino a gosto. 

Ingredientes Dip de Gorgonzola:
1 pote de iogurte natural (170g)
1 colher de cream cheese
3 colheres (sopa) de queijo gorgonzola amassado
1 dente de alho esmagado
sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto(cuide com o sal, pois o gorgonzola já costuma ser bem salgado)

Modo de Preparo:
Misture tudo e coloque para gelar no minimo 1 hora antes de servir

Ideias para os palitos de vegetais: cenoura, pepino, salsão, abobrinha, pimentões, rabanete, erva-doce, endívias, tomates cereja.

Disponha os palitos de vegetais(crudités)  em copos e a pastinha ou dip num ramequin e sirva.

Sopa fria de Pepino perfeita para dias quentes

O calor que faz aqui no Brasil no verão pede comidinhas leves e refrescantes.

Até o fim da estação postarei diversas delas que costumamos fazer em casa. 

Fáceis, práticas e deliciosas!
Resultado de imagem para sopa de pepino 
Ingredientes:

190 g de cream cheese
2 unidade(s) de pepino sem semente(s)
1 dente(s) de alho picado(s)
1/4 xícara(s) (chá) de cebola picada(s)
1 xícara(s) (chá) de iogurte natural
5 xícara(s) (chá) de Caldo de Galinha
quanto baste de sal
1/2 xícara(s) (chá) de pimentão vermelho picado(s)
6 unidade(s) de azeitona verde picada(s)
3 colher(es) (sopa) de menta ou hortelã picada(s)
1 colher(es) (sopa) de cebolinha verde picada(s)
pimenta do reino a gosto

Modo de Preparo:

Liquidifique todos os ingredientes da sopa.
Adicione os acompanhamentos e sirva.
Croutons também acompanham bem essa sopa fria.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Peras com parma e queijo azul



Pears With Blue Cheese and Prosciutto
Sofiticado, saboroso e simples de preparar. Tinha que dividir com vocês!
Basta cortar as peras em fatias tipo meia-lua, colocar umas gotinhas de limão para não oxidarem e depois colocar o queijo azul(pode ser roquefort ou gorgonzola e também brie ou camembert. vai depender do seu gosto), uma folha de rúcula e enrolar com a tira de presunto de parma. PRONTO, LINDO E DELICIOSO!!!

Uma ideia bem bacana para as festas de Natal e fim de ano, não acham?

Espero que tenham gostado.
Beijinhos festivos,
Cozinha da Janita

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O famosinho e irresistível Moscow Mule

Clássico dos anos 1950, o coquetel ajudou a popularizar o consumo de vodca nos Estados Unidos e no Canadá. O seu nome, algo como mula de Moscou, é uma referência ao efeito que o destilado de origem russa, cujo teor alcoólico varia de 35% a 60%, costuma causar em seus bebedores. A receita leva vodca, ginger beer e limão.

No Bagatelle, casa que tem matriz em Nova York,
e em outros tantos lugares badalados no mundo, o Moscow Mule é finalizado com uma espuma de limão, gengibre, clara de ovo pasteurizada e xarope de açúcar, aplicada com o sifão de chantilly.

Segue a receita original para vocês:
Moscow Mule (Uma caneca/copo médio) – Ingredientes:
20ml de vodka
30ml de suco de limão
60ml de ginger beer (cerveja de gengibre, encontrada facilmente em empórios)
10ml de suco de gengibre (rale e esprema com as mãos o conteúdo ralado, ele soltará um suco)
3 colheres de chá de açúcar refinado e peneirado
5 pedras de gelo

Modo de preparo:
Misture muito bem todos os ingredientes para que o açúcar se dissolva por completo e sirva numa caneca com o gelo.

É uma bebida que deve ser servida muito, muito, muuuuito gelada!

Se você quiser dar um toque especial, elevar ela a um outro nível e servir como nos grandes bares do mundo, faça uma espuma de gengibre.

Ingredientes para espuma (rende de 20 a 25 drinks):
50ml – clara de ovo
30ml – suco de limão
50ml – suco de gengibre
50ml – xarope simples (colocar em fogo brando a mesma medida de água e açúcar até que fique uma calda homogênea, espere esfriar para utilizar)

Misture bem todos os ingredientes. Coloque o conteúdo num sifão e guarde na geladeira por, pelo menos, 12 horas. Na hora que for utilizar, coloque a cápsula de nitrogênio e adicione a espuma sobre a bebida.

 
Curiosidades sobre o Moscow Mule

1. Existem algumas versões para a origem do drink Moscow Mule, que foi criado por volta de 1941. Acredita-se que surgiu a partir da associação de três empresários e de seus interesses: popularizar a vodka nos Estados Unidos, além de vender um grande estoque de ginger beer e canecas de cobre. Há quem diga que o nome faz referência ao efeito que o destilado de alto teor alcoólico provoca. Hoje, o drink está em alta em diferentes bares e restaurantes.

2. Sobre a caneca de cobre utilizada para servir o drink, reza a lenda que uma russa imigrou para os Estados Unidos com duas mil canecas de cobre e a missão era vendê-las. Essa imigrante teria encontrado o dono da marca de vodka e o criador de uma marca de ginger beer. Dessa associação, comentada no primeiro item, que vem o uso da caneca para o Moscow Mule.

3. A receita original leva apenas vodka, ginger beer (um refrigerante de gengibre não alcoolico) e limão. Como não existe distribuição de ginger beer no Brasil, em 2011, o mixologista Marcelo Serrano criou uma versão brasileira, que leva espuma de gengibre, vodka, limão, xarope simples e angostura. Com o tempo, o Moscow Mule se popularizou pelo Brasil, na sua versão adaptada.

4. É um drink equilibrado e com um perfil de sabor que agrada bastante aos brasileiros, é cítrico e doce na medida. Seu consumo está bem estabelecido, vários clientes já conhecem e pedem nos bares. Não é uma tendência, e sim uma moda que já se consolidou.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

fondue de doce de leite

Que tal variar a fondue de chocolate e preparar esta versão, à base de doce de leite? 
Aprenda a preparar a receita fácil, deliciosa e irresistível.

Ingredientes:
300 g de chocolate de doce de leite(de preferência argentino ou uruguaio, são os melhores)
100 ml de creme de leite
2 colheres de sopa de conhaque

Acompanhamentos:

200 g de morango picado
200 g de banana picada
Biscoitos diversos 



Modo de Preparo:

Numa panela, coloque o doce de leite argentino. Acrescente o creme de leite lentamente, mexendo sempre. Deixe encorpar um pouco no fogo brando. Ao final, abaixe o fogo e mexa por mais três minutos. Sirva em um réchaud apropriado, com as frutas picadas e os biscoitos.


Dicas da Janita:

Você pode deixar preparado com antecedência e na hora só aquecer.

Se não quiser, não precisa colocar o conhaque, os dois ficam bons, maso conhaque dá toque...

Outras sugestões para acompanhar: uva itália, maçâ, kiwi, pêssego em calda, figo, pera, frutas secas, suspiros, quadradinhos de bolo inglês ou panetone torrados.
 

Rendimento: 4 porções


Harmonização:
Uma boa dica na hora de degustar sobremesas muito doces, como é o caso de receitas que vão doce de leite, é optar por uma bebida que bata de frente com a doçura extrema desses pratos. O recomendado nessa ocasião são aqueles vinhos brancos para que a mistura não fique muito enjoativa. Vinhos da uva chardonnay, por exemplo, são excelentes pedidas.


Você sabia?
Resultado de imagem para desenho fondue 
Antes de ser um alimento, a fondue (é “a” fondue e não “o” fondue) é uma diversão. Resulta num encontro especial com a família ou amigos acomodados em torno da caquelon (panela de fondue), desfrutando de momentos mágicos e com um gostoso sabor de inverno.
Fondue é um nome advindo da palavra francesa “fondre”, que significa “fundido” ou “derretido”, e a origem da fondue remonta há cerca de sete séculos, quando alguns povos dos alpes suíços produziam mais queijo que podiam vender e comer.
Num determinado ano alguns moradores tiveram a ideia de derreter o excesso e, para ser melhor conservado, acrescê-lo de algum álcool, aguardente – o kirsh, destilado local de cerejas – ou vinho.

Muitas pessoas só conhecem a fondue de chocolate, muito popular no mundo inteiro. Na verdade, o prato começou a se destacar na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, de Nova York, passou a servi-lo. Além disso foi Conrad Egli que criou a fondue de chocolate, para servir de sobremesa.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Salada de Feijão Fradinho

 Imagem relacionada
Ingredientes:

1 1/2 xícara (chá) de feijão fradinho cru
1 litro de água
1/2 pimentão vermelho picado
1/2 pimentão amarelo picado
1/2 pimentão verde picado
1/2 cebola roxa picada
1/2 cenoura ralada
1 tomate picado sem sementes
Suco de 1 limão

1 dente de alho picado ou espremido
Azeite de oliva
Sal e pimenta a gosto
Tempero verde a gosto(Salsinha, cebolinha, etc)

Modo de Preparo: 


1. Em uma panela de pressão, cozinhe em fogo alto por 20 minutos o feijão branco na água.
2. Desligue o fogo e espere a pressão sair antes de abrir a panela. Pegue um grão e tente amassar. Se conseguir facilmente, é porque o feijão está cozido. Se não, deixe cozinhar mais um pouco. Escorra a água e reserve.
3. Em uma tigela, misture os pimentões à cebola, cenoura, tomate, alho, suco de limão e ao tempero verde.
4. Acrescente o feijão e misture bem, regando com azeite de oliva.
5. Corrija o tempero com sal e pimenta e sirva com folhas verdes. É possível também temperar com gengibre, hortelã ou coentro.

Fica uma delícia!  
 

Sobre o FEIJÃO FRADINHO


Conhecido também como feijão-de-corda, feijão-maçácar e feijão-caupi, entre outros nomes, o feijão-fradinho tem um grão arredondado, de cor clara. Durante o cozimento, não forma caldo e adquire um sabor levemente adocicado. Compõe deliciosos pratos típicos nordestinos e é comumente usado em saladas como entrada.
 

E não é só isso: o feijão-fradinho é rico em ferro, zinco, potássio, manganês e fibras. É também apontado como um grande aliado no combate aos altos níveis de colesterol no sangue, que podem prejudicar a saúde do coração.

Meia xícara de feijão fradinho tem apenas 100 calorias e 1 grama de gordura, tornando-o uma escolha perfeita também para dietas.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Terrine de Mascarpone, Gorgonzola, Damasco, Nozes e Pitaches

Ingredientes:
100 g de damasco
35 ml de mel
50 g de nozes
50 g de pistache
450 g de queijo gorgonzola
390 g de queijo mascarpone
 

Modo de Preparo:
Untar uma forma de bolo inglês (terrine) e forrar com filme plástico, deixando sobra para cobrir a forma depois (esse processo facilitará quando for desenformar).
Amassar o gorgonzola e forrar o fundo e os lados da forma, apertando com as mãos.
Picar grosseiramente as nozes, pistaches e damascos.
Misturar o queijo mascarpone com o damasco, nozes, mel, pistache e colocar essa mistura na forma, por cima do gorgonzola.
Cobrir com uma camada do gorgonzola amassado.
Por fim, cobrir toda a forma com as pontas do filme plástico que sobraram.
Levar para a geladeira, melhor se for por de 12 a 24 hs antes de servir.
Desenformar em um prato retangular e decorar como desejar.

Por que Terrine?

Terrina ou terrine é o nome em francês dado a uma vasilha funda, com tampa, refratária e geralmente de cerâmica. Os pratos preparados nessa vasilha levam o mesmo nome.

Confunde-se Terrine com patê pelo fato de que um dos clássicos preparados com o foie gras (fígado de ganso) é preparado na terrine, são os fígados temperados com sal, pimenta-do-reino, enriquecida com fatias de trufas negras, regados com vinho Sauternes ou vinho do porto. Os fígados são apertados na terrine e cozidos em banho-maria. Depois de frio pode-se retirar da terrine e fatiar, e a consistência fica parecida com a de um patê.

Na verdade, a terrine não é uma evolução do patê e sim uma forma de preparar. Terrine é a forma em que o patê é assado, pode-se preparar terrine de quaisquer ingredientes não resultando necessariamente em um patê. Pode-se, por exemplo, preparar uma Terrine de legumes e não será um patê. Os dois são muito deliciosos.

Os patês clássicos, esses sim, podem ser assados envoltos em massa, chamados então de patê em croûte, ou então em formas do tipo bolo inglês, chamados de patê en terrine.

Harmonização e trilha sonora ideal: Já que o prato tem o pé na França, a sugestão de vinho é um bom Chablis e a de música fica por conta da doce voz da Carla Bruni.

Ouçam enquanto cozinham! É pura inspiração:


https://youtu.be/hR_O0vzQj4k 



quarta-feira, 28 de junho de 2017

Crostini(ou Bruschetta) de Cogumelo e Mascarpone

 Chamar de Crostino(singular de crostini) ou Bruschetta vai depender do pão utilizado. 
Seja como for, essa receita fica maravilhosa!

Ingredientes:
2 cebolas
3 dentes de alho
450g de cogumelos(paris/funghi/shimeji ou de sua preferência)

2 colheres de sopa de manteiga
100ml de vinho branco seco
Dill ou salsinha picados
4 colheres de sopa de queijo mascarpone(ou cream cheese)
12 fatias de pão italiano ou ciabatta
Parmesão ralado para decorar
Sal e pimenta-do-reino a gosto


Modo de Preparo:
Corte as cebolas e esmague 2 dentes de alho. Depois, corte os cogumelos em fatias ou tiras(ou como preferir)Aqueça a manteiga(ou azeite de loiva) em uma frigideira grande e salteie as cebolas e o alho até ficarem macios. Acrescente os cogumelos e salteie por  em fogo forte até ficarem dourados;
Adicione o vinho e reduza. Incorpore depois o queijo mascarpone e o dill ou salsinha. A seguir, tempere a gosto e retire do fogo;
Depois, torre as fatias de ciabatta e abra ao meio o último dente de alho. Esfregue as metades do alho em um dos lados de cada torrada. Cubra o pão com a mistura de cogumelos e decore com um pouco de parmesão ralado.

Sirva imediatamente e bom apetite!


BRUSCHETTA


A bruschetta é uma espécie de sanduíche aberto, de onde, provavelmente, se originou a idéia da torrada com queijo. Normalmente, é feita com pão sourdough, um pão de massa fermentada com levedura natural, de cor cinza-escura, com mais água que o habitual. O pão tem uma casca grossa e crocante e, por isso, retém mais umidade, podendo ser usado até uma semana depois de feito. 

O pão fica melhor em fatias de 1 cm de espessura e torrado em uma grelha, ou mesmo em uma tostadeira de pão doméstica. Depois de tostar as fatias, é preciso esfregá-las levemente duas vezes com um dente de alho, em seguida regá-las com um bom azeite de oliva e povilhar sal e pimenta-do-reino. A cobertura pode ir da mais simples à mais luxuosa, de ervas picadas e um tomate esmagado com manjericão até vegetais marinados, belos queijos ou uma deliciosa carne de carangueijo desfiada. Enfim, o que você preferir. Só há uma regra a seguir: seja qual for a cobertura da bruschetta, ela tem de ser feita com ingredientes frescos, cozidos com cuidado e amor.


CROSTINI

  Os crostini são feitos com pão branco em vez do pão com fermento natural. Na Itália, eles simplesmente tostam uma fatia de ciabatta de 1 cm de espessura, esfregam-na com um dente de alho cortado, regam com um pouco de azeite de oliva e temperam com sal e pimenta-do-reino. Os crostini podem ser ótimos aperitivos com drinques, especialmente se você vai oferecer diferentes coberturas.

Creme de Paçoca no Copinho

Uma sobremesa prática e rápida. Perfeita para Festas Juninas ou outras datas. 
Impossível não adorar!
 

Ingredientes: 

 
1 lata de leite condensado
150 ml de leite
3 colheres de sopa de amido de milho
½ colher de chá de essência de baunilha
1 lata de creme de leite sem soro
5 paçocas
2 paçocas esfareladas para enfeitar
 

Modo de Preparo:

Numa panela coloque o leite condensado, o leite, o amido de milho e a essência de baunilha e leve ao fogo médio até engrossar. Retire do fogo e transfira o creme para uma batedeira e bata. Com a batedeira ainda ligada adicione o creme de leite, as 5 paçocas e bata bem até formar um creme homogêneo. Desligue a batedeira, coloque o creme em copinhos ou taças e leve para gelar. Sirva com a paçoca esfarelada.


Sobre a Paçoca

O nome “paçoca” vem do termo indígena PA-SOKA, que quer dizer “esmagar com as mãos”, referindo-se ao modo antigo de preparo, onde a carne e a farinha eram socadas em um pilão.
É tradicionalmente preparada no Brasil para consumo nas festividades da Semana Santa e Festas Juninas. O preparo da paçoca para a Semana Santa, vai além da culinária em si, é um ritual cristão de valorização do amor e da harmonia em família onde se prestigia o altruísmo. Há também as paçocas industrializadas que são vendidas e consumidas o ano inteiro. Entre estas, existem as chamadas paçoquinhas de amendoim tipo rolha, que são vendidas com a forma cilíndrica das rolhas e com uma cor que também se assemelha de certa forma à destas.
Em São Paulo e em Minas Gerais, festas anuais acontecem para celebrar o doce.

Choconhaque e Chocolate Quente

 2 Receitas diferentes, mas muito saborosas, perfeitas para aquecer os dias frios de inverno e incrementar as opções de bebidas nas festas Juninas.


Choconhaque Quente

Ingredientes:
2/3 xícara de chá de conhaque ou brandy
4 colheres de sopa de chocolate em pó (de preferência sem açúcar)
1 litro de leite bem quente
Canela em pau a gosto
Pitadas de noz-moscada ou canela
1 colher de café de cravo

1 xícara de açúcar mascavo(experimente e coloque menos ou mais, a gosto.
 

Modo de fazer:
Adicione o açúcar, o cravo, o leite, o chocolate e o brandy em uma panela no fogo e misture bem. Leve ao fogo e quando estiver homogêneo retire do fogo e sirva nas canecas. Polvilhe uma pitada de noz-moscada ou canela e coloque um palito de canela ao lado para ser usado como mexedor.


Chocolate Quente

Ingredientes:
5 xícaras de leite
2 colheres de sopa de ovomaltine (opcional, mas dá um toque maravilhoso)
2 colheres de sopa de amido de milho
3 colheres de açúcar de confeiteiro
4 colheres de cacau em pó sem açúcar
100g chocolate meio amargo
1 pitada de canela

Modo de Preparo:

Leve o leite para esquentar em uma panela.

Enquanto isso misture todos os ingredientes e pique o chocolate.

Quando o leite começar a borbulhar adicione os ingredientes misturados e mexa ate encorpar.

 A Origem do Chocolate Quente

Em 1500 A.C., a civilização de Olmeca (habitavam as terras baixas do Golfo) já havia encontrado e aproveitado o fruto da cacaueiro e foi encontrado evidências alguns anos após, pelos Maias, Aztecas e Toltecas que consideravam o cacau como o alimento dos deuses sendo usado o chocolate como uma bebida que acrescida de algum condimento e era degustada pelos sacerdotes em rituais religiosos.

Na Europa, o cacau foi espalhado por Hernando Cortez, já que o descobriu em suas conquistas no México, mas só foi difundido, valorizado e plantado pelos espanhóis quando o cacau passou a ser utilizado como moeda de troca com os povos mexicanos, e em 1528, Hernando trouxe também os apetrechos necessários para produzir uma bebida mais agradável ao paladar agregando o açúcar e outros adoçantes a bebida, para ser possível hoje em dia, a consumirmos em larga escala por todos nós, como o chocolate em tabletes.


Ao longo dos anos, o chocolate se expandiu pela Europa foi ganhando popularidade com as misturas e produtos agregados, tais como o leite, o vinho, especiarias, açucares e cerveja. Foi criada, pelos Ingleses, uma máquina a vapor para esmagar os grãos de cacau e com isso, permitiu a fabricação do chocolate em larga escala. Mas somente com a revolução do chocolate nas mãos dos Holandeses, que desenvolveram uma prensa hidráulica para extrair e separar a torta ou massa de cacau e de outro lado a manteiga de cacau. Assim foi difundida também os achocolatados e juntamente com a manteiga de cacau, fez o desenvolvimento dos primeiros tabletes de chocolate.
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