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quinta-feira, 23 de julho de 2015

A Maionese mais perfeita, fácil, rápida e gostosa do mundo!


Gente, quem nunca teve seus contartempos ao fazer o molho de maionese? Duvido que haja ser cozinheiro neste mundo que nunca tenha deixado desandar uma maionese. 
Pois eu garanto: esses dias terminaram!!! 
Essa receita que compartilho aqui é da Rita Lobo e MUDOU MINHA VIDA. 
Agora, falou em maionese, dou risada, relaxo e faço sem erro a best maionese do mundo! 
Rita Lobo, amo você! ;)

PARA A MAIONESE CLÁSSICA/BASE:
Ingredientes:
2 gemas de ovo
1 colher (sopa) de vinagre ou caldo de limão
1 colher (sopa) de mostarda de Dijon
200 ml de óleo

Modo de Preparo:
No copo do mixer junte as gemas, a mostarda, o vinagre e o óleo. Pressione o mixer contra o fundo do copo e bata por 10 segundos, sem mexer. Quando a maionese começar a se formar, levante o mixer para uma das laterais, sem parar de bater, e repita para o outro lado. Em 15 segundos, a maionese fica pronta!
FUNCIONA PERFEITAMENTE, JUROOO!


* essa receita pode ser temperada com um sachet de temero em pó, ou sal e pimenta-do reino a gosto.
Abaixo algumas variantes para temperar e incrementar sua maionese.

PARA A MAIONESE VERDE
Ingredientes
1/4 xícara (chá) de salsinha fresca

Modo de Preparo
Lave, seque e coloque a salsinha no copo do mixer com a maionese da receita base. Bata bem, verifique o sabor e tempere com o sal.


PARA A MAIONESE DE ALHO:
Ingredientes
2 dentes de alho espremidos

Modo de Preparo
Coloque o alho espremido no mixer com a maionese da receita base. Bata bem, verifique o sabor e tempere com o sal e pimenta-do-reino a gosto.

PARA A MAIONESE COM AZEITONA
Ingredientes
4 azeitonas sem caroço

Modo de Preparo
Pique fino na tábua e misture à maionese preparada ou bata no mixer.

PARA O MOLHO TÁRTARO
Ingredientes
1 colher (sopa) de pepino em conserva picado fino
1 colher (sopa) de alcaparras
1/2 talo de cebolinha

Modo de Preparo
Em água corrente, lave as alcaparras e o pepino para tirar o excesso de sal. Pique fino todos os ingredientes e junte à maionese preparada. Se preferir, bata no mixer.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Gazpacho do Ferran Adrià

Dia desses, num almoço de aniversário de uma Tia muito querida, provei um Gazpacho na entrada que estava divino. Percebi que era uma receita "um pouco" diferente, tinha algo especial, algum pitaco que eu desconhecia. Soube depois que era uma receita do Ferran Adrià que foi testada, aprovada e divulgada pela equipe do Paladar.
 

É uma das receitas do livro The Family Meal, de Ferran Adrià. Não é um livro sobre comida caseira.
É a recolha das receitas dos menus servidos aos 75 membros da equipa do El Bulli - chefs incluídos - durante os seis meses anuais de abertura ao público. 

"As pessoas espantam-se frequentemente quando sabem que comemos comida vulgar", diz-se no prólogo, contrariando a ideia de que o staff comeria o mesmo tipo de elaboradas criações que fizeram a justa fama do restaurante. Obviamente impossível, se considerarmos o tempo de preparação necessário, o tempo de degustação e os custos associados.
"Nós acreditamos que quem come bem, cozinha bem". Onde se poderá esperar comer bem se não no que foi considerado vezes suficientes o melhor restaurante do mundo? 
A "refeição da família", assim a denominam. Família porque se consideram uma família. Da família corporativa à família de cada leitor foi um passo lógico e assim surgiu este livro, direccionado a todos, experientes ou menos experientes. 

Então vamos a uma das receitas clássicas do livro e da gastronomia espanhola:



Gazpacho do Ferran Adrià
   
Ponha um pouco de água numa panela e 3 dentes de alho descascados. Quando ferver, tire o alho e jogue-o numa tigela com água e gelo. Repita duas vezes o procedimento e leve ao liquidificador.

Descasque e pique 2 cebolas, 60g de pepino, 60g de pimentão, 1 kg de tomates e junte ao alho no liquidificador. Adicione 60g de pão sem casca, 1/2 xícara de água, 1/2 xícara de azeite, 2 colheres (sopa) de vinagre de Jerez, 1 colher (sopa) de maionese e bata.

Peneire e leve à geladeira por duas horas. Antes de servir, corte em cubos 240g de pão branco sem casca e frite em duas xícaras de azeite. Escorra e ponha sobre o gazpacho.


Origem do GAZPACHO

Gaspacho tem origem no castelhano gazpacho e designa uma sopa fria com base em vegetais, confeccionada no Sul da Península Ibérica, nomeadamente na Estremadura e Andaluzia no País vizinho, no Alentejo e Algarve em Portugal, ainda que o seja também no México e outros países da América Central por influência espanhola.
O gazpacho é uma sopa fria muito tradicional na Espanha. Símbolo da culinária andaluzia acredita-se que esse prato teve origem entre as famílias mais humildes. Com sobras de pães, azeite de oliva, vinagre e alguns legumes e hortaliças sempre frescos, os espanhóis menos favorecidos preparavam esta sopa.
sobre gaspachos temos a grande referência internacional que é o espanhol. A Andaluzia reclama para a sua região a autoria desta receita e que, alguns autores, encontram origem nos árabes que aí estiveram estabelecidos. Gaspacho quererá dizer “pão demolhado”. Curiosamente Mikel Corcuera atribui este nome de gaspacho a uma designação portuguesa caspacho (?), palavra proveniente da ocupação pré-romana, caspa, que significava “pequeno fragmento”. O mesmo autor sugere o século XVII como o período da primeira referência a gaspacho. Quanto à sua origem árabe terá que se reflectir bem pois os árabes abandonaram esta região antes que o tomate e os pimentos, hoje fundamentais, chegassem das “Américas”. Os sevilhanos dizem que o gaspacho é seu. Muitos espanhóis sugerem que o gaspacho teve origem no “Ajoblanco”, sopa fria com alhos pisados com amêndoas, migas de pão, azeite, vinagre e termina-se juntando água gelada. Ainda se podem juntar uvas de preferência casta moscatel. Para além desta variante podemos encontrar muitas variedades de gaspachos andaluzes com a particularidade de apenas variar pequenos detalhes. Claro que o que hoje em dia encontramos é um creme espesso e frio. Possivelmente os primeiros gaspachos eram feitos com a mistura dos produtos e sempre mais pão. Mas o gaspacho espanhol / andaluz ultrapassou fronteiras e encontramos a designação gaspacho para identificar uma técnica de confecção de sopas frias. É o caso do famoso Gaspacho de Lavagante do restaurante do Parc dês Eaux-Vives, de Genève.


Momentinho cult na cozinha...

Já que o assunto é Gazpacho, impossível não mencionar o filme "Mujeres al borde de un ataque de nervios", em português "Mulheres à beira de um ataque de nervos", é um filme espanhol de 1988, do gênero comédia, dirigido pelo célebre Pedro Almodóvar.




 

O Gazpacho é personagem decisivo no excepcional “Mulheres a Beira de um Ataque de Nervos” de Pedro Almodovar.

No filme, o seu preparo é feito com close nos ingredientes pela protagonista Pepa (Carmen Maura) que corta com uma faca grande de cozinha o tomate, os pimentões, o pepino e os demais ingredientes, batendo tudo no liquidificador com comprimidos para dormir, com os quais pretendia impedir que seu ex-amante viajasse com outra mulher.
Quando seu apartamento é invadido pela ex-mulher de seu amante saída de uma clínica psiquiátrica e armada com um revólver , por uma amiga fugindo da polícia por ter se envolvido com terroristas xiitas , por um casal que procurava apartamento para comprar (onde o rapaz, Antõnio Banderas era filho de seu amante) , pelo funcionário da telefônica que tinha ido consertar o telefone que havia sido arrancado e finalmente pela polícia que investigava uma denúncia sobre os terroristas que viera do telefone deste apartamento , Pepa não tem vacila: oferece “Gazpacho para todos!”.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Casquinhas de Camarão e Farofa de Dendê

De apresentação fantástica, saborosas e brasileiríssimas essas casquinhas! Receita bárbara da Chef Ana Luiza Trajano. Uma ideia bacana para dar um toque especial no seu jantar de Natal e nas festas de fim de ano.
Impossível não amar e não compartilhar!


Entrada do Brasil a Gosto: Casquinha de camarão com farofa de dendê
Ingredientes:
Creme de camarão:
- 700 g de camarão-rosa pequeno sem casca
- 150 ml de azeite de dendê
- 80 g de cebola
- 3 dentes de alho
- 80 g de tomate sem pele batido
- 80 ml de creme de leite fresco
- 1 folha de louro
- 1 ramo de tomilho
- 3 pimentas dedo-de-moça
- Sal e pimenta-do-reino
- 200 g de cebolinha verde para decorar

Farofa de dendê:
- 120 ml de azeite de dendê
- 75 g de cebola
- 2 dentes de alho
- 500 g de farinha de mandioca
- Sal e pimenta-do-reino

Casquinha:
- 1 pacote de massa filo de 300 g
- 250 g de manteiga sem sal, em temperatura ambiente

Modo de preparo:
Creme: corte o camarão em pedaços pequenos e refogue no azeite de dendê com a cebola e o alho picados. Espere soltar água. Em seguida, junte o tomate. Em outra panela, ferva o creme de leite com o louro, o tomilho e a pimenta dedo-de-moça (reserve um pouco para finalizar). Depois que a mistura de creme de leite ferver, junte o camarão e tempere com sal e pimenta. Mantenha no fogo até o creme ficar encorpado. Por fim, adicione a pimenta dedo-de-moça reservada, bem picada, e, se necessário, mais sal e pimenta-do-reino.

Farofa: numa panela quente, coloque o azeite de dendê, refogue a cebola e o alho picados, depois junte a farinha. Mantenha no fogo até a farinha ficar crocante e tempere com sal e pimenta. Reserve.

Casquinha: abra 1 folha da massa, pincele com manteiga e, por cima, coloque outra camada de massa. Com um aro de 8 cm, corte a massa e forre com ela as forminhas de empada (15 unidades). Refaça o processo mais duas vezes. Asse a 180ºC por 2 minutos ou até ficarem crocantes.

Dica da Janita: Outra opção é comprar as casquinhas prontas, aquelas em forma de "panelinhas, barquetes, tarteletes...Existem até as promtas, de massa filo mesmo!
Fica ainda mais fácil e gostoso também! ;)

Montagem: esquente o creme de camarão, recheie as casquinhas com ele e cubra com a farofa de dendê. Decore com cebolinha picada.

Rendimento: 45 unidades.

Harmonização: Vinho Chardonnay. Sugestão: Luigi Bosca Reserva Chardonnay.


Abrindo um espacinho para o maravilhoso DENDÊ
O dendezeiro (Elaeais guineensis Jaquim) é uma palmeira originária da costa oriental da África (Golfo da Guiné), sendo encontrada em povoamentos subespontâneos desde o Senegal até Angola. .
O óleo originário desta palmeira, o azeite de dendê, consumido há mais de 5.000 anos, foi introduzido no continente americano a partir do século XV, coincidindo com o início do tráfico de escravos entre a África e o Brasil.
No contexto atual o azeite de dendê é o óleo mais produzido e consumido no mundo, representado 27% de 140 milhões de toneladas de óleos e gorduras produzidas em 2005 e 27% do consumo mundial de 138,4 milhões de toneladas de óleos e gorduras em 2005.
O azeite de dendê contém proporções iguais de ácidos graxos saturados (palmítico 44% e esteárico 5%) e não saturados (oléico 40% e linoléico 10%). É uma forte natural de vitamina E, tecoferois e tecotrienois, que atuam como antioxidantes. É rico também em betacaroteno, fonte importante de vitamina A.
Segundo um historiador português, o óleo de dendê tem o cheiro das violetas, o sabor do azeite de oliva e tinge os alimentos com a cor do açafrão, sendo portanto mais atrativo. ;)

Sabe o que é massa filo?
 
A massa filo ou phyllo (do grego φύλλο, fýllo: "folha") é uma variedade de massa cuja espessura e aplicação variam, podendo ser fina como uma folha de papel (para o preparo de um tipo de massa folhada ou chegar a vários milímetros, quando usada para o preparo do pão em forma de folhas dobráveis, característico da Turquia e de vários países do Mediterrâneo e do Oriente Médio.

Uma antiga forma de massa filo parece ter existido entre os povos turcos da Ásia Central. 
No século XI, o Diwan Lughat al-Turk, um dicionário de dialetos turcos de Mahmud Kashdari registrava um tipo de pão pregueado ou dobrado como um dos significados da palavra yuvgha, que está relacionada com a palavra turca yufka, que designa tanto a massa quanto o pão. A prática de estirar a massa crua até obter folhas finas como papel, laminadas, é um desenvolvimento posterior, provavelmente acontecido nas cozinhas do palácio Topkap.

A massa filo caracteriza-se pelo tempo de cozimento muito reduzido, podendo ser assada ou frita, sendo usada como base dos mais variados pratos, tanto doces como salgados. 


Há diferença entre massa filo e massa folhada?
Sim!!! O nome diz tudo. Phyllo vem do grego e significa folha. No Brasil, porém, esta massa finíssima como papel também é conhecida como fillo, filo ou massa laminada folhada. Feita à base de farinha, água, sal e gordura, é aberta com rolo até ficar quase transparente. Acredita-se que foi criada na Pérsia, atual Irã, ou na Turquia ou no Egito, há cerca de 2 mil anos. Ainda hoje é muito presente na cozinha grega e na de todos os países do Oriente Médio. No entanto, não podemos confundi-la com a massa folhada, que é muito utilizada na França para fazer croissants e vários doces e salgados. A massa filó é muito utilizada em deliciosas sobremesas como a Baklava, Burma, Ataif e muitos outros doces árabes. Ela também é incluída no famoso Güllaç, uma sobremesa turca, consumida principalmente no mês sagrado do Ramadan, onde camadas de nozes e água de rosas são colocadas uma a uma no leite morno.

 
A massa folhada é uma massa leve, não fermentada, feita em várias camadas com copiosa adição de margarina, manteiga ou gordura vegetal, usada em doces e salgados.
É muito usada hoje em dia para fazer as famosas receitas como o: Beef Wellington, Apfelstrudel, Camembert em crosta, croissants, tortas e muitas outras delicias.
No Ocidente, seu uso teria sido desenvolvido na Roma, em 1635, pelo francês Claude Gellée.
Existem muitas teorias sobre a origem da massa folhada: a mais famosa delas é que foi uma criação do pintor Claude Gellée, no século XVII, que também era amante de gastronomia e pode ter sido criada acidentalmente. Outros especialistas em culinária garantem que ela é mais antiga e surgiu no século XIV. Há, ainda, a teoria de que essa delícia já era dominada pelos egípcios antes mesmo da Idade Média... Mas o que importa mesmo é que ela existe e com ela foram criadas incontáveis receitas divinas e delicadas.
No Brasil, a massa leve composta de finíssimas folhas é denominada massa folhada e está presente no preparo de doces e salgados.
Sendo a melhor sempre feita com 100% de manteiga.

Fontes da pesquisa: Wikipedia e Heaven's Kitchen.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Homus de Pimentão Defumado

Essa receita da Nigella fica bárbara! Fiz algumas pequenas adaptações apenas. Vocês não têm noção do sabor! É uma das mais pedidas em nossa casa atualmente. Perfeita para servir num happy hour, brunch, acompanhado de torradinhas e pimentões vermelhos em tiras, como aperitivo.
Compartilho aqui a receita.


Ingredientes:
2(180 g cada) caixinhas de grão-de-bico cozido escorrido
1 vidro de pimentão vermelho defumado(escorra um pouco o óleo da conserva)
1 pote de cream cheese(ou mais, se quiser mais cremoso)
200g de ricota fresca
2 dentes de alho
sal e páprica picante a gosto


Modo de Preparo: Bata tudo no liquidificador. E está pronto!


Sirva com torradinhas e com tiras de pimentão vermelho cru. Fica ótimo!


Essa receita rende bastante, vai servir tranquilamente umas 10 pessoas. Então, se quiser preparar menos, reduza a quantidade à metade.

Harmonização: sugiro espumante/champagne brut rosé.

Origem e curiosidades sobre o HOMUS

Homus (hommos, ou ainda homus tahine, em árabe حُمُّص) é uma pasta feita com pasta de grão-de-bico e tahine (pasta de gergelim) É um prato típico dos países árabes do Oriente Médio.
Em árabe "homus" significa simplesmente grão-de-bico.

A primeira menção ao prato foi feita por Platão e Sócrates em 400 a.C, quando enalteciam as qualidades do grão de bico para a saúde. Porém, acredita-se que os egípcios apenas misturavam o grão com vinagre, formando uma pasta, que pode ter sido o princípio do que conhecemos hoje como homus.
Outra versão do surgimento do homus afirma que a iguaria foi uma criação do sultão Saladin, que era líder dos muçulmanos nas últimas cruzadas contra os cristãos. Essa lenda afirma que a receita original do sultão é guardada até hoje com seus descendentes e que o homus que conhecemos é apenas uma imitação do que seria de fato a receita do governante.
Apesar de a data de origem do homus ser incerta, o local de surgimento do prato é o Oriente Médio, e lá também existem polêmicas acerca da receita. Vários países da região reivindicam a autoria do homus. Israel e Líbano são os países que levam a disputa mais a sério.
Mas essa briga também tem seus momentos divertidos e os dois países travaram uma “guerra” pelo título do maior homus já produzido na terra. A batalha foi vencida pelos libaneses, que concluíram um prato de patê de grão-de-bico de mais de 10 toneladas! Com esse feito, o Líbano entrou para o Guinness Book e deixou Israel comendo poeira.

Brincadeiras à parte, o homus é tão apreciado que existem restaurantes que são especializados em servir apenas o prato e até competições para premiar a melhor receita da iguaria.

Fontes: Wikipedia e La Violetera.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Patê de Ervilha com Queijo

Receita super versátil e saborosa de MarK Bittman, colunista do NY Times.





Ingredientes:

3 copos americanos de ervilha cozida

3 colheres (sopa) de hortelã ( é possível substituir a hortelã por salsinha, manjericão ou qualquer outra erva.)

Meia colher (chá) de alho 

Meio copo americano de parmesão

Um pitada de sal

2 colheres (sopa) de azeite de oliva

1 colher (sopa) do líquido usado no cozimento das ervilhas

3 colheres (sopa) de pinoles tostados



Modo de Preparo:
Coloque os 3 copos de ervilha no processador, mas guarde um pouco para a guarnição.

Acrescente 3 colheres (sopa) de hortelã, meia colher (chá) de alho, meio copo americano de parmesão, uma pitada de sal, 2 colheres (sopa) de azeite e 1 colher (sopa) do líquido usado no cozimento das ervilhas.

Bata tudo até obter uma consistência de purê.

Depois, acrescente 3 colheres (sopa) de piñoles tostadose triture mais um pouco.

Para os pinoles não ficaram esmagados, basta "pulsar" o processador algumas vezes.



Dicas da Janita: Se quiser mais "cremoso", acrescente um pouco de cream cheese. na falta de pinoli, já usei as sementinhas de girassol(aquelas torradas e salgadinhas que existem no 
mercado) e ficou ótimo!


Sirva com cenoura palito, pães, torradas, biscoitos salgados, com saladas...ou até mesmo sobre filés de frango, peixe, carne...Hummm, fica bom com tudo!
 
E bom apetite!


Pinoles

Os pinoli (em italiano) são os pinhões do Pinus pinea também conhecido como pinheiro manso. Esta árvore é uma pinácea proveniente do Velho Mundo e as suas sementes, pinoles, são utilizadas no consumo humano desde a pré-história e é por isso que não se conhece a sua origem exata estimando-se, contudo, que seja ao sul da Península Ibérica.
A Espanha é o maior produtor de pinoles do mundo. Em muitas regiões o cultivo e a colheita continuam a ser manuais o que explica o elevado preço. O seu custo tem servido de incentivo para o aumento da área cultivada na Europa e aqui no Brasil tem gerado grande interesse por parte de quem acredita que os pode cultivar em locais de clima e solo semelhantes aos da região de origem.
Os pinoles possuem proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, sais minerais (cálcio, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio, sódio e zinco) e vitaminas (A, B, C e E). Os pinoles ajudam ao funcionamento do coração, do sistema nervoso e ao metabolismo dos carboidratos. Quem estiver com problemas gastrointestinais deve manter-se afastado até que os sintomas passem. 100 g de pinoles possuem 560-570 calorias.

Os pinoles são utilizados em várias culinárias. Em Portugal e Espanha são utilizados como snacks e em doces. Na Itália, em risotos, molhos (fundamental no pesto), massas, recheios para omeletes e bolos. No Líbano, em massas, esfirras, legumes no forno, arroz, sorvetes, bolos, doces e tortas. No Brasil, o seu uso encontra-se difundido em áreas de colonização italiana e/ou libanesa. Em uma palavra, os pinoles são adequados para todo tipo de paladares e, mais uma vez, a imaginação é o limite. Tenho que confessar, os pinoles são uma das minhas nozes favoritas e descobri que, por mais pequenos que sejam, conseguem transformar aquele prato especial em um prato mágico e inesquecível!


Podemos encontrá-lo em lojas de produtos árabes e em empórios, principalmente nas grandes cidades. 
Tenha cuidado na hora da compra, pois como os pinoles possuem muito óleo ficam rançosos rapidamente. O melhor é ver a data de validade e escolher aqueles com coloração clara, firmes e suave odor a pinho.

Livros de Mark Bittman para você se inspirar

 
How to Cook Everything (1998)
Editora: Wiley (R$ 57,14, na Livraria Cultura)
É a Magna Carta d’O Minimalista: reúne técnicas e 2 mil receitas que seguem o lema do “simples, fácil e rápido”. Em 2007, Bittman lançou o filhote vegetariano do How to Cook Everything.


Food Matters (2009)
Editora: Simon & Schuster (US$ 9,84, na Amazon)
Manual prático de como ações responsáveis na cozinha resultam numa alimentação saudável, barata e boa. Com 75 receitas, faz dobradinha com Em Defesa da Comida (Michael Pollan).





Fish (1999)
Editora: John Wiley & Sons (R$ 60,90, na Saraiva)
Primeiro livro de Bittman (a versão original é de 1992), escrito quando ele ainda era editor executivo da Cook’s Illustrated. Faz um A-Z dos peixes encontrados nos EUA, além de propor mais de 500 



TUDO E MAIS UM POUCO VOL.2
Em 'Tudo e mais um pouco - Volume 2', Mark Bittman reuniu suas receitas favoritas do dia a dia com inúmeras variações para cada prato. Um guia que traz desde como escolher e comprar os ingredientes até a melhor maneira de congelar ou armazenar o prato pronto para que ele se mantenha perfeito pelo maior tempo possível.

TUDO E MAIS UM POUCO VOL.1
Tudo e mais um pouco: da escolha dos ingredientes às técnicas culinárias é a versão brasileira do conceituado How to cook everything.


Saiba mais sobre Mark Bittman em seu site oficial: http://markbittman.com/
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