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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Terrine de Mascarpone, Gorgonzola, Damasco, Nozes e Pitaches

Ingredientes:
100 g de damasco
35 ml de mel
50 g de nozes
50 g de pistache
450 g de queijo gorgonzola
390 g de queijo mascarpone
 

Modo de Preparo:
Untar uma forma de bolo inglês (terrine) e forrar com filme plástico, deixando sobra para cobrir a forma depois (esse processo facilitará quando for desenformar).
Amassar o gorgonzola e forrar o fundo e os lados da forma, apertando com as mãos.
Picar grosseiramente as nozes, pistaches e damascos.
Misturar o queijo mascarpone com o damasco, nozes, mel, pistache e colocar essa mistura na forma, por cima do gorgonzola.
Cobrir com uma camada do gorgonzola amassado.
Por fim, cobrir toda a forma com as pontas do filme plástico que sobraram.
Levar para a geladeira, melhor se for por de 12 a 24 hs antes de servir.
Desenformar em um prato retangular e decorar como desejar.

Por que Terrine?

Terrina ou terrine é o nome em francês dado a uma vasilha funda, com tampa, refratária e geralmente de cerâmica. Os pratos preparados nessa vasilha levam o mesmo nome.

Confunde-se Terrine com patê pelo fato de que um dos clássicos preparados com o foie gras (fígado de ganso) é preparado na terrine, são os fígados temperados com sal, pimenta-do-reino, enriquecida com fatias de trufas negras, regados com vinho Sauternes ou vinho do porto. Os fígados são apertados na terrine e cozidos em banho-maria. Depois de frio pode-se retirar da terrine e fatiar, e a consistência fica parecida com a de um patê.

Na verdade, a terrine não é uma evolução do patê e sim uma forma de preparar. Terrine é a forma em que o patê é assado, pode-se preparar terrine de quaisquer ingredientes não resultando necessariamente em um patê. Pode-se, por exemplo, preparar uma Terrine de legumes e não será um patê. Os dois são muito deliciosos.

Os patês clássicos, esses sim, podem ser assados envoltos em massa, chamados então de patê em croûte, ou então em formas do tipo bolo inglês, chamados de patê en terrine.

Harmonização e trilha sonora ideal: Já que o prato tem o pé na França, a sugestão de vinho é um bom Chablis e a de música fica por conta da doce voz da Carla Bruni.

Ouçam enquanto cozinham! É pura inspiração:


https://youtu.be/hR_O0vzQj4k 



segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Risotto de damasco, queijo meia-cura e limão

Mais uma da série das prometidas receitas do livro "Pitadas da Rita". Risotto com uma combinação inusitada, mas super saborosa e harmoniosa. Vale provar!

Ingredientes:

1 xícara (chá) de arroz arbóreo
3 xícaras (chá) de caldo de legumes caseiro
1 colher (sopa) de azeite
1 cebola pequena picada fino
1/4 de xícara (chá) de vinho branco
1 xícara (chá) de queijo meia-cura em cubinhos
raspas e caldo de 1 limão
1/2 xícara (chá) de damasco seco cortado em cubinhos
sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Modo de Preparo:

1. Leve o caldo ao fogo médio e, quando ferver, reduza para baixo.

2. Enquanto o caldo esquenta, leve uma panela ao fogo médio, regue com o azeite e junte a cebola picada. Tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto. Misture bem por 3 minutos, até a cebola murchar e ficar transparente.

3. Junte o arroz, tempere com mais sal e pimenta-do-reino e misture bem por 1 minuto.

4. Aumente o fogo para alto, regue com o vinho branco e mexa até secar.

5. Adicione uma concha do caldo de legumes e mexa bem até secar. Coloque outra concha e repita o procedimento até restar uma concha de caldo.

6. Junte a última concha de caldo, o damasco e o queijo meia-cura. Misture bem sem deixar secar completamente: o risoto deve ficar úmido, com o grão cozido, mas ainda durinho no meio, al dente.

7. Adicione as raspas e o caldo do limão e misture bem. Verifique o sabor e, se precisar, tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto. Se quiser, regue com mais um fio de azeite e sirva imediatamente.

* A receita serve duas pessoas.

Harmonização: De Martino Gallardia, um rosé chileno, do Vale de Itata, feito com a uva Cinsault.

As "nossas pitadas" - dicas da Janita: 
- use o limão siciliano, é menos ácido mais delicado e mais perfumado.
- azeite, sempre de oliva extra-virgem, ou manteiga.
- vinho branco, use o seco, nunca um suave porque é muito doce.
- queijo, pode ser outro de sua preferência... o brie ou até mesmo minas frescal ou ricota vão muito bem.
- se gostar do risotto bem molhadinho, acrescente ao final uma colher generosa de nata.
- Acrescente ao final um pouco de folhas de hortelã fresca picadinhas. Dá leveza e frescor ao prato.

O que é o Queijo Meia-Cura?

Queijo típico de Minas Gerais, o meia-cura (também conhecido como curado) é uma variação do minas frescal. Produzido há mais de duzentos anos, ele é primo distante do queijo da Serra da Estrela, de Portugal, trazido pelos imigrantes da época do Ciclo do Ouro. Embora bastante parecidos na composição, o meia-cura passa por uma maturação de cerca de 30 dias, adquirindo uma consistência mais seca e firme. Tem como características um sabor suave, textura compacta, untuosa, boa plasticidade e cor amarelada.

Ele costuma ser usado para fabricação do pão de queijo, outra iguaria mineira.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Camembert Assado com Alecrim e Alho, do Jamie Oliver

Ingredientes:
1 queijo camembert de 250g
1 dente de alho fatiado bem fino
1 ramo de alecrim
Azeite de oliva
Meia xícara de cranberries desidratadas picadas e castanhas variadas (como cranberries são difíceis por aqui, use damasco ou figos)
Torradas frescas

Modo de Preparo:
Pré-aqueça o forno a 180 ºC. Faça um círculo no topo do queijo, deixando 0,5 cm de beirada, e tirando uma fatia fina do tampo da casca. Se o queijo vier em uma caixinha, mantenha-o lá dentro para cortar, facilita bem. Salpique as fatias finas de alho e folhas de alecrim sobre o queijo, finalizando com um fio de azeite. À parte, salpique fatias de pão com azeite, alecrim e uma pitada de sal. Leve ao forno quente junto com o queijo, por 15 a 20 minutos. Quando o pão estiver dourado e o queijo, cremoso no meio, coloque-os em uma tábua, polvilhando as frutas desidratadas e castanhas picadas sobre o queijo, ou deixando-as em um recipiente à parte.
Rendimento: 6 porções.

 

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Fondue de Queijo Light

Pra quem quer curtir o inverno sem ganhar aqueles quilinhos indesejados e sem abrir mão de uma das maiores delícias da estação, receita deliciosa e leve de fondue de queijo light. Vale provar!
Ingredientes:
- 1 dente de alho
- 1 copo de requeijão light
- ½ copo de queijo cottage
- 1 e ½ xíc. (chá) de queijo prato ou mussarela
- ½ copo de leite desnatado
- ½ copo de vinho branco seco
- 1 col. (sobrem.) de maisena
- 1 pitada de noz-moscada e pimenta-do-reino.
 
Modo de Preparo:
1. Esfregue o dente de alho no fundo da panela de fondue. Acrescente o requeijão, o vinho branco e a metade do leite com a maisena dissolvida. Reserve.
2. Bata muito bem o queijo cottage com o leite restante e acrescente aos poucos na panela. Tempere com a noz-moscada e a pimenta-do-reino a gosto.
3. Junte o queijo ralado, mexendo sempre para incorporar à massa.
4. Sirva com legumes cozidos no vapor: couve-flor, brócolis, cenoura, vagem, champignon; e tomate cereja, pimentão e maçã verde(fica ótimo!) crus. Se preferir consumir com pão, escolha a versão integral ou light.

E bom inverno, minha gente!
Beijinhos.


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Soufflé de Queijo

Quem não ama Soufflé de queijo? Essa receita é muito prática e fácil de fazer.
Não sabia o que inventar para o jantar de segunda-feira? Resolvido! ;)

Ingredientes:
4 ovos
1 xícara (chá) de queijo prato ralado
1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
1 copo de leite
1 caixinha (200g) de creme de leite
1colher (sopa) de farinha de trigo peneirada
2 ½ colheres (sopa) de manteiga
Noz-moscada, pimenta-do-reino e sal agosto

Modo de preparo:
Aqueça a manteiga, junte a farinha de trigo e, aos poucos, acrescente o leite. Mexa bem em fogo baixo, junte as gemas batidas com o creme de leite, sal, pimenta-do-reino, noz-moscada e os queijos. Deixe esfriar. Batas as claras em neve e incorpore delicadamente à mistura de queijo. Passe para uma forma de suflê (cerca de 20 cm de diâmetro) untada e leve ao forno médio a 180°C por aproximadamente 30 minutos. Sirva imediatamente.

Beijinhos e boa semana!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Presente de Natal de Cream Cheese Temperado

Um verdadeiro presente para servir aos seus convidados nas festinhas de Natal.


Confira como é fácil preparar essa belezura de Natal:

Você precisará de:
1 pote de cream cheese
dill, salsinha, cebolinha, sal e pimenta a gosto
nozes em pedacinhos(opcional, mas eu amo e acho que dá o grande toque)
azeite de oliva
cubinhos minúsculos de pimentão vermelho para enfeitar
Cebolinha verde para enfeitar e fazer o "laço"

Como fazer o "pacote":
Misture bem o cream cheese, nozes e os temperos.
Unte com um pouquinho de azeite de oliva o pote que você vai usar para moldar o retângulo que dará formato ao "presente"(pode ser o próprio pote do cream cheese), coloque o preparado dentro e aperte bem para ajeitar. Deixe assim na geladeira por ao menos 2 horas antes de servir, para que os sabores se fundam e o "presente" fique firme.
Na hora de servir, desenforme em uma travessa, enfeite com os cubinhos de pimentão, amarre com a cebolinha verde como se fosse uma fita de presente e sirva com torradinhas e biscoitos salgados.

Garanto que será sucesso! ;)
 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Ricotta Cheese Balls(bolinhas de ricota)

Amo queijos, preparar comidinhas leves e fofas, receber amigos, decorar mesas...Então, vendo a Revista Cláudia, deparei-me com esta receita que tem simplesmente tudo a ver com coisinhas que eu amo e resolvi fazê-la. Deu certo, mesmo com algumas adaptações, e fez sucesso! ;) Compartilho aqui com vocês, esperando que gostem também.
Infelizmente esqueci de tirar foto, vai ficar para a próxima, então peguei esta da revista mesmo, para terem noção de como fica o prato pronto para servir. ;)
Ingredientes:

600 g de ricota fresca, amassada com um garfo
150 g de cream cheese ou requeijão cremoso(usei meio a meio)
1/2 colher (sopa) de casca de laranja ralada fino(usei limão siciliano)
Cebolinha verde picada
Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
70 g de castanha-do-pará ralada em lascas finas
Talos de cebolinha verde para decorar

Modo de preparo:

Numa tigela, misture a ricota com o cream cheese e a casca de laranja. Junte a cebolinha, tempere com sal, pimenta e o azeite e misture novamente. Com uma colher de sopa, faça bolinhas da massa e passe-as na castanha ralada (reserve um pouco da castanha para decorar. Coloque em uma travessa, cubra com filme plástico e leve para gelar (elas podem ficar guardadas na geladeira por dois dias, desde que bem acondicionadas). Na hora de servir, arrume as bolinhas em um prato e deixe em temperatura ambiente por 15 minutos. Decore com a castanha reservada e talos de cebolinha verde. 


Rendimento: cerca de 40 unidades.

Dicas da Janita: Substitua a castanha-do-pará por nozes, amêndoas, castanha de caju, amendoim, macadâmia, sementes de girassol torradas, pistache, sementes de papoula, dill, cebolinha, páprica doce, coco ralado, alho tostado triturado, gergelim, gergelim preto, queijo parmesão ralado...São muitas as variações possíveis! E sirva com torradas, pães e biscoitos salgados. Use a imaginação na hora de decorar o prato, use e abuse de cebolinha, salsinha, alecrim, flores de alcaparras, lascas da noz que utilizar, etc.

O que é Ricota?

Comecemos pela etimologia... Ricota vem do italiano RICOTTA, de RIQUOCERE, “cozinhar de novo”, devido ao processo de fabricação.
A ricota é de origem italiana e é fabricada em diversos países sob várias denominações. É conhecida também por queijo de albumina, por se constituir basicamente desta e de lactoglobulina, que são os principais componentes protéicos do soro de leite e não são coaguláveis por coalho. São proteínas facilmente desnaturadas e precipitadas pelo calor, sob influência de acidificação, o que constitui o princípio básico da fabricação da ricota.
Pode sofrer processo de defumação (ricota defumada) ou condimentação (ricota condimentada).
É considerada um produto leve e dietético, por seu baixo teor de gordura e alta digestibilidade. Constitui base importante para a arte culinária. Apresenta cerca de 70-73% de umidade e pH entre 4,9-5,3.
O processo de fabricação da ricota tem algumas particularidades, devido a sua matéria-prima ser o soro dos leite, desprezado durante a fabricação de outras variedades de queijos. Alguns aspectos são, a seguir, citados:
a) Redução da acidez do soro: a acidez do soro (11-14oD) é reduzida para cerca de 6-8 oD, com bicarbonato de sódio.
b) Adição de leite desnatado: cerca de 10 a 15% ao soro a 65 oC.
c) Acidificação: após aquecimento até 85-90 oC, inicia-se a acidificação, que pode ser feita pela adição de fermento lático ácido, ácido acético ou ácido lático.
d) Floculação: a ricota flocula na superfície do soro e é, então, coletada.
Entre os benefícios do consumo de ricota, destacamos:
- Alta digestibilidade devido ao perfil de aminoácidos que compõe suas proteínas;
- Presença de vitaminas (A, D, E, B) e minerais (zinco, iodo, selênio, potássio e fósforo);
- Alto teor de cálcio, importante para a formação e manutenção de ossos e dentes, prevenção da osteoporose, e diferentes funções orgânicas. 

A ricota é produzida a partir do soro de leite de vaca (bem poucas são elaboradas com soro de leite de ovelha). Uma ricota de boa qualidade deve ser firme, mas jamais sólida, e não deve esfarelar (a verdadeira ricota derrete na boca). Pedaços grosseiros de coágulos resultam num produto de qualidade inferior. Evite as ricotas de textura granulosa e arenosa e as que apresentam umidade excessiva. Existe ainda a ricota defumada, usada para ralar.

Idéias para servir as Cheese Balls

Inspirada pela receita, procurei formas e maneiras diferentes de preparar e servir essas lindinhas. 
Confiram abaixo o que encontrei e soltem a imaginação quando fizerem as suas! ;)


Sobre batatinhas chips, como canapés!



Como pop cakes!


Para incrementar saladas!


De diversos tipos, cores e sabores!


Ah, esqueci de comentar: a mesma receita pode ser usada para fazer bolas grandes e servir em fatias...com pães e biscoitos!


Curtiram? Não são lindinhas e irresistíveis? Eu gamei e não vivo mais sem elas! rs

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Sformati de Gorgonzola, Mel, Nozes e Frutas Secas

  • Ingredientes:
  • 250 gramas de queijo gorgonzola
  • 150 gramas de creme de leite fresco
  • 2 colheres de sopa de mel
  • ½ xícara de nozes picadas
  • ½ xícara de damascos secos picados
  • ½ xícara de figos secos picados
  • ½ xícara de uvas-passa escuras
Modo de Preparo:

Misture amassando bem o gorgonzola, o creme de leite e o mel.
Adicione as frutas secas picadas. Unte com azeite de oliva forminhas de bombocado e encha com a mistura. Leve à geladeira por uma noite.
Desenforme sobre folhas verdes e decore com frutas secas.Sirva gelado acompanhado de torradas.
Rendimento: 10 porções.


Harmonização: Espumante brut.
Mais sobre os Sformati
Sformati(plural de sformato) significa, literalmente, "desenformado".
Tradicionalmente, ele serviu como um intermezzo, o prato que veio depois do primeiro e antes do segundo em jantares muito formais italianos. Se você quer impressionar seus convidados, você pode usá-lo dessa maneira. 
Para comer todos os dias, um sformato é muito versátil. Pode ser um antipasto, primeiro prato, ou mesmo um segundo, como você preferir. 
Há também sformati doces para a sobremesa ... mas isso é assunto para outro post.

terça-feira, 1 de março de 2011

Torta Cremosa de Queijo e Mel(Honey Cheescake)

Ingredientes:

Massa: 
· 200 g de biscoito maisena em migalhas
· 5 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
Recheio: 
· 2 1/3 de xícara (chá) de ricota fresca
· 400 g de cream cheese
· 1/2 xícara (chá) de mel
· 1/3 de xícara (chá) de açúcar
· 4 ovos batidos
· 1 colher (chá) de essência de baunilha
· 2 colheres (chá) de suco de limão
Cobertura: · 1/2 xícara (chá) de mel
Modo de preparo:
Massa: No liquidificador, bata o biscoito até obter uma farofa. Junte a manteiga e misture. Forre o fundo e a lateral da forma(redonda, com 22 cm de diâmetro). Alise com uma colher. Reserve na geladeira enquanto prepara o recheio.
Recheio: Aqueça o forno em temperatura média. No processador de alimentos, bata a ricota com o cream cheese até obter uma mistura cremosa. Junte o mel e o açúcar e bata até ficar homogêneo. Acrescente os ovos, um de cada vez, batendo após cada adição. Junte a essência de baunilha e o suco de limão e bata até ficar homogêneo. Recheie a forma reservada e leve ao forno por 50 minutos ou até o recheio ficar ligeiramente firme. Retire do forno e deixe esfriar sobre uma grade. Leve para gelar por três horas. Na hora de servir, desenforme sobre um prato e derrame o mel sobre a torta.
Fica maravilhoso!!!
Para acompanhar: café, chá de menta ou espumante brut.
A Ricota
De origem italiana, a ricota é produzida a partir do soro de leite de vaca (bem poucas são elaboradas com soro de leite de ovelha). Quando se faz o queijo, o leite deve ser antes coagulado, separando a parte sólida (massa para fazer queijo) da líquida (soro). Nessa separação, a parte líquida ainda contém um pouco de sólido, que pode ser recuperado. Para isso, ferve-se o soro e a parte sólida (pequenos pedaços brancos) vem à superfície. Em seguida, essa mistura é coada, resultando num produto mole, esbranquiçado, que nada mais é do que a ricota. Uma ricota de boa qualidade deve ser firme, mas jamais sólida, e não deve esfarelar (a verdadeira ricota derrete na boca). Pedaços grosseiros de coágulos resultam num produto de qualidade inferior. Evite as ricotas de textura granulosa e arenosa e as que apresentam umidade excessiva. Existe ainda a ricota defumada, usada para ralar.
Fonte: Revista Água na Boca.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Cartola de Brie

Sobremesa facílima, rápida e deliciosa! 
Veja aqui uma versão com queijo Brie.

Ingredientes:

3 bananas nanicas
Requeijão
Queijo Brie
Canela
Sorvete de creme 

Modo de Preparo:
Primeiro corte as bananas em lâminas e reserve.
Em uma frigideira, derreta a manteiga e adicione as bananas. Frite-as até que estejam douradas e macias.
Quando as bananas estiverem prontas monte a sobremesa em camadas: primeiro as bananas, por cima coloque o queijo brie, depois o requeijão e por fim as bananas para fechar as camadas. Jogue canela a gosto para finalizar o prato e sirva com uma bola de sorvete de creme.

Dica: Você também tem a opção de grelhar as bananas caso não queira fritá-las.

Receita da Chef Fê Guelli.

A origem da famosa Cartola
Ela nasceu nas casas-grandes dos engenhos. Em cozinhas simples, longe dos quartos e das salas, debaixo de puxados construídos fora das casas. Era mesmo o melhor lugar para cozinhar, nesse clima tropical - e disso já bem sabiam nossos índios. Sem que se possa precisar onde e quando foi, pela primeira vez, produzida a Cartola - essa que é uma das mais tradicionais (e saborosas) sobremesas pernambucanas. 
O nome se deve, provavelmente, à cor escura da canela e ao formato alto do queijo sobre a banana - que remotamente lembra mesmo aquela cartola, usada na época. A receita, como tantas outras, nasceu da mistura de ingredientes, técnicas, experiências e hábitos culturais do colonizador português, do índio e do escravo africano.
Principal ingrediente é a banana. Uma fruta que se espalhou, pelo mundo, por mãos árabes. Deles nos veio também a própria origem do nome - "banan" (dedos). Uma palavra que muda pouco, nas muitas línguas em que é pronunciada. Em português, inglês e italiano, é banana mesmo; em francês e em alemão, banane; em espanhol, plátano, mas também banana. Verdade que já havia, por aqui, uma espécie nativa brasileira, pelos índios denominada "pacova"(pa'koua), a que os brancos chamaram "banana-da-terra" - depois, no Nordeste, mais conhecida como "banana-comprida". Mas, para a cartola, só mesmo a banana prata, fruta que o português trouxe das Ilhas Canárias.
Outro ingrediente importante é o queijo do sertão, também chamado "de manteiga". Tem origem no Nordeste do Brasil. A partir da "manteiga de garrafa", um ingrediente presente em vários pratos nordestinos. Inclusive carne de sol. Na África, é conhecida como "ghee"ou "butteroleo". Sendo já muito apreciada pelos escravos que aqui chegaram. A preparação do queijo é simples. Depois que o leite ferve e talha, é posto em peneira para escorrer o soro. Volta ao fogo, juntam-se leite, sal e manteiga de garrafa, e é posto ainda quente em formas de madeira.
Para finalizar, polvilha-se tudo com açúcar e canela. A técnica, vem de longe, pela primeira vez referida no "Libro de arte coquinário"(1460), de Martino de Rossi - mais conhecido como Mestre Martinho, um cozinheiro afamado que serviu ao Duque de Milão e ao Vaticano. Com os portugueses, aprendemos a técnica dessa mistura de especiarias. E foi das boas coisas que nos deixaram, ora pois.
Texto de Letícia Cavalcanti.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Gougères

INGREDIENTES:
250 ml de água fervendo
50gr de manteiga
155gr de farinha de trigo
Sal
3 ovos
100gr de queijo suisse ralado (pode ser o Minas ou parmesão) ou gruyere


MODO DE FAZER:
Ferva a água. Coloque a manteiga na água para derreter. Acrescente a farinha de trigo e uma pitada de sal. Mexa a massa para secar bem no fogo e não grudar no fundo. Depois de alguns minutos, vai formar uma crosta no fundo. Retire a massa antes de queimar. Coloque essa mistura na batedeira, quente mesmo, e vá adicionando os ovos um por um para dar a liga da massa. Vá batendo bem e observando a mistura que estará ficando elástica. Acrescente o queijo ralado e deixe bater mais um pouco. Faça umas bolinhas e coloque num tabuleiro untado com um pouco de azeite. Jogue um pouco do queijo ralado por cima e asse por 20 ou 25 minutos, com temperatura de 180 a 200 graus, até a gougere ficar coradinha e bem sequinha. Ela tem que estar mole por dentro e crocante por fora. Para finalizar, corte a Gougere no meio e recheie com queijo brie e tomate seco, ou queijo parma e umas folhinhas de rúcula, ou ainda legumes grelhados com manjericão e queijo parmesão. Não se esqueça de colocar o chapeuzinho da gougere para decorar.
Harmonização:
Côte-Rôtie Brune et Blonde 2001
Produtor: Domaine Guigal
Região produtora: Côte-Rôtie, FRANÇA

O que é GOUGÈRE?


gougère, na cozinha francesa , é uma saborosa massa choux com queijo . 
Gougères podem ser feitos tão pequeno, como finger food, ou maiores, recheados com ingredientes como cogumelos , carne ou presunto. 
Tradicionalmente, são feitos com queijo 
Gruyère , mas os outros queijos são algumas vezes usados. Gougere é uma especialidade da região da Borgonha.



Sugestões de recheios:
Com presunto de parma 
Com patês e cremes de sua preferência
Com cebolas carameladas
Com damasco, ou figos...
Com abacate e tomates picadinhos

Como sanduíches, um pouco maiores neste caso
gougeres
Com brie e geléia, acompanhando um chá
Invente o seu e delicie-se!!!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Fondue de Queijo

Tida como um prato típico de inverno, a fondue é uma ótima pedida para quem busca uma comida saborosa e requintada. 
Ingredientes
1 lata de creme de leite(sem soro)
1 copo de requeijão
200g de queijo mussarela ralado
200g de queijo provolone ralado(substitua por emmenthal, gruyère, ou os dois, se preferir)
100g de queijo gorgonzola picado
1/2 taça de vinho branco seco
Pimenta-do-reino e noz-moscada em pó a gosto
Modo de Preparo
Em uma panela, aqueça o vinho, o creme de leite com o requeijão até começar a borbulhar. Neste momento, entre com o queijo gorgonzola, abaixe um pouco o fogo e mexa até o queijo gorgonzola incorporar bem. Entre com a mussarela e depois com o provolone. Polvilhe a pimenta. Mexa até os queijos derreterem por completo e transfira então para a panela da fondue.
Sirva com variados tipos de pães e torradas. Se quiser incrementar as opções de acompanhamento, sirva também batatas cozidas em cubos, presunto em cubos, tomates cereja, pepinos em rodelas, cenoura cozida em cubos, nozes, pedaços de figo, pera e damasco(seco).
Rende 4 porções.
Harmonização: vinho branco cabernet suvignon ou riesling.


Origem da Fondue
A fondue (palavra que significa fundido ou derretido) foi criada na Suíça em meio à Segunda Guerra Mundial. Por causa das batalhas e do inverno rigoroso, os camponeses que moravam nas regiões montanhosas não tinham como buscar mantimentos nas cidades.
Para não morrer de fome, começaram a aproveitar os restos do queijo produzido adicionando bebida alcoólica para conservação, e assim, passaram a estocar blocos derretidos com o destilado, que endurecia com o frio, mas não estragava.
Apesar da origem humilde, a fondue se tornou uma comida refinada ganhando fama na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, do restaurante Chalet Suísse, em Nova York, passou a servir o prato. Para complementar, ele criou a fondue de chocolate, que servia como sobremesa e que hoje faz o maior sucesso.
Originalmente é um prato à base de queijo aquecido sobre uma lamparina, também conhecida como espiriteira ou rechaud, ou outra fonte de calor pouco intenso e do qual as pessoas se servem diretamente.
A região de origem da fondue não é totalmente conhecida, mas deve situar-se na região de Jura/Savoie, na fronteira franco-suíça. A receita mais antiga encontra-se num livro de cozinha escrito em Zurique em 1699.Dentro da região Jura/Savoie fica a cidade de La Chaux-de-Fonds que diz ser o berço da fondue de queijo.Esta cidade é conhecida essencialmente pela manufactura de relógios.É considerada a principal cidade na fabricação de relógios na Suíça.
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