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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Preparando uma festa Chinesa!

É hoje o dia do Ano-novo chinês, dia 10/02! Este 2013 é o Ano da Serpente!
Como adoramos um motivo pra celebrar e ficamos apaixonados pela cultura chinesa depois de termos conferido pessoalmente, aqui em casa tem festinha!!!

A foto acima é da mesa que preparei aqui em casa.

Na noite de Ano Novo chinês todas as portas e janelas devem estar abertas à meia-noite para deixar o ano velho sair. A casa deve ser limpa antes do Dia de Ano Novo. As dívidas devem estar pagas até esta dada, para afastar o mau Feng Shui das finanças.
A primeira pessoa que se encontra e as primeiras palavras ouvidas considera-se serem importantes para determinar a sorte que se irá ter ao longo do ano. Ouvir e ver pássaros vermelhos é considerado um bom presságio.

Dica de Feng Shui:

É de boa educação trazer um cesto com laranjas ou tangerinas e oferecê-lo a familiares e amigos durante a semana de celebração do Ano Novo, pois estes frutos representam a abundância da felicidade. Para os chineses sem flores não haverá frutos, por isso fazem arranjos com flores frescas, que representam o renascimento da natureza.

Para preparar sua festa de ano novo chinês você vai precisar de:

Moedas de chocolate coberto de folha de ouro
Velas em vermelho ou dourado
Flores incluindo flores de pessegueiro, Narciso e crisântemo
Construção de papel, papel crepe, tesoura, cola e fita adesiva, grampeador
Tangerinas, tangerinas ou laranjas

*Reúna alguns materiais de enfeites juntos, papeis coloridos e papel crepom, tesoura, cola e fita adesiva, grampeador. Inclua lotes de cores vermelha e ouro, estes simbolizam sorte boa e riqueza. Veja algumas ideias aqui neste post, abaixo.

* Faça lanternas chinesas usando um molde ou por colagem de folhas de cartão ou cartolina em conjunto para formar uma forma de lanterna. Decore com glitter e outros materiais as borlas. Faça furos nas bordas superiores e linha com fio para pendurar as lanternas.

4. Corte figuras em forma de dragões chineses ou do animal do ano (2013 será o Ano da serpente) para decorar paredes, portas e janelas.

* Faça uma peça central ou decoração de mesa com velas vermelhas e douradas e os tradicionais itens de boa sorte como tangerinas, laranjas ou moedas de ouro.

6. Decore com flores como flor de pêssego para boa sorte, crisântemo para a longevidade, e narciso.

*Faça uma “árvore do dinheiro” enfiando fio através de moedas de ouro folha cobertas de chocolate e pendurá-los nos galhos de uma planta resistente.

*Faça boa sorte “Fu” posters escrevendo a palavra chinesa para a sorte (fu) em quadrados de papel vermelho. Consulte no Google ou sites chineses algumas dicas de decoração. ;)

Veja algumas ideias fáceis e bacanas para sua festa chinesa:

LANTERNAS em PAPEL COLORIDO : Você pode usar colorset, cartolina ou até revistas já lidas !
LEQUE para espantar o calor : pode ser também usado para decorar ou para oferecer de presente !

ROLINHOS VERMELHOS : pinte ou forre com papel rolinos de papelão, decore com ideogramas e pendure ou recheie-os com guloseimas e feche dos 2 lados. Os amigos irão adorar !

DRAGÃO - figura sagrada sempre participas das festas chinesas ! Este de papel, papelão, papel de seda ou plástico colorido e uma fita larga ou tecido vermelho para o corpo. pode ser usado como fantoche ou para decorar ! 
DRAGÃO de CAIXA de OVOS: se preferir use caixa de ovos, tinta, guizo, barbante para unir as partes do corpo e olhos móveis para confeccionar este simpático dragão !
Biscoitos da sorte feitos de forminhas de brigadeiro e de feltro!
 
O importante mesmo é reunir as pessoas queridas e lhes desejar "Felicidade", "Prosperidade"!

Comidas gostosas não podem faltar! Na categoria "Cozinha chinesa", aqui do blog, você encontra várias receitas.
Eu fiz dumplings bem fáceis, como massa fresca de pastel, esses da foto abaixo(receita aqui).

Termino com imagens para inspirar...
 
 
 
 
Feliz Ano da Serpente!
 
Fonte e imagens: Google

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Dumplings Chineses(Baozi ou Jiaozi)


Os Dumplings são uma iguaria tradicional do Norte da China, é um dos pratos imprescindíveis no menu Ano Novo chinês e está presente também em todo café da manhã e outras refeições dos chineses.
Conheci em viagem a China e simplesmente me apaixonei. Provava todos que podia, parecia uma caça-dumplings, viciei total! rsrs...
Na foto abaixo, no mercado de comida de rua de Beijing, só não estava com cara mais feliz porque estava um frio absurdo!
Mas vejam que lindeza os baozi(dumplings redondinhos) de lá!
 

A história da origem dos dumplings chineses remonta aos tempos antigos da dinastia Han(a maior parte dos chineses hj é descendente dessa dinastia), 200 anos a.C, embora a literatura antiga faça referência a um período muito mais longo.Crê-se que a sua origem esteja ligada a um jovem antepassado, assim como à famosa fábula “Pan Gu”.

Conhecido como um bolinho em formato de meia-lua ou redondo, eram tradicionalmente acompanhados por sopa, embora a base varie nas diferentes regiões. Contrariamente ao que se possa pensar, a sopa tornou-se apenas um acompanhamento deste petisco durante a dinastia Tang. Na maioria das vezes é servido acompanhado de algum molhinho a base de shoyo, cozido no vapor ou frito. Todos deliciosos!
Quanto à forma e ao recheio, não há uma regra específica. Podem ser redondos (baozi) ou em formato de meia-lua (jiaozi). O recheio pode ser doce ou salgado, de legumes, carne ou frutos do mar. Dentre os que mais gostei estão os de legumes e os de carne com acelga(parecido com o recheio do rolinho primavera). O detalhe que para mim foi marcante é  como os ingredientes do recheio são minuciosamente cortados, suuuper miudinhos, e a massa é fininha feito papel, um trabalho e tanto!
Sua delicadeza e textura tornaram-no um dos pratos mais queridos e conhecidos da culinária chinesa em todo o mundo e o alimento ideal para a abertura do Festival da Primavera que marca o início do Ano Novo já que representa e atrai a SAÚDE na cultura chinesa.

Logicamente que os dumplings caseiros que tentamos fazer aqui não tem nada a ver com os deles, dos chineses, cuja massa é tão fininha que um chef bam-bam-bam leva em média 3 anos pra ser treinado e ficar expert na coisa. Os principais requisitos, lá, são que a massa tem que estar na especificação de espessura e ao dobrar, tem que fazer o número exato de "dobrinhas" ao apertar. Minha nossa! Os chineses são metódicos também na cozinha e nas grandes cidades como Beijing e Shanghai se come super bem e em lugares limpos e bem decentes, nada a temer , garanto. Há excelentes restaurantese casas de Dim Sum que oferecem essas iguarias deliciosas.

Vamos è receita de dumplings(jiaozi) para tentar fazer em casa?
 
Ingredientes:

Para a massa:
3 xícaras de farinha de trigo
1 1/4 xícaras de água fria
1/4 colher de chá de sal
*(Se quiser facilitar e comprar a massa pronta, veja a sugestão abaixo, em "dicas")

Para o recheio:
1 xícara de carne de porco ou boi moída
1 colher de sopa de molho de soja
1 colher de chá de sal
1 colher de sopa de vinho de arroz chinês ou xerez
1/4 colher de chá de pimenta branca moída, ou a gosto
3 colheres de sopa de óleo de gergelim
1 talo de cebolinha, picada bem miúdo
1 1/2 xícaras de acelga picadinha
1 1/2 xícara de repolho
1/2 colher de sopa de gengibre fresco, picado bem miúdo
1 dente de alho amassado
Ajinomoto o quanto baste

Modo de Preparo:

Massa:
Colocar a farinha e o sal em uma tigela, misturar uniformemente. Ir acrescentando a água e misturando. Não colocar a água toda, mas ir testando. Quando a massa estiver bem homogênea, se estiver maleável (como massinha de modelar) e não muito seca, está no ponto. Não deixar muito molhada, senão não conseguirá fazer os círculos.


Deixar a massa descansar por 30 minutos em plástico filme, e fazer o recheio enquanto isso.
Quando o recheio estiver pronto, fazer os círculos de massa: pegar um pouco da massa e fazer uma bolinha mais ou menos do tamanho de uma "bola de gude". Com um rolo de madeira, abrir a massa da bolinha, formando um círculo de mais ou menos 7 cm de diâmetro. Colocar o círculo na mão e com uma colher de chá, pegar um pouco do recheio, enchendo a metade desse círculo. Dobrar o círculo ao meio e fechar, apertando. (O dumpling fica parecendo uma meia-lua). Se a massa não colar, passar um pouco de água na beirada e apertar.

Quando todos os dumplings estiverem prontos, cozinhar os mesmos, da seguinte maneira:
Ferver água em uma panela bem grande, colocar mais ou menos 12 dumplings. Tampar. Quando a água ferver, acrescentar 1/2 xícara de água fria. Tampar. Quando ferver novamente, acrescentar mais 1/2 xícar de água fria. Tampar. Repetir o processo mais 1 vez. Retirar os dumplings da água com uma escumadeira. Servir com molho de soja.

Recheio:

Numa tigela, misture a carne com o gengibre. Acrescente o sal, o shoyo e o vinagre. Incorpore à mistura o repolho picado e a acelga. É importante que todos os vegetais estejam bem picados para que não perfurem a massa do Jiaozi

Dicas: Provavelmente em muitas lojas da Liberdade, em São Paulo, você poderá encontrar círculos de massa pronta para dumplings, isso facilita bastante o processo.

MINHA EXPERIÊNCIA COM OS DUMPLINGS NA MINHA COZINHA

Mas o mais fácil é fazer com massa para pasteizinhos, aquelas rendondinhas que vendem nos supermercados na parte de alimentos frios. Você pega uma massinha crua redonda, recheia, molha as bordas, fecha com os dedos(enrolando as pontinhas pra dentro) fazendo formato de meia-lua e depois cozinha no vapor. Fiz recheado com frango e legumes picados todos beeem pequeninos e misturado ccom um ovo cru para dar liga.Dá pra matar o desejo e fica bem gostoso também. ;)
Veja na foto como ficaram os meus que fiz em casa no dia do ano-novo chinês:
Servi com um molhinho de shoyo com pimenta calabresa, gengibre ralado, açúcar e óleo de gergelim. Yummy!!! Ficou muito bom e todos adoraram!
 
Fotos: acervo pessoal e google.
 
Espero que tenham gostado e se forem a China, provem os dumplings, please!
Beijinhos.
 

Ano Novo Chinês - Como é festejado?

Ni Hao, queridos leitores!
Na China, há um dito popular que diz: Todos os planejamentos do ano se fazem na primavera, pois a chegada do Ano Novo coincide com o início da primavera lá, sempre no final de janeiro ou início de fevereiro. Não existe uma data certa, como aqui no ocidente, porque o calendário chinês é baseado no ciclo lunar. Neste ano será celebrado no dia 10 de Fevereiro e será o ano da Serpente de Águas Profundas.
Na véspera do Ano Novo as pessoas fazem limpezas gerais: limpam e arrumam a casa, cortam o cabelo, fecham as contas, colocam oferendas aos Deuses que cuidam da casa, preparam as roupas...
A cor vermelha, por ser yang e vibrante, é a cor predominante durante as comemorações do Ano Novo. As mulheres da família procuram usar um vestido novo nesta cor para assegurar a sorte e um bom ano. Além desta cor, outras cores da sorte são o amarelo e o roxo.
Durante a comemoração, lanternas vermelhas são acesas e penduradas diante da porta principal, e só serão retiradas após os 15 dias do Ano Novo. Fogos de artifício são estourados para espantar os maus espíritos.
No primeiro dia do ano é muito comum as crianças e os
solteiros da casa ganharem um envelope vermelho contendo dinheiro. Este envelope é distribuído pela matriarca da casa (avó ou bisavó) com propósitos auspiciosos.

Um outro costume é colocar desejos escritos com tinta preta em tiras de papel vermelho na porta de entrada. O preto representa a água e a sabedoria; e o vermelho, o fogo e o sucesso. Segundo o dito popular Quando um pingo de água cai sobre o fogo, acontece uma ebulição; e é por ebulição que todas as coisas acontecem. Os desejos devem ser escritos por criativos e competentes calígrafos, de forma poética e metafórica para poder trazer sorte e realização.
Uma forma variada deste costume é o Espalhar da Primavera onde as pessoas escrevem em um papel vermelho com uma letra bem bonita o seu pedido sincero e de boas intenções. Este pedido deve sempre visar o bem, não pode ser egoísta e nunca visar prejudicar alguém. Depois de mentalizar o pedido realizado, o papel é pendurado na janela ou porta, com uma linha ou fita vermelha, para que os ventos possam levar e trazer o pedido.

A comida na celebração do Ano Novo Chinês

A celebração do ano novo chinês tem a duração de poucos dias, e cozinhar é uma parte importante das festividades. É um tempo de renovação e de começar do zero para o próximo ano. Grande parte do tempo é gasto visitando as casas de membros da família, amigos e colegas para renovar velhas amizades ou forjar novas relações. Boas-vindas a um dos períodos mais importantes do calendário lunar chinês, banquetes e jantares elaborados são preparados com antecedência e muito esmero.

No último jantar do ano a família se reúne para a refeição do fechamento do ciclo anual. São feitos pratos especiais para trazer todo o tipo de sorte e felicidade.

Não podem faltar os bolinhos em forma de lingotes(barras) de ouro;

o peixe que representa o dinheiro(o bom início e fim do ano); as tangerinas, também chamadas de laranjas da sorte(que trazem sorte),
o prato feito com arroz moti, bolinhos chamados de moti, representando a prosperidade

e o talharim (macarrão) que representa vida longa, muito usado em aniversários também.
Há ainda o Pato de Peking que simboliza a fidelidade, camarões trazem felicidade, ovos representam a fertilidade e os dumplings(adooorooo) representam a saúde!



Todas as frutas e doces são servidas em bandejas ou embalagens vermelhas.

A refeição é feita em uma mesa circular para favorecer o relacionamento e a união dos membros da família. As pessoas procuram perdoar as ofensas, esquecer as diferenças e evitar os maus pensamentos. Tudo é comemorado com muita alegria e fartura para trazer muita sorte e felicidade.

Bonito, não?

Que tal celebrarmos?
Abaixo uma receita típica gostosa e saudável para a data.

 MACARRÃO DA LONGEVIDADE - Chang Shou Mian

O macarrão da longevidade é um prato bem tradicional na China, especialmente para celebrar o Ano Novo ou aniversários. Os chineses acreditam que a forma fina e comprida da comida é um símbolo da longa vida. Como o nome já diz, o prato simboliza a longevidade. Changshou significa a longa vida, e o Mian é macarrão.




Existem milhares de variações que você pode fazer sobre o macarrão. Lá usam o sobá(fotos acima), um macarrão feito de trigo sarraceno, também conhecido como trigo mourisco ou trigo preto ).

Ingredientes para o Chang Shou Mian:
 


1 pacote grande de macarrão sobá(pode ser também instantâneo ou de lámen fresco ou talharim)

5 xícaras de caldo de frango

¼ de xícara de shoyu

1 colher de sopa de açúcar

Sal e pimenta-do-reino branca a gosto

2 colheres de sopa de água

1 colher de sopa de melado

½ xícara de presunto picado para decorar

4 cebolas cortadas em tiras finas na diagonal para decorar

2 colheres de chá de óleo de gergelim

Também para decorar: ovo cozido partido em dois ou gema mole, camarão no vapor, tempurá de camarão, tofu fatiado, cenoura em tiras, cebolinha, salsinha ou nirá. O que vai em cima fica mesmo a seu critério.

Modo de Preparo:

Cozinhe o macarrão até um pouco antes de ficar al dente. Escorra e coloque imediatamente em uma tigela com água e gelo para parar o cozimento. Escorra novamente e divida entre 4 tigelas fundas. Cuidado para não quebrar o macarrão!

Em uma panela ou uma wok, junte o caldo, o shoyu e o açúcar e deixe ferver em fogo médio. Ajuste o tempero com o sal e a pimenta-do-reino branca.

Em uma tigelinha, bata a água com o melado. Coloque aos poucos no caldo, sempre mexendo, para engrossar um pouquinho o caldo.

Coloque um pouco de caldo sobre cada tigela de macarrão. Decore com os ingredientes que quiser, lembrando que vale misturar camarão e carne de porco e que o ovo cozido deve ter a gema não muito dura, com o centro levemente amolecido.

Importante: Lembre-se de nunca quebrar o macarrão antes ou durante o cozimento. Quanto mais longo o fio, melhor. Na verdade, quebrar os fios no cozimento traz muita má
sorte!

FELIZ ANO NOVO CHINÊS, FELIZ ANO DA SERPENTE!


 

 

terça-feira, 12 de julho de 2011

Moyashi com Carne Oriental

Ingredientes:

300 gramas de carnes em tirinhas (de preferência mignon)
500 gramas de moyashi lavado e bem escorrido
1 cebola em laminas finas
1 cenoura ralada
1/2 pimentão em tiras finas
1 colher(sopa) de gengibre ralado
1/4  xícara de vinagre de arroz
2 colheres shoyu
1 colher(café) de açúcar
1 colher (café) de óleo de gergelim
1 colher (café) de amido de milho, diluído em 1/2 xícara de água

Modo de Preparo:
Numa panela Wok, frite a carne até dourar.
Em outra panela refogue a cebola em uma colher(café) de óleo até dourar, quando estiver bem dourada, acrescente o vinagre de arroz, adicione o moyashi, o gengibre, a cenoura, os pimentões e refogue até secar um pouco.
Em seguida, junte essa misture à carne, na wok.
Misture.
Junte o amido de milho diluído em água, com 2 colheres (café) de shoyu e 1 colherinha de açúcar e leve à carne.
Por último, coloque a colher de óleo de gergelim, que dará o aroma típico da comida oriental ao prato.
Sirva a seguir, acompanhado de arroz branco, se desejar.

Dicas da Janita: A mesma receita pode também ser feita com frango no lugar da carne. Fica ótimo! No lugar da cenoura e pimentão, fica gostoso usar champingnon.

O que é MOYASHI?
Moyashi é o broto de feijão tipo Azuki. É um ingrediente consumido no Japão há muitos séculos e constitui-se num dos elementos macrobióticos mais consumidos pelo sacerdotes Zen-Budistas. É rico em vitaminas e proteínas, além de sais minerais. Podem-se produzir pratos variados e por ser refrescante, é muito indicado para consumir no verão
Mas, desde tempos imemoriais o moyashi está presente na gastronomia da Indonésia, Birmânia e China. Só chegou ao Japão no início do século XVIII, pelas mãos de monges zen-budistas.
Além de ser rico em proteínas, fibras, cálcio, fósforo, ferro, vitaminas C e do complexo B, o broto de feijão tem propriedades antioxidantes, ou seja, combate os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento.

Componentes nutricionais para cada 100 g de moyashi:
  • Energia: 16 kcal
  • Proteína: 2,3 g
  • Carbohidrato: 2,4 g
Água compõe 94,4% dos brotos de soja, ou seja, para cada 100 g, 94,4 g é composto por água. O valor nutritivo dos brotos aumentam com a exposição à luz. A “crocância” dos brotos pode ser aumentada diminuindo o tempo que os brotos são expostos à luz, embora isto diminua o valor nutricional dos brotos.

Um pouco mais sobre o indispensável SHOYU
Fundamental na culinária japonesa, acredita-se que o shoyu começou a ser usado por volta de 1330, mas, só a partir do século XVI é que passou a ser difundido pelo mundo todo. A literatura japonesa também apresenta o hishio que já era usado desde 710 e que deu origem ao shoyu.
De cor escura e salgado, esse molho é ótimo para temperar os alimentos, sendo usado em larga escala para dar mais sabor a peixes, verduras e saladas. 

É produzido a partir da fermentação do missô ou do koji, que são alimentos a base de soja, assim sendo, o shoyu oferece todos os benefícios desse alimento. Por meio do shoyu, obtém-se aminoácidos essenciais para a saúde o que torna a alimentação mais saudável, é um molho rico em cálcio, proteínas, ferro e vitaminas B1 e B2 além de ter outras diversas propriedades.
No entanto, pessoas com restrições alimentares ligadas ao valor calórico dos alimentos não deve exagerar: a cada colher do produto com 15 gramas existem cerca de 20 a 30 Kcal, e isso varia conforme a marca, além de possuir uma quantidade considerável de sal. Para quem não consegue ficar longe desse molho, já existem no mercado versões lights com redução de gordura.

No Brasil, o shoyu chegou trazido pelos imigrantes japoneses nos primeiros anos do século XX, sendo inicialmente fabricado apenas artesanalmente em casa. Por volta da década de 40 ganhou popularidade sendo que hoje é encontrado nas casas tanto dos descendentes japoneses como de outras nacionalidades.
(Fonte: Site Portais da Moda - http://www.portaisdamoda.com.br/)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Penne Oriental Afrodisíaco


Receitinha afrodisíaca facílima para o Valentine's Dayretirada do livro “Gastronomia Mágica para o Amor – Receitas e Rituais”, de Mônica Ferraz Nogueira. Faça e confira o resultado! ;)
penne
Ingredientes:
2 colheres sopa de óleo de milho
100 g de peito de frango em tiras
½ xícara de shiitake em tiras
1 colher de chá de gengibre em tirinhas finas
¼ xícara de pimentão vermelho sem pele em tirinhas
¼ xícara de cenoura em tirinhas
¼ xícara de aipo em tirinhas
5 ervilhas tortas cortadas em tiras longitudinais
¼ xícara de suco de laranja
1 colher de chá de suco de limão
2 colheres de sopa de molho de soja
1 colher de chá de maisena
2 xícaras de penne pré-cozido
1 punhado de cebolinha picada
1 punhado de gergelim torrado
1 punhado de amêndoas laminadas torradas
Modo de fazer:
Unte uma wok (ou uma frigideira grande) com o óleo de milho. Leve ao fogo e deixe esquentar bem. Acrescente o frango e, logo depois, o shiitake. Deixe dourar. Adicione o gengibre e espere até dourar mais um pouco. Ponha o pimentão, a cenoura, o aipo e as ervilhas tortas. Mexa até ficarem ligeiramente macios. Em um potinho à parte, misture o suco de laranja, o suco de limão, o molho de soja e a maisena para fazer o molho oriental. Junte 1/3 de xícara desse molho ao frango e aos vegetais e mexa. Acrescente o penne previamente cozido e deixe esquentar, mexendo sempre para não grudar no fundo da frigideira. Passe para um prato pré-aquecido e salpique com cebolinha, gergelim e amêndoas.
Sirva em seguida.
Rendimento: 2 porções.
Harmonização: um vinho branco seco, chardonnay. Sugiro o Tres Palacios Reserve 2009.
O Valentine's Day
O feriado do dia dos namorados provavelmente origina-se da festa romana antiga de Lupercalia.
Ninguém sabe exatamente quem foi o Santo Valentine. De fato, os registros da igreja mostram o mesmo Santo Valentine nomeado por dois povos. Ambos foram jogados na cadeia.

O Primeiro Valentine:
Nos últimos dias de Roma, os lobos ferozes vagavam próximos às casas. Os romanos convidavam um de seus deuses, Lupercus, para manter os lobos afastados. Por isso, um festival era oferecido em honra de Lupercus e comemorado no dia 15 de fevereiro. Lembrando que o calendário era diferente naquele tempo.
Como um dos costumes do povo, no início do festival de lupercalia, os nomes das meninas romanas eram escritos em pedaços de papel e colocados em frascos. Cada homem escolheria um papel. A menina cujo nome era escolhido, devia ser sua namorada durante aquele ano.
Valentine era um padre em Roma, quando o cristinanismo era uma religião nova. O imperador nesse tempo, Claudius II requisitou que os soldados romanos não se casassem. Claudius acreditava que, como homens casados, seus soldados iriam querer permancer em casa com suas famílias ao invés de lutar nas guerras.
Valentine foi contra o decreto do imperador e casava secretamente os jovens. O padre foi preso e julgado à morte. Valentine morreu em 14 de fevereiro, no mesmo dia do feriado romano de Lupercalia. Após sua morte, Valentine foi considerado santo.


O Segundo Valentine:
O segundo Valentine foi preso por ajudar alguns cristãos. Enquanto na cadeia, apaixonou-se pela filha cega do carcereiro. Seu amor por ela e sua grande fé operaram um milagre, curando a sua cegueira.
Antes dele ser morto (diz-se que foi decapitado em 14 de Fevereiro do ano 269 D.C.), enviou-lhe uma mensagem de despedida assinada: "De seu Valentine". Esta frase tem sido usada, desde então, em cartas de amor.

O Feriado:
No ano 496, o Papa Celasius decidiu adotar 14 de Fevereiro para honrar a memória de St. Valentine (não se sabe ao certo qual dos dois, ou se os dois).
O feriado caiu no dia anterior ao festival romano de Lupercalia, em honra do deus Lupercus que protegia as colheitas e contra os lobos. Talvez de caso pensado para se ter uma festa cristã em contraponto ao festival pagão.
O festival de Lupercalia era comemorado em 15 de fevereiro. Com o passar dos anos, o "Valentine's Day" e o festival de "Lupercalia" foram unidos em um único feriado e transformaram-se em um momento mágico para secomemorar o amor e a afeição.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Bifum Tradicional

Ingredientes:

  • 300g de lombo de porco em tiras

  • óleo suficiente para dourar o lombo

  • 100g de *bifum cru 
  • 1 de cebola picada (30g)

  • 2 tira larga de pimentão verde (80g)

  • 2 tira fina de pimentão vermelho (80g)

  • rodelas de broto de bambu ou palmito (80g)

  • 8 cogumelos em conserva fatiados (40g)

  • 2 ovos batidos

  • sal

  • 1 pitada de glutamato monossódico(o ajinomoto)

* Bifum: é um macarrão de origem chinesa, feito de arroz, bastante difundido em toda Ásia, sendo um ingrediente muito utilizado culinária oriental. É um produto leve e saudável que pode ser consumido diariamente.
É um alimento natural, simples e rápido de preparar, ideal para pessoas de todas as idades. Não contém Glúten e conservantes. Rico em vitamina E e B, é muito saboroso.

Modo de Preparo:
Fritar a carne até dourar, separando-a bem para obter uma fritura homogênea. Adicionar as verduras, fritar brevemente, escorrer e reservar. Fritar o ovo em frigideira à parte, mexendo para que ele fique granulado.

Hidratar o bifum em água quente: aquecer a água até o ponto de fervura, desligar a panela, juntar o bifum e escorrer imediatamente. Numa panela grande, em fogo baixo, juntar ao ovo o bifum, misturando sem quebrar. Adicionar as carnes e verduras reservadas. Acrescentar o sal e o glutamato monossódico. Retire do fogo e sirva.

Harmonização: Colomé Torrontés 2006.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Arroz Chinês(Yakimeshi)

Ingredientes:
2 colheres (sopa) de óleo 
6 ovos batidos 
2 colheres (sopa) de manteiga 
1 cebola picada 

2 dentes de alho
3 xícaras (chá) de arroz cozido 
1/2 colher de sopa de curry
250g de bacon em cubos(ou presunto)
1 colher (sopa) de molho de soja 
2 colheres (sopa) de salsa picada 
Sal a gosto 

Modo de Preparo:
Numa frigideira grande aqueça o óleo, despeje os ovos batidos com sal e cozinhe-os mexendo constantemente, até que se soltem da frigideira. Reserve. Em uma panela aqueça a manteiga, refogue a cebola e o alho, o arroz previamente cozido, o bacon (ou presunto) e o molho de soja. Misture bem. Despeje esta mistura sobre os ovos e envolva todos os ingredientes, por último a salsa.
Sirva quente, como prato principal ou acompanhamento.

Rendimento: 5 porções.


A Culinária Chinesa

A variedade de ingredientes e modos de confecção dos pratos fazem da cozinha chinesa uma das mais ricas do mundo. Mais de 10 mil pratos, cerca de 20 cozinhas regionais diferentes. Num país imenso, com grandes diferenças climáticas e paisagísticas, no qual vivem centenas de milhões de pessoas, existe uma ampla variedade de pratos, dependentes de uma infinita gama de produtos.
A culinária chinesa nasceu com os primeiros povos que habitaram a região, há mais de 4 mil anos, e pouco perdeu de suas características. Veio mais a influenciar do que a ser influenciada. Está na origem, por exemplo, da cozinha japonesa e de muitos países do sudeste asiático, como Tailândia e Vietnã.
Os cozinheiros chineses souberam tirar proveito da inventividade e da versatilidade. Desenvolveram técnicas tão sutis de preparo e cozimento dos alimentos que transformaram sua cozinha em uma das mais refinadas do mundo. Foram milênios de dedicação que resultaram em pratos como o pato de Pequim, obra-prima da arte culinária. É próprio da cozinha chinesa manter e combinar o sabor dos ingredientes. As diferentes formas de corte também são comuns na culinária chinesa: cortar os alimentos em pequenos pedaços, por exemplo, facilita o uso dos tradicionais palitos.
Se considerarmos o fato de ser a cultura chinesa milenar, não nos espanta que já no século XIII da nossa era, se encontrem relatos da pródiga culinária deste país asiático. A fome, a pobreza e a guerra que marcaram a história do país da Grande Muralha fizeram os chineses deixar de lado tabus alimentares e aproveitar, literalmente, tudo o que pudesse ser levado à boca. Ao lado do arroz, da soja, da carne de porco, do peixe e de legumes, costumam aparecem assim iguarias exóticas ao paladar ocidental, como barbatana de tubarão, pênis de tigre, carne de cachorro e de gato, cobra, escorpião ou gafanhoto. Para os antigos chineses, dos meios rurais, habituados à períodos de carência alimentar, era natural a ingestão de carne de cachorro, bem como de insetos. Eram, no entanto, incapazes de comer bois, pois viam-nos como fiéis companheiros no campo.
Na confecção dos pratos para as classes populares entravam as miudezas, fígado, rim, intestinos ou estômago. A cozinha dos grandes banquetes e classes abastadas era mais rica e menos monótona do que a cozinha popular. O arroz, a carne de porco e o peixe salgado, que eram alimentos dos pobres, só figuravam acessoriamente na cozinha dos ricos. Em contrapartida, a galinha, o ganso, o carneiro, os mariscos e o peixe fresco de todas as espécies era dos alimentos que mais vezes se encontravam nas ementas dos restaurantes célebres.
Na época, os convivas utilizavam, tal como hoje, os pauzinhos e as colheres. Não havia facas na mesa porque toda a comida vinha cortada em bocados suficientemente pequenos para se poderem agarrar com os pauzinhos. Seria inconcebível, visto haver grande abundância de criados e estes serem muito baratos, que os convivas do banquete e até mesmo os clientes de um restaurante popular tivessem que cortar a carne.
A gastronomia chinesa assenta num fundo cultural com mais de 5.000 anos, estando nos seus primórdios intimamente ligada aos métodos curativos e remédios. Na China, a culinária é explorada pela medicina e também por manifestações religiosas, filosóficas, poéticas e até políticas. No receituário da culinária chinesa, contabilizam-se mais de 3 mil anos.
Ao preparar uma típica refeição chinesa, o cozinheiro costuma assim se nortear por vários princípios. O principal deles é o taoísta do yin e do yang, os dois opostos complementares. Na cozinha ou no salão, o importante é buscar equilíbrio entre aroma, temperatura, sabor, cor, textura e consistência dos alimentos. Na costumeira mesa redonda, onde tudo é disposto de uma só vez, costumam aparecer então sopa, arroz, pasta ou pão, verdura, carnes, aves ou pescados cozidos em diferentes técnicas. Um prato deve ser doce (yin) e o outro salgado (yang); um frio (yin) e o outro quente (yang); um macio (yin) e a outro crocante (yang). O quadro final é um banquete que atiça todos os sentidos. Um bom prato chinês obedece a quatro "mandamentos": tem cor, perfume, paladar e apresentação esmerada.
Os chineses acreditam que a refeição deve ser uma experiência conjunta e traduzir a cooperação que existe entre os familiares e amigos. As pessoas servem-se umas às outras em pequenas porções e comem com palitinhos, os hashi, que, segundo os chineses, tornam a comida muito mais saborosa do que os tradicionais garfo e faca. Inclusive, não se usa faca à mesa. Os alimentos já chegam às travessas bem picadinhos, pois cortar e picar são tarefas exclusivas dos cozinheiros e auxiliares.
Os chineses também não gostam muito de beber enquanto comem, principalmente quando se trata de álcool; e nem de sobremesas. O chá verde ou o perfumado é a única bebida que costuma aparecer em uma refeição. Cabe à sopa limpar o paladar entre os sabores. Os doces, que são poucos, são servidos no meio ou no início da comilança.
A alma da cozinha chinesa repousa na agricultura. Um chinês nunca está longe da terra, já que a fome e o trabalho duro fazem parte de sua cultura desde os tempos mais remotos.
Ao lado do arroz, cultiva-se o trigo, que no norte do país vira finos macarrões, pastéis recheados, bolos e tortinhas. O grão de soja é outra maravilha. Consumido em toda parte, ganha a forma de queijo (o tofu, em japonês), leite, óleo, molho de soja (see yau), pasta e entra como ingrediente principal de muitas receitas. Os vegetais são poucos, mas muito bem aproveitados, nunca ausentes em uma refeição: acelga, brócolis, abobrinha e repolho chinês, broto de bambu, broto de feijão, pepino e cogumelos secos. Há pouquíssima variedade de frutas, que são, além do mais, caras. As frutas nativas são: laranja kinkan e lichia, loquat, mandarina, pêssego, kiwi, tangerina, damasco e melão de inverno.
Os peixes de água doce e salgada, frutos do mar e algas marinhas são consumidos em abundância e sua principal fonte de proteína animal. O peixe seco e salgado é um condimento largamente utilizado. Não há muita criação de animais de grande porte. O que prevalece são os animais de pequeno porte, em especial o porco e o frango. Carnes de vitela, cordeiro e cabra são raridades introduzidas na culinária do norte do país pelos muçulmanos mongóis. Todas as partes do animal são aproveitadas, dos miúdos aos ossos. As carnes são normalmente secas e curadas, por falta de refrigeração, e chegam à mesa cortadas em pequenos pedaços e misturadas com vegetais.
Existem poucas ervas aromáticas. Mas a precisa e inventiva combinação delas resulta em temperos espetaculares, como o pó das cinco especiarias (anis-estrelado, fagara, cássia, semente de funcho e cravo-da-índia), o molho de soja, o see yau, e o hoisin. São utilizados com moderação: sal, vinagre de arroz, gengibre, coentro, alho, alho-poró, malagueta, cravo, casca de tangerina, semente de sésamo e anis-estrelado. Uma pitada de açúcar, presente em quase todos os pratos, realça o sabor dos ingredientes.
As verduras em conserva também são utilizadas com freqüência para dar sabor aos pratos, em especial às carnes.
A temperatura de cozimento é fundamental para manter as propriedades das vitaminas e proteínas dos alimentos. Pratos, como o camarão à moda de Xangai requerem altas temperaturas e podem ficar apenas 15 segundos no fogo; outros, preparados com chamas mais brandas, chegam a cozinhar até 48 horas.
Embora possuam uma base comum, é possível separar a gastronomia chinesa em quatro grandes regiões:
  • A do Norte ou de Pequim (Beijing), que foi durante anos capital do Império. 
  • A da região central marítima, Xangai (Shangai), onde a manipulação do peixe atinge o seu maior requinte.
  • A de Sichuan (Szenchwan), no interior, doce e característica.
  • A de Cantão (Guangdong), que mistura elementos de todas.
A gastronomia de Cantão é a mais conhecida, devendo a sua riqueza e diversidade a um fato histórico, a queda da dinastia Ming, em 1644, quando a emigração para o sul foi geral. Os veneráveis cozinheiros de Pequim e os seus equipamentos de cozinha, do palácio imperial, fizeram uma longa marcha. No seu percurso recolheram os grandes pratos das cozinhas dos mandarins das províncias, que assim ficaram incorporados na cozinha cantonesa.
Em Cantão, animais de criação como cachorro, gato, cobra e macaco vão para o prato. Como a culinária é arte sem fronteiras, há influências de outras cozinhas na China: tomate, batata, salsão, cenoura, curry, estrela-de-cheiro são ingredientes que chegaram do Ocidente. Para a Itália, a China levou o macarrão.

Mais Curiosidades
Além do conceito do yin e yang, existe o conceito dos cinco elementos. Os chineses acreditam que estejamos cercados por cinco campos de energia: fogo, madeira, terra, metal e água. Na culinária esses elementos são representados pelos cinco sabores:

  • Amargo - Fogo
  • Azedo - Madeira
  • Picante - Metal
  • Doce - Terra
  • Salgado - Água
A medicina chinesa diz que para tratar corretamente um paciente você deve saber o estado dos cinco elementos no corpo daquela pessoa. A deficiência ou o excesso de um dos elementos pode levar a doenças. Se um indivíduo desenvolver de repente um desejo por comidas azedas isso pode indicar problemas no fígado, obviamente esse diagnóstico é muito mais complexo e profundo.
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