Cantinho para desbravar, curtir, experimentar e criar momentos de puro prazer e alegria. Envolve amor, partilha, dedicação e magia. Remete a sabores e aromas de infância, de viagens, lugares, encontros e situações que fizeram a vida ainda mais especial. Para levar também você a descobrir novas sensações e despertar o chef que há em você. Sim, todos sabemos ser grandes chefs quando colocamos o amor nas panelas!
Divirta-se!
Quem também é louco por pão de queijo vai amar essa receita que além de deliciosa é rápida e fácil de preparar.
Ingredientes:
2 xícaras de polvilho doce
1 xícara de polvilho azedo 3 ovos 1 xícara de queijo minas ralado(ou outro de sua preferência) ½ xícara de óleo de girassol(ou outro de sua preferência) 1 xícara de leite morno Pitada de sal 1 colher de chá de fermento químico 300g de linguiça calabresa picada( presunto/peito de peru) 100g de queijo muçarela ralado 3 tomates picados sem pele e sementes Pitada de orégano
Noz moscada 50g de queijo parmesão ralado
Modo de Preparo:
No liquidificador, bater o polvilho, os ovos, o queijo minas, o óleo e o leite. Dispor em uma tigela, adicionar o sal e noz moscada e misturar. Adicionar o fermento e misturar delicadamente. Colocar a metade da massa em uma forma untada e enfarinhada. Botar a linguiça calabresa picada, o queijo muçarela ralado, os tomates e uma pitada de orégano. Cobrir com o restante da massa. Polvilhar o queijo parmesão por cima. Levar ao forno preaquecido 180 graus por 30 minutos.
*Por que o uso de polvilho doce e azedo na receita? O polvilho doce vai dar a elasticidade e peso à receita, além de ser como uma espécie de “cola” que mantém a forma. Já o polvilho azedo dá à preparação o gostinho característico “azedo”, além de uma certa leveza e expansão da massa, para que ele não fique muito borrachudo depois de esfriar.
Polvilho, o que é? Qual a diferença entre doce e azedo?
Polvilho ou fécula de mandioca: produto amiláceo extraído da mandioca (Manihot utilissima). O polvilho de acordo com o teor de acidez, será classificado em polvilho doce ou polvilho azedo;
Polvilho doce e fécula são tecnicamente o mesmo produto. Comercialmente, é comum a denominação de polvilho doce para o produto obtido por secagem solar, processado em unidades menos automatizadas, de menor escala.
O polvilho azedo é um produto obtido da mesma forma que o doce, mas é fermentado após a etapa de decantação da fécula e antes da secagem feita pelo método solar. O polvilho azedo é um amido modificado por causa da fermentação.
Polvilho Azedo: produto diferente, tem como base a fécula de mandioca. Fermentado por 15-40 dias por ação de microrganismos e acidez deve chegar a 5%.
Uma torta salgada muito saborosa, prática e que fica com um aspecto bem bacana.
Também é muito versátil, pois pode ser servida num café colonial, num brunch, almoço ou jantar acompanhado de uma saladinha verde.
Ingredientes: - 3 ovos - 1 xícara de óleo de girassol - 1 e 1/2 xícara leite - 1 e 1/2 copo de trigo(ou farinha de arroz se quiser a receita na versão sem glúten)) - 1 e 1/2 copo de fubá fino(farinha de milho fina) - 1 colher (chá) de sal ou um sachet de sazon do sabor preferido. - 1 colher (sopa) de fermento em pó(químico) - 1 linguiça Blumenau bem picadinha(ou substitua por: 1 xícara de bacon, carne seca desfiada, paio, outra linguiça, presunto de peru, presunto defumado, mortadela, frango desfiado ou atum).
- 1 cebola
- 2 dentes de alho
- 1/2 maço de couve mineira picada ou brócolis picado.
- pimenta e ervas a gosto.
- um pouco de queijo ralado ou ricota esfarelada na massa dá um sabor especial.
Modo de fazer:
Pique a cebola e o alho e frite num pouco de azeite de oliva. Adicione a linguiça e frite até dourar. Adicione a couve e refogue. Separe e deixe esfriar.
Bata aos poucos todos os ingredientes, menos o fermento e o refogado, no liquidificador. Após a mistura ficar homogênea, acrescente uma colher de sopa de fermento em pó. Misture delicadamente.
Adicione então o recheio frio/morno e misture delicadamente à mão. Coloque em uma forma untada e enfarinhada e leve ao forno. Usei uma de de silicone com furo no centro. O tempo varia conforme o tipo de forno e a forma usada. No geral, o ponto ideal é com a formação da característica casquinha dourada.
Mais uma receita da série de delícias da Rita Lobo que estão no livro "Pitadas da Rita".
PARA A MASSA
Ingredientes:
100 g de manteiga gelada 1 1/4 de xícara (chá) de farinha de trigo 1 ovo 1 colher (chá) de sal
Modo de Preparo 1. Corte a manteiga em cubos e passe para uma tigela grande. Junte a farinha peneirada e, com a ponta dos dedos, misture até formar uma farofa, sem dissolver completamente a manteiga.
2. Junte o ovo e o sal e trabalhe a massa apenas até formar uma bolota. Envolva com filme e leve à geladeira por no mínimo 1 hora. Atenção: se preferir, faça a massa no dia anterior ao que vai servir a torta.
PARA O RECHEIO
Ingredientes: 1 berinjela pequena 1 abobrinha média 3/4 de xícara (chá) de tomate-cereja ou sweet grape 1 talo de alho-poró sem as folhas verdes 1 pimentão amarelo 1 cebola média 4 dentes de alho sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto 8 colheres (sopa) de azeite
Modo de Preparo 1. Preaqueça o forno a 220 ºC (temperatura alta). 2. Numa tábua, corte a berinjela em rodelas de cerca de 1 cm e descarte as pontas. Se a berinjela for grande, corte as fatias em meias-luas. Transfira para uma tigela, cubra com água e misture 1 colher (chá) de sal. Reserve. 3. Prepare os outros legumes: fatie as abobrinhas em rodelas de 1 cm e descarte as pontas; corte os tomatinhos ao meio; fatie fino o alho-poró; corte o pimentão ao meio, descarte as semente e corte as metades em quadrados; descasque a cebola e corte em quartos; descasque os dentes de alho. 4. Retire a berinjela da água e disponha numa assadeira retangular grande. Regue com 3 colheres (sopa) de azeite e leve ao forno preaquecido por 15 minutos.
5. Retire a assadeira do forno e junte os outros legumes. Tempere com sal e pimenta-do-reino, regue com o azeite restante e misture delicadamente. Volte a assadeira ao forno por 30 minutos. Retire a assadeira e baixe a temperatura do forno para 180 ºC (temperatura média).
PARA A MONTAGEM
Ingredientes: 2 ramos de tomilho fresco 2 ramos de alecrim fresco 1 gema para para pincelar
Modo de Preparo: 1. Cerca de 15 minutos antes de o tempo para pré-assar os legumes terminar, retire a massa da geladeira. Se você está fazendo a torta em etapas, cada passo num dia, preaqueça o forno a 180 ºC (temperatura média). 2. Numa bancada, polvilhe um pouco de farinha e, com um rolo de macarrão, abra a massa num formato arredondado até ficar com cerca de 0,5 cm de espessura. 3. Transfira a massa para uma fôrma redonda de fundo removível de cerca 24 cm de diâmetro, deixando as bordas para fora. 4. Retire a assadeira do forno e transfira os legumes para uma tigela grande. Debulhe os ramos de tomilho e alecrim e junte à tigela, misturando delicadamente. 5. Passe os legumes para a fôrma com a massa. Dobre as bordas sobre os legumes. 6. Numa tigelinha, misture a gema com 1 colher (chá) de água. Pincele a massa e leve a torta ao forno por 45 minutos ou até dourar. Sirva quente ou em temperatura ambiente.
Dicas da Janita - as minhas "pitadinhas" ou pitacos:
Essa delícia de cobertura/recheio pode ser usada em massa de pizza e em massa de pão sírio ou pita. Basta colocar sobre a massa, assar e servir com um bom azeite de oliva. Fácil! Delícia!
Em fatias pequenas pode ser servido como entrada ou antepasto. Harmonização: Admite tintos, brancos e rosados. Se gostar de tinto, prefira os aromáticos e meio robustos como os da Provence. Um bom Dão, um Montepulciano d´Abruzzo podem ser adequados. Quem preferir os brancos, deve escolher exemplares bem secos e aromáticos, como alguns do Sul da França e das Côtes du Rhône. Na Provence, o rosado local muitas vezes acompanha a ratatouille. Escolha um rosado seco, de preferência do Sul da França, como Lirac, Tavel e Bandol. Mas há ótimos rosados também em Portugal e na nossa vizinha Argentina (rosados da uva Malbec, rosés malbec, como os gostosos e meus predieltos: Kaiken, Alma Negra, Pulenta La Flor, Los Haroldos e o Rosa de Argentina da Belasco de Baquedano). Trilha sonora - sugestão musical: Acompanha muito bem e com a devida doçura: a música Le Festin da fofíssima Camille. Inclusive, a música faz parte da trilha do filme "Ratatouille". Fofura deliciosa de ouvir! Pra vocês um vídeo com a letra, bem lindinha, em francês, pra cozinhar e cantar junto! Enjoy!
A tradução para o português:
"Os sonhos dos amantes são como um bom vinho
Eles trazem alegria e também desgosto
Enfraquecido pela fome, estou infeliz
Roubando, em meu caminho, tudo que posso
Porque nada na vida é de graça
A esperança é um prato muito rápido de se consumir
Estou acostumado a pular refeições
Um ladrão, solitário, triste de alimentar
Para nós, sou amargo, quero ter sucesso
Porque nada na vida é de graça
Nunca irão me dizer que o caminho para as estrelas
que isso não é para mim
Deixe-me encantar você
e pegar meu vôo
Vamos finalmente nos deliciar
A festa vai finalmente começar
Levem as garrafas, acabam-se os aborrecimentos
Ponho a mesa, amanhã é uma nova vida
Estou feliz com a idéia deste novo destino
Uma vida às escondidas, e sou finalmente livre
O banquete está no meu caminho
Uma vida às escondidas, e sou finalmente livre
O banquete está no meu caminho" Sobre a Ratatouille - História e Etmologia Um prato rústico, típico da região de Provence em que se notam influências espanholas e italianas.
O nome significa "picar, triturar", mas podemos traduzir também como "ragoût de legumes" ou "prato de berinjelas", conforme o "Pequeno Dicionário da Gastronomia". No original francês, "ratatouille" é um substantivo feminino, também chamado de "ragu grosseiro". Sopa de carne ou peixe picados com legumes cozidos longamente em azeite.
O prato originalmente, nasceu da cultura de subsistência dos moradores do campo, do aproveitamento da “horta”. Berinjela, abobrinha, cebola, tomate, ervas e o azeite extraído das olivas – dessa combinação surgiu uma das receitas mais versáteis e clássicas da gastronomia francesa. Servida à mesa dos mais pobres aos mais nobres, a Ratatouille se encaixa na entrada e no prato principal. Pode ser fria ou quente. Vai bem do verão ao inverno. É deliciosa quando preparada na hora ou de véspera.
Hoje a Ratatouille foi muito além dos campos da França. Ocupa um lugar de destaque em diversas cozinhas de todo o mundo, impulsionado pelo estilo saudável de viver.
Receitinha deliciosa, fácil de preparar e leve para uma refeição de verão. Da revista Dieta Já, com apenas 153 kcal por fatia! Bora fazer? Ingredientes: Para a massa: 2 ovos 1 xícara (chá) de leite ½ xícara (chá) de óleo 5 colheres (sopa) de farinha integral 1 colher (sopa) de amido de milho 1 colher (sobremesa) de fermento em pó Sal a gosto
Para o recheio: 200 g de camarões médios limpos 2 colheres (sopa) de azeite 1 cebola (pequena) picada 2 dentes de alho picados 2 tomates sem pele e sementes picados 50 g de palmito picado em cubinhos Sal e pimenta a gosto Salsa picada a gosto Queijo ralado para salpicar Modo de preparo: Para a massa: 1. No liquidificador, bata os ovos, o leite, o óleo, a farinha de trigo, o fermento e o sal.
Para o recheio: 1. Em uma panela, aqueça o azeite e frite os camarões. Junte a cebola, o alho e deixe dourar. 2. Junte o tomate, tempere com o sal, a pimenta e desligue o fogo. Salpique a salsa e deixe esfriar. 3. Distribua a massa até a metade da assadeira untada com margarina, distribua o recheio e cubra com o restante da massa. 4. Asse em forno preaquecido a 200° C durante 40 minutos ou até a massa dourar.
"O prazer da mesa é de todas as idades, de todas as condições, de todos os países e de todos os dias; pode se associar a todos os outros prazeres e sobra como último para consolar-nos da perda dos outros". (Jean Anthelme Brillat-Savarin, era advogado, político e cozinheiro francês. É considerado o fundador da crítica gastronômica na França).
Seja-bem vindo a este espaço que é seu, é nosso, é de todos!
Cozinha da Janita
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Sobre a criatividade...
"Ser criativo nem sempre é inovar, às vezes significa olhar para trás e trazer o conhecido de forma inesperada" Alex Atala, ao cozinhar.
Segredos da cozinha de sucesso: bons ingredientes, ordem e simplicidade!(Roberta Sudbrack)
Calculadora de Festa
A Hora de Ser Feliz é AGORA!!!
Cozinha é também lugar de prosa e poesia, de muita cultura e sabedoria, de alquimia e encanto, de bons fluídos e felicidade, de consciência ecológica, de saúde e bem-estar, de requinte e bom gosto e para isso, basta ser gente, basta ter vontade! Divido aqui minhas receitas, algumas inventadas e readaptadas, outras antigas e tradicionais, receitas que aprendi em viagens, cursos, mídia, ou com avó, mãe, sogra, marido, amigos e etc. Todas testadas e aprovadas! Postarei conhecimentos e "pareceres" sobre tudo que puder envolver os pratos, como a origem, como servir e etc. Tomarei a liberdade de sugerir uma "música de fundo" e o que mais lembrar, já que toda receita requer todo um clima para que seja feita com êxito! Peço aos que participarem do blog, que complementem com o que souberem, que enviem suas receitas, dicas, textos, poesias e curiosidades relacionadas, pois só aí terei atingido o objetivo de compartilhar, trocar, interagir e aprender mais! Um grande abraço diretamente da Cozinha da Janita.
Desejando entrar em contato, escreva para cozinhadajanita@yahoo.com.br
"Agora que a velhice começa, preciso aprender com o vinho a melhorar envelhecendo e, sobretudo, a escapar do terrível perigo de, envelhecendo virar vinagre". Dom Helder Câmara
Tenha sempre à mão essa tabela e facilite sua vida na hora de preparar suas delícias!
1 colher de café = 2,5 ml = ½ colher de chá 1 colher de chá = 5 ml 1 colher de sopa = 3 colheres de chá = l5 ml 1 xícara = 240 ml 1 xícara = 16 colheres de sopa rasas ¼ de xícara = 4 colheres de sopa = 60 ml 1 copo de requeijão = 250 ml
1 xícara de arroz = 190 g 1 xícara de farinha de trigo = 120 g 1 xícara de manteiga = 220 g 1 xícara de açúcar = 180 g
1 colher de sopa de manteiga = 15 g 1 colher de sopa de farinha de trigo = 8 g 1 colher de sopa de açúcar = 14 g 1 folha de gelatina = 1 colher de chá de gelatina em pó
1 ovo médio - 50 g 1 ovo grande - 65 g 1 clara de ovo médio - 30 a 35 g
Lembre-se e seja feliz:
"Certas coisas só são amargas se você as engole." (Millor Fernandes)
Você sabia que o acarajé, a moqueca capixaba e os queijos artesanais de MG já foram registrados como patrimônios imaterias? Isso significa que eles não podem mais ser descaracterizados pela evolução natural dos processos de produção e venda. O orgão responsável pela proteção destes alimentos e rgistros é o Iphan - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O PRIMEIRO LIVRO DE RECEITAS
Chama-se De Re Coquinaria o primeiro livro de receitas conhecido. Escrito no séc. 1 d.C. por M. Gabio Apício, dono de uma escola de culinária em Roma, traz 470 receitas. Na época, o bom cozinheiro era aquele que tornava os alimentos irreconhecíveis pela adição de molhos e temperos, como pimenta e noz-moscada. Carnes ficavam sempre doces e peixes, agridoces. E essa nem é a parte mais esquisita...No livro, descobre-se que iguarias como papagaio e língua de garça deixavam os romanos com água na boca!
Vinho derramado é alegria. Sal derramado é mau agouro. Farinha no chão é sinal de fartura. Dinheiro em mesa de comida é sinal de miséria.
Donzela não serve sal, não corta galinha, nem passa o paliteiro.
Beber o que restou do copo de alguém é uma maneira de ficar sabendo seus segredos.
Pegue o prato com a mão direita e devolva com a mão esquerda. A direita é de bênção para o prato cheio e a esquerda, de maldição para o prato vazio.
Nunca se oferece nem o primeiro nem o último bocado.
Mesmo que haja um convidado à mesa, o primeiro pedaço deve ser oferecido ao dono da casa para não desejar sua morte. Se ele recusar, o perigo passou.
Quando uma panela deixa a comida queimar várias vezes, fica viciada. O melhor é colocá-la de lado, como imprestável.
Só uma pessoa mexe a comida, senão ela fica sem gosto.
Não se deixa a colher dentro da panela nem descansando na borda. Isso atrasa a comida.
Não se pragueja para acender o fogo porque isso chama o demônio para ajudar.
Mexe-se da direita para a esquerda primeiro. Depois, ao contrário. Não se mexe a comida com faca porque faz mal.
Não se passa o sal diretamente para a mão de quem pede. Dá azar. Deve-se colocá-lo na mesa.
Vivendo deliciosamente....
"O gourmet é um comilão erudito". (Millôr Fernandes)
Frases eno-gastronômicas
"Sou mais doceira e cozinheira do que escritora, sendo a culinária a mais nobre de todas as Artes: objetiva, concreta, jamais abstrata a que está ligada à vida e à saúde humana. (trecho do poema: Cora Coralina, Quem É Você?)
"Toma conselhos com o vinho, mas toma decisões com a água."Benjamim Franklin
"Certas coisas só são amargas se a gente as engole." (Millor Fernandes)
"Come pouco ao almoço e menos ainda ao jantar, que a saúde de todo o corpo constrói-se na oficina do estômago." (Miguel de Cervantes Saavedr)
"Em torno do fogão, a conversa é calorosa. Na panela, a colher gira, gira, os sabores vão se fundindo e as emoções também. Meditando na Cozinha é uma experiência para ser compartilhada como pão e vinho." Alda Palma
"Existe mais filosofia numa garrafa de vinho que em todos os livros."
"O vinho é composto de humor líquido e luz."
"Quando a última árvore tiver caído,quando o último rio tiver secado, uando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come."(greenpeace)
"Seja o que for que estiver comendo, coma sem culpa, sem raiva, sem medo. A felicidade melhora a saliva, o corpo acredita que aquilo é bom. Mastigue bem, saboreie ao máximo e agradeça a sua boa sorte. Ou não é uma sorte estarmos vivos e comermos bem?" (Sonia Hirsch)
"São Paulo já dizia: 'comamos e bebamos pois amanhã morreremos' ".(Leonardo Boff)
"Uma gravata limpa atrai sempre a sopa do dia." (Edward Aloysius Murphy)
# Não conheço nada mais sério do que a cultura da vinha. (Voltaire)
A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes. (Fleming)
Bebo porque é líquido, Se sólido fosse, come-lo-ia. (Jânio Quadros)
Cozinhar é um ato de generosidade, porque se cozinha para alguém, mesmo que seja só para si mesmo. É generoso o ato de dar e também é generoso o ato de receber. De autoconhecimento, porque, para cozinhar, é preciso olhar para fora e para dentro - ver como está o dia, como está a pessoa, e o que é mais adequado preparar e de que forma. Tem dia de salada de folhas frescas e tem dia de sopa quente de raízes. De contato com a natureza, porque os ingredientes da comida costumam ser naturais na origem, a água é natural, o fogo é natural.(Sonia Hirsch)
Esse tetxto recebi da carinhosa amiga Drika:
Nas vitórias, é merecido, mas nas derrotas é necessário. (Napoleão, sobre o champanhe)
Pérolas de Jean Anthelme Brillat-Savarin: I - O universo só existe porque há vida, e tudo o que vive se alimenta. II - Os animais se alimentam; o homem come; só o homem refinado sabe comer. III - O destino das nações depende da forma como elas se alimentam. IV - Diz-me o que comes e eu te direi o que tu és. V - O Criador, ao obrigar o homem a comer para viver, convida-o com o apetite e recompensa-o com o prazer. VI - A gulodice é uma decisão nossa, por meio da qual preferimos as coisas que são agradáveis ao gosto às que não têm essa característica. VII - O prazer da mesa é de todas as idades, de todas as condições, de todos os países e de todos os dias; pode se associar a todos os outros prazeres e sobra como último para consolar-nos da perda dos outros.VIII - A mesa é o único lugar onde nunca se sente tédio durante a primeira hora IX -. No cozinheiro, a qualidade indispensável é a pontualidade; deve sê-lo também do convidado. X - Convidar alguém significa ocupar-se de sua felicidade durante todo o tempo em que estiver sob nosso teto. Extraído de BRILLAT-SAVARIN. A Fisiologia do Gosto. Rio de Janeiro: Salamandra, 1989.
Ser comedido é comer com Sabedoria, não por obrigação ou Compulsão. Assim, em vez de escravos, Somos senhores de nossos prazeres (Sonia Hirsch)
Uma cozinha sem saca-rolhas é apenas um cômodo da casa. (Keith Floyd)
“De cozinha, sei apenas o básico, para não passar vexame. Mas sei que para se preparar um bom linguini ao pesto, tudo tem que ser feito na hora. Assim são também as cenas emocionais, não se pode ensaiar muito antes de rodar para manter vivo o perfume do manjericão e a emoção “al dente”. Fernando Meirelles
Cozinhar é amar!
“La cocina es alquimia de amor” (Guy de Maupassant em Cuentos de la becada)
Filmes - A culinária e a enologia na tela
"Sem Reserva", de Scott Hicks, USA 2007.
"Youth Without Youth", Francis Ford Coppola, 2007.
A Festa de Babette (Babette’s Feast, 1987, de Gabriel Axel)
A Grande Noite (Big Night, 1996, de Stanley Tucci e Campbell Scott)
Amor à flor da pele (In the mood of love, 2000)
As Ferias da Minha Vida(Last Holliday). 2005 - USA. Comedia.
As luzes de um verão (À la verticale de l'été, 2000)
Bagda Cafe.1987 - Alemanha/USA. Comedia.
Caminhando nas Nuvens (A Walk in the Clouds, EUA, 1995)
Chocolate (Chocolat, 2000, de Lasse Hallstrom)
Comer, Beber, Viver (to 1994, de Ang Lee
Como água para chocolate (1992, de Alfonso Arau)
Estômago, de Marcos Jorge
Fantástica Fábrica de Chocolate, A. (Charlie and the Chocolate Factory, 2005)
Mondovino, documentário de Jonathan, 2005.
O Amor está na mesa (Cuisine Américaine, 1998, de Jean-Yves Pitoun)
O fabuloso destino de Amélie Poulain (Le fabuleux destin d'Amélie Poulain, 2001)
O Jantar (La Cena, 1998, de Ettore Scola)
Ratatouille (Ratatouille, 2007, Brad Bird e Jan Pinkava)
Receita: Lámem – Yoshuhiro Kimura.
Sabor da paixão (Woman on Top, 2000, de Fina Torres)
Sideways – entre umas e outras (Sideways, 2004, de Alexander Payne)
Simplesmente Martha (Mostly Martha, 2001, de Sandra Nettelbeck)
Soul Kitchen. Dir. de faith Akin. 2009 - Aelmanha/Turquia. Aventura.
Super Size Me – A dieta do palhaço (Super Size Me, 2004)
Tampopo, os bravos tambem comem spaghetti. De Jozo Itami, 1985
Tempero da Vida (Politiki Kouzina, 2003, Tassos Boulmetis)
The Cook, The Thief, his wife, her lover. De Peter Greenaway, 1989. Filme Europeu - Comedia, drama, terror.
Tomates Verdes Fritos (Fried Gren Tomatoes, 1991, de Jon Avnett),
Um Bom Ano (A Good Year, EUA, 2006)
Vatel - Um Banquete para o Rei (Vatel, 2000)
Vatel - Um Banquete para o Rei. Dir. de Roland Joffe. 2000 - Franca. Drama. Com Gerard Depardieu e Uma Thurman.
“Estou bebendo estrelas”, disse Dom Pérignon ao beber pela primeira vez um vinho da região de Champagne.
Livros que recomendo
A Cozinha a Nu, de Santi Santamaria,editora Senac. Celebrado chef catalão questiona modernices e destila seu inconformismo com o contínuo declive da culinária mediterrânea e contra a "macdonaldização" dos lares e restaurantes,
A Fisiologia do Gosto, de Brillat-Savarin. Rio de Janeiro: Salamandra, 1989.
A História do Sabor, de Paul Freedman, Ed. Senac SP. O autor é estudioso do período medieval e o livro reune textos de diferentes especialistas para percorrer o desenvolvimento da gastronomia ao longo dos séculos. Um livro que é referência na área!
A História do Vinho, de Hugh Johnson. É a obra-prima do autor e o grande clássico internacional da literatura do vinho.
Banquete, de Roy Strong. Uma história ilustrada da culinária, dos costumes e da fartura à mesa.
Bocuse em sua cozinha - de Paul Bocuse - Ediouro. O estralado chef francês dá uma mãozinha para mestres-cucas de primeira viagem. Excelentes dicas.
Brasil - Ritmos e Receitas, de Morena Leite (ed. Global)
Carême - Cozinheiro dos Reis de Ian Kelly. Uma saborosa biografia que conta a história deste memorável rei dos cozinheiros. Ricamente ilustrado, com menus e receitas da época.
Comida de Verdade, de Nina Plank(ed. Arx)
Cora Coralina - Doceira e Poeta(Global Editora). Obra saborosa que reúne o lado quituteiro da poetisa.
Culinária Japonesa de Harumi, de Harumi Kurihara, editado pela Larousse. Neste livro a culinarista explora tanto as técnicas da cozonha nipônica como preparos de influência oriental. Seu estilo na cozinha reflete o dia-a-dia das mulheres japonesas do século 21.
De caçador a Gourmet, de Ariovaldo Franco(ed.Senac SP)
Dicionário Gastronômico - Café com suas Receitas, de Giuliana Bastos, Ed. Boccato. É uma obra atraente que passa a limpo a história, verdades, mitos e lendas do café.
Dicionário Tradutor de Gastronomia. Roberta Saldanha. O livro foi redigido em seis línguas e é voltado para estudantes, profissionais da área, gourmets e apaixonados pelos prazeres da boa mesa. A obra está dividida em 32 categorias e traz 19 mil termos que vão desde ingredientes até procedimentos e modos de preparo.
Diário do Olivier: 10 anos de viagem em busca da culinária brasileira.Neste livro, Olivier narra todas as suas experiências e descobertas ao longo dos 10 anos de viagens que ele fez por todo o Brasil.160 páginas de pura cultura e mais de 1000 receitas a serem conferidas pelo leitor.
Luzes e sombras do reinado de Ferran Adriá, de Miguel Sen, Editora Senac SP.O autor analisa e descreve a trajetória do polêmico chef catalão, consagrado como um dos maiores do mundo.
Maus Bocados.Em “Maus Bocados”, o chef e apresentador franco-americano Anthony Bourdain conta algumas de suas aventuras gastronômicas feitas nos quatro cantos do mundo. Expõe, de maneira irreverente, segredos e tradições da culinária de vários países.
Meditando na Cozinha, de Sonia Hirsch(ed. CorreCotia)
Nigella Bites - as receitas preferidas da chef inglesa. Ediouro.
O cinema vai à mesa. Existem Filmes deliciosos e livros para serem devorados. Mas pela primeira vez essas duas formas de arte se juntam em O CINEMA VAI À MESA de Rubens Ewald Filho e Nilu Lebert.Este saboroso livro, além de muitas receitas detalhadas, traz informações e curiosidades sobre os filmes, seus atores e diretores. E fotos de dar água na boca!
Receitas práticas da cozinha sofisticada, de Janka Bergallo(ed. Melhoramentos)
República gastronômica da China, de Jen Liu-Liu. Jornalista americana mergulha na China de seus ancestrais. Eleito o melhor lançamento recente de culinária chinesa.
Sem Açucar, com Afeto, de Sonia Hirsch(ed. CorreCotia)
The tofu cookbook - Becky Johns on - Lorenz Books. Este livro serve para provar que cozinhar com a soja pode ser sim muito saboroso!
Um certo verão na Sicília - uma história de Amor. Marlena de Blasi conta a hsitória de Tosca Brozzi, dona da pensão Villa Donnafugata, em que histórias de amor e segredos bem guardados dividem o mesmo espaço das mesas fartas de berijelas, tomates, vinhos e azeites.
Vinhos de Butique - Artesanais, raros e tradicionais, de Neal I. Rosenthal - Larousse. Ótimas histórias narradas pelo autor que é um dos mais conceituados importadores de vinhos dos Estados Unidos.