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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Blinis de Milho Verde

“As blinis são o símbolo do sol, dos dias bonitos, das boas recordações, dos casamentos felizes e das crianças saudáveis”. (Alexandre Ivanovitch Kouprine - escritor russo)

Ingredientes:
6 colheres de sopa de milho verde (pode ser fresco ou em lata)
1 cebola pequena picadinha
2 dentes de alho picadinhos

1/2 xícara de leite
1 colher de chá de sal
2 ovos
4 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
Manteiga para fritar e azeite de oliva para refogar

Modo de fazer:
Refogue a cebola e o alho em um pouquinho de azeite de oliva. Junte o milho e refogue bem. Bata no liquidificador com o leite, a farinha, os ovos, o fermento e o sal. Unte uma frigideira com óleo e aqueça. Frite blinis em colheradas grandes, virando cuidadosamente com o auxílio de uma espátula, para cozinhar do outro lado.



E está pronto!
Agora é colocar sobre elas o que desejar e servir! 


Nota:Pode ser deixado na geladeira até a hora de servir.


O que são Blinis?


Blinis tem a sua origem na tradicional culinária russa. São pequenos crepes espessos, macios e muito fofos, geralmente sem adição de açucar.
Estas pequenas panquecas de origem russa – feitas com trigo, ovos, leite e fermento – são o alimento tradicional do fim do inverno, representando o renascimento do sol. São consumidas em todos os lugares durante a Maslenitsa, ou Semana da Manteiga, feriado religioso russo semelhante ao nosso Carnaval. Lá, a Quaresma começa na segunda-feira e não na quarta-feira como a nossa. 

Blinis costumam  ser de trigo comum ou de trigo sarraceno ou ainda de uma mistura dos dois. Existem hoje diversas variações que levam espinafre, beterraba, batata, aipim, milho, etc.

Podem ser apreciadas em buffets junto com outros tipos de canapês, num brunch ou até como snack ou finger food. Com a popularidade que conquistaram em todo o mundo, são referência de elegância em qualquer coquetel, principalmente quando servidas com salmão ou creme azedo e caviar. Aproveite esta receita para incrementar suas festas, celebrando com sua família e amigos.

Blinis podem ser degustadas frias ou mornas, levemente aquecidas, com diversos recheios ou coberturas como: creme com cebolinha, salmão defumado, caviar, tarama, mousse de presunto, parma, creme de abacate, figo ou damasco com cream cheese, atum, entre outros... 




Abaixo algumas fotos com ideias para inspirar você a preparar a receita! ;)
          
      
    


Harmonização: espumante brut ou extra-brut.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Borscht


Ukrainian borsch recipe
Ingredientes:
4 beterrabas cortadas em cubos
1 cenoura cortada em cubos
1 cebola picada
4 batatas cortadas em cubos

4 talos de salsão picados(opcional)
02 folhas de repolho em tiras
4 tomates ou 3 colheres de sopa de molho de tomate
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de chá de vinagre de vinho tinto
3 dentes de alho picados
salsinha e cebolinha
caldo de carne - não menos de três litros
pimenta preta do reino
sal a gosto



Modo de Preparo:
Em uma panela, refogue a cebola e alho na manteiga. 
Coloque as cenouras e beterrabas, adicione 1 colher de sopa de açúcar, um pouco de caldo ou água, 1 colher de chá de vinagre.
Refogar tudo por 10 minutos e, em seguida, adicione os tomates e refogue novamente por 10 minutos.

Em uma panela grande com o caldo de carne, coloque as batatas picadas e o repolho em tiras e ferva por 10 minutos. Em seguida, adicione ao refogado de legumes feito anteriormente , coloque a pimenta do reino  e temperos a gosto e deixe ferver novamente por 10 minutos, ou até a batata estar macia.

Adicione a salsinha e cebolinha e sirva quente, junto de creme azedo(iogurte natural com uma gotinhas de limão).


Dica da Janita: se quiser uma versão vegetariana da sopa, use caldo de legumes no lugar do caldo de carne.


Saiba mais sobre o BORSCHT

O borsch, também grafado como borscht é uma sopa tradicional em diversos países do Leste Europeu como a Ucrânia, Polônia, Rússia e Romênia, entre outros.
As disputas sobre quem inventou o borscht acontecem até hoje. Os ucranianos consideram borsch como seu prato nacional. A mesma coisa acham os poloneses, lituanos e romenos. E em cada país tem suas peculiaridades da maneira de cozinhar este prato. Ao lingüistas acreditam que a palavra “borsch” vem da palavra “boschevik”, como antigamente era chamada a beterraba. Na Polônia “Borschak” apareceu no século XVIII. Na Ucrânia o borsch é conhecido desde séculos XIV-XV. Entre as pessoas que gostavam do Borsch temos Gogol, Catarina Grande, Alexandre II, Anna Pavlova. O borsch é associado com muitas crenças e preparado para festas, casamentos e velórios.
Também os lingüistas têm uma versão que a palavra “bor” ou “bur” em russo antigo significava vermelho escuro. Os ucranianos chamam a beterraba de “Buriak”. A beterraba na época dos eslavos antigos crescia no território da Sérvia e Romênia. Ela crescia de maneira selvagem, mas pouco a pouco foi adotada por habitantes do local. Agora deu para entender como surgiu primeira parte do nome “borsch”.
Borscht é uma parte importante da cultura dos povos do sul. Pois o cozinhavam na primavera dos produtos que eram objeto de armazenamento longo. No inverno não cresce nada e a próxima safra só vem no outono. Ou seja, é um prato nutritivo que dá força e sustento para trabalhar. A receita antiga do borsch inclui beterraba, repolho salgado, peito e gordura de porco. E a cor do borsch lembra a cor de sangue, a cor da Mãe Terra. A cor vermelha é sagrada e festiva. Na Rússia, por exemplo, desde antes paras festas de primavera cozinham schi, e na Ucrânia – borscht.
A receita desta sopa foi levada a Europa Ocidental e América principalmente por imigrantes judeus fugidos da perseguição nestas regiões; em iídiche, língua falada por muitos destes imigrantes, o prato é chamado de borsht (בורשט).
A sopa é normalmente preparada com beterraba que lhe dá um forte coloração vermelha. Outros ingredientes costumeiros são o repolho, cenoura, batata, cebola, tomate, carne...
O prato costuma ser servido com nata azeda (creme de leite) e batatas cozidas.
O borsch pode ser preparado de diversas maneiras; tradicionalmente, cada povo acrescenta a sua variação à receita. As duas variantes principais do borsch, no entato, são conhecidas genericamente como borsch quente e borsch frio. Ambas têm como base a beterraba, porém são preparadas e servidas de maneiras diferentes.

Variações do Borscht pelo mundo
Na cozinha bielorussa , os tomates são o padrão, às vezes, além de beterraba. É geralmente servido com Smetana (creme azedo de estilo europeu) e um acompanhamento tradicional depampushki (sing. pampushka), pequenos pães quentes coberto com alho fresco picado.

Na cozinha russa , normalmente inclui beterraba, carne, repolho e, opcionalmente, as batatas.

Na Prússia oruental a carne é servida com o Beetenbartsch (lit. beterraba-borscht).

Na cozinha da Lituânia , cogumelos secos são muitas vezes adicionados.

Na cozinha da Armênia , é servido quente com creme de leite fresco.

Na cozinha do Azerbaijão , é servido quente e, geralmente, inclui beterraba, batatas e couves e, opcionalmente, carne bovina. Uma colher de sopa de iogurte natural é adicionado no meio do prato.

Na cozinha chinesa, , tomate e massa de tomate são usadas em vez de beterraba, além de carne, repolho, batatas e cenouras. É semelhante ao borscht à base de carne da Rússia.
Na cozinha chinesa do norte, particularmente dentro e ao redor da cidade de Harbin, na província de Heilongjiang, uma área com uma longa história de comércio com a Rússia Oriental, a sopa conhecida como hóngtāng ("sopa vermelha") é feita principalmente com repolho roxo.

Na culinária ucraniana , pode ser uma sopa de legumes ou com base de frango ou outra carne.Geralmente é servido com pampushki e Smetana . Ingredientes principais incluem especialmente beterraba, repolho picado, e um molho de tomate.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Pirozhki


Ingredientes:

Para a massa:

  • 1/2 litro de leite
  • 125 g de manteiga 
  • 50 g de fermento de pão 
  • 1 pitada de açúcar 
  • 1/2 colher de chá de sal
  • 2 ovos 
  • 1 kg de farinha
Para o recheio:
  • 3 dentes de alho 
  • 1 cebola roxa
  • 1 colher de sopa de azeite 
  • 1/2 lingüiça
  • 4 colheres de sopa de farinha de rosca
Para a cobertura:
  • 2 gemas de ovo 
  • sementes de gergelim branca e preta
  • cominho

Modo de Preparo:

Dissolva o fermento em metade da quantidade do leite. Adicione o açúcar e o sal e deixe repousar durante 15 minutos. Abra um buraco no centro da farinha e coloque lá dentro a mistura do fermento com o leite, o restante do leite, a manteiga e os dois ovos e amasse muito bem. Deixe repousar durante 30 minutos. Separe a massa em 30 porções iguais e estenda-as de forma a obter o tamanho e forma de um pires.
Prepare o recheio. Esprema os dentes de alho , pique a cebola e corte finamente a lingüiça. Coloque o azeite numa frigideira e salteie a cebola e o alho. Acrescente a lingüiça e continue a saltear. Retire do fogo, adicione a farinha de rosca e misture. Coloque no centro de 15 porções de massa 2 colheres de sopa de recheio e cubra cada uma com outra porção de massa. Coloque os pastéis num tabuleiro untado. Pincele cada um com gema de ovo e polvilhe com sementes de gergelim e cominho. Leve ao forno pré-aquecido a 180º durante 30 minutos.
O que é Pirozhki?
Pirozhki (plural de pirozhok, russo : пирожок, пирожки), às vezes transliterado como Piroshki (ou pyrizhky da Ucrânia : пиріжки), é uma palavra genérica para massas(como de empanadas, ou pastéis) assadas ou fritas e recheadas com uma variedade de recheios, inclusive doces.
A versão grega é o piroski (πιροσκί) e é popular em algumas regiões da Grécia influenciadas pela culinária oriental e na maioria das grandes cidades são vendidos como uma espécie de fast food. piroski grego vem frito e é feito com muitos recheios diferentes. 
Na Letônia chama-se pīrāgi (speķa rauši ou, literalmente, "tortas de bacon") são tradicionalmente feitos com recheio de bacon e cebola.
Pirozhki são muito comuns como fast-food também nas ruas da Ásia Central, onde foram introduzidos pelos russos. 

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Salada Olivier(Salada Russa)

Ingredientes:
3 ovos cozidos
1 cebola
4 batatas
2 cenouras
400 g de "Doctorskaya Kolbasa"(equivale a nossa mortadela bolonhesa)
1 lata de ervilhas média
2 pepinos em conserva
maionese q.b.

Modo de Preparo:
Cozinhar as batatas, sem pele, as cenouras e os ovos. Enquanto isso, cortam-se em cubos pequeninos, os pepinos, pica-se a cebola, também em cubinhos muito pequeninos. Se os ovos já estiverem cozidos, cortar em cubos.
Após as batatas e cenouras cozerem, cortar também em cubos.
Juntar tudo no recipiente para a salada e misturar.
Adicionar maionese a gosto e voltar a envolver. Vá adicionando aos poucos e provando até estar ao seu gosto. Pode também ir adicionando sal, caso ache que a salada ficou muito doce. O pepino em conserva dá-lhe algum sal, mas geralmente não é o suficiente.
E pronto, está pronta a salada Olivier, ou como é conhecida entre nós: salada Russa!

Sobre a Salada Olivier ou Salada Russa
Esta salada é uma das mais famosas saladas na Rússia, senão a mais famosa! A história desta salada remonta aos anos 60 do século XIX, quando um cozinheiro francês, de seu nome Olivier e chef do restaurante "Hermitage", a inventou. Esta salada ficou tão famosa que passou a ser o prato de referência deste mesmo restaurante. 

A receita exata da Salada Olivier nunca ninguém soube, mas muitos e variados ingredientes eram apontados como fazendo parte desta salada, tais como faisão, veado, cogumelos, caviar, entre outros ingredientes.

A versão moderna desta salada resume-se aos ingredientes básicos, tais como a batata, cenoura, ervilhas e ovos cozidos, pickles, mortadela e um adornamento de maionese.

Esta salada, em conjunto com outros pratos tradicionais, tornou-se a salada de referência à mesa do povo Russo durante os seus feriados, particularmente o ano novo.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Estrogonofe Clássico

Prato de origem russa. Seu nome original é Strogonov. 

Ingredientes:
400 g de filé mingnon
4 colheres (sopa) de manteiga
½ xícara de cebola picada
200 g de champignon fresco
½ xícara de caldo de carne forte
1 colher (sopa) de molho inglês
1 xícara de creme de leite azedo (sour cream)
sal e pimenta-do-reino 



Modo de Preparo: 
Corte o filé em bifes com 1 cm de espessura, e depois corte-os em tiras. Fatie os champignons. Coloque metade da manteiga em uma frigideira grande e leve ao fogo. Quando a manteiga estiver borbulhando e bem quente, adicione as tiras de filé. Doure-as rapidamente sem mexer muito na carne para que não solte líquido. Retire a carne da frigideira e reserve. Adicione na mesma frigideira a manteiga restante. Aqueça bem e coloque a cebola. Refogue para que a cebola fique bem macia e acrescente os cogumelos. Refogue por mais 2 ou 3 minutos, regue com o molho inglês e coloque a carne novamente na frigideira. Regue com o caldo e leve à fervura. Acrescente o creme, misture bem e tempere com sal e pimenta-do-reino. Não deixe ferver novamente. Sirva. 


Dica para incrementar o prato: Uma dose de uísque ou vodka pode dar um sabor a mais, acreditam alguns chefes.


Na Rússia é tradicionalmente servido com batatas cozidas ou assadas.
No Brasil costuma-se servir com arroz branco e batata-palha. 

Origem do Estrogonofe


No século XVI, na Rússia, os soldados levavam sua ração de carne, cortada em nacos, em grandes barris, debaixo de uma mistura de sal grosso e aguardente para preservar. Coube a um cozinheiro do Czar Pedro, o Grande, que era protegido do general Strogonov, melhorar e refinar a mistura.
File:Strogonov Sergey Grigorievich.jpg
Com a Revolução de 1917 e a emigração dos russos brancos, a receita chegou à França, onde foi refinada, chegando à forma atual. 
Existem várias explicações para o nome desse prato, presume-se que seja derivado do nome de algum membro da grande e importante família Stroganov, talvez Alexander Grigorievich Stroganoff ou Odessa ou o diplomata, Conde Pavel Stroganov.
Outra versão diz que o nome do prato viria de uma rica família de Veliky Novgorod, próxima a São Petersburgo, de amigos de Voltaire e influentes junto a Catarina, a Grande. A iguaria teria sido criada no século XIX por um cozinheiro francês que trabalhava para essa família.
Desde suas origens no século XIX, o prato popularizou-se em muitos países europeusnorte-americanos e no Brasil, sempre com variações consideráveis da receita original. Feita na jamaica no sec XX, os cogumelos foram incorporados na lituania, mas como os cogumelos continham alucinógenos os franceses o substituiram por champignons.

Na França recebeu os Champignons e foi prato sofisticado do restaurante Maxim's, embora hoje tenha se popularizado, não tendo mais seu antigo grande prestígio junto aos gastronomia.
Com a sua popularização, em alguns países é possível observar o preparo de panquecas ou batatas assadas (tipo inglesas) com Estrogonofe. As muitas variações da comida incluem: com vinho, com milhos, com palmito, com ketchup ao invés de extrato de tomate e etc.
Estrogonofe também é popular na Suécia e Noruega. Na Suécia, uma variante comum, é o estrogonofe de linguiça, que usa a tradicional linguiça sueca chamada falukorv como substituta para a carne.

Seja como for, é uma delícia!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Blinis de aipim

Blinis são pequenos crepes levedados que nós ocidentais associamos irremediavelmente ao caviar. Os blinis foram criados na Rússia.


Ingredientes
1/4 xícara de chá de farinha de trigo 
1/4 xícara de chá de leite 
1 colher de sopa de fermento químico 
1 colher de sopa de manteiga derretida 
1/2 colher de chá de sal 
200g de aipim
1 ovo
Modo de preparo






Descascar e ralar a mandioca. Numa tigela, misturar à manteiga e ao ovo, mexendo bem com uma colher de pau. Juntar a farinha, o leite o fermento e o sal, misturando bem até obter uma massa homogênea. Levar ao fogo médio uma frigideira antiaderente untada com manteiga. Colocar ½ colher de sopa da massa, formando uma pequena panqueca. Abaixar o fogo e cozinhar até a parte inferior ficar dourada. Virar e fritar até dourar. Repetir a operação com a massa restante. 

Sirva com cream cheese e salmão defumado, com brie e geleia de pimenta, com nata e caviar, com camarao e sour cream...enfim, existem muitas formas de servir deliciosos blinos, sempre acompanhados de um bom espumante brut, claro!
Veja mais ideias nas fotos abaixo
com shimeji e cream cheese...
 
com pates...
em varias camadas, como uma entrada...
Seja como for, vai ficar uma maravilha!
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