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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Hot Toddy ou Whisky Quente

O Hot Toddy é um drinque que mistura whisky, água, açúcar, limão e especiarias como canela. É servido quente e varia de região para região, mas mantém essas características em comum
Essa bebida quente é tradicional na Escócia e é uma ótima pedida para se aquecer em dias frios e dizem, cura gripes e resfriados! 


Ingredientes:


1 colher de chá de açúcar
1 dose de whisky
1 colher de sopa de mel
Pau de canela
Rodelas de limão siciliano(gosto de espremer 1 e 1 para enfeitar)
Água quente

Modo de preparo: 

Coloque o açúcar, a canela e o whisky em um copo de próprio de whisky já aquecido. Finalize com a água quente e o mel, mexendo bem. 
Enfeite com uma rodela de limão e o pau de canela e está pronto.

Dica da Janita: Adicionar noz-moscada ralada na hora, cravo ou anis estrelado também fica ótimo e dá um toque ainda mais especial.

Curiosidades e origem do Hot Toddy

O Hot Toddy é um drinque antigo que possui uma criação um tanto obscura. Muitos acreditam que ele tenha sido criado no começo de 1700 na Escócia para tornar o sabor forte do whisky mais palatável para as mulheres e para aquecê-las no inverno vigoroso da região. Alguns acreditam que desde que as rotas comerciais do Reino Unido e Índia foram estabelecidas, uma bebida regional indiana chamada Toddy,(algo como a seiva da árvore da palma fermentada e temperada), passou a ser comum nas viagens da rota e recebeu uma homenagem. Já outros acreditam que o nome venha de um poema do inglês Allan Ramsay, The Morning Interview, onde Ramsay se referea uma água quente com chá e especiarias que era consumida em uma festa do chá como Todian Spring.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O famosinho e irresistível Moscow Mule

Clássico dos anos 1950, o coquetel ajudou a popularizar o consumo de vodca nos Estados Unidos e no Canadá. O seu nome, algo como mula de Moscou, é uma referência ao efeito que o destilado de origem russa, cujo teor alcoólico varia de 35% a 60%, costuma causar em seus bebedores. A receita leva vodca, ginger beer e limão.

No Bagatelle, casa que tem matriz em Nova York,
e em outros tantos lugares badalados no mundo, o Moscow Mule é finalizado com uma espuma de limão, gengibre, clara de ovo pasteurizada e xarope de açúcar, aplicada com o sifão de chantilly.

Segue a receita original para vocês:
Moscow Mule (Uma caneca/copo médio) – Ingredientes:
20ml de vodka
30ml de suco de limão
60ml de ginger beer (cerveja de gengibre, encontrada facilmente em empórios)
10ml de suco de gengibre (rale e esprema com as mãos o conteúdo ralado, ele soltará um suco)
3 colheres de chá de açúcar refinado e peneirado
5 pedras de gelo

Modo de preparo:
Misture muito bem todos os ingredientes para que o açúcar se dissolva por completo e sirva numa caneca com o gelo.

É uma bebida que deve ser servida muito, muito, muuuuito gelada!

Se você quiser dar um toque especial, elevar ela a um outro nível e servir como nos grandes bares do mundo, faça uma espuma de gengibre.

Ingredientes para espuma (rende de 20 a 25 drinks):
50ml – clara de ovo
30ml – suco de limão
50ml – suco de gengibre
50ml – xarope simples (colocar em fogo brando a mesma medida de água e açúcar até que fique uma calda homogênea, espere esfriar para utilizar)

Misture bem todos os ingredientes. Coloque o conteúdo num sifão e guarde na geladeira por, pelo menos, 12 horas. Na hora que for utilizar, coloque a cápsula de nitrogênio e adicione a espuma sobre a bebida.

 
Curiosidades sobre o Moscow Mule

1. Existem algumas versões para a origem do drink Moscow Mule, que foi criado por volta de 1941. Acredita-se que surgiu a partir da associação de três empresários e de seus interesses: popularizar a vodka nos Estados Unidos, além de vender um grande estoque de ginger beer e canecas de cobre. Há quem diga que o nome faz referência ao efeito que o destilado de alto teor alcoólico provoca. Hoje, o drink está em alta em diferentes bares e restaurantes.

2. Sobre a caneca de cobre utilizada para servir o drink, reza a lenda que uma russa imigrou para os Estados Unidos com duas mil canecas de cobre e a missão era vendê-las. Essa imigrante teria encontrado o dono da marca de vodka e o criador de uma marca de ginger beer. Dessa associação, comentada no primeiro item, que vem o uso da caneca para o Moscow Mule.

3. A receita original leva apenas vodka, ginger beer (um refrigerante de gengibre não alcoolico) e limão. Como não existe distribuição de ginger beer no Brasil, em 2011, o mixologista Marcelo Serrano criou uma versão brasileira, que leva espuma de gengibre, vodka, limão, xarope simples e angostura. Com o tempo, o Moscow Mule se popularizou pelo Brasil, na sua versão adaptada.

4. É um drink equilibrado e com um perfil de sabor que agrada bastante aos brasileiros, é cítrico e doce na medida. Seu consumo está bem estabelecido, vários clientes já conhecem e pedem nos bares. Não é uma tendência, e sim uma moda que já se consolidou.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Drink Serelepe

Drink refrescante e saboroso. Receita de Jean Ponce para o restaurante Volta,
veiculada na Revista Casa e Comida.
Ingredientes:
50 ml de vodca;
15 ml de licor de cassis;
30 g de frutas vermelhas (amora, framboesa e morango);
200 ml de água com gás;
4 ou 5 pedras de gelo;
casca de 1 limão-siciliano;
1 pirulito DipnLik.

Modo de preparo:
Em um copo longo, coloque as frutas vermelhas e macere bem. Acrescente o gelo. Adicione a vodca e complete com a água com gás. Derrame o licor de cassis e torça a casca de limão siciliano em cima do copo, fazendo com que o perfume do limão se espalhe pelo drinque. Finalize com o pirulito, apoiando-o na boca do copo.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Chilcano de Pisco Peruano

Oi, pessoas queridas! Tudo bem? Fim de semana gostosinho esse último, não? Por aqui, apesar de estarmos há alguns dias da Primavera, as temperaturas foram de verão. E para espantar o calorão, nada melhor que um drink bem gelado, na piscina ou na praia, curtindo com a família e amigos, não concordam?
Foi o que fizemos por aqui.

Recentemente estive no Peru, como já comentei em outros posts e, das muitas receitinhas novas que aprendi por lá, está o Chilcano, que foi meu drink favorito, até mesmo antes do tradicional, mas não menos famoso, Pisco Sour. O Pisco Sour e o Chilcano, este último bem mais leve na minha opinião, são duas paixões nacionais e lhes asseguro que é impossível não amá-los!

Provei em muitos lugares diferentes no Peru.
Virei fã incondicional do Chilcano!
Foto do Chilcano de Pisco clássico que provei no Tanta, em Lima.
 
Esse da foto acima provei na Cebicheria La Mar. Fantástico!
 
Essa foto é de um Chilcano com pimenta que estava divino e super picante!
Tirei no Restaurante La Rosa Náutica. Amei!
 
Na minha cidade há um empório onde vendem Pisco, que é a base também do Chilcano, e tratei de comprar assim que voltamos do Peru. Felizmente no fim de semana tive a chance então de fazer Chilcanos deliciosos que tornaram o calor deliciosamente suportável. 

Antes da receita é bacana falar um pouquinho sobre a origem do drink e sobre o Pisco(aguardente de uva).
Desde meados do seculo XVI (ano de 1574), os espanhóis começaram a utilizar o nome Pisco quando os monges da costa intensificaram a produção da aguardente de uva peruana, produto que rapidamente se converteu numa bebida popular por suas características muito particulares como o fato de ser incolor e de ter um alto grau alcóolico.
Existe outra variante de pisco produzida no Chile, porém o processo de destilação, componentes e grau alcóolico são diferentes, não correspondendo à qualidade do pisco produzido no Peru.

O Chilcano é quase como um "gin com soda", mas feito com pisco.
Dizem que a inspiração foi trazida pelos italianos. Estes preparavam uma bebida chamada "buon giorno" (bom dia), feita a partir de grappa e ginger ale.
Quando os italianos chegaram no Peru, mudaram o ingrediente base da bebida, substituindo a grappa por pisco. O nome pode ter duas origens, uma por causa da cidade de Chilca, no sul do Peru. E outra porque já foi tido como um drink refazedor e assim foi comparado, em termos de benefícios, a uma sopa peruana de pescados e limão chamada Chilcano.

Tradicionalmente, o refrigerante que compõem o drink é o ginger ale, mas também água tônica ou a bebida local, Inca Kola, são usadas para outras variantes.
A bebida teria perdido popularidade durante a primeira metade do século XX e, em seguida, retomou popularidade na década de 1950. Atualmente, o consumo aumentou em relação a outros coquetéis feitos com Pisco pela facilidade na preparação. Depois de cair no gosto popular, alguns bartenderes criaram outras variações, como com maçã, ervas aromáticas, sucos de frutas e até folhas de coca maceradas. Há uma versão chamada de "artesanal" que leva gengibre fresco(lá chamado de kion).

Seja como for, se tiver a oportunidade de conhecer o Peru, não deixe de provar a bebida, que é deliciosa em todas as suas versões!

No Peru, em Lima, Cusco, Arequipa e algumas cidades do interior, todo ano acontece o Chilcano Week. É realizado em Janeiro. A Semana del Chilcano é uma iniciativa de chefs e empresários que buscam difundir essa preparação e promover o consumo de Pisco e a internacionalização da bebida, que a cada ano encanta mais os paladares do mundo. Um bom período para agendar uma viagem para o Peru!
Desejando saber mais sobre o evento, acesse: http://www.semanadelchilcano.com/ .

Compartilho aqui a receita com vocês, do Chilcano de Pisco tradicional, igualzinha a que fazem lá e a que faço em casa pra matar saudades do Peru.
Ingredientes:
1 dose de pisco peruano
1 colher de chá de suco de limão
cubos de gelo
4 - ginger ale
4 gotas de amargo de angostura(opcional)

*coloco sempre folhas de hortelã , mas é opcional.
*Ginger Ale compro sempre da Schweppes.
Modo de Preparo: num copo alto, coloque o gelo, o pisco, a angostura e o suco de limão, nessa ordem. Por último, complete a taça com a ginger ale ou soda limonada.

*esse mughug lindo de maçã que aparece na foto foi feito pela Lil'art, pelas mãos da talentosa Marilia Toledo.

Fiz uma outra versão do Chilcano neste fim de semana, com Schweppes Grape Fusion no lugar do Ginger Ale, e com os gelinhos em forma de caveira(amo!).
Ficou uma delícia muito fofa!
Vejam a foto:

Fotos: Todas de acervo pessoal, exceto da Schweppes.

Curtiram? Façam!
Salud!
Beijinhos e boa semana.


 

domingo, 2 de junho de 2013

Mojito de Manga e um pouco Hemingway

Gente, feriadão ainda não acabou! Dá tempo de fazer uns drinks e curtir o fim de tarde!
Que tal um drink delícia, com manga e hortelã? É o famoso Mojito, mas numa versão com manga que fica bárbaro!
O nome é um diminutivo de "mojo", uma espécie de feitiço sexual, afrodisíaco claro, para alguns povos africanos. Então já dá pra emendar a dica de drink também para o dia dos namorados, né? #ficaadica
 
Ingredientes:
- 8 folhas de hortelã
- 40 ml de rum branco
- 20 ml de suco de limão(suco de 1 ou 2 limões)
- 1/2 manga cortada em cubos
- Açúcar ou adoçante(faço ou meu com açúcar stevia em pó)
- 70 ml de club soda

- gelo triturado
 
Modo de Preparo: Num copo alto, coloque os pedaços de manga com a com as folhas de hortelã, o suco de limão e o açúcar. Macere tudo junto. Junte gelo, rum e o Club Soda. Mexa com uma colher bailarina, despeje em um copo longo e decore com folhas de hortelã.

*para fazer o Mojito clássico, exclua a manga e não macere as folhas de hortelã, apenas misture.

Saiba mais sobre o Mojito

Cuba é o berço do Mojito, embora a origem exata desse coquetel clássico tenha muitas versões.
As histórias sobre a origem desse refrescante coquetel são muitas. Seu surgimento é atribuído a diferentes personagens. A primeira referência data do século 16 e aponta como seu criador o almirante britânico, Sir Francis Drake, que utilizava Cuba como porto. Ele teria preparado uma bebida à base de rum, limão, hortelã e açúcar de cana, para usar como medicação contra alguns males que atingiam a tripulação. Mas o que dá credibilidade à lenda é o fato de ela ter sido contada nos bares cubanos por ninguém menos que o escritor Ernest Hemingway. Segundo o autor que passava seus dias em La Bodeguita del Medio, um bar em Havana/Cuba, o almirante e aventureiro (e corsário nas horas vagas) inglês Francis Drake, que era um grande apreciador do aroma de hortelã, teria sido o primeiro a misturar a planta com boas doses de rum.
Há uma frase que é atribuída a Hemingway, sobre seus drinks preferidos, que diz:
"Meu mojito em La Bodeguita e meu daiquiri in El Floridita".
Hemingway, segundo à esquerda, bebericando seu Mojito na Bodeguita, sob o olhar atento e discreto do barmen Constantino, anos 60.

 Ainda há quem afirme que foi Richard Drake, sobrinho do almirante, que inventou uma bebida com esses ingredientes, batizada de El Dragon, para homenagear o tio. Outras fontes ainda garantem que o mojito surgiu mesmo no século 19, pelas mãos dos mercadores de escravos cubanos que já apreciavam a bebida gelada.
Se o Mojito foi criado há 500 anos pelo pirata inglês, se por acaso foi obra de algum cubano bom de copo há 150 anos ou se foi inventado nos anos 40 no célebre bar em Habana Vieja, Bodeguita de Medio, não sabemos.
Saboroso, refrescante e com ginga tropical, ele tornou-se uma unanimidade e símbolo de Cuba. Seu sabor foi descrito na literatura através da pena de Hemingway e já mereceu menções especiais no cinema, em "O Poderoso Chefão" de Francis Ford Coppola, no musical "Eles e Elas"("Guys and Dolls") de Joseph Mankiewicz e, mais recentemente, em "Volver" de Pedro Almodóvar.
Enfim, não à toa, seja pelo sabor ou pelo glamour das histórias, virou paixão mundial.
 
Os mais famosos livros de Ernest Hemingway de sua fase cubana
Aconselho os livros abaixo. São deliciosos e curtos, Hemingway escrevia divinamente com frases sintéticas, diretas, sem se alongar:
-  1937: "To Have and to Have Not" ("Ter ou não Ter")
- 1952: "The Old man and the Sea" ("O Velho e o Mar")
- 1970: "Islands in the Stream" (As Ilhas da Corrente")

Site oficial do escritor:
www.ernesthemingwaycollection.com

La Bodeguita del Medio ainda existe, mas não tem site, nem aceita reservas:
Calle Empedrado, 207
Habana Vieja, Cuba

 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Moët Chandon - parte II da semana de festejos.

Ainda na onda dessa semana feliz de festejos e borbulhas, trago hoje a celebridade das mais elegantes no mundo dos champagnes e espumantes: Moët Chandon! A marca é sinônimo de excelência quando a ideia é celebrar.
Sofisticação é outra palavra que descreve a marca que está sempre inovando, impressionando, promovendo campanhas(a com a Scarlett Johansson ficou maravilhosa)
e eventos fantásticos em parcerias bacanas e glamourosas, como a que firmou com a Swarovski.
É desejinho de toda boa apaixonada por champagne. Quem não conhece e não ama os coffrets divinos da Moët?
Tive a honra e o privilégio de ganhar de presente de uma amiga muito especial um divino, em formato de livro que contém todo o charme e a elegância da monarquia francesa e do romance!
Esse aqui, um luxo só:
Contém uma garrafa 750ml do esplêndido champagne Moët Rosé Imperial(que o marido e eu já degustamos numa ocasião especial), uma taça rosa e uma negra em formato de tulipa, exclusivas da Moët, acompanhadas por uma base de apoio, e um jogo de dados que sugere um jogo de romance. É tudo de bom, lindo! Guardarei por toda a vida com muito amor e lembrarei sempre com carinho da amada amiga que nos presenteou.
Ah. esse coffret foi inspirado sensualidade do século XIII, quando os cortesãos e os favoritos da corte real francesa elevaram a arte da celebração e da sedução à alturas sem precedentes. Madame Pompadour, amante de Luis XIII e uma das primeiras embaixadoras da Moët & Chandon, vivia intensamente sob esses ideais. Ai, que vida chata tinha essa pobre madame! rsrsrs

A marca, hoje uma das mais valiosas do mundo, sediada em Épernay, região de Champagne, na França, nasceu apenas "Moët", em 1743, até que, tempos depois, Pierre Gabriel Chandon entrou no negócio. Por isso o nome MOËT CHANDON.
Explicando em detalhes, a história foi a seguinte:
Em 1743, Claude Moët começou a entregar os vinhos da região de Champagne em Paris. O reinado deLuis XV coincidiu com um grande aumento da demanda de vinhos efervescentes. Moët expandiu rapidamente e, pelo final do século XVII já estava exportando a bebida para toda a Europa e EUA. Seu neto, Jean-Rémy Moët, levou a "Casa" para uma clientela de elite como Thomas Jefferson e Napoleão Bonaparte. O nome Chandon foi adicionado à companhia quando Jean-Rémy Moët deu a metade da companhia a seu genro Pierre-Gabriel Chandon de Briailles em 1832, e a outra metade para seu filho, Victor Moët.
A Maison Moët Chandon é uma das maiores produtoras de champagne do mundo. A "Casa" possui hoje cerca de 1.500 acres (6 km²) devinhedos e anualmente produz dois milhões de caixas de champagne.
Como já mencionei no post anterior, a vinícola pertence hoje em dia ao grupo LVHM, o maior produtor de artigos de luxo do mundo.

Chandon no Brasil
No que se refere ao Brasil, em 1973, a Maison Moët Chandon decide apostar no potencial vitivinícola daqui e inaugura a Chandon na cidade de Garibaldi, no Rio Grande do Sul. O investimento cresceu e consolidou-se. Atualmente, a empresa é líder no segmento de vinhos espumantes naturais de luxo. Recentemente inaugurado, o moderno centro de visitas da Casa Chandon do Brasil espera os visitantes para conhecerem sua linha de produtos, enquanto desfrutam de uma vista privilegiada dos vinhedos próprios em espaldeira. Em seguida, são convidados pelos enólogos da adega a descobrir a arte de elaborar espumantes naturais de excelência e, participando de degustações orientadas, a despertar e a compartilhar a paixão pelas borbulhas.
Serviços: visitação, degustação e varejo nos seguintes dias e horários:
De segundas às sextas-feiras, das 8:15h às 11:30h e das 13:15h às 16:30h
Sábados, das 9:00h às 11:30h e das 13:00h às 15:30.
Os visitantes podem dirigir-se diretamente à vinícola, localizada na RSC 470, km 224 entre Garibaldi e Bento Gonçalves sem agendamento. Grupos de até 30 pessoas, devem agendar previamente a visitação. Telefones para contato:  ( 54 ) 3388 4432, ( 54 ) 3388 4433  

Além do Brasil, a Chandon também é produzida na Austrália, Argentina e Califórnia.

Curiosidades acerca da história da Maison Moët Chandon
- Fornecedora das atuais cortes reais europeias (Inglaterra, Bélgica, Holanda, Dinamarca e Suécia e também da Corte Pontifical.
- É fornecedora oficial de champanhe à rainha Elizabeth II.
- Em 1962 ela foi a primeira produtora listada na Bolsa de Valores da França.
 - Em 1801, ao ser eleito prefeito de Épernay, Jean-Rémy Moët decidiu que as pessoas importantes que eventualmente cruzassem a região de Champagne, a 150 quilômetros de Paris, deveriam se hospedar em sua propriedade. Com isso, o consumo da bebida aumentou significativamente, foi uma grande sacada!
 - Quando os Prussianos ocuparam a Maison em 1814, Jean-Rémy proclamou: “Os oficiais que hoje estão me arruinando irão, eventualmente, fazer a minha fortuna. Aqueles que beberem do meu vinho hoje se tornarão meus representantes, falando da maravilha de minha bebida quando voltarem a seus lares”. Alguém tem dúvida de que sua profecia se cumpriu?
- a Imperatriz Alexandra da Rússia, nascida em 1872 e falecida em 1918, enviou 20.000 unidades de Mini Moët para os motoristas de suas ambulâncias militares, como um agradecimento por seus serviços prestados durante a guerra contra o Japão. Fofa demais essa Imperatriz! hihihi
 - Os mais famosos slogans da marca:
Be Fabulous. (2006)


Lê Moment. Lê Champagne. (1994)
The Living Legend. (MOËT CHANDON IMPÉRIAL)
The Glamourous Champagne. (MOËT CHANDON ROSÉ)
The Daring Champagne. (MOËT CHANDON NÉCTAR IMPÉRIAL)

Visitação à sede na França
As caves da MOËT CHANDON estão localizadas na estreita rua principal da cidade de Épernay, à uma hora de trem de Paris. A empresa, que possui e utiliza as mais avançadas tecnologias na produção de champanhes, prefere se apresentar aos seus visitantes não com esse lado moderno que qualquer empresa com dinheiro pode comprar, mas sim com toda a sua tradição e história de séculos nesse mercado cada vez mais concorrido. A bela construção, que data do início do século XIX, foi restaurada na medida para manter a história e elegância dos salões e oferecer conforto aos visitantes.
 



Há visitas guiadas a cada vinte minutos em vários idiomas, onde é possível conhecer um pouco da história da empresa. Bacana, não? Bora pra França?

Termino agradecendo pela visita e deixando duas receitas delicinhas super chiques, do drink Maria Antonieta e do famoso Kir Royal:

Foto: O drink Kir Royal foi inventado na cidade de Dijon na França, dizem que no início do século passado, os vinicultores descobriram que a safra havia sido um fracasso e o vinho produzido, portanto, era de terrível qualidade. Para salvar a situação, o então prefeito da cidade, o cônego Kir, teve a excelente idéia de misturar ao vinho branco um pouco de licor de cassis, criando então o coquetel. O tempo passou e o vinho branco foi substituído pelo vinho espumante e ganhou o nome de “Kir Royal”. Veja esta e outras receitas que você pode preparar com Chandon http://migre.me/d2Qxw
Beijinhos e semaninha borbulhante!

 

terça-feira, 3 de abril de 2012

Clericot

Abaixo duas receitas deliciosas deste drink leve, refrescante e maravilhoso! 
O Drink do dia é de origem polêmica: alguns dizem ser francesa, mas outros contam a história de que o drinque foi inventado por ingleses que moravam em Punjab, na Índia, para amenizar o calor. Seja como for, a gente ama! ;)

Ingredientes:
Pêssego, 1
Ameixa, 1
Morangos, 5
Amoras, 10
Blueberries, 10
Gelo
Banana nanica, 1
Maçã, 1
Cerejas, 10
Vinho branco, 750 ml
Vinho espumante, 250 ml

Modo de Preparo:
Corte as frutas e reserve.
Misture as frutas picadas em uma jarra.
Despeje o vinho branco e o espumante. Leve para a geladeira. Na hora de servir,
acrescente um pouco de gelo.


Clericot
(Receita do Bistrô Charlô)

Ingredientes:

1 garrafa de vinho branco;
50 ml de Cointreau;
2 garrafinhas de club soda;
3 pêssegos picadinhos;
2 maçãs picadinhas;
¼ de abacaxi em cubinhos;
1 pera picadinha;
1 cacho de uvas Itália (cortadas ao meio e sem caroços).

Modo de preparo:
1 Macere todas as frutas com o Cointreau por 30 minutos
2 Acrescente club soda e gelo. Misture bem. Junte o vinho branco e mexa ligeiramente com uma colher de cabo comprido.

Rendimento: 1 jarra (de 1,5 litro a 2 litros)
Tempo de preparo: 40 min 

Dicas da Janita:
Na minha opinião, o clericot é mais gostoso quando feito com vinho seco e espumante brut, sejam brancos/tintos/rosés. Isso porque considero que, assim sendo, percebemos melhor o sabor das frutas. Mas qualquer tipo de vinho e espumante pode ser usado, depende mesmo do gosto de quem prepara. Só não pode é deixar de fazer e curtir! ;)

Origem do Clericot
 
Nome afrancesado sugere que o clericot tenha sido inventado em uma tarde de verão na Borgonha, quando um vinicultor resolve misturar vinho branco com frutas do seu pomar. 
Pois bem, dizem que a verdade é menos bucólica:
A bebida surgiu na Índia, em meados do século 19, quando o país estava sob o domínio da Grã-Betanha. Funcionários da administração inglesa na região do Punjab, quase mortos de calor, criaram um drink refrescante à base de vinho claret (denominação dada pelos ingleses aos tintos de Bordeaux) e abacaxi – ou qualquer outra fruta suculenta.
O coquetel foi batizado claret up e, em seu caminho pelos bares do mundo, tornou-se mais claro, pois passou a ser preparado com vinho branco, e transformou-se em clericot.
Na América do Sul, uruguaios e argentinos há tempos já são fãs do clericot, servido a rodo nas churrascarias de Buenos Aires e em Punta del Este.
No Brasil, o drink é velho conhecido dos gaúchos. Mais recentemente, migrou para São Paulo, passando a dividir espaço com as sangrias espanholas.

“É uma bebida divertida, boa também para festas, porque é prática: o anfitrião prepara uma jarra e todos se servem.” Charlô Whately

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Drinks de Verão com charme e elegância

São gostosos, cheios de glamour e super refrescantes!


Selecionamos aqui 4 receitas especiais para você preparar em casa e impressionar os amigos.

Strawberry Frozen Marguerita

Ingredientes:
45 ml de tequilla gold

90 ml de Cuervo Margarita Mix
5 morangos congelados ou frescos
2 colheres (bar) de açúcar
½ copo de gelo
1 morango fresco para decoração

Algumas gotas de limão

Modo de Preparo:
Bater com gelo no liquidificador por aproximadamente 45’’ até ficar Frozen.
Servir em taça de margarita decorada com borda de açúcar.

Riviera


Ingredientes:
80 ml de vinho rosé 
20 ml de licor Mandarino
6 cubos pequenos de tangerina
2 cerejas picadas
10 ml de vodca Level

Modo de preparo: em uma taça tipo flûte colocar 2 pedras de gelo e, em seguida, as frutas, o licor, a vodca e o vinho. Misturar bem e decorar com uma cereja.



Bubble Berry

Ingredientes:
100 ml de vinho rosé 
3 amoras
3 morangos em fatias 
3 bolinhas de pitaia vermelha
15 ml de xarope Kaly raspberries 

Modo de preparo: em um copo long drink, colocar gelo e os ingredientes, misturar bem e decorar com frutas.



Silver Melancia Margarita

Ingredientes:

60 ml tequilla silver
30 ml de Grand Marnier
30 ml de suco de melancia
Gelo

Modo de Preparo:
Misture todos os ingredientes em uma coqueteleira com gelo e decore com uma fatia de limão. Sirva em uma taça de Martini gelada e decorada com borda de açúcar e fatia de limão.

A origem dos DRINKS OU COCKTAILS

Quando as pessoas começaram a misturar essas bebidas para criar misturas mais interessantes, é impossível afirmar. Mas a "cultura do cocktail" começou a se refinar e se tornar uma coisa séria na mesma época em que o resto do mundo: no final do século XVIII e início do século XIX, durante a tão faladaRevolução Industrial.
A origem da palavra "cocktail", especificamente, não tem nenhum registro histórico, mas as teorias são tão variadas e absurdas que vale a pena conferir algumas delas:

-As palavras "cock tail" significam, em inglês literal, "rabo de galo". Dizem que antigamente as pessoas enfeitavam os copos de bebidas misturadas com uma pena arrancada do rabo de um galo.
-A palavra francesa para "casca de ovo" é "coquetel". Dizem que um médico francês, que atendia seus pacientes americanos de Nova Orleans com um bitters medicinal que ele mesmo fabricava, servia a bebida em uma casca de ovo. Seus pacientes, não conseguindo pronunciar "coquetel" corretamente, teriam anglicanizado a palavra para "cocktail".
-A palavra "cocktail" pode ser uma derivação do nome de uma deusa asteca chamada Xochitl. Havia uma princesa mexicana chamadaXochitl que servia bebidas aos turistas americanos.
-Outro teoria diz que "cock tail" era o apelido dado pelos ingleses da era vitoriana às prostitutas, e teria sido usada então para descrever as bebidas que os americanos faziam adicionando "impurezas" ao tradicional gin britânico, "prostituindo" a bebida com misturas.

A palavra "cocktail", que é como os americanos costumam se referir ao que nós chamamos de drinks, já era encontrada em uma revista estadunidense de1803. Em um editorial da revista Farmer's Cabinet (Amherst, New Hampshire, 28 de Abril de 1803), um festeiro se recuperava de uma ressaca às 11 da manhã:

"Drank a glass of cocktail — excellent for the head ... Call'd at the Doct's. found Burnham — he looked very wise — drank another glass of cocktail."(Bebi um copo de cocktail - excelente para a cabeça ... Chamei o Doutor. Encontrei Burnham - ele parecia muito sábio - bebi outro copo de cocktail.)

Categorias dos drinks

Em função da dosagem alcoólica, tamanho e temperatura dos cocktails, convencionou-se dividi-los em Short Drinks, Long Drinks, Hot Drinks.

Short drinks são bebidas servidas em copos pequenos, podendo ser aperitivos ou digestivos, variando conforme sua receita. Exemplos: Dry Martini, Margarita, Manhattan, Alexander, Rusty Nail.

Long Drinks são bebidas servidas com copos grandes, tendo geralmente em sua composição um destilado misturado a licores, sucos de frutas, refrigerantes e águas gaseificadas com muito gelo. Exemplos: Horses Neck, Tom Collins, Screw Driver, Gin Tônica.

Hot Drinks são bebidas servidas em copos especiais, tendo como finalidade principal, aquecer o corpo. São bebidas apropriadas para dias mais frios. Exemplos: Irish Coffee, Ron Grog, Hot Egg Nog.

DICAS PRECIOSAS PARA A PREPARAÇÃO DOS SEUS DRINKS

- Jamais misture dois destilados, o sabor pode até agradar, mas um poderá anular o outro.

- Jamais use espumante, águas gaseificadas ou refrigerantes na coqueteleira. Misture sempre depois.

- Jamais misture numa composição mais de cinco bebidas.

- Sucos de laranja e limão devem ser sempre frescos.

- Somente use produtos de qualidade em suas misturas. “Cocktails” são bebidas de aroma e sabor muito delicados.

- Decorações devem ser complementos. Mais importantes são o aroma e o sabor.

- Em cocktails servidos somente gelados, os copos devem ser gelados previamente.

- Todos os cocktails devem ser servidos imediatamente depois de preparados.

- Quando o número de convidados for grande, prepare antecipadamente rodelas e cascas de limões para decoração.

- Tenha sempre à mão, amendoins salgados, castanhas, batatas chips e pipocas para acompanhar suas bebidas.

- Mulheres normalmente preferem bebidas suaves, os homens preferem mais encorpadas, mas há exceções à regra.

- O gelo utilizado na preparação deverá ser feito com água mineral ou comprado fora. Nunca use água da torneira para fazê-lo, o cloro poderá comprometer o sabor da sua bebida.

- Para caipirinhas e certos tipos de cocktails usar gelo quebrado.

- Tenha sempre à mão club soda, água com gás, e refrigerantes para as suas misturas.

- Destilados e licores depois de abertos devem ficar bem fechados e em pé. Os licores cremosos devem ser mantidos na geladeira, bem como alguns destilados e vinhos brancos aperitivos, após abertos.

- Finalmente o mais importante: sirva bebidas certas, nos momentos certos. Aperitivos antes, digestivos após e os long drinks jamais durante refeições.

- E não esquecer, um bom serviço de bebidas poderá muitas vezes corrigir possíveis imperfeições no cardápio. ;)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Spritz


Ingredientes:
1 dose de Aperol
1 dose de Prosecco
Cubos de gelo à vontade
um toque de Club Soda
1 rodela de laranja


Modo de Preparo:

Misture tudo, delicadamente e sirva!
É dos deuses, principalmente num dia de calor!!!


O que é Aperol?


Aperol é um aperitivo italiano originalmente produzido pela empresa Barbieri, com sede em Pádua . O Aperol agora é produzido pela empresa Campari. O Aperol foi originalmente criado em 1919, mas só veio a tornar-se um sucesso após a Segunda Guerra Mundial. Seus ingredientes são, entre outros, laranja amarga, genciana, ruibarbo e quina.
Embora se pareça, em termos de sabores e cheiros com o Campari, tem um maior teor de açúcar. Aperol tem um teor de 11% de álcool - um pouco menos da metade do Campari. Campari é também um pouco de cor vermelho mais escura.
Aperol é o principal ingrediente do nosso querido e internacional Spritz .

O Spritz e eu
Aprendi a fazer Spritz com uma amiga que viveu por muitos anos em Veneza, na Itália. Ela faz um Spritz como ninguém! Serei eternamente grata a ela, em primeiro lugar por nossa amizade, que é daquelas para toda a vida e depois pelo Spritz que me ensinou a beber e preparar. Virgínia: thank's a lot! Amo você!
Essa é a foto do primeiro que bebi, na casa desta amiga:
E essa é a foto de uma das muitas vezes que preparo em casa:
Por onde vou, procuro saber se há, se consigo um Spritz, é mania minha, principalmente se estiver calor. Já bebi vários maravilhosos e outros nem tanto. Em alguns restaurantes, até ensinei a fazerem na hora! Imaginem!
Essa foto é de um dia de calor infernal em München. Depois de horas de caminhada, encontrei um bistrozinho fofo e parei para me refrescar com um. Inesquecível!
A história do Spritz
O Spritz é um aperitivo alcoólico que tem origem nos tempos da dominação austro-húngara na região italiana de Friuli Venezia Giulia e na zona de Trieste. Em sua forma mais tradicional, ou seja, uma simples mistura de água com gás e vinho (tinto ou branco), é consumido regularmente em Trieste e na província, onde às variantes com outras bebidas, mais parecidas com um verdadeiro aperitivo e descritas em seguida, são associadas a outras denominações dialetais . O Spritz é o equivalente do Pirlo de Brescia. Com o passar dos anos, a bebida difundiu-se rapidamente em outras cidades do Vêneto, de Friuli-Venezia Giulia e de Trentino. Não existe uma composição única para o spritz, mas variantes para cada cidade, por sua vez interpretadas livremente pelos baristas, cada um com uma preparação particular. Um denominador comum entre as variantes existentes é a presença do vinho branco e água com gás ou seltz. Em Treviso o spritz é preparado misturando à base do prosecco e seltz o Campari, Aperol ou Cynar e adicionando uma rodela de limão, laranja ou uma azeitona. Em Veneza é mais difundido o spritz simples, ou seja, sem a adição de alcoólicos vermelhos. No Trentino o spritz é conhecidos tanto entre os jovens quanto entre os idosos, os quais geralmente, para identificar o produto, usam o similar branco com Aperol. Normalmente se você pedir um spritz em Trento, Rovereto ou Riva del Garda (os maiores centro de consumo) a receita não muda: trata-se de gelo, Aperol, espumante e uma fatia de laranja. A verdadeira variante, nas varias áreas, é a tipologia e o sabor do espumante. Em Trento aparece o espumante Ferrari, assim como em Riva del Garda, enquanto na área de Rovereto e de Val Lagarina, além dos vários espumantes, pode-se variar com a substituição pelo prosecco. Numa variante, a Seltz é substituída pelo gin. No Veneto o spritz é um verdadeiro ritual popular, que envolve todas as idades. Sem dúvida é o aperitivo mais consumido e difundido, um tradicional meio para a socialização, além de ser um símbolo da intensa atmosfera citadina. Um verdadeiro drink da harmonia! ;)
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