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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Chimichurri


Ingredientes:
 
molho-chimichurri
-10g de alho e cebola desitratados
-10g de salsinha desidratada
-10g de pimentão desidratado
-10g de orégano desidratado
-10g de louro
-10g de cebolinha desidratada
-10g de pimenta calabresadesidratada e outras pimentas a gosto
-300ml de vinagrade vinho branco
-600ml de azeite de oliva



Modo de Fazer:
Numa tigela, coloque todos os ingredientes,  misture, cubra com plástico filme e leve à geladeira para descansar.
O resultado será melhor após 3 dias de descanso.
Sirva com carnes vermelhas.



Dicas:
A mistura pronta de temperos para o preparo do chimichurri pode ser encontrada em supermecados e casa especializadas.

O molho é tradicional na Argentina e no Uruguay, usado principalmente para fazer churrascos. Pode ser usado tanto para deixar a carne de molho antes de fazer o churrasco (marinada), como para molhar a carne enquanto esta sendo assada, ou mesmo para temperar depois de pronta.
Sobre seus ingredientes, pode haver muitas variações, desde acrescentar ou substituir a salsinha por coentro, acrescentar orégano ou mesmo alfavaca ou manjericão, até acrescentar ou substituir o vinagre por suco de limão. É comum acrescentar algumapimenta. A mais usual é a pimenta calabresa ou outra semelhante, mas pode ser páprica picante ou mesmo pimenta do reino.
Quando se usa para temperar a carne antes de assar (marinada), recomenda-se não deixar a carne mais de duas horas, caso contrário o sabor do molho se sobrepõe ao sabor da carne.


Origem do Molho:


De etimologia controversa, alguns indicam sua origem em imigrantes ingleses que habitavam nas pampas e que acostumavam acompanhar as carnes com molhos a base de curry. Quando solicitavam o molho, o faziam utilizando a expressão inglesa give me the curry (me da o molho) ou misturando o idioma local che mi curry (tche meu molho). E há quem diga que um comerciante britânico conhecido como Jimmy Curry, inventou o molho, e de seu nome surgiu a palavra.
Parece mais provável, a versão que dá sua origem na palavra basca tximitxurri , que significa mistura no seu idioma original, e definiria bem o que é realmente um chimichurri.



Erva-doce ao azeite de oliva e vinho

Divulgação
Ingredientes:



  • 2 bulbo(s) de erva-doce, sem folhas e limpo
  • 1 cebola em fatias finas
  • 5 ramo(s) de tomilho
  • 1 xícara(s) de chá de caldo de carne
  • 1/2 xícara(s) de chá de vinho branco
  • sal e pimenta-do-reino
  • azeite

  • Modo de Preparo:
Em uma panela média, aqueça um pouco de azeite e nele doure os bulbos de erva-doce dos 2 lados. Quando estiverem dourados, retire-os da panela, adicione mais um pouco de azeite na panela e refogue a cebola até que fiquem transparentes. Volte os bulbos de erva-doce à panela, junte o vinho, o caldo, 4 raminhos de tomilho e um pouco de sal. Tampe a panela, abaixe o fogo e cozinhe até que a erva-doce esteja bem macia e o molho, espesso. Retire a erva-doce da panela, continue com o molho no fogo e acerte o sal e a pimenta. Corte cada bulbo ao meio, no sentido horizontal. Em cada prato, coloque 1 metade de erva-doce, regue com molho e decore com folhinhas de tomilho.

ERVA-DOCE

A erva-doce é uma planta de bulbo grosso e carnudo (que é a parte comestível) e folhas delicadas, utilizadas no preparo de molhos e sopas. Das raízes se extrai uma essência usada para aromatizar doces, massas e bebidas. A erva-doce foi introduzida no Brasil pelos primeiros colonos portugueses, que lhe atribuíam extraordinárias propriedades medicinais. Nessa época, as pessoas acreditavam que a erva-doce curava a dor de cabeça, combatia a caspa e a miopia, regulava o funcionamento dos rins e até tomava férteis as mulheres estéreis. Com o passar do tempo, essas propriedades foram sendo desacreditadas, permanecendo apenas suas qualidades de erva digestiva e estimulante. Destilada, a erva-doce entrou também na fabricação de licores deliciosos, como o absinto e o anisete.
A erva-doce é rica em sais minerais e substâncias aromáticas, que funcionam como estimulantes dos sucos gástricos.
Na hora de comprar, escolha bulbos brancos e bem formados, cujo miolo não seja saliente, se estiver muito barrigudo é sinal de que já passou do ponto e seu sabor é forte demais. Para comprar, calcule uma erva-doce para duas pessoas.

O Azeite de Oliva







O azeite é um produto alimentar, usado como tempero, produzido a partir da azeitona, fruto advindo das oliveiras. Um alimento antigo, clássico da culinária contemporânea, regular na dieta mediterrânea e nos dias atuais presente em grande parte das cozinhas. Além dos benefícios para a saúde o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares. A região mediterrânea é responsável por 95 % da produção mundial de azeite, favorecida pelas suas condições climáticas, propícias ao cultivo das oliveiras, com sol e clima seco.





Produção do azeite




São necessárias de 1.300 a duas mil azeitonas para produzir 250 mililitros de azeite. O azeite de oliva deve ser produzido somente a partir de azeitonas e não podem ser denominados desta forma óleos extraídos por solventes ou re-esterificação, nem misturas com outros tipos de óleo.
Na atualidade, os métodos tradicionais de processamento da azeitona deram lugar a processos modernos de extração, utilizando variação de pressão e temperatura. Com isso, o método tradicional de prensagem a frio quase não existe mais e classifica-se o azeite segundo seu processo de produção da seguinte forma:

Azeite de oliva refinado, produzido pela refinação do azeite virgem, que apresenta alta acidez e incidência de defeitos a serem eliminados na refinação. Pode ser misturado com o azeite virgem.

Azeite de oliveira virgem, obtido por processos mecânicos. Dependendo da acidez do produto obtido, este azeite pode ser classificado como sendo do tipo extra, virgem ou comum. O azeite virgem apresenta acidez máxima de 2 %.

Azeite extra-virgem. O azeite não pode passar de 0,8 % de acidez (em ácido oléico) e nem apresentar defeitos.
O orgão que os regulamenta e define quais defeitos são catalogados é o Conselho Oleícula Internacional.

Azeite de oliva comum é obtido da mistura do azeite lampante, inadequado ao consumo, reciclado por meio de processos físico-químicos e sua mistura com azeite virgem e extra-virgem. O azeite de oliva comum não possui regulamentação.













Dicas de consumo








- Ao consumir o produto, é aconselhável que se verifique sua acidez e data de validade. Normalmente o azeite deve ser consumido em 12 meses. Antigamente era possível encontrar no comércio azeites de primeira e de segunda prensagem, mas atualmente o processo é único e o azeite é prensado uma única vez a frio ou pela variação de pressão e temperatura.




É muito mais comum encontrar os azeites extra-virgens engarrafados, sendo aconselhável que se procure azeites engarrafados em embalagens mais escuras, já que a incidência de luz cataliza a oxidação do produto.




- Óleos de oliva, é muito mais comum que sejam comercializados em lata. Para estes, o ponto de solda da lata pode em algumas vezes oxidar o produto.




Ao estocá-lo, leve em conta que a luz, o calor e o ar são altamente prejudiciais ao produto, que deve ser armazenado em locais frescos, com pouca ou nenhuma incidência de luz. Pode-se evitar a ação da luz ao se embrulhar o azeite com pano ou guardanapo.




É aconselhável que se consuma o azeite o mais rápido possível após sua abertura, e portanto é melhor que se armazene-o em embalagens menores, que sejam consumidas tão logo sejam abertas.




A cor do azeite, algumas vezes, pode indicar nuances em seu sabor. Normalmente os azeites mais verdes têm aromas e sabores mais frutados.




Quando degustado, normalmente são utilizados frascos pequenos e de tamanho específico, de cor azul cobalto que evitam que o profissional seja influenciado pela cor do líquido. Antes de degustado o copinho é aquecido por alguns segundos na palma da mão, de modo a provocar a libertação do aroma do sumo. O degustador em seguida absorve um pouco do líquido da mesma forma que faz uma degustador de vinho, puxando-o através do ar e espalhando-o com a língua por toda a boca para que se possa sentir o sabor.




O aroma do azeite não deve indicar a presença de defeitos como ranço ou mofo. O seu gosto deve ser frutado e pode conter outros aromas como o de ervas, plantas ou pasta de azeitona, pode ainda conter alguns traços importantes, tais como gosto amargo ou levemente picante, indicando a presença de polifenóis. Elementos como sabor metálico, avinagrados ou acidez perceptível são fatores negativos ao paladar e indicam um azeite de baixa qualidade.




Normalmente, os azeites mais leves e doces são mais próprios a serem usados em saladas, legumes e carnes brancas. Os mais acentuados são melhor aproveitados se usados em carnes vermelhas e cozidos.







Uso culinário do azeite por acidez
Tipo
Acidez
Utilização
Extra Virgem
< 1,0%
Saladas e molhos
Virgem fino
1,5%
Saladas e molhos
Semifino
3,0%
Saladas e frituras
Refinado
>3,0%
Frituras de imersão
Puro
>2,0%
Frituras, assados e marinados
Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Azeite


O Azeite de oliva e a saúde




Além de reduzir o colesterol, o azeite ajuda a prevenir as doenças cardiovasculares. Isso é devido ao seu alto teor de ácidos monoinsaturados. O azeite de oliva é também uma fonte rica em vitamina E, que protege contra o câncer e as doenças do coração. Por ser especialmente rico em antioxidantes, retarda o processo de envelhecimento celular.
Outra utilidade desse produto é que ele reduz a morte celular e a inflamação vascular que ocorrem no organismo após a ingestão de gorduras.


Benefícios do Azeite de Oliva:
  • Previne contra a arteriosclerose
  • Melhora o funcionamento do estômago e do pâncreas
  • Facilita a digestão
  • Não contém colesterol
  • Acelera as funções metabólicas
  • Produz efeito protetor e tônico da epiderme
  • Serve como estimulante do crescimento
  • Melhora a absorção de cálcio e minerais
O azeite de oliva também é adequado quando utilizado para fritura. Suas propriedades permanecem mesmo com altas temperaturas e nos traz a vantagem de incorporar os elementos positivos que o óleo oferece.

Lendas e Histórias


Muitas lendas citam as oliveiras e o próprio azeite. Contam os gregos que na disputa pelas terras do que é hoje a cidade de Atenas, o deus Possêidon fez brotar, com um golpe de seu tridente, um belo e forte cavalo e que a deusa Palas Atenas trouxe uma oliveira capaz de produzir óleo para iluminar a noite, suavizar a dor dos feridos e capaz de ser alimento precioso, rico em sabor e energia. Já os italianos contam que Rômulo e Remo, descendentes dos deuses e fundadores da cidade de Roma, viram a luz do dia pela primeira vez debaixo dos galhos da oliveira.
O fato é que o azeite vem fazendo parte da alimentação do homem há muito tempo. Segundo conta a história, a oliveira tem origem entre o sul do Cálcaso, nos altos planos do Irã e no litoral mediterrâneo da Síria e Palestina. Mais tarde, expandiu-se para o Chipre e Anatolia de um lado e Creta e Egito, do outro.
Os vestígios mais antigos das oliveiras são encontrados em restos fossilizados na Itália, no Norte da África, pinturas em rocha nas montanhas do Saara Central, com origem entre quinto e segundo milênio a.C, em relevos e relíquias da época minóica em Creta (3.500 a.C), além das granalhas trançadas de oliveira vestidas por múmias da XX Dinastia do Egito.
O azeite não era usado somente como alimento pelos povos antigos, mas também para iluminar. Lamparinas, do tipo das histórias de Aladdin, eram abastecidas com azeite para iluminar os lares de muitos povos da antiguidade.


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