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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Terrine de brie com damasco

Ingredientes:

Cream cheese 600g
Creme de leite 200g
Queijo brie 300g
Gelatina sem sabor 30g
Água 15g
Damasco turco 100g
Amêndoas laminadas torradas 30g para decorar

Modo de Preparo:
Cobrir a forma desejada com papel filme, assim ficará mais fácil na hora de desenformar. Em um processador de alimentos (pode ser liquidificador se preferir), colocar o cream cheese, o creme de leite e 200g do queijo brie picado e bater até que vire uma massa homogênea. Hidratar a gelatina na água e colocar no microondas por 20 segundos até que derreta toda gelatina. Adicionar ao creme e mexer bem. Decorar a forma forrada com filme com pedaços de queijo brie e damasco. Colocar o creme por cima e deixar gelar bem. Na hora de servir, desenformar na travessa desejada (descartar o papel filme que usamos para cobrir a forma) e decorar com as amêndoas laminadas previamente torradas e o broto.

Receita do Chef banqueteiro Julio Perinetto.

Sirva com torradas se for apertitivo ou salada se for entrada.

Dicas da Janita:
Gosto muito de dill com queijo brie, fica delicado, aromático e bonito.
Pimenta-rosa moída na hora pode dar um toque especial, para quem gosta.
Nozes picadas também combinam muito,clássco.
Se preferir queijos mais fortes, coloque também alguns pedacinhos de queijo roquefort ou gorgonzola. Fica muito gostoso!
Mel trufado sempre vai bem sobre queijos.

Harmonização: combina muito bem com vinhos brancos mais encorpados e com boa acidez como é o caso dos vinhos brancos produzidos com a uva Chardonnay.

O que é Terrine?

Terrina ou terrine é o nome em francês dado a uma vasilha funda, com tampa, refratária e geralmente de cerâmica. Os pratos preparados nessa vasilha levam o mesmo nome.

Confunde-se Terrine com patê pelo fato de que um dos clássicos preparados com o foie gras (fígado de ganso) é preparado na terrine, são os fígados temperados com sal, pimenta-do-reino, enriquecida com fatias de trufas negras, regados com vinho Sauternes ou vinho do porto. Os fígados são apertados na terrine e cozidos em banho-maria. Depois de frio pode-se retirar da terrine e fatiar, e a consistência fica parecida com a de um patê.

Na verdade, a terrine não é uma evolução do patê e sim uma forma de preparar. Terrine é a forma em que o patê é assado, pode-se preparar terrine de quaisquer ingredientes não resultando necessariamente em um patê. Pode-se, por exemplo, preparar uma Terrine de legumes e não será um patê. Os dois são muito deliciosos.

No Brasil é comum servir terrines como entrada, por isso, muitos cozinheiros a escolhem para as festas de fim de ano.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Crudités de vegetais com Pastinha de atum ou Dip de gorgonzola

 
 Crudités têm origem francesa.
Seu nome corresponde a vegetais crus servidos na companhia de um ou mais molhos/dipes/patés, pastas.
Pela presença colorida na mesa, além da praticidade de poder serem comidos com as mãos, são ótimos para servir como aperitivo ou prato de entrada em recepções e eventos.
São leves e refrescantes.


Ingredientes Pasta de atum:
1 lata de atum ao natural
1 colher de sopa de azeite de oliva
1 colher de  dopa de maionese

1 colher de sopa cream cheese
1 colher  de cebolinha/salsinha/hortelã picadinhas

1 dente de alho esmagado(opcional)
pimenta do reino a gosto. 

Ingredientes Dip de Gorgonzola:
1 pote de iogurte natural (170g)
1 colher de cream cheese
3 colheres (sopa) de queijo gorgonzola amassado
1 dente de alho esmagado
sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto(cuide com o sal, pois o gorgonzola já costuma ser bem salgado)

Modo de Preparo:
Misture tudo e coloque para gelar no minimo 1 hora antes de servir

Ideias para os palitos de vegetais: cenoura, pepino, salsão, abobrinha, pimentões, rabanete, erva-doce, endívias, tomates cereja.

Disponha os palitos de vegetais(crudités)  em copos e a pastinha ou dip num ramequin e sirva.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Terrine de Mascarpone, Gorgonzola, Damasco, Nozes e Pitaches

Ingredientes:
100 g de damasco
35 ml de mel
50 g de nozes
50 g de pistache
450 g de queijo gorgonzola
390 g de queijo mascarpone
 

Modo de Preparo:
Untar uma forma de bolo inglês (terrine) e forrar com filme plástico, deixando sobra para cobrir a forma depois (esse processo facilitará quando for desenformar).
Amassar o gorgonzola e forrar o fundo e os lados da forma, apertando com as mãos.
Picar grosseiramente as nozes, pistaches e damascos.
Misturar o queijo mascarpone com o damasco, nozes, mel, pistache e colocar essa mistura na forma, por cima do gorgonzola.
Cobrir com uma camada do gorgonzola amassado.
Por fim, cobrir toda a forma com as pontas do filme plástico que sobraram.
Levar para a geladeira, melhor se for por de 12 a 24 hs antes de servir.
Desenformar em um prato retangular e decorar como desejar.

Por que Terrine?

Terrina ou terrine é o nome em francês dado a uma vasilha funda, com tampa, refratária e geralmente de cerâmica. Os pratos preparados nessa vasilha levam o mesmo nome.

Confunde-se Terrine com patê pelo fato de que um dos clássicos preparados com o foie gras (fígado de ganso) é preparado na terrine, são os fígados temperados com sal, pimenta-do-reino, enriquecida com fatias de trufas negras, regados com vinho Sauternes ou vinho do porto. Os fígados são apertados na terrine e cozidos em banho-maria. Depois de frio pode-se retirar da terrine e fatiar, e a consistência fica parecida com a de um patê.

Na verdade, a terrine não é uma evolução do patê e sim uma forma de preparar. Terrine é a forma em que o patê é assado, pode-se preparar terrine de quaisquer ingredientes não resultando necessariamente em um patê. Pode-se, por exemplo, preparar uma Terrine de legumes e não será um patê. Os dois são muito deliciosos.

Os patês clássicos, esses sim, podem ser assados envoltos em massa, chamados então de patê em croûte, ou então em formas do tipo bolo inglês, chamados de patê en terrine.

Harmonização e trilha sonora ideal: Já que o prato tem o pé na França, a sugestão de vinho é um bom Chablis e a de música fica por conta da doce voz da Carla Bruni.

Ouçam enquanto cozinham! É pura inspiração:


https://youtu.be/hR_O0vzQj4k 



segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Pasta de cebola caramelizada(do livro "Pitadas da Rita)

Conforme prometido, segue a primeira receitinha citada no post sobre o novo livro da Rita Lobo, o "Pitadas da Rita". Ao final do post tem pitadinhas da Cozinha da Janita também, porque temos nossos "gostos, experiências e dicas" na cozinha também. hihihi...
Espero que curtam e se deliciem!

Ingredientes:

5 fatias de pão de fôrma integral sem casca
4 cebolas médias
1 embalagem de creme de ricota
2 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de óleo (ou azeite de oliva/manteiga)
suco de 1 limão
noz-moscada a gosto
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo:

1. Preaqueça o forno a 180 °C ( temperatura média ).

2. Descasque e corte as cebolas em rodelas finas, usando um mandolim ou uma faca afiada.

3. Leve uma frigideira grande ao fogo baixo. Quando esquentar, regue com óleo e junte as rodelas de cebola. Tempere com uma pitada de sal(e eu coloco uma colher de sopa de açúcar, para realmente "caramelizar" a cebola), misture bem e deixe a cebola ir caramelizando, mexendo de vez em quando, até ficar bem dourada. Isso leva cerca de 15 minutos (e não adianta aumentar o fogo, a cebola vai queimar em vez de caramelizar).

4. Enquanto isso, leve as fatias de pão ao forno, até ficarem douradas por fora, mas macias por dentro, cerca de 7 minutos.

5. Retire do forno e corte as torradas ao meio, formando duas torradas bem finas. Corte cada fatia na diagonal, formando triângulos. Arrume-as de volta na assadeira, com a face aberta para cima. Deixe dourar por mais alguns minutos, retire do forno e reserve.

6. Numa tábua, pique fino apenas a metade da cebola caramelizada. Transfira para uma tigela e junte o creme de ricota, o azeite, o suco de limão e tempere com sal, noz-moscada ralada e pimenta-do-reino.

7. Coloque o restante da cebola caramelizada por cima da pasta e sirva a seguir com as torradas.

Dicas da Janita(as minhas Pitadas ;) ): 
- Caramelizar pede açúcar, o que dá um sabor muito especial ao prato, então sugira incluir 1 colher de sopa de açúcar orgânico na receita, acrescentando às cebolas na frigideira. 
- Também sugiro caramelizar na manteiga ou azeite de oliva e não no óleo. Fica mais saboroso. ;)
- Se não tiver creme de ricota, utilize requeijão. 
- As torradas podem ser substituídas por pão sírio cortado em triângulos torradinhos no forno.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Homemade Ketchup

Na onda saudável e feliz dos produtos sem conservantes e antioxidantes, o blog traz hoje a receita do Ketchup Caseiro. O tradicional molho vem sendo reinventado por chefs famosos, resultando em versões gourmets que levam frutas, novas especiarias, etc. E tudo de forma muito mais natural. E todo mundo já sabe que para melhor extrair os benefícios do tomate é necessário aquecê-lo, ou seja, na versão molho é tudo bom!Aos amantes do ketchup, vale a pena entrar nessa nova era do sabor e testar receitinhas caseiras.
Pra comer sem culpa e acompanhar mil gostosuras!

Ingredientes:
150g de polpa de tomate(ou tomate pelatti ou extrato)
1/2 xícara de açúcar mascavo
1/2 colher (chá) de mostarda em pó(ou mostarda dijon)
1/2 colher (chá) de sal marinho
1 pitada de canela
1 pitada de pimenta-da-jamaica
1 pitada de pimenta caiena
2/3 de xícara de água
4 colheres (sopa) de vinagre de vinho branco(ou de maçã)
1 colher de azeite de oliva extra-virgem


Dica da Janita:  para versão gourmet: acrescente uma colher de sopa de geleia de frutas vermelhas ou de tamarindo e uma colher(sopa) de balsâmico reduzido.

Modo de Preparo:

1. Misture todos os ingredientes numa panela. Bata com um mixer. Leve ao fogo até ferver e reduzir um pouco. Se não tiver paciência de deixar reduzir um pouco, adicione 1 colher(chá) de amido de milho diluído em um pouquinho de água quando iniciar a fervura e vai engrossar bem mais rapidinho.
2. Reserve na geladeira por 24 horas antes de usar.

Origem do Ketchup... que não tinha tomate!!!

Ketchup, também conhecido como catsup ou catchup, é um molho de tomate condimentado com vinagre, açúcar e sal, além de diversas especiarias. Tem como origem ao ketsiap chinês, um molho picante que acompanhava o peixe e a carne mas que não incluía o tomate entre seus ingredientes.
Os ingleses o importaram do arquipélago malaio no século XVIII. O ketchup moderno foi idealizado pelo norte-americano Henry J. Heinz, quem em 1876 acrescentou o tomate no molho. A verdade é que não foi o inventor, só teve a idéia de incluir molho de tomate à fórmula. Heinz comercializou pela primeira vez o ketchup em 1876.
A empresa se denominou Heinz & Nobre, criada com seu amigo L. Clarence Noble. Estes sócios comerciais aproveitaram a importância marítima e comercial que tinha o império inglês por todo o mundo. Foi até 1990 quando Heinz a introduziu nos Estados Unidos, apresentando seu produto ketchup em um primeiro recipiente de plástico reciclável.

sábado, 25 de maio de 2013

Canapés com Paté de Aspargos

Receitinha "the flash" delícia do findi.
Ingredientes:
1 pacote de pão de forma integral(ou torradas próprias para canapés, prontas)
2 xícaras (chá) de queijo-de-minas fresco ou ricota
1/2 envelope de Creme de
Aspargos(em pó) Maggi(ou similar)
1 xícara (chá) de creme de leite(ou leite)
3 colheres (sopa) de pistache picado(opcional)

Modo de Preparo:

Com o auxílio de um cortador, corte 60 porções de pão. Coloque em uma assadeira e leve ao forno médio (180°C), preaquecido, por cerca de 10 minutos. Retire do forno e reserve. Em um processador de alimentos triture o queijo-de-minas, o Creme MAGGI e o leite, até obter um creme homogêneo. Misture o pistache e sirva sobre os canapés.
Sirva decorado conforme à sua preferência, com alcaparra, tomate cereja, pedaços de aspargos, salsinha, pistache, azeitona, etc...

Fácil e rápido, perfeito apara encantar e receber aquela visita de última hora.
Beijinhos e ótimo fim de semana!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Presente de Natal de Cream Cheese Temperado

Um verdadeiro presente para servir aos seus convidados nas festinhas de Natal.


Confira como é fácil preparar essa belezura de Natal:

Você precisará de:
1 pote de cream cheese
dill, salsinha, cebolinha, sal e pimenta a gosto
nozes em pedacinhos(opcional, mas eu amo e acho que dá o grande toque)
azeite de oliva
cubinhos minúsculos de pimentão vermelho para enfeitar
Cebolinha verde para enfeitar e fazer o "laço"

Como fazer o "pacote":
Misture bem o cream cheese, nozes e os temperos.
Unte com um pouquinho de azeite de oliva o pote que você vai usar para moldar o retângulo que dará formato ao "presente"(pode ser o próprio pote do cream cheese), coloque o preparado dentro e aperte bem para ajeitar. Deixe assim na geladeira por ao menos 2 horas antes de servir, para que os sabores se fundam e o "presente" fique firme.
Na hora de servir, desenforme em uma travessa, enfeite com os cubinhos de pimentão, amarre com a cebolinha verde como se fosse uma fita de presente e sirva com torradinhas e biscoitos salgados.

Garanto que será sucesso! ;)
 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Patê de Truta Defumada


Uma receitinha fácil, prática e super saborosa para incrementar suas recepções. 

Ingredientes:

1 vidro(200g) de truta defumada em conserva(usei da Marithimu's)

Truta 

1/2 pote de cream cheese tradicional
1 colher(sopa) de nata
1 colher(sopa) de suco de limão
1 colher(café) de raiz forte preparada em conserva(usei da Zilse, aquela raladinha e bem ardidinha!)
sal(se achar necessário), pimenta-limão e dill a gosto.

Modo de Preparo: Num bowl, acrescente todos os ingredientes e misture. Leve à geladeira até a hora de servir.

Sirva com torradinhas. Biscoitos salgados, palitinhos, grissini e pães(pita, integral, italiano, etc)também combinam. 


OBS: Enfeitei o meu com caviar, mas uma folhinha de dill, salsinha, manjericão, alecrim ou gergelim preto pambém ficam muito bacana.

Harmonização: Espumante Norton Cosecha Especial Rosé brut. Perfeito para aperitivos, coquetéis, canapés e comemorações. Já provei e recomendo.
   
E a garrafa é uma graça, pode ser reaproveitada depois como um lindo vaso ou castiçal!


Sobre a Raiz Forte

Origem da planta

A origem da raiz-forte é da Europa e Ásia. Seu nome científico é Armoracia rusticana. A sinonímia científica da raiz-forte, Cochlearia armoracia L. deriva da palavra latina cochlear, que significa ”colher” devido ao formato de suas folhas. De acordo com documentos antigos, a raiz-forte passou a ser empregada na culinária há mais de três mil anos. Até então, sua utilidade era restrita à prática médica e terapêutica, principalmente por suas propriedades vermífugas. Na Idade Média, passou a ser amplamente usada na Alemanha e na Holanda, como condimento alternativo à mostarda. Misturada ao vinagre, era usada pelos alemães como molho para peixes e carnes. No século 16, costumava ser levada nas longas travessias marítimas pelo seu poder antiescorbútico. Mas foi só a partir do século 17, que passou a ser consumida na alimentação de forma mais frequente, em particular, na culinária inglesa. A cozinha japonesa a utiliza na forma de pasta, em temperos para peixe e bolinhos de arroz. É conhecida pelos nomes populares como rábano-bastardo, rábano-de-cavalo, rábano-picante, rábano-rústico, rábano-silvestre, rábano-silvestre-maior, rabão-silvestre, rabão-rústico, rabiça-brava, rabo-de-cavalo ou saramago-maior. Trata-se a raiz-forte de uma planta herbácea, de ciclo perene, que pode atingir até 90 centímetros de altura. A raiz é larga e de coloração branca. A haste é ereta. As folhas radicais (junto à raiz) são grandes e oblongas. As folhas caulinares são lanceoladas. Tem flores brancas, com quatro pétalas inteiras. O fruto tem cerca de 4 milímetros de comprimento.

Propriedades da raiz-forte
A raiz-forte contém potássio, cálcio, magnésio e fósforo, bem como óleos voláteis, como o óleo de mostarda, que tem propriedades antibióticas. Quanto às propriedades medicinais da planta, a raiz-forte é bastante rica em vitamina C, utilizada para tratar escorbuto. Além disso, ajuda na digestão e estimula o funcionamento do sistema urinário e excretor. Na medicina popular costumava-se usar a raiz-forte para expelir vermes intestinais. É conhecida como estimulante e antisséptica. É anticancerígena, antibacteriana, anticoagulante, antimicrobiana também. Quanto ao aroma e sabor da raiz-forte, o aroma é pungente, e o sabor, forte e picante.
Mais informações sobre essa planta e como pode ser adquirida, através do telefone (47) 3385-3136.

Fonte: CLARICE GRAUPE DARONCO/JMV

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Babaghanoush




Ingredientes:

1 kg de berinjela assada e descascada depois de assada
1 cebola média picada
3 dentes de alho descascados e amassados

2 tomates picados(opcional)
½ copo de suco de limão
1 colher de chá de sal

1 colher de tahine

Modo de Preparo:
Amasse(ou use um mixer, sem bater demais) bem as berinjelas já assadas e descascadas (podem ser assadas no forno ou diretamente na boca do fogão, utilizar água corrente para facilitar descascá-las após assar. Ou corte as ao meio e retire toda a polpa com o auxílio de uma colher)) , misture o limão, o tomate, o alho, a cebola e a pitada de sal. Sirva e decore com azeite de oliva extra virgem.

Tempo de preparo: 10 minutos
Rendimento: 5 pessoas



Sirva com pão pita, naan, tandoori roti. Acho muito gostoso também com pão sueco de gergelim.

O que é Babaghanoush

Baba ghanoush, baba Ganush, baba ou baba ghannouj ghannoug, em árabe بابا غنوج baba ghanūj, ou ainda Babaghanoush e até Babaganush, é um prato típico do Oriente Médio, sendo uma pasta feita de berinjela assada ou grelhada e tahine, uma pasta feita com sementes de gergelim. A berinjela é primeiramente assada, tradicionalmente é grelhada diretamente sobre uma chama aberta, isso confere um sabor "defumado" ao prato, depois retira-se a casca e mistura-se seu interior com o tahine. Existem muitas variantes de receita, especialmente quanto aos temperos, que podem incluir alho, suco de limão, cominho, sal, hortelã e salsa. Quando servido em um prato ou travessa costuma-se por azeite por cima.
No Líbano costuma ser servido como aperitivo, no Egito como acompanhamento.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Pate de Salmão e Alho-poró


Ingredientes:
250 g de filé de salmão limpo e sem escamas
1 talo pequeno (aproximadamente 15 cm)de alho-poró (use a parte branca)picado
1 cebola pequena, descascada e picada
2 cravos-da-india
1 colher (chá) de sal
1 caixa de creme de leite
2 colheres (sopa) de maionese
2 colheres de cream cheese
1 colher (chá) de mostarda dijon(opcional)
Raspas de 1 limão siciliano
Pimenta-do-reino, sal e dill a gosto


Modo de Preparo:
Comece preparando o peixe: Em uma panela pequena, coloque o filé de salmão, o alho poró bem lavado, cebola cortada em quartos, os cravos e o sal.
Cubra com água e cozinhe em fogo médio por aproximadamente até levantar fervura. Quando o peixe estiver cozido, desligue o fogo.

Retire o peixe(com um pouco das cebolas e alho poró) com uma escumadeira e transfira para um recipiente médio. Descarte os cravos-da-índia.
Acrescente o creme de leite e, com um garfo, amasse bem tudo até formar uma pasta bem espessa. Como o peixe estará cozido, ele desmanchará facilmente. Ou, se preferir, bata com um mixer.
Em seguida, adicione a maionese, o cream cheese, a mostarda e as raspas de limão. Cheque o sal e a pimenta, e misture bem.
Guarde em um recipiente coberto e leve à geladeira por ao menos 2 horas antes de servir.

Sirva com pães, torradas, palitos salgados ou brioches. Excelnte também para canapés, blinis e até para rechear sanduíches.

Harmonização: espumante brut ou extra-brut.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Homus de Pimentão Defumado

Essa receita da Nigella fica bárbara! Fiz algumas pequenas adaptações apenas. Vocês não têm noção do sabor! É uma das mais pedidas em nossa casa atualmente. Perfeita para servir num happy hour, brunch, acompanhado de torradinhas e pimentões vermelhos em tiras, como aperitivo.
Compartilho aqui a receita.


Ingredientes:
2(180 g cada) caixinhas de grão-de-bico cozido escorrido
1 vidro de pimentão vermelho defumado(escorra um pouco o óleo da conserva)
1 pote de cream cheese(ou mais, se quiser mais cremoso)
200g de ricota fresca
2 dentes de alho
sal e páprica picante a gosto


Modo de Preparo: Bata tudo no liquidificador. E está pronto!


Sirva com torradinhas e com tiras de pimentão vermelho cru. Fica ótimo!


Essa receita rende bastante, vai servir tranquilamente umas 10 pessoas. Então, se quiser preparar menos, reduza a quantidade à metade.

Harmonização: sugiro espumante/champagne brut rosé.

Origem e curiosidades sobre o HOMUS

Homus (hommos, ou ainda homus tahine, em árabe حُمُّص) é uma pasta feita com pasta de grão-de-bico e tahine (pasta de gergelim) É um prato típico dos países árabes do Oriente Médio.
Em árabe "homus" significa simplesmente grão-de-bico.

A primeira menção ao prato foi feita por Platão e Sócrates em 400 a.C, quando enalteciam as qualidades do grão de bico para a saúde. Porém, acredita-se que os egípcios apenas misturavam o grão com vinagre, formando uma pasta, que pode ter sido o princípio do que conhecemos hoje como homus.
Outra versão do surgimento do homus afirma que a iguaria foi uma criação do sultão Saladin, que era líder dos muçulmanos nas últimas cruzadas contra os cristãos. Essa lenda afirma que a receita original do sultão é guardada até hoje com seus descendentes e que o homus que conhecemos é apenas uma imitação do que seria de fato a receita do governante.
Apesar de a data de origem do homus ser incerta, o local de surgimento do prato é o Oriente Médio, e lá também existem polêmicas acerca da receita. Vários países da região reivindicam a autoria do homus. Israel e Líbano são os países que levam a disputa mais a sério.
Mas essa briga também tem seus momentos divertidos e os dois países travaram uma “guerra” pelo título do maior homus já produzido na terra. A batalha foi vencida pelos libaneses, que concluíram um prato de patê de grão-de-bico de mais de 10 toneladas! Com esse feito, o Líbano entrou para o Guinness Book e deixou Israel comendo poeira.

Brincadeiras à parte, o homus é tão apreciado que existem restaurantes que são especializados em servir apenas o prato e até competições para premiar a melhor receita da iguaria.

Fontes: Wikipedia e La Violetera.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Patê "schmia" de sardinha

Esse patezinho aprendi com minha Oma. É bem comum na região onde nasci. Simples, fácil de fazer, era sempre presença certa nos lanches da família, em festinhas de aniversário e etc. Impossível não amar essas coisas tão simples e tão especiais da vida! Esse patê, pra mim, tem gostinho de lembrança boa, de felicidade! E meus filhos vão ensinar aos seus filhos e assim vai...
Espero que sintam a mesma alegria que eu quando estiverem preparando e provando. ;)



Ingredientes:

3 Ovos cozidos e amassados com garfo
1 Lata de sardinha(sem as espinhas)
1 Cebola de cabeça bem picadinha
1 Tomate sem pele e sem semente(opcional)

1 colher(sopa) de cebolinha e salsinha picadinhas
Sal e pimenta a gosto
Maionese a gosto(umas 2 colheres de sopa)

Modo de Preparo:
Misture os ovos, a sardinha amassada, a cebola picada, o tomate picado, sal, pimenta e a maionese. Junte tudo, esmague bem com o garfo e  leve por 15 minutos à geladeira. 



Sirva com pão caseiro(de aipim, batata, trigo, fubá), pão preto e pães integrais.


Nota: Minha Oma fazia sem tomate e servia com pão de sanduíche, aquele quadradinho, e cortava em triângulos. Ficava levinho, bonito e gostoso! Devorávamos!

Dicas da Janita: Se não gostar muito de maionese, use nata, fica mais suave e delicado. Pode ser feito com atum e até com truta defumada. 
Fica bacana, pra quem gosta, acrescentar alcaparras(escorridas) ou azeitonas picadinhas.


Esse patê pode ser usado de muitas formas. Veja algumas:


Em canapés...

Em sanduíches naturais...

Em tortas frias...

Em "sushi" de pão

Com pão baguete...


Servido em barquinhas e panelinhas...

Em mini sanduíches...

Com biscoitos e salgadinhos...

Em canudinhos...

Em rolinhos feitos com massa de wrap...

Em caracóis feitos de massa de pão...



Servido com saladas, cenoura palito, sobre fundos de alcachofra e onde mais quiser! ;)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Patê de Ervilha com Queijo

Receita super versátil e saborosa de MarK Bittman, colunista do NY Times.





Ingredientes:

3 copos americanos de ervilha cozida

3 colheres (sopa) de hortelã ( é possível substituir a hortelã por salsinha, manjericão ou qualquer outra erva.)

Meia colher (chá) de alho 

Meio copo americano de parmesão

Um pitada de sal

2 colheres (sopa) de azeite de oliva

1 colher (sopa) do líquido usado no cozimento das ervilhas

3 colheres (sopa) de pinoles tostados



Modo de Preparo:
Coloque os 3 copos de ervilha no processador, mas guarde um pouco para a guarnição.

Acrescente 3 colheres (sopa) de hortelã, meia colher (chá) de alho, meio copo americano de parmesão, uma pitada de sal, 2 colheres (sopa) de azeite e 1 colher (sopa) do líquido usado no cozimento das ervilhas.

Bata tudo até obter uma consistência de purê.

Depois, acrescente 3 colheres (sopa) de piñoles tostadose triture mais um pouco.

Para os pinoles não ficaram esmagados, basta "pulsar" o processador algumas vezes.



Dicas da Janita: Se quiser mais "cremoso", acrescente um pouco de cream cheese. na falta de pinoli, já usei as sementinhas de girassol(aquelas torradas e salgadinhas que existem no 
mercado) e ficou ótimo!


Sirva com cenoura palito, pães, torradas, biscoitos salgados, com saladas...ou até mesmo sobre filés de frango, peixe, carne...Hummm, fica bom com tudo!
 
E bom apetite!


Pinoles

Os pinoli (em italiano) são os pinhões do Pinus pinea também conhecido como pinheiro manso. Esta árvore é uma pinácea proveniente do Velho Mundo e as suas sementes, pinoles, são utilizadas no consumo humano desde a pré-história e é por isso que não se conhece a sua origem exata estimando-se, contudo, que seja ao sul da Península Ibérica.
A Espanha é o maior produtor de pinoles do mundo. Em muitas regiões o cultivo e a colheita continuam a ser manuais o que explica o elevado preço. O seu custo tem servido de incentivo para o aumento da área cultivada na Europa e aqui no Brasil tem gerado grande interesse por parte de quem acredita que os pode cultivar em locais de clima e solo semelhantes aos da região de origem.
Os pinoles possuem proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, sais minerais (cálcio, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio, sódio e zinco) e vitaminas (A, B, C e E). Os pinoles ajudam ao funcionamento do coração, do sistema nervoso e ao metabolismo dos carboidratos. Quem estiver com problemas gastrointestinais deve manter-se afastado até que os sintomas passem. 100 g de pinoles possuem 560-570 calorias.

Os pinoles são utilizados em várias culinárias. Em Portugal e Espanha são utilizados como snacks e em doces. Na Itália, em risotos, molhos (fundamental no pesto), massas, recheios para omeletes e bolos. No Líbano, em massas, esfirras, legumes no forno, arroz, sorvetes, bolos, doces e tortas. No Brasil, o seu uso encontra-se difundido em áreas de colonização italiana e/ou libanesa. Em uma palavra, os pinoles são adequados para todo tipo de paladares e, mais uma vez, a imaginação é o limite. Tenho que confessar, os pinoles são uma das minhas nozes favoritas e descobri que, por mais pequenos que sejam, conseguem transformar aquele prato especial em um prato mágico e inesquecível!


Podemos encontrá-lo em lojas de produtos árabes e em empórios, principalmente nas grandes cidades. 
Tenha cuidado na hora da compra, pois como os pinoles possuem muito óleo ficam rançosos rapidamente. O melhor é ver a data de validade e escolher aqueles com coloração clara, firmes e suave odor a pinho.

Livros de Mark Bittman para você se inspirar

 
How to Cook Everything (1998)
Editora: Wiley (R$ 57,14, na Livraria Cultura)
É a Magna Carta d’O Minimalista: reúne técnicas e 2 mil receitas que seguem o lema do “simples, fácil e rápido”. Em 2007, Bittman lançou o filhote vegetariano do How to Cook Everything.


Food Matters (2009)
Editora: Simon & Schuster (US$ 9,84, na Amazon)
Manual prático de como ações responsáveis na cozinha resultam numa alimentação saudável, barata e boa. Com 75 receitas, faz dobradinha com Em Defesa da Comida (Michael Pollan).





Fish (1999)
Editora: John Wiley & Sons (R$ 60,90, na Saraiva)
Primeiro livro de Bittman (a versão original é de 1992), escrito quando ele ainda era editor executivo da Cook’s Illustrated. Faz um A-Z dos peixes encontrados nos EUA, além de propor mais de 500 



TUDO E MAIS UM POUCO VOL.2
Em 'Tudo e mais um pouco - Volume 2', Mark Bittman reuniu suas receitas favoritas do dia a dia com inúmeras variações para cada prato. Um guia que traz desde como escolher e comprar os ingredientes até a melhor maneira de congelar ou armazenar o prato pronto para que ele se mantenha perfeito pelo maior tempo possível.

TUDO E MAIS UM POUCO VOL.1
Tudo e mais um pouco: da escolha dos ingredientes às técnicas culinárias é a versão brasileira do conceituado How to cook everything.


Saiba mais sobre Mark Bittman em seu site oficial: http://markbittman.com/
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