Cantinho para desbravar, curtir, experimentar e criar momentos de puro prazer e alegria. Envolve amor, partilha, dedicação e magia. Remete a sabores e aromas de infância, de viagens, lugares, encontros e situações que fizeram a vida ainda mais especial. Para levar também você a descobrir novas sensações e despertar o chef que há em você. Sim, todos sabemos ser grandes chefs quando colocamos o amor nas panelas!
Divirta-se!
Receita divina da linda e amada amiga Jacque Dalçoquio que faz comidinhas dos deuses, já nasceu Chef!!!
A foto acima, do prato, e as abaixo, são da noite italiana do grupo Gourmet "Entre Panelas e Amigas", onde as anfitriãs e dupla de lindas irmãs, Jacque e Neide, além de cozinhar, produziu com muito esmero, bom gosto, criatividade e riqueza de detalhes, toda a decoração, menu, mimos e etc.
É muito amor em tudo!
Quem quiser conhecer mais detalhes, basta acessar o site dessa turma super bacana e descolada de mulheres unidas pela amizade e pela paixão pelo mundo gourmet:
http://entrepanelaseamigas.com.br/
Receitas e dicas imperdíveis por lá!
Confiram abaixo a receita dessa massa que é top!
Ingredientes
Raviolli:
1 pacote de massa de lasanha pré-cozida (pode-se usar a massa verde)
200gr de queijo gorgonzola
1 pera picada, coloque gotas de limão para não escurecer
Salsinha e cebolinha picadinhos
Manteiga:
200gr de manteiga com sal
Azeite de oliva
Raspas de 1 limão siciliano
Amêndoas em lascas tostadas
Modo de Preparo
Ravioli: Pegue uma folha da massa de lasanha, corte ao meio. Em cada parte coloque o queijo gorgonzola esfarelado e as peras picadas, feche bem. Se tiver uma carretilha para fechar ravióli melhor, pois se não estiver bem fechado, ele abre no momento do cozimento, e o recheio sai da massa.
Manteiga: Coloque em uma panela a manteiga e o azeite, deixe derreter a manteiga, acrescente as raspas de limão siciliano, um pouco do suco do limão e as amêndoas já tostadas, deixe aquecer um pouco e reserve.
Montagem do Prato:
Cozinhe o Ravioli em uma panela com bastante água fervente, coloque sobre um pano seco para sugar a água.
Em um prato faça uma caminha com a manteiga, coloque o ravióli, por cima mais um pouco da manteiga e salpique salsinha e cebolinha. Sirva a seguir.
Mais uma receita da série de delícias da Rita Lobo que estão no livro "Pitadas da Rita".
PARA A MASSA
Ingredientes:
100 g de manteiga gelada 1 1/4 de xícara (chá) de farinha de trigo 1 ovo 1 colher (chá) de sal
Modo de Preparo 1. Corte a manteiga em cubos e passe para uma tigela grande. Junte a farinha peneirada e, com a ponta dos dedos, misture até formar uma farofa, sem dissolver completamente a manteiga.
2. Junte o ovo e o sal e trabalhe a massa apenas até formar uma bolota. Envolva com filme e leve à geladeira por no mínimo 1 hora. Atenção: se preferir, faça a massa no dia anterior ao que vai servir a torta.
PARA O RECHEIO
Ingredientes: 1 berinjela pequena 1 abobrinha média 3/4 de xícara (chá) de tomate-cereja ou sweet grape 1 talo de alho-poró sem as folhas verdes 1 pimentão amarelo 1 cebola média 4 dentes de alho sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto 8 colheres (sopa) de azeite
Modo de Preparo 1. Preaqueça o forno a 220 ºC (temperatura alta). 2. Numa tábua, corte a berinjela em rodelas de cerca de 1 cm e descarte as pontas. Se a berinjela for grande, corte as fatias em meias-luas. Transfira para uma tigela, cubra com água e misture 1 colher (chá) de sal. Reserve. 3. Prepare os outros legumes: fatie as abobrinhas em rodelas de 1 cm e descarte as pontas; corte os tomatinhos ao meio; fatie fino o alho-poró; corte o pimentão ao meio, descarte as semente e corte as metades em quadrados; descasque a cebola e corte em quartos; descasque os dentes de alho. 4. Retire a berinjela da água e disponha numa assadeira retangular grande. Regue com 3 colheres (sopa) de azeite e leve ao forno preaquecido por 15 minutos.
5. Retire a assadeira do forno e junte os outros legumes. Tempere com sal e pimenta-do-reino, regue com o azeite restante e misture delicadamente. Volte a assadeira ao forno por 30 minutos. Retire a assadeira e baixe a temperatura do forno para 180 ºC (temperatura média).
PARA A MONTAGEM
Ingredientes: 2 ramos de tomilho fresco 2 ramos de alecrim fresco 1 gema para para pincelar
Modo de Preparo: 1. Cerca de 15 minutos antes de o tempo para pré-assar os legumes terminar, retire a massa da geladeira. Se você está fazendo a torta em etapas, cada passo num dia, preaqueça o forno a 180 ºC (temperatura média). 2. Numa bancada, polvilhe um pouco de farinha e, com um rolo de macarrão, abra a massa num formato arredondado até ficar com cerca de 0,5 cm de espessura. 3. Transfira a massa para uma fôrma redonda de fundo removível de cerca 24 cm de diâmetro, deixando as bordas para fora. 4. Retire a assadeira do forno e transfira os legumes para uma tigela grande. Debulhe os ramos de tomilho e alecrim e junte à tigela, misturando delicadamente. 5. Passe os legumes para a fôrma com a massa. Dobre as bordas sobre os legumes. 6. Numa tigelinha, misture a gema com 1 colher (chá) de água. Pincele a massa e leve a torta ao forno por 45 minutos ou até dourar. Sirva quente ou em temperatura ambiente.
Dicas da Janita - as minhas "pitadinhas" ou pitacos:
Essa delícia de cobertura/recheio pode ser usada em massa de pizza e em massa de pão sírio ou pita. Basta colocar sobre a massa, assar e servir com um bom azeite de oliva. Fácil! Delícia!
Em fatias pequenas pode ser servido como entrada ou antepasto. Harmonização: Admite tintos, brancos e rosados. Se gostar de tinto, prefira os aromáticos e meio robustos como os da Provence. Um bom Dão, um Montepulciano d´Abruzzo podem ser adequados. Quem preferir os brancos, deve escolher exemplares bem secos e aromáticos, como alguns do Sul da França e das Côtes du Rhône. Na Provence, o rosado local muitas vezes acompanha a ratatouille. Escolha um rosado seco, de preferência do Sul da França, como Lirac, Tavel e Bandol. Mas há ótimos rosados também em Portugal e na nossa vizinha Argentina (rosados da uva Malbec, rosés malbec, como os gostosos e meus predieltos: Kaiken, Alma Negra, Pulenta La Flor, Los Haroldos e o Rosa de Argentina da Belasco de Baquedano). Trilha sonora - sugestão musical: Acompanha muito bem e com a devida doçura: a música Le Festin da fofíssima Camille. Inclusive, a música faz parte da trilha do filme "Ratatouille". Fofura deliciosa de ouvir! Pra vocês um vídeo com a letra, bem lindinha, em francês, pra cozinhar e cantar junto! Enjoy!
A tradução para o português:
"Os sonhos dos amantes são como um bom vinho
Eles trazem alegria e também desgosto
Enfraquecido pela fome, estou infeliz
Roubando, em meu caminho, tudo que posso
Porque nada na vida é de graça
A esperança é um prato muito rápido de se consumir
Estou acostumado a pular refeições
Um ladrão, solitário, triste de alimentar
Para nós, sou amargo, quero ter sucesso
Porque nada na vida é de graça
Nunca irão me dizer que o caminho para as estrelas
que isso não é para mim
Deixe-me encantar você
e pegar meu vôo
Vamos finalmente nos deliciar
A festa vai finalmente começar
Levem as garrafas, acabam-se os aborrecimentos
Ponho a mesa, amanhã é uma nova vida
Estou feliz com a idéia deste novo destino
Uma vida às escondidas, e sou finalmente livre
O banquete está no meu caminho
Uma vida às escondidas, e sou finalmente livre
O banquete está no meu caminho" Sobre a Ratatouille - História e Etmologia Um prato rústico, típico da região de Provence em que se notam influências espanholas e italianas.
O nome significa "picar, triturar", mas podemos traduzir também como "ragoût de legumes" ou "prato de berinjelas", conforme o "Pequeno Dicionário da Gastronomia". No original francês, "ratatouille" é um substantivo feminino, também chamado de "ragu grosseiro". Sopa de carne ou peixe picados com legumes cozidos longamente em azeite.
O prato originalmente, nasceu da cultura de subsistência dos moradores do campo, do aproveitamento da “horta”. Berinjela, abobrinha, cebola, tomate, ervas e o azeite extraído das olivas – dessa combinação surgiu uma das receitas mais versáteis e clássicas da gastronomia francesa. Servida à mesa dos mais pobres aos mais nobres, a Ratatouille se encaixa na entrada e no prato principal. Pode ser fria ou quente. Vai bem do verão ao inverno. É deliciosa quando preparada na hora ou de véspera.
Hoje a Ratatouille foi muito além dos campos da França. Ocupa um lugar de destaque em diversas cozinhas de todo o mundo, impulsionado pelo estilo saudável de viver.
- 5 colheres (sopa) de azeite de oliva extra virgem
- 2 cebolas médias, picadas
- 2 abobrinhas médias, em cubinhos
- 5 tomates maduros, sem sementes e sem pele, picados
- 500g de filé de salmão
- 2 dentes de alho, picados
- sal, alecrim e cheiro verde a gosto
Modo de Preparo:
- Numa assadeira média, acomode os filés de salmão e tempere com alho, sal e alecrim; - Cubra com papel-alumínio e leve para assar em forno médio (180º) pré-aquecido por 25 minutos; - Retire do forno, corte os filés de salmão em lascas e reserve; - Numa panela média, aqueça o azeite de oliva e refogue a cebola; - Junte as abobrinhas, os tomates e deixe refogar por mais 10 minutos ou até que a abobrinha fica macia, se necessário acrescente ½ xícara (chá) de água; - Acerte o sal e reserve; - Numa panela grande ferva 5 litros de água com sal e cozinhe a massa. Para isso, coloque a massa e mexa de vez em quando, até que a água volte a ferve. Deixe cozinhar de acordo com o tempo indicado na embalagem ou até que fique al dente, ou seja, macia, porém resistente à mordida; - Escorra a massa, acomode num refratário grande, acrescente o refogado de abobrinha com tomate e envolva bem com a ajuda de dois garfos grandes; - Adicione as lascas de salmão e o cheiro verde e sirva a seguir.
Tempo de preparo:50 minutos Rendimento: 6 porções
Dica da Janita: Se quiser tornar o prato ainda mais saudável, substitua o macarrão por um equivalente da linha integral.
Esta é a melhor versão que encontrei e já fiz de Moussaka. O prato é bem versátil e mesmo originalmente pode ser preparado de variadas formas. Não gosto muito das versões com batata frita, molho bechamel e nem da que empana e frita a berinjela antes da montagem, pois ficam extremamente gordurosas. Já tentei as 3 e não curti, sinceramente. Aqui posto uma versão mais light, mas não menos original e saborosa, que é a que faz mais sucesso na minha cozinha e, o melhor, pode ser comida sem culpa! Espero que gostem. ;)
Ingredientes:
2 beringelas, cortadas em rodelas
Suco de limão q.b.
500 de carne moída
2 cebolas roxas em rodelas finas
1 colher de chá de alho finamente picado
1 pau de canela
Casca de 1 laranja
cravo da índia
400g de tomate pelado
2 colheres de sopa de salsa fresca picada
Azeite para untar
Sal q.b.
Pimenta síria q.b.
2 ovos
300ml de iogurte natural
1 colher de sopa de queijo parmesão ralado
Modo de Preparo:
1. Corte as beringelas em rodelas e regue-as com limão para que não oxidem.
2. Aqueça uma frigideira anti-aderente e toste as rodelas de beringela de ambos os lados. Retire-as da frigideira e reserve.
3. Corte as cebolas em rodelas finas, pique o alho e reserve.
4. Coloque a carne moída na frigideira e frite durante 5 minutos, mexendo, até dourar.
5. Junte as cebolas, o alho, o pau de canela, cravo. Deixe cozinhar, mexendo sempre, durante 5 minutos.
6. Corte o tomate em pedaços e junte à carne. Adicione também a salsa, o sal e a pimenta. Coloque a casca da laranja. Deixe ferver e cozinhar um pouco. Retire o pau de canela, a casca da laranja e os cravos.
7. Unte uma assadeira e disponha uma camada de rodelas de berinjela no fundo. Sobreponha com a mistura de carne e cubra com as restantes rodelas de beringela.
8. Bata os ovos numa tigela. Junte, batendo o iogurte e tempere com sal e pimenta.(se quiser a cobertura mais "aerada", bata os ovos separadamente, acrescentando as claras em neve por último).
9. Verta a mistura sobre as beringelas e polvilhe com queijo parmesão ralado.
10. Leve a forno pré-aquecido a 180ºC, durante 45 minutos, ou até ficar tostado. Sirva morno.
Dica: A Moussaka não deve ser servida de imediato, porque fica muito aguada. Depois de retirar do forno, reserve durante 20-30 minutos. Nessa altura a Moussaka continuará quente e as porções manterão a sua forma depois de cortadas.
Rendimento: 4 porções, com, em médio, 350 calorias cada. ;)
Moussaka: o que é? de onde vem?
Moussaka é um prato a base de berinjela. Originário dos Balkans, Mediterrâneo Oriental e do Oriente Médio . A variação mais conhecida pelo mundo é a grega.
A versão grega moderna foi provavelmente inventada por Tselementes na década de 1920. Ela tem três camadas: a camada inferior de fatias de berinjela refogada, uma camada média de cordeiro moído cozido com cebola, alho , tomate picado, ervas e especiarias e uma camada superior de molho bechamel ou creme de ovos .O prato é assado até que a camada superior esteja dourada. Moussaka é geralmente servida morna.
Na Sérvia e na Bulgária há também uma versão de três camadas: a camada inferior consiste de carne de porco moída e carne, as fatias de camada intermediária de batatas, uma camada de topo com um creme.Cada camada é cozida por conta própria depois montado e doruado até a camada superior estar dourada.
No resto dos Balcãs, a camada superior é muitas vezes um creme . Esta é a versão que foi introduzida no Reino Unido por A Cozinha Mediterrânea de Elisabeth David e onde permanece como um "clássico". Queijo ralado ou migalhas de pão(farinha de rosca) são muitas vezes polvilhados por cima.
Existem variações sobre esta receita básica, às vezes, sem molho, às vezes com outros vegetais. A variante mais comum na Grécia pode incluir abobrinha, parte de batatas fritas ou cogumelos sauté , além da berinjela. Existe até uma versão rápida no livro grego por Tselementes que não inclui carne nem o molho bechamel, apenas legumes (berinjela usada em vez de carne moída), molho de tomate e pão ralado. Em alguns casos, moussaka também é servida com de folhas de uva.
Ontem quis preparar algo leve para o jantar. Abri a geladeira e lá estavam os pimentões lindos e coloridos me convidando a usá-los....No freezer, os anéis de lula, lindos, que ganhei de uma amiga que trouxe de Florianópolis e estava reservando para uma refeição especial... Lembrei então da receita simples e saborosa de Lula à Provençal, mas não queria usar manteiga, pois como boa descendente de espanhóis, prefiro sempre o azeite de oliva. Pensei: por que não substituir por azeite de oliva e adicionar legumes, fazendo um só prato? E então fui até a minha hortinha e vi os gengibres loucos para serem colhidos...Tive um insight: vou inventar algo diferente!!! Já na cozinha, fiz uma marinada de gengibre ralado, vinho branco e shoyo e lá deitei as lulinhas lindas por 1 hora...Assim começou a aventura do dia, com essa marinada "maluca" que foi o pulo do gato e a grande estrela da receita!
Ingredientes: 500 g de lulas(limpas) em anéis 1 pedaço pequeno de gengibre ralado 2 colheres(sopa) de shoyo 2 colheres(sopa) de vinho branco seco(usei sauvignon blanc) 1 cebola cortada em cubos 200 g de vagem cortada em pedaços 100 g vagem torta cortada em tiras grossas 1 pimentão amarelo cortado em cubos 1 pimentão vermelho cortado em cubos 2 colheres(sopa) de castanha de caju triturada(opcional) dill sal e pimenta-do-reino a gosto azeite de oliva
Modo de Preparo: Numa tigela, coloque o shoyo, o vinho branco, o gengibre ralado(grosso) e as lulas. Mexa e deixe marinar por 1 hora. Passado esse tempo, salteie os legumes todos numa wok com azeite de oliva. Escorra bem as lulas e acrescente-a aos legumes salteados no azeite de oliva. O gengibre raladinho acaba indo junto! Mexa e aqueça mais um pouco, uns 2 minutos, tempere com sal, dill, pimenta-do reino a gosto. Se optou por colocar o caju triturado, adicione as 2 colheres(sopa) deste, mexa e sirva quentinho com azeite de oliva e balsâmico reduzido(pouco). Testei "a segunda rodada" com caju e adorei:
Ficou maravilhoso, garanto a vocês! Marido e filhos aprovaram e devoraram!
Rendimento: 4 porções.
Harmonização: servimos essas lulas com um Alain Geoffroy Chablis Cuvée Vielles Vignes A.O.C 2009 que casou perfeitamente! Aliás, harmoniza muito bem com carnes brancas.
"Com propriedade estabelecida desde 1850, Alain Geoffroy é um negócio familiar que gerencia 45 hectares em Chablis mantendo a tradição e autenticidade do terroir, produzindo vinhos frescos e frutados com marcado toque mineral. Este Chablis tem coloração amarelo-palha com luminosos reflexos verdeais. Maturidade e frescor, frutas cítricas como o pomelo e flores como a acácia, além de notas minerais e de caramelo claro. Harmônica integração da fruta e da madeira, cortada pela acidez pulsante".(Vinhocracia)
*Destaco a mineralidade e o aroma deste vinho! Me encantam!
Uma entrada bonita e extremamente saudável! Ingredientes: 250 g de salmão fresco 2 tomates Para o Tzatziki: 1 pepino médio 2 iogurtes naturais 1 dente de alho um pouco de cebolinha (ciboulette) picada 1 colher(sopa) de azeite de oliva umas poucas gotas de limão sicilianoSal e pimenta a gosto Modo de Preparo: Drene os iogurtes em um coador de papel, daqueles para café, por 1 hora, até sair bem o "soro".Descasque o pepino, corte-o pelo comprimento e retire as sementes. Corte-o em cubos bem pequenos, escorra, seque com papel absorvente e coloque numa tigela. Adicione o alho esmagado. Junte o iogurte, o azeite de oliva, as gotas de limão e misture bem. Junte a cebolinha, tempere com sal e pimenta-do-reino e leve à geladeira. Passe o salmão por água e seque com ajuda de uma toalha de papel. Corte em cubos pequenos. Corte os tomates,sem as sementes, também em pedaços pequenos. Coloque o salmão no fundo dos copos, cubra com o tomate e termine com o Tzatziki. Sirva frio e bom apetite!
Rendimento: 2 porções(ou quatro se for em uma taça menor...)
Dicas: - Para não ficar com gosto de alho na boca e não dar azia, corte os dentes de alho ao meio e retire o miolo. - Esmague bem o alho para não ficarem pedacinhos. - Se desejar um gosto mais forte de alho, acrescente mais dentes. Se desejar mais suave, coloque menos alho. - O tempero é sempre uma questão de gosto, então experimente e adicione o tempero que achar que estiver faltando.
Lembrando:Verrine é a nomenclatura dada a pratos que são servidos em copos, normalmente pequenos. Embora o nome tenha origem francesa(verre é copo),trata-se de um prato da culinária moderna, normalmente usado para entradas e sobremesas.
Tzatziki - Antepasto de iogurte e pepino
O tzatziki é um delicioso antepasto grego servido também como acompanhamento para carnes, como molho para saladas, recheio para sanduiches ou como patê.
Trata-se de uma pasta de sabor refrescante, muito usada na culinária da região leste do mediterrâneo (Grécia, Chipre, Turquia, Croácia...) com algumas variações locais.
Na Grécia, ao pedir um souvláki (suvláki - σουβλάκι) ou um gyro (ghiro - γύρο), o churrasco grego de verdade, um dos acompanhamentos é o tzatziki.
Os gregos fazem o tzatziki com iogurte firme e drenado. O iogurte grego é um capítulo à parte na culinária grega e é famoso em todo o mundo, ele é feito com leite de cabra ou ovelha, não é azedo e tem uma textura firme.
Apesar da palavra tzatziki ter origem turca, o tzatziki tem origem grega. Em Chipre ele é chamado de talatouri (talatúri - Ταλατούρι) e é temperado com hortelã. Outras culturas também fazem tzatziki, os turcos fazem com iogurte sem drenar, os sérvios e os búlgaros acrescentam nozes picadas e os iranianos acrescentam endro(dill).
Um acompanhamento daqueles que são "coringas", vão bem com tudo. Saudável, delicioso, com bela apresentação e perfumado! Faço sempre e todos adoram! Aprendi com uma querida amiga, a Jacque. Na foto estão as batatas servidas com SAUERBRATEN, um cozido de carne da cozinha alemã que é maravilhoso!
Ingredientes:
12 batatas inglesas pequenas
Sal(uso sal grosso moído na hora)
Alecrim desidratado
Alecrim fresco em ramos, para enfeitar
Azeite de oliva extra-virgem
Modo de Preparo:
Lave bem as batatas e deixe com casca. Faça finos cortes horizontais em cada batatinha, sem cortar até o final da batata, como mostra a foto baixo:
Depois de fazer isto com todas as batatinhas, disponha-as em um refratário,
Polvilhe sal, alecrim à vontade e regue com bastante azeite de oliva.
Leve ao forno médio e deixe até que estejam macias, assadas e douradinhas. Sirva a seguir com raminhos de alecrim para enfeitar.
Dica especial da Janita: Quando estou com pressa, coloco, antes de temperá-las, por 12 minutos no microondas. Assim elas já cozinham previamente e ficam menos tempo no forno convencional. Esse processo não altera em nada o resultado final. Fica a dica! ;)
Rendimento: 4 porções.
Nota: Você pode variar essa receita utilizando bacon, queijo parmesão ralado e outras ervas. Fica muito bom também servir as batatas acompanhadas de um creme de iogurte, nata e ervas ou com o molho grego Tzatziki.
O maravilhoso Alecrim
O alecrim (Rosmarinus officinalis) é um arbusto comum na região do Mediterrâneo que, devido ao seu aroma característico, os romanos designavam-no como rosmarinus, que em latim significa orvalho do mar.
Utilizada com fins culinários, medicinais e até religiosos, a sua essência também é utilizada em perfumaria, como por exemplo, na produção da água-de-colônia.
A sua flor é muita apreciada pelas abelhas produzindo assim um mel de extrema qualidade. Há quem plante alecrim perto de apiários, para influenciar o sabor do mel.
Especialmente na Culinária, fresco ou seco, é apreciado na preparação de aves, caça, carne de porco, salsichas, lingüiças, e batatas assadas. Na Itália é utilizado em assados de carneiro, cabrito e vitela. Em churrascos, recomenda-se espalhar um bom punhado sobre as brasas do carvão aceso, perfumando a carne e difundindo um agradável odor no ambiente. Pode ser utilizado ainda em sopas e molhos.Misture alecrim nas manteigas e patês. O efeito é ótimo.
Deve ser adicionado inteiro ou picado no final do cozimento, para evitar a evaporação de seus óleos aromáticos.
Excelente também para aromatizar azeites.
Curiosidades sobre o Alecrim
- Há lendas que dizem que o alecrim só cresce nos jardins de pessoas boas.
- É dito que se um arbusto de alecrim cresce vigorosamente no jardim, a mulher é a "cabeça" da casa.
- Entre os gregos e romanos, era considerado a erva do amor, da fidelidade e da amizade. Era utilizada trançada em coroas nos dias de casamento e de luto.
- Como seu odor é estimulante, os estudantes gregos usavam ramos nos cabelos para alertar a memória durante os exames.
- Para os egípcios o alecrim foi a erva da recordação: encontramos seus ramos nas tumbas das primeiras dinastias.
- Na Idade Média, era utilizado na cozinha para perfumar as saladas e molhos, para afastar os insetos dos armários e das bibliotecas.
- No Antigo Continente, tem-se por crença colocar galhos de alecrim debaixo de travesseiros para afugentar maus espíritos.
- Diz a lenda que esse arbusto é originado do orvalho que vem do mar e que sua flor, que era branca, transformou-se em azul quando Nossa Senhora, durante sua fuga para o Egito, repousou a seu lado. É considerada, por isso, planta calmante, boa para cardíacos e para impedir maus sonhos maus. Dizem, ainda, que seu pé nunca deve ultrapassar o tamanho de Cristo.
E o Alecrim também nos remete à infância....Quem não lembra da música do "Alecrim Dourado"?
Ouçam essa linda versão deixem que o Alecrim tome conta de seus corações! ;)
"Alecrim, alecrim dourado
Que nasceu no campo e não foi semeado.
Alecrim, alecrim dourado Que nasceu no campo E não foi semeado.
Foi meu amor Quem me disse assim Que a flor do campo É o alecrim.
Foi meu amor Quem me disse assim Que a flor do campo É o alecrim".
"O prazer da mesa é de todas as idades, de todas as condições, de todos os países e de todos os dias; pode se associar a todos os outros prazeres e sobra como último para consolar-nos da perda dos outros". (Jean Anthelme Brillat-Savarin, era advogado, político e cozinheiro francês. É considerado o fundador da crítica gastronômica na França).
Seja-bem vindo a este espaço que é seu, é nosso, é de todos!
Cozinha da Janita
cozinhadajanita@yahoo.com.br
Sobre a criatividade...
"Ser criativo nem sempre é inovar, às vezes significa olhar para trás e trazer o conhecido de forma inesperada" Alex Atala, ao cozinhar.
Segredos da cozinha de sucesso: bons ingredientes, ordem e simplicidade!(Roberta Sudbrack)
Calculadora de Festa
A Hora de Ser Feliz é AGORA!!!
Cozinha é também lugar de prosa e poesia, de muita cultura e sabedoria, de alquimia e encanto, de bons fluídos e felicidade, de consciência ecológica, de saúde e bem-estar, de requinte e bom gosto e para isso, basta ser gente, basta ter vontade! Divido aqui minhas receitas, algumas inventadas e readaptadas, outras antigas e tradicionais, receitas que aprendi em viagens, cursos, mídia, ou com avó, mãe, sogra, marido, amigos e etc. Todas testadas e aprovadas! Postarei conhecimentos e "pareceres" sobre tudo que puder envolver os pratos, como a origem, como servir e etc. Tomarei a liberdade de sugerir uma "música de fundo" e o que mais lembrar, já que toda receita requer todo um clima para que seja feita com êxito! Peço aos que participarem do blog, que complementem com o que souberem, que enviem suas receitas, dicas, textos, poesias e curiosidades relacionadas, pois só aí terei atingido o objetivo de compartilhar, trocar, interagir e aprender mais! Um grande abraço diretamente da Cozinha da Janita.
Desejando entrar em contato, escreva para cozinhadajanita@yahoo.com.br
"Agora que a velhice começa, preciso aprender com o vinho a melhorar envelhecendo e, sobretudo, a escapar do terrível perigo de, envelhecendo virar vinagre". Dom Helder Câmara
Tenha sempre à mão essa tabela e facilite sua vida na hora de preparar suas delícias!
1 colher de café = 2,5 ml = ½ colher de chá 1 colher de chá = 5 ml 1 colher de sopa = 3 colheres de chá = l5 ml 1 xícara = 240 ml 1 xícara = 16 colheres de sopa rasas ¼ de xícara = 4 colheres de sopa = 60 ml 1 copo de requeijão = 250 ml
1 xícara de arroz = 190 g 1 xícara de farinha de trigo = 120 g 1 xícara de manteiga = 220 g 1 xícara de açúcar = 180 g
1 colher de sopa de manteiga = 15 g 1 colher de sopa de farinha de trigo = 8 g 1 colher de sopa de açúcar = 14 g 1 folha de gelatina = 1 colher de chá de gelatina em pó
1 ovo médio - 50 g 1 ovo grande - 65 g 1 clara de ovo médio - 30 a 35 g
Lembre-se e seja feliz:
"Certas coisas só são amargas se você as engole." (Millor Fernandes)
Você sabia que o acarajé, a moqueca capixaba e os queijos artesanais de MG já foram registrados como patrimônios imaterias? Isso significa que eles não podem mais ser descaracterizados pela evolução natural dos processos de produção e venda. O orgão responsável pela proteção destes alimentos e rgistros é o Iphan - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O PRIMEIRO LIVRO DE RECEITAS
Chama-se De Re Coquinaria o primeiro livro de receitas conhecido. Escrito no séc. 1 d.C. por M. Gabio Apício, dono de uma escola de culinária em Roma, traz 470 receitas. Na época, o bom cozinheiro era aquele que tornava os alimentos irreconhecíveis pela adição de molhos e temperos, como pimenta e noz-moscada. Carnes ficavam sempre doces e peixes, agridoces. E essa nem é a parte mais esquisita...No livro, descobre-se que iguarias como papagaio e língua de garça deixavam os romanos com água na boca!
Vinho derramado é alegria. Sal derramado é mau agouro. Farinha no chão é sinal de fartura. Dinheiro em mesa de comida é sinal de miséria.
Donzela não serve sal, não corta galinha, nem passa o paliteiro.
Beber o que restou do copo de alguém é uma maneira de ficar sabendo seus segredos.
Pegue o prato com a mão direita e devolva com a mão esquerda. A direita é de bênção para o prato cheio e a esquerda, de maldição para o prato vazio.
Nunca se oferece nem o primeiro nem o último bocado.
Mesmo que haja um convidado à mesa, o primeiro pedaço deve ser oferecido ao dono da casa para não desejar sua morte. Se ele recusar, o perigo passou.
Quando uma panela deixa a comida queimar várias vezes, fica viciada. O melhor é colocá-la de lado, como imprestável.
Só uma pessoa mexe a comida, senão ela fica sem gosto.
Não se deixa a colher dentro da panela nem descansando na borda. Isso atrasa a comida.
Não se pragueja para acender o fogo porque isso chama o demônio para ajudar.
Mexe-se da direita para a esquerda primeiro. Depois, ao contrário. Não se mexe a comida com faca porque faz mal.
Não se passa o sal diretamente para a mão de quem pede. Dá azar. Deve-se colocá-lo na mesa.
Vivendo deliciosamente....
"O gourmet é um comilão erudito". (Millôr Fernandes)
Frases eno-gastronômicas
"Sou mais doceira e cozinheira do que escritora, sendo a culinária a mais nobre de todas as Artes: objetiva, concreta, jamais abstrata a que está ligada à vida e à saúde humana. (trecho do poema: Cora Coralina, Quem É Você?)
"Toma conselhos com o vinho, mas toma decisões com a água."Benjamim Franklin
"Certas coisas só são amargas se a gente as engole." (Millor Fernandes)
"Come pouco ao almoço e menos ainda ao jantar, que a saúde de todo o corpo constrói-se na oficina do estômago." (Miguel de Cervantes Saavedr)
"Em torno do fogão, a conversa é calorosa. Na panela, a colher gira, gira, os sabores vão se fundindo e as emoções também. Meditando na Cozinha é uma experiência para ser compartilhada como pão e vinho." Alda Palma
"Existe mais filosofia numa garrafa de vinho que em todos os livros."
"O vinho é composto de humor líquido e luz."
"Quando a última árvore tiver caído,quando o último rio tiver secado, uando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come."(greenpeace)
"Seja o que for que estiver comendo, coma sem culpa, sem raiva, sem medo. A felicidade melhora a saliva, o corpo acredita que aquilo é bom. Mastigue bem, saboreie ao máximo e agradeça a sua boa sorte. Ou não é uma sorte estarmos vivos e comermos bem?" (Sonia Hirsch)
"São Paulo já dizia: 'comamos e bebamos pois amanhã morreremos' ".(Leonardo Boff)
"Uma gravata limpa atrai sempre a sopa do dia." (Edward Aloysius Murphy)
# Não conheço nada mais sério do que a cultura da vinha. (Voltaire)
A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes. (Fleming)
Bebo porque é líquido, Se sólido fosse, come-lo-ia. (Jânio Quadros)
Cozinhar é um ato de generosidade, porque se cozinha para alguém, mesmo que seja só para si mesmo. É generoso o ato de dar e também é generoso o ato de receber. De autoconhecimento, porque, para cozinhar, é preciso olhar para fora e para dentro - ver como está o dia, como está a pessoa, e o que é mais adequado preparar e de que forma. Tem dia de salada de folhas frescas e tem dia de sopa quente de raízes. De contato com a natureza, porque os ingredientes da comida costumam ser naturais na origem, a água é natural, o fogo é natural.(Sonia Hirsch)
Esse tetxto recebi da carinhosa amiga Drika:
Nas vitórias, é merecido, mas nas derrotas é necessário. (Napoleão, sobre o champanhe)
Pérolas de Jean Anthelme Brillat-Savarin: I - O universo só existe porque há vida, e tudo o que vive se alimenta. II - Os animais se alimentam; o homem come; só o homem refinado sabe comer. III - O destino das nações depende da forma como elas se alimentam. IV - Diz-me o que comes e eu te direi o que tu és. V - O Criador, ao obrigar o homem a comer para viver, convida-o com o apetite e recompensa-o com o prazer. VI - A gulodice é uma decisão nossa, por meio da qual preferimos as coisas que são agradáveis ao gosto às que não têm essa característica. VII - O prazer da mesa é de todas as idades, de todas as condições, de todos os países e de todos os dias; pode se associar a todos os outros prazeres e sobra como último para consolar-nos da perda dos outros.VIII - A mesa é o único lugar onde nunca se sente tédio durante a primeira hora IX -. No cozinheiro, a qualidade indispensável é a pontualidade; deve sê-lo também do convidado. X - Convidar alguém significa ocupar-se de sua felicidade durante todo o tempo em que estiver sob nosso teto. Extraído de BRILLAT-SAVARIN. A Fisiologia do Gosto. Rio de Janeiro: Salamandra, 1989.
Ser comedido é comer com Sabedoria, não por obrigação ou Compulsão. Assim, em vez de escravos, Somos senhores de nossos prazeres (Sonia Hirsch)
Uma cozinha sem saca-rolhas é apenas um cômodo da casa. (Keith Floyd)
“De cozinha, sei apenas o básico, para não passar vexame. Mas sei que para se preparar um bom linguini ao pesto, tudo tem que ser feito na hora. Assim são também as cenas emocionais, não se pode ensaiar muito antes de rodar para manter vivo o perfume do manjericão e a emoção “al dente”. Fernando Meirelles
Cozinhar é amar!
“La cocina es alquimia de amor” (Guy de Maupassant em Cuentos de la becada)
Filmes - A culinária e a enologia na tela
"Sem Reserva", de Scott Hicks, USA 2007.
"Youth Without Youth", Francis Ford Coppola, 2007.
A Festa de Babette (Babette’s Feast, 1987, de Gabriel Axel)
A Grande Noite (Big Night, 1996, de Stanley Tucci e Campbell Scott)
Amor à flor da pele (In the mood of love, 2000)
As Ferias da Minha Vida(Last Holliday). 2005 - USA. Comedia.
As luzes de um verão (À la verticale de l'été, 2000)
Bagda Cafe.1987 - Alemanha/USA. Comedia.
Caminhando nas Nuvens (A Walk in the Clouds, EUA, 1995)
Chocolate (Chocolat, 2000, de Lasse Hallstrom)
Comer, Beber, Viver (to 1994, de Ang Lee
Como água para chocolate (1992, de Alfonso Arau)
Estômago, de Marcos Jorge
Fantástica Fábrica de Chocolate, A. (Charlie and the Chocolate Factory, 2005)
Mondovino, documentário de Jonathan, 2005.
O Amor está na mesa (Cuisine Américaine, 1998, de Jean-Yves Pitoun)
O fabuloso destino de Amélie Poulain (Le fabuleux destin d'Amélie Poulain, 2001)
O Jantar (La Cena, 1998, de Ettore Scola)
Ratatouille (Ratatouille, 2007, Brad Bird e Jan Pinkava)
Receita: Lámem – Yoshuhiro Kimura.
Sabor da paixão (Woman on Top, 2000, de Fina Torres)
Sideways – entre umas e outras (Sideways, 2004, de Alexander Payne)
Simplesmente Martha (Mostly Martha, 2001, de Sandra Nettelbeck)
Soul Kitchen. Dir. de faith Akin. 2009 - Aelmanha/Turquia. Aventura.
Super Size Me – A dieta do palhaço (Super Size Me, 2004)
Tampopo, os bravos tambem comem spaghetti. De Jozo Itami, 1985
Tempero da Vida (Politiki Kouzina, 2003, Tassos Boulmetis)
The Cook, The Thief, his wife, her lover. De Peter Greenaway, 1989. Filme Europeu - Comedia, drama, terror.
Tomates Verdes Fritos (Fried Gren Tomatoes, 1991, de Jon Avnett),
Um Bom Ano (A Good Year, EUA, 2006)
Vatel - Um Banquete para o Rei (Vatel, 2000)
Vatel - Um Banquete para o Rei. Dir. de Roland Joffe. 2000 - Franca. Drama. Com Gerard Depardieu e Uma Thurman.
“Estou bebendo estrelas”, disse Dom Pérignon ao beber pela primeira vez um vinho da região de Champagne.
Livros que recomendo
A Cozinha a Nu, de Santi Santamaria,editora Senac. Celebrado chef catalão questiona modernices e destila seu inconformismo com o contínuo declive da culinária mediterrânea e contra a "macdonaldização" dos lares e restaurantes,
A Fisiologia do Gosto, de Brillat-Savarin. Rio de Janeiro: Salamandra, 1989.
A História do Sabor, de Paul Freedman, Ed. Senac SP. O autor é estudioso do período medieval e o livro reune textos de diferentes especialistas para percorrer o desenvolvimento da gastronomia ao longo dos séculos. Um livro que é referência na área!
A História do Vinho, de Hugh Johnson. É a obra-prima do autor e o grande clássico internacional da literatura do vinho.
Banquete, de Roy Strong. Uma história ilustrada da culinária, dos costumes e da fartura à mesa.
Bocuse em sua cozinha - de Paul Bocuse - Ediouro. O estralado chef francês dá uma mãozinha para mestres-cucas de primeira viagem. Excelentes dicas.
Brasil - Ritmos e Receitas, de Morena Leite (ed. Global)
Carême - Cozinheiro dos Reis de Ian Kelly. Uma saborosa biografia que conta a história deste memorável rei dos cozinheiros. Ricamente ilustrado, com menus e receitas da época.
Comida de Verdade, de Nina Plank(ed. Arx)
Cora Coralina - Doceira e Poeta(Global Editora). Obra saborosa que reúne o lado quituteiro da poetisa.
Culinária Japonesa de Harumi, de Harumi Kurihara, editado pela Larousse. Neste livro a culinarista explora tanto as técnicas da cozonha nipônica como preparos de influência oriental. Seu estilo na cozinha reflete o dia-a-dia das mulheres japonesas do século 21.
De caçador a Gourmet, de Ariovaldo Franco(ed.Senac SP)
Dicionário Gastronômico - Café com suas Receitas, de Giuliana Bastos, Ed. Boccato. É uma obra atraente que passa a limpo a história, verdades, mitos e lendas do café.
Dicionário Tradutor de Gastronomia. Roberta Saldanha. O livro foi redigido em seis línguas e é voltado para estudantes, profissionais da área, gourmets e apaixonados pelos prazeres da boa mesa. A obra está dividida em 32 categorias e traz 19 mil termos que vão desde ingredientes até procedimentos e modos de preparo.
Diário do Olivier: 10 anos de viagem em busca da culinária brasileira.Neste livro, Olivier narra todas as suas experiências e descobertas ao longo dos 10 anos de viagens que ele fez por todo o Brasil.160 páginas de pura cultura e mais de 1000 receitas a serem conferidas pelo leitor.
Luzes e sombras do reinado de Ferran Adriá, de Miguel Sen, Editora Senac SP.O autor analisa e descreve a trajetória do polêmico chef catalão, consagrado como um dos maiores do mundo.
Maus Bocados.Em “Maus Bocados”, o chef e apresentador franco-americano Anthony Bourdain conta algumas de suas aventuras gastronômicas feitas nos quatro cantos do mundo. Expõe, de maneira irreverente, segredos e tradições da culinária de vários países.
Meditando na Cozinha, de Sonia Hirsch(ed. CorreCotia)
Nigella Bites - as receitas preferidas da chef inglesa. Ediouro.
O cinema vai à mesa. Existem Filmes deliciosos e livros para serem devorados. Mas pela primeira vez essas duas formas de arte se juntam em O CINEMA VAI À MESA de Rubens Ewald Filho e Nilu Lebert.Este saboroso livro, além de muitas receitas detalhadas, traz informações e curiosidades sobre os filmes, seus atores e diretores. E fotos de dar água na boca!
Receitas práticas da cozinha sofisticada, de Janka Bergallo(ed. Melhoramentos)
República gastronômica da China, de Jen Liu-Liu. Jornalista americana mergulha na China de seus ancestrais. Eleito o melhor lançamento recente de culinária chinesa.
Sem Açucar, com Afeto, de Sonia Hirsch(ed. CorreCotia)
The tofu cookbook - Becky Johns on - Lorenz Books. Este livro serve para provar que cozinhar com a soja pode ser sim muito saboroso!
Um certo verão na Sicília - uma história de Amor. Marlena de Blasi conta a hsitória de Tosca Brozzi, dona da pensão Villa Donnafugata, em que histórias de amor e segredos bem guardados dividem o mesmo espaço das mesas fartas de berijelas, tomates, vinhos e azeites.
Vinhos de Butique - Artesanais, raros e tradicionais, de Neal I. Rosenthal - Larousse. Ótimas histórias narradas pelo autor que é um dos mais conceituados importadores de vinhos dos Estados Unidos.