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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Crostini(ou Bruschetta) de Cogumelo e Mascarpone

 Chamar de Crostino(singular de crostini) ou Bruschetta vai depender do pão utilizado. 
Seja como for, essa receita fica maravilhosa!

Ingredientes:
2 cebolas
3 dentes de alho
450g de cogumelos(paris/funghi/shimeji ou de sua preferência)

2 colheres de sopa de manteiga
100ml de vinho branco seco
Dill ou salsinha picados
4 colheres de sopa de queijo mascarpone(ou cream cheese)
12 fatias de pão italiano ou ciabatta
Parmesão ralado para decorar
Sal e pimenta-do-reino a gosto


Modo de Preparo:
Corte as cebolas e esmague 2 dentes de alho. Depois, corte os cogumelos em fatias ou tiras(ou como preferir)Aqueça a manteiga(ou azeite de loiva) em uma frigideira grande e salteie as cebolas e o alho até ficarem macios. Acrescente os cogumelos e salteie por  em fogo forte até ficarem dourados;
Adicione o vinho e reduza. Incorpore depois o queijo mascarpone e o dill ou salsinha. A seguir, tempere a gosto e retire do fogo;
Depois, torre as fatias de ciabatta e abra ao meio o último dente de alho. Esfregue as metades do alho em um dos lados de cada torrada. Cubra o pão com a mistura de cogumelos e decore com um pouco de parmesão ralado.

Sirva imediatamente e bom apetite!


BRUSCHETTA


A bruschetta é uma espécie de sanduíche aberto, de onde, provavelmente, se originou a idéia da torrada com queijo. Normalmente, é feita com pão sourdough, um pão de massa fermentada com levedura natural, de cor cinza-escura, com mais água que o habitual. O pão tem uma casca grossa e crocante e, por isso, retém mais umidade, podendo ser usado até uma semana depois de feito. 

O pão fica melhor em fatias de 1 cm de espessura e torrado em uma grelha, ou mesmo em uma tostadeira de pão doméstica. Depois de tostar as fatias, é preciso esfregá-las levemente duas vezes com um dente de alho, em seguida regá-las com um bom azeite de oliva e povilhar sal e pimenta-do-reino. A cobertura pode ir da mais simples à mais luxuosa, de ervas picadas e um tomate esmagado com manjericão até vegetais marinados, belos queijos ou uma deliciosa carne de carangueijo desfiada. Enfim, o que você preferir. Só há uma regra a seguir: seja qual for a cobertura da bruschetta, ela tem de ser feita com ingredientes frescos, cozidos com cuidado e amor.


CROSTINI

  Os crostini são feitos com pão branco em vez do pão com fermento natural. Na Itália, eles simplesmente tostam uma fatia de ciabatta de 1 cm de espessura, esfregam-na com um dente de alho cortado, regam com um pouco de azeite de oliva e temperam com sal e pimenta-do-reino. Os crostini podem ser ótimos aperitivos com drinques, especialmente se você vai oferecer diferentes coberturas.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Massa básica para Macarrão

Ingredientes:
500g de sêmola de trigo duro + um pouco para manipulação;
4 ovos;
1 pitada de sal(opcional)
água

Modo de preparo:

1. Forme um montinho com a farinha em uma superfície lisa e faça um furo no meio. Quebre os ovos sobre o furo, para misturar bem os ingredientes. Sove bem a massa com as mãos, acrescentando a água aos poucos. A textura deve ser quase seca, porém firme e encorpada. Caso necessário, acrescente um pouquinho de água ou de sêmola, e volte a sovar até alcançar o ponto.
2. Depois de sovar bem por 15 minutos, deixe a massa descansar por outros 30 minutos, cobrindo-a com plástico filme ou um pano seco.
3. Separe a massa em bolinhas do tamanho do punho. Passe cada uma pela máquina de massa, atento à espessura do macarrão que quer fazer. Passe várias vezes até chegar à espessura desejada. 
Se preferir, use um rolo de macarrão sobre uma mesa bem firme e lisa, polvilhando a superfície com um pouco de farinha. Abra a massa bem fininha e corte, com faca ou carretilha, tiras como desejar.
O macarrão e os formatos sem recheio podem ser cozidos imediatamente ou colocados para secar por até 30 minutos antes do cozimento. Se a massa estiver pegajosa, uma boa idéia é deixá-la secar sobre panos de prato limpos. Pendure o macarrão num secador de massa ou jogue um pouco de farinha de trigo por cima e junte-os formando ninhos.
Se quiser congelar, depois que a massa secou (no varal), coloque as tiras esticadas em uma assadeira, e faça camadas intercalando tiras de massa e pano seco. A cada camada de massa polvilhe um pouco de farinha de trigo. Leve ao congelador. Depois de congelada a massa, retire-a da assadeira e separe-a em porções embalando em papel filme.

*Cozinhe a massa em água abundante e fervente. Ela leva de 2 a 3 minutos para cozinhar. Reserve e sirva com molho de sua preferência.

Rende de 3 a 4 porções.

Dicas:
A sova faz com que as ligas de glúten e a massa ganhem a elasticidade correta. O trigo precisa não apenas de e força, mas também de tempo.
Para massas longas agrupe-as em ninhos, para isso espalhe bastante farinha de trigo em uma superfície plana e faça montinhos “ninhos” isso vai impedir que elas grudem uma nas outras.
Uma máquina de massa facilita a vida do cozinheiro, mas, na falta dela, o rolo de macarrão resolve o problema.
Na hora de calcular quanto de massa fazer para cada pessoa, calcule 100 g de massa crua por pessoa, pois a massa duplica de peso depois de cozida e essa quantidade passará a ser 200g.
Para cada 100 g de massa, o ideal é utilizar 1 litro de água fervente para cozinhar.
O sal deve ser adicionado na água somente depois que estiver fervendo para não demorar mais tempo para atingir o ponto de fervura. Para cada litro de água, use 10 g de sal.
A massa sempre deve ser servida, logo após o cozimento, ao não ser que ela vai ser usada no preparo de saladas que exige resfriamento.
Imagem: Google.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Ravioli recheado com pera e gorgonzola na manteiga de amêndoas e limão siciliano

Receita divina da linda e amada amiga Jacque Dalçoquio 
que faz comidinhas dos deuses, 
já nasceu Chef!!!
A foto acima, do prato, e as abaixo, são da noite italiana do grupo Gourmet "Entre Panelas e Amigas", onde as anfitriãs e dupla de lindas irmãs, Jacque e Neide, além de cozinhar, produziu com muito esmero, bom gosto, criatividade e riqueza de detalhes, toda a decoração, menu, mimos e etc. 


É muito amor em tudo! 
Quem quiser conhecer mais detalhes, basta acessar o site dessa turma super bacana  e descolada de mulheres unidas pela amizade e pela paixão pelo mundo gourmet: 
http://entrepanelaseamigas.com.br/
Receitas e dicas imperdíveis por lá!

Confiram abaixo a receita dessa massa que é top!

Ingredientes

Raviolli:


1 pacote de massa de lasanha pré-cozida (pode-se usar a massa verde)

200gr de queijo gorgonzola

1 pera picada, coloque gotas de limão para não escurecer

Salsinha e cebolinha picadinhos


Manteiga:

200gr de manteiga com sal

Azeite de oliva

Raspas de 1 limão siciliano

Amêndoas em lascas tostadas


Modo de Preparo

Ravioli:
Pegue uma folha da massa de lasanha, corte ao meio. Em cada parte coloque o queijo gorgonzola esfarelado e as peras picadas, feche bem. Se tiver uma carretilha para fechar ravióli melhor, pois se não estiver bem fechado, ele abre no momento do cozimento, e o recheio sai da massa.

Manteiga:
Coloque em uma panela a manteiga e o azeite, deixe derreter a manteiga, acrescente as raspas de limão siciliano, um pouco do suco do limão e as amêndoas já tostadas, deixe aquecer um pouco e reserve.

Montagem do Prato:

Cozinhe o Ravioli em uma panela com bastante água fervente, coloque sobre um pano seco para sugar a água.

Em um prato faça uma caminha com a manteiga, coloque o ravióli, por cima mais um pouco da manteiga e salpique salsinha e cebolinha. Sirva a seguir.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Risotto - O Rei da Versatilidade(e receita de risotto de brie com amêndoas)

Segundo a versão mais aceitável, a receita original do risoto surgiu em 1574. Conta a história que participaram da construção da catedral Duomo di Milano, carpinteiros, arquitetos e pintores de toda a Europa. Em uma fazenda poliglota ali perto, havia uma comunidade Belga, mestre em vidros. Tal comunidade também ficou responsável pela construção dos vitrais da mencionada catedral. Com isso, muitos estudantes foram atraídos para a fazenda. Um em especial se destacou devido a sua habilidade em misturar as cores. O segredo de tal estudante consistia em agregar açafrão quando o vidro estivesse pronto. O seu mestre e professor, Valerio di Fiandra sabia da paixão de seu discípulo pelo açafrão e vivia irritando o rapaz, dizendo-lhe que ele acabaria colocando açafrão no arroz. Quando a filha do mestre foi foi casar, o aluno subornou o cozinheiro da festa para colocar um pouco de açafrão no arroz. Aquele arroz amarelo causou surpresa nos convidados. Alguns ousaram experimentar e adoraram, surgiu assim o Risotto alla Milanese, a receita mais antiga e conhecida de risoto. Ao longo do tempo foram surgindo tantas outras versões mundo afora. 
A palavra, em italiano, é diminutivo de "riso" (arroz). Com origem em dialeto lombardo-piemontês, com o sentido de "sopa enxuta". Não por acaso, que tem mesmo consistência de sopa grossa. Quase como uma papa. E risoto bom para os italianos, não custa lembrar, deve ter consistência "all'onda" - de uma onda. O prato deve ser feito com arroz "corto" (pequeno) e "tozzo" (gordo), que libera amido na medida certa - fazendo com que os grãos fiquem juntos, cremosos, mas sem encharcar. Ideal, para o prato, são os italianos arbório, vialone nano ou carnaroli. Na falta deles, pode-se usar o parbolizado. A expressão vem do inglês "to parboil", que significa pré-cozido. Contribuição americana a um prato tipicamente italiano. 
Separei para vocês uma receita muito fácil, elegante, de sabor delicado e encantador:
 
Risotto de Brie com Amêndoas
Ingredientes:
2 xícaras de arroz tipo arbório
1/2 cebola picada em pedaços pequenos 
200g de queijo brie picado
2 dentes de alho
1/2 xícara de amêndoas sem pele (para retirar as peles das amêndoas, ferva-as por dois minutos e puxe a pele com os dedos após esse tempo - ela sai com grande facilidade)
1 cálice de vinho branco seco
1 litro de caldo de legumes(água + 1 tablete de caldo de legumes)
sal e pimenta a gosto
ciboulette picada para servir
1 colher de sopa de manteiga sem sal

Modo de Preparo:
Esquentar o caldo de legumes e deixar em fogo baixo. Em uma panela de fundo grosso, refogar a cebola e o alho até ficarem levemente dourados. Acrescentar o arroz e refogar por mais três minutos. Diminuir o fogo e acrescentar o vinho. Mexer bem, até evaporar um pouquinho o álcool e acrescentar uma concha do caldo de legumes e um pouco do queijo. Mexer constantemente. Repetir o acréscimo de caldo e queijo, mexendo sempre, até que o arroz esteja macio. Por último, acrescentar as amêndoas e, com o fogo desligado, uma colher de manteiga, mexendo uma última vez. Servir com a ciboulette salpicada por cima.

Harmonização: Woodthorpe Sauvignon Blanc 2007 (Te Mata). Ótimo Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, um dos maiores nome do país. Mostra um exuberante bouquet com notas cítricas, típicas da casta. Na boca é fresco, amplo e muito cativante. Outro sauvignon Blanc ao seu gosto também cairá bem. ;)

O risotto combina divinamente com a culinária moderna, é um prato sempre atual: é saboroso e muito prático, pode ser servido como prato único ou servir de acompanhamento com frangos, carnes, peixes, frutos do mar e é usado até para pratos doces. Não é mesmo um querido "rei da versatilidade" na cozinha?
Adoro!

Espero que gostem e façam também!
Beijinhos.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Biscotti

Os deliciosos biscotti são biscoitos tradicionalmente italianos de massa seca e crocante porque são cortados ainda quentes e assados duas vezes. Possuem o formato de amêndoas.
São originários da cidade italiana de Prato e por isso
também conhecidos como Biscotti di Prato.
Perfeitos para café da manhã, um chá ou café da tarde, happy hour com espumante ou até mesmo para um lanche rápido antes de dormir. Como é bem seco, pede que se molhe os biscotti num líquido.
Na Itália servem com vinho fortificado(Vin Santo) ou vinho de sobremesa, após a refeição, e mergulha-se mesmo cada biscotto no vinho antes de levar à boca.
Uma verdadeira delícia!

Ingredientes:
250 g de amêndoas grosseiramente picadas
200 g de farinha de trigo
175 g de açúcar
1 colher(chá) de fermento em pó
1/2 colher(chá) de canela em pó
2 ovos
2 colheres(chá) de essência de baunilha, de amêndoa, ou rum(prefiro de amêndoa, ou até de rum com amêndoa)
 
Modo de Preparo:
Unte uma forma rasa com manteiga e forre com papel manteiga. Em um bowl coloque os ingredientes secos peneirados e misture. Adicione as amêndoas picadas, misture bem. Em outro bowl bata os ovos com a baunilha. Misture os ingredientes líquidos aos secos com a ajuda das mãos, até obter uma massa grudenta e homogênea. Forme dois troncos com a massa com +ou- uns 6 cm de largura e 3 cm de altura. Polvilhe um pouco de farinha para ajudar, pois a massa estará grudando. Coloque as massas distantes para não grudarem.
Leve ao forno preaquecido 180 graus por 40 minutos. Depois deste tempo, retire do forno e deixe esfriar por uns 2 a 3 minutos. Com uma faca de pão, corte fatias de 1 cm e disponha com cuidado e volte-as para a assadeira, deixando no forno por mais 10 minutos para dourar. Retire do forno e deixe esfriar.
 
Dica: Se gostar, passe a portinha de alguns biscotti no chocolate meio amargo derretido.
Guarde-os em um pote hermeticamente fechado, pois podem durar até 5 dias.
 
Origem do Biscotti

Em italiano Biscotti é plural de Biscotto. A palavra se origina do latim medieval biscotus que significa "assado duas vezes". Assim era feito para durar mais tempo. Tais alimentos foram particularmente importantes nas épocas de guerras, úteis durante as viagens. Foram alimentos de base das legiões romanas.

A primeira receita documentada para o Biscotti foi um manuscrito secular, agora preservado em Prato, encontrado no século XVIII pelo erudito Amadio Baldanzi. Neste documento, os biscotti são chamados de Gênova.

A receita original não tem qualquer tipo de fermento ou gordura. Receitas modernas incluem a adição de fermento em pó e as especiarias à farinha. Também há variações com nozes, pistache, avelã, macadâmia, pinoli, castanhas, frutas secas e até pinhão.
Os Biscotti na Itália moderna e Argentina também são amplamente conhecidos pelo nome de "cantuccini" ou "cantucci".
 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

A legítima massa italiana de pizza

Aprenda a preparar uma legítima massa italiana, de acordo com as convenções
da União Europeia!
As pizzas italianas são minimalistas, mas cuidadosamente preparadas. O uso de poucos elementos não acontece à toa. Uma das explicações é a importância dada à massa. Na Itália, a qualidade dela prevalece ao recheio.E isso está relacionado justamente à história do prato: muito mais do que uma base, ela era, em seu princípio, a protagonista. Feita apenas com farinha, água, sal e fermento, a massa funcionava como um pão – os outros ingredientes eram meros complementos. Por isso, ela deve ser saborosa e sentida plenamente no paladar.
Anotem e testem:

Ingredientes:
• 1 l de água
• 50 g de sal
• 5 g de fermento
• 1,8 kg de farinha de trigo

Modo de preparo:
Em um recipiente, tempere 250 ml da água com o sal, adicione o fermento e, por fim, a farinha. Misture e deixe descansar por 5 minutos. Adicione o restante da água e mexa até formar uma massa homogênea.

Em uma superfície, espalhe um pouco de farinha de trigo (para que a massa não grude). Solve esta massa com as mãos, por 10 a 20 minutos, até que ela atinja um ponto em que se torne fina e pouco elástica. Deixe a massa descansar por aproximada­mente 4 horas, sobre um pano úmido. Após este período, divida-a em pedaços de aproximadamente 180 gramas (cerca de 10 pedaços). Abra cada um deles na mão, até que fique com um diâmetro de, no máximo, 35 cm. Esta massa precisa ter até 0,3 cm de espessura. As bordas podem ser mais altas, de 1 a 2 cm de altura. Cada pedaço deste formará uma pizza individual. Recheie a seu gosto. Para assar, utilize prefe­ren­cialmente um forno a lenha. Em fornos comuns, prefira a tempera­tura média (250 graus C). Leva-se até 30 minutos para ficar pronta, dependendo do forno.


A verdadeira Pizza Italiana
As regras da verdadeira pizza italiana (aquela conhecida a partir de 1889, com a criação do sabor margherita) – são a tradição e o minimalismo. Se você atravessar o oceano para experimentar a mais tradicional destas delícias, prepare-se para uma experiência diferente. Lá, além das pizzas serem um prato individual, a variedade de sabores é menor do que aqui, devido ao uso de poucos ingredientes de cada vez.
Nos menus de lá, é certo que você encontrará a capricciosa (com ingredientes como funghi, alcachofra e presunto cru), a napolitana (com tomate, mussarela e alici) e a parmig­giana (com molho de tomate, queijo parmesão e manjericão).
Além delas, há as pizzas margherita e marinara, que de tão clássicas em Nápoles – grande berço da iguaria, ao sul da Itália – ganharam um certificado da União Europeia que as atesta como “especialidade tradicional garantida”. Não podem ter a receita alterada.
No que diz respeito à massa, hoje, faz-se a massa principalmente com uma farinha chamada doppio zero, que tem baixíssima granulação e dá leveza ao prato. Mesmo sendo a mais cotada, há quem opte por outras soluções.
Na pizza tradicional, a massa é aberta com as mãos, nada de rolo, e não há a preocupação em deixá-la redondinha. Aliás, afirmam os profissionais, a irregularidade é seu grande charme. E mais: excessos são evitados. Na Itália, a massa tem diâmetro máximo de 30 cm. Lá é feita para ser degustada individualmente.

Foi somente após a chegada do tomate à Europa que os napolitanos adicionaram molho e novos ingredientes à pizza e ela tornou-se a delícia de aparência próxima a que conhecemos. Mas a simplicidade prevaleceu. Para cada pizza a mistura de insumos é mínima. A ideia é que o sabor de cada ingrediente seja sentido por quem come. “A mistura de muitos elementos descaracteriza os sabores", afirmam os especialistas.

VOCÊ SABIA?

Tradicionalismo é assunto sério para os italianos. Em 1984, foi criada a Associação da Verdadeira Pizza Napolitana (AVPN), da Itália, que definiu as regras para certificar as pizzas feitas seguindo os padrões napolitanos. A ideia era proteger as receitas originais dos sabores margherita e marinara – considerados os mais clássicos no país.
Hoje, diversas pizzarias do mundo são certificadas pela AVPN e, desde 2009, os dois sabores napolitanos são garantidos como “especialidades tradicionais garantidas” também pela União Europeia.
No Brasil, só duas pizzarias de São Paulo são certificadas pela associação: Pizzaria Speranza (unidades Bixiga e Moema) e Pizzaria Bráz Pinheiros.
 

Hoje é o dia dela: PIZZA!!!

Seus criadores foram mesmo os italianos. Mas existem várias hipóteses para explicar a chegada do ancestral da pizza à Itália. A principal delas conta que, três séculos antes de Cristo, os fenícios costumavam acrescentar ao pão coberturas de carne e cebola. Só que o pão deles era parecido com o pão sírio, redondo e chato como um disco.
 
A mistura também foi adotada pelos turcos, que preferiam cobertura à base de carne de carneiro e iogurte fresco. "Durante as Cruzadas, no século XI, o pão turco foi levado para o porto italiano de Nápoles", conta o sociólogo Gabriel Bollaffi, da USP. Os napolitanos tomaram gosto pelo petisco e foram aperfeiçoando-o com trigo de boa qualidade para a massa e coberturas variadas, especialmente queijo. Nascia, então, a pizza quase como a conhecemos hoje. Faltava só o tomate, introduzido na Itália no século XVI, vindo da América, e incorporado como ingrediente tão básico quanto o queijo.

A palavra “pizza” significando “torta” foi cunhada por volta de 1.000 d.C, perto de Roma e Nápoles, na Itália. No século 18, a pizza tornou-se uma refeição popular e barata para a população camponesa de Nápoles. As pessoas estavam começando a se dar conta de que os tomates, que haviam sido trazidos ao Novo Mundo no século 16, não eram, na verdade, venenosos. Lá pelo final do século 18, os moradores de Nápoles – e os turistas – começaram a rechear os pães com tomates, criando assim a pizza que conhecemos hoje. Comerciantes de rua vendiam o prato nas áreas pobres de Nápoles – isso antes da abertura da primeira pizzaria, a Antica Pizzeria Port´Alba, em 1830.

A famada pizza se espalhou pelo mundo inteiro, o que resultou no surgimento da primeira pizzaria da história: Port'Alba, a qual foi ponto de encontro de vários artistas da época, fato que retirou definitivamente o estereótipo de “alimento dos pobres”.

Por volta de 1889, o casal real da Itália, a rainha Margherita e o rei Umberto I, “excursionaram” pelo próprio palácio. A rainha notou o enorme consumo do pão grande e plano. Ela o experimentou e adorou. A rainha então chamou ao palácio o chef Rafaelle Esposito que criou uma variedade de pizzas para ela. Em sua homenagem, ele criou uma pizza cujo recheio levava as cores da bandeira da Itália (tomates vermelhos, mussarela branca e manjericão verde). Essa pizza tornou-se a sua favorita e até hoje é conhecida como pizza Margherita.
                                                          Foto: Umberto I e Margherita
O amor da rainha por pizza também tornou-a incrivelmente popular entre seus súditos – a maioria dos membros da realeza jamais teria comido um alimento dos súditos, muito menos incentivado a sua divulgação.

A pizza apareceu no cenário americano calmamente no final do século 19 com a chegada em massa dos imigrantes italianos. Era vendida principalmente nas ruas dos bairros onde se concentravam os italianos em cidades como Filadélfia, Chicago e Nova York. Logo a pizza também começou a ser vendida em cafés e mercearias, mas manteve-se praticamente uma exclusividade dos bairros onde viviam os italianos até o final da Segunda Guerra Mundial. Naquela época, os soldados que voltavam da Itália aumentavam a demanda pelo prato. E assim a popularidade da pizza espalhou-se como um incêndio e as pizzarias começaram a aparecer por todo os Estados Unidos, seguidos rapidamente por cadeias de restaurantes como Shakey´s Pizza e Pizza Hut.
A pizza chegou ao Brasil trazida por meio de imigrantes italianos. O bairro do Brás, em São Paulo, foi berço das primeiras pizzarias. A primeira delas chamava-se Santa Genoveva e foi fundada em 1910 e localizava-se na esquina da Avenida Rangel Pestana com a Rua Monsenhor Anacleto, em São Paulo.
O estabelecimento comercial pertencia ao italiano Carmino Corvino, conhecido na época como Dom Carmenielo. A pizzaria oferecia no início apenas três sabores: mussarela, aliche e napolitana..
Em 1924, foi fundada a segunda cantina mais antiga, a Cantina Castelões, que existe até hoje e mantém em seu cardápio pizza com borda alta e massa grossa original.

Mas antes das pizzas serem comercializadas em pizzarias, elas já eram consumidas pelas ruas e eram vendidas por garotos que batiam de porta em porta anunciando o produto.

A partir de 1950 as pizzarias começaram a se disseminar por todo o Brasil e desde 1985 se comemora o Dia da Pizza, em 10 de julho.
Atualmente, São Paulo é a segunda cidade do mundo em números de pizzaria (só perde para Nova York). Ao todo são aproximadamente 6 mil pizzarias na cidade que servem uma média de 1.500.000 pizzas por dia, cerca de 43 milhões de pizzas por mês.
A verdade é que a pizza caiu logo no gosto dos brasileiros e não é à toa que usamos por aqui a expressão irônica – ou não – de que tudo acaba em pizza.

No próximo post traremos a receita e a história da massa da pizza original italiana. Não perca! ;)
E FELIZ DIA DA PIZZA! COMEMORE COM ELA, CLARO!
Beijinhos.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Spumone de Uva

Sabe aquela receita que nos remete à infância e tem gostinho de amor de mãe?
Então, a minha é essa e para mim, a que minha mãe faz é mesmo a melhor do mundo.
A calda de uva e a consistência aerada dessa sobremesa leve são mesmo um encanto! Delícia para comer devagarinho, sentindo as bolhinhas de ar desmanchando na boca...Huuumm.. Para curtir cada segundo!
Na minha família já está há gerações e compartilho aqui a receita que me foi passada por minha mãe amada, doceira de mão cheia! A foto abaixo é de uma que ela fez para um almoço aqui em casa. Olhem que coisa mais linda! Babo só de olhar!
Ingredientes:
5 claras batidas em ponto de neve
5 colheres de açúcar
1 lata de creme de leite
1 lata de leite condensado
1 vidro(garrafa) de suco de uva integral(500ml)
1 pacote de gelatina sem sabor

Modo de Preparo:
Bater as calaras em neve. Misturar o açúcar até ficar bem firme.  Adicione o creme de leite e o leite condensado, metade do suco de uva(250ml) e a gelatina sem sabor dissolvida(conforme instruções da embalagem). Mexa delicadamente até estar homogêneo.
Despeje em forma de furo no meio ou em tacinhas individuais. Leve para gelar por 12 horas, o legal é fazer um dia antes. Desenforme e sobre o spumone despeje a calda de uva. Sirva.

Calda: Levar ao fogo o restante do suco de uva e engrossar com um pouco de amido de milho. Se desejar acrescentar 1 taça de vinho tinto de mesa(suave) também fica uma delícia e rende mais calda! ;) Deixe esfriar, guarde na geladeira até a hora de desenformar o spumone e então despeje a calda sobre ele. Sirva a seguir.

OBS: essa mesma receita pode ser feita com outros sucos em substituição ao de uva.

Conhecendo mais o tal SPUMONE...
Spumone vem de spuma ou "espuma", já spumoni, com "i"  é plural, é uma sobremesa, um sorvete italiano que pode ter camadas e cores e sabores diferentes. Originalmente é feito em camadas coloridas e com nozes e frutas cristalizadas. É popular em lugares com grandes populações de imigrantes italianos, como os EUA e Argentina. 21 de agosto é o Dia Nacional do Spumone nos Estados Unidos.13 de novembro é o Dia Nacional do Spumone no Canadá. 

Dizem que a receita foi base de inspiração para outras tantas. Como exemplo disso, tem-se o sorvete napolitano, a banana Split e a nossa versão brasileira.
Aqui no Brasil tomou-se o nome deste "sorvete" para essas sobremesas coloridas e adicionou-se o leite condensado e a gelatina. Como fica bem espumosa e leve, surgiu então o nome Spumone!
Seja como for, a nossa versão, a brasileira, especialmente a de uva feita por minha mãe, É PARA MIM A MELHOR DO MUNDO!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Magret de Canard ao Balsâmico Reduzido com Risotto de Abobrinha, Pimentão Defumado e Tomate Seco

Fiz esse prato um dia desses, sem receita mesmo, tudo "no olho", para receber o marido que tinha viajado. Tirei foto, postei e, a pedidos, estou aqui publicando a receita.
Ficou realmente muito bom, vou fazer mais vezes! O peito de pato faço sempre, não foi novidade, mas a combinação do risoto foi nova e surpreendeu no sabor e no aspecto. Maridex super aprovou e acho que vocês também vão gostar.
É fácil e simples de fazer, basta uma montagem bacana do prato para dar aquele ar mais requintado, "de presença". ;)

Vamos à receita?

Risotto de Abobrinha, Pimentão Defumado e Tomate seco

Ingredientes:
2 xícaras de arroz arbóreo ou carnaroli.
1 cebola roxa grande picadinha
4 dentes de alho esmagados
1 taça de vinho branco seco
meio vidro de pimentão vermelho defumado em conserva(ou o pimentão em conserva normal, uso os da Hemmer) em cubos pequenos
meio vidro pequeno de tomate seco em pedaços
2 l de caldo de legumes quente(dissolvo 1 tablete de knoor legumes na água quente e uso esse caldo para o risoto)
2 abobrinhas pequenas bem firmes(ou 1 grande) bem lavadas e raladas(com casca)
Sal, noz-moscada e pimenta rosa moída na hora a gosto
Queijo ralado e nata ou manteiga para finalizar

Modo de Preparo:
Numa Wok, em um pouco de azeite de oliva aquecido, frite as cebolas e o alho. Quando murchar bem, acrescente o arroz e frite mais um pouco. Coloque sal, noz-moscada e pimenta rosa moída na hora(ou do reino, se preferir).Acrescente o vinho, mexa alguns minutos para evaporar o álcool. Acrescente o tomate seco picadinho com um pouco do óleo da conserva. Mexa bem. Vá acrescentando o caldo de legumes de pouco em pouco, sempre mexendo. Mais ou menos na metade do processo, antes de ficar al dente o arroz, acrescente a abobrinha e o pimentão. (Não coloquei antes para não desmancharem no risoto... )Acerte o tempero se precisar. Incorpore bem ao arroz e continue a colocar caldo aos poucos e mexer, até o risotto ficar no ponto, al dente e cremoso. Acrescente uma farta colher de nata ou manteiga e queijo ralado(usei o gouda e um pouco de gorgonzola). Mexa, deixe agregar sabor por uns minutinhos e sirva bem quente.

O Magret de Canard ao balsâmico reduzido
Ingredientes:
1 embalagem de peito de pato da marca Villa Germânia. Vem 2 pedaços sem osso(peitos) - 1 por pessoa
sal alho e pimenta-do-reino a gosto
Aceto Balsâmico reduzido(uso sempre o Raiola ou o Paganini, mas comprei recentemente um "Il Torrione" que é com frutas vermelhas, ainda mais gostoso, usei esse na receita)

Modo de Preparo:
Faça leve cortes transversais até formarem losangos na capa de gordura do peito de pato.
Tempere a gosto os dois lados.
Aqueça bem a frigideira(uso uma de ferro que mantém mais o calor sem queimar) coloque bem pouquinho azeite de oliva se quiser, aqueça, coloque os magrets(peitos) com a capa de gordura para baixo e frite bem. Vai soltar bastante gordura, o suficiente para depois fritar o outro lado. Frite até atingir o ponto desejado. Costumo deixar bem rosadinho dentro e douradinho fora. O pato se serve ao ponto, isso é, meio mal passado mesmo, pois facilmente endurece se fritar muito e deve ser preparado e servido na hora. Na dúvida, faça um cortezinho ao meio para ver se está no ponto.
Fatie os peitos e disponha-os no prato, em leque, ao lado do risoto.
Regue fartos fios de vinagre balsâmico reduzido, vão enfeitar o prato e dar um sabor todo especial ao magret. Sirva em seguida.

Montagem e finalização do prato:
Com um aro metálico, monte o risoto no prato. Enfeite com salsinha, manjericão, alecrim ou dill natural. Dê brilho com um fio de azeite de oliva extra-virgem e polvilhe dill ou pimenta rosa moída na hora para enbfeitar o prato(opcional)
Ao lado do risoto monte as fatias do magret de canard em leque(ou como quiser, e enfeite/tempere com o aceto balsâmico reduzido.
Sirva e bon appétit!

Harmonização: Um  tinto de corpo médio.

* ah, as gotinhas vermelhas que vocês podem ver enfeitando o prato são de molho de pimenta. Amamos pimenta!
 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Frango Enrolado ao Pesto - passo-a-passo

Estava em busca de receitas leves, para fazer durante a semana e manter a "dietinha", e me deparei com essa receita deliciosa, simples e light de frango com pesto. Fiz e deu super certo! Só acabei não tirando foto, então compartilho aqui a receita com as fotos do site "Pimenta no Reino".
 
Frango Enrolado ao Pesto - passo-a-passo:

1. Abra o peito de frango em filé. Para deixá-lo maior e mais fino, coloque-o em um plástico (ou entre um plástico filme) e bata delicadamente com o martelo de cozinha.

2. Prepare um pesto(ou use o pronto) e acrescente ricota, fazendo uma espécie de pastinha.

3. Coloque a pasta por cima dos filés abertos, enrole e prenda com palitos ou amarre com barbante.

4. “Empane” os rolês no queijo ralado ou no ovo batido e depois na farinha de rosca.

5. Leve ao forno médio pré-aquecido até dourar.

 
Pra quem prefere fazer o pesto à comprar pronto, segue a receita clássica de Pesto Genovese:
 Ingredientes:1 dente de alho
2 maços grandes de manjericão italiano de folha larga
2 colheres (sopa) de queijo Pecorino ralado fino
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado fino
1 colher (sopa) de pinoli (ou nozes)
6 colheres (sopa) de azeite extra-virgem de oliva
sal grosso marinho a gosto

Modo de Preparo:
Coloque o alho e uma pitada de sal no pilão e soque até formar uma pasta grossa. É importante que o socador não amasse os ingredientes no fundo do pilão, mas faça movimentos circulares, esfregando os ingredientes contra as laterais da tigela.
Separe as folhas do manjericão dos talos, lave, seque bem e junte ao pilão, amassando-as devagar até que formem uma polpa verde intensa.
Junte os pinoli e o queijo, esmagando e incorporando bem, e depois o azeite, pouco a pouco. Experimente e ajuste o queijo e o azeite a seu gosto. 


E então basta uma saladinha para acompanhar e você tem uma refeição saborosa e leve!
Perfeito para um dia da semana, não?

E se quiser receber servindo esse prato de uma forma bem bonita, sirva em pratos individuais com arroz moldado num potinho ou com purê de batata(mandioquinhai, inhame, aipim também vão vem) e não esqueça de tirar os palitos!

Um vinho que casa bem é um branco seco, um chardonnay ou sauvignon blanc.

Beijinhos.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Onde jantar no dia dos Namorados em Blumenau e região

Para quem quiser abrir mão do aconchego e intimidade do lar para levar seu par para jantar num bom restaurante nesta noite especial, a Cozinha da Janita selecionou algumas sugestões. Lugares que provamos e aprovamos, e que certamente tornará sua noite ainda mais romântica, especial e inesquecível.
Lembramos que é imprescindível e de praxe, em datas como esta, fazer reserva antecipada. 
Enjoy!


Ristorante La Spezia
Sinônimo de boa mesa italiana na cidade mais alemã do Brasil, o Ristorante La Spezia está no mercado há mais de 18 anos. Situado em um amplo espaço de uma antiga fábrica de cerâmica, em Pomerode, dispõe de três ambientes super aconchegantes.
Sandra Mara Cavalho é a querida proprietária e talentosa chefe de cozinha do restaurante e tem duas décadas de experiência no currículo, incluindo também cursos de especialização e estágios no Brasil e no exterior. 
Ela arrasa! Sou super fã da profissional e ser humano que é. E o lugar merece, indiscutivelmente, ser conhecido. Super recomendamos.




O clima do lugar é todo romântico e acolhedor, perfeito para os apaixonados!
O menu para o dia dos Namorados no La Spezia está super sedutor, dá água na boca! Confira:

Os lugares são limitados e a casa costuma lotar, então antecipe sua reserva!
Telefone: 47 3387-3200
Mais informações: http://www.laspezia.com.br/


Hostaria Filidoro
Aconchegante restaurante na Vila Itoupava, num cenário bucólico, em Blumenau. Cozinha italianíssima numa casa centenária toda restaurada que ficou uma graça!
Tudo preparado com muito carinho e e esmero pelos proprietários Eleni e Danilo. O Chef Danilo é italiano, e a Eleni é paulista com descendência italiana. A proposta do lugar é bem bacana e diferente: possuem menus especiais todos os domingos e também para datas específicas, sempre primando pelo bom atendimento, sendo que o casal costuma vir à mesa servir e explicar todos os pratos do menu(sempre italianos, claro). Um lugar para ir e curtir sem pressa, como pede a tranquilidade do lugar e uma genuína refeição italiana.
 
Para este dia dos namorados terão um menu especial com pratos afrodisíacos e clima romântico, à luz de velas. Confira o menu "A lume di candela":

Entrada
Filetti di peperoni al pesto su Bruschetta di Polenta Bianca - (Filé de pimentões ao molho pesto com bruschetta de polenta branca)
PRIMEIRO PRATO
Tagliolini ai gamberetti e zucchine in crema di zafferano - (Talharim com camarões, abobrinhas em creme de açafrão)

INTERMEZZO
Sorbetto di Limone allo Zenzero - (Sorbetto de limão Siciliano ao gengibre)

SEGUNDO PRATO (con contorno)
Tortino di baccalà con salsa di mele - (Tortinha de Bacalhau com molho de maçã)

Contorno/acompanhamento: Involtini di zucchine con rucola - (Enroladinhos de abobrinhas com rúcula)

SOBREMESA
Quasi Sacher con confettura di albicocche - (Tortinha de chocolate com creme de damasco)
No Menu é possível escolher entre degustar todos os pratos do dia: entrada, primeiro prato, intermezzo, segundo prato, sobremesa, café e Limoncello (opção degustação com preço fixo R$ 75,00) ou somente alguns pratos do menu do dia (opção a La carte com valor a pagar referente aos escolhidos).
Os pães assim como o digestivo Limoncello são oferecidos pela casa no Menu degustação ou a La Carte.
As bebidas são cobradas à parte.As reservas poderão ser feitas até domingo, dia 10 de junho à noite pelos telefones 47 3338 1675 e 47 9127 7090.
ou pelo e-mail hostariafilidoro@gmail.com
www.gustocucina.blogspot.com


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Conchiglione de Bacalhau

Ingredientes:

Recheio:
400 g bacalhau saithe
1 cebola(s)
1 dente(s) alho
1 colher(es) de sopa manteiga
1 pote requeijão
1 xícara(s) leite
1 colher(es) de sopa amido de milho
1 xícara(s) castanha de caju
pimenta
queijo ralado

Molho:

500 g abóbora moranga
1 xícara(s) leite
200 ml leite de coco
0,5 cebola(s)
2 colher(es) de sopa manteiga
3 colher(es) de sopa açúcar
0,5 xícara(s) creme de leite
canela em pó
500 g massa conchiglione
cheiro verde 

Modo de Preparo:

Recheio:
Refogar a manteiga, o alho e a cebola.
Adicionar o bacalhau cozido, dessalgado e desfiado. Refogar por mais 3 ou 4 minutos.
Acrescentar o requeijão e o amido de milho, este previamente dissolvido no leite.
Mexer bem até formar um creme consistente.
Desligar, misturar pimenta e tempero verde, acrescentando depois as castanhas. Acerte o sal, se necessário.
Rechear os conchigliones, colocando-os virados para cima, em um refratário, lado a lado.



Molho:
Cozinhar a moranga (sem casca, picada) em um pouco de água, até amaciar.
Deixar esfriar um pouco e bater no liquidificador, com a cebola, o leite de coco, a manteiga e o leite.
Desligar e acrescentar o açúcar, o sal, a canela e o creme de leite.
Ligar, novamente, o liquidificador e pulsar duas vezes, para misturar bem.
Despejar esse creme sobre os conchigliones, polvilhar queijo ralado e algumas castanhas inteiras.
Levar ao forno médio para gratinar.
Servir.

Rendimento: 4 porções.

Harmonização: ZUCCARDI Q CHARDONNAY

O que é CONCHIGLIONE? 
 
Conchiglie, conchigliette e conchiglione são as graciosas formas de macarrão que no Brasil chamamos conchas, conchinhas e "conchonas", ou conchas grandes. A grafia original, italiana, é que na maioria das vezes aparece nas embalagens. Na língua inglesa elas são chamadas shell, baby shell e jumbo shell. Esses e outros formatos pertencem à fase industrial do macarrão. O macarrão primitivo foi desenvolvido pelos sicilianos, de raízes árabes-mouriscas, e foi mencionado pela primeira vez num tratado de 1154. Atualmente se produz na Itália mais de uma centena de macarrões de formatos diferentes, tanto industrial como artesanalmente. As conchas têm a forma das conchas do mar, com uma abertura longitudinal e estreita e pontas afuniladas. A referência marítima faz lembrar da costa do Mar Mediterrâneo, onde são comuns na dieta. Elas podem ser coloridas com tinta de lula, espinafre, cenoura, tomate. As grandes são ideais para serem recheadas e, para evitar que se quebrem durante o manuseio ou se desmanchem ao cozinhar, têm espessura mais grossa. Para dar maior aderência ao molho, a maioria delas é riscada. A afinidade de forma e tamanho, assim como o contraste de cores, faz das conchiglione ótima massa para se aliar a mariscos, servidos com a própria concha, e a outros frutos do mar, como é o caso do prato italiano clássico Conchiglie pescatore, feito com vieiras, mexilhões, cogumelos e camarões cozidos no vinho e aromatizado com pimenta-do-reino, salsa, alho, cebola e azeite de oliva. Mas outros recheios de ricota, carnes e queijos são comuns, com as conchas cobertas com molho branco ou de tomate e levadas ao forno para gratinar.

Como se escolhe
As conchiglione são sempre secas. Podem se encontradas facilmente em qualquer supermercado de praticamente todo o país. Prefira as de trigo de grão duro - todas as marcas italianas o são, por lei -, pois são mais resistentes e mantêm a forma depois de cozidas. As feitas de trigo comum, ou trigo mole, se quebram facilmente, além de perderem o formato e aderirem umas às outras depois de cozidas. Prefira também as que estão embaladas em caixas, que oferecem maior proteção contra quebras. Observe sempre o prazo de validade e as condições do produto e da embalagem. Verifique se a massa seca não apresenta resíduos no fundo da embalagem ou mesmo furos de carunchos.

Como se prepara 
Para que as conchiglie mantenham o formato depois de cozidas, siga a regra do 10, 100, 1000, ou seja, 10 g de sal para cada 100 g da massa e 1000 mililitros - 1 litro - de água. Ponha a água num caldeirão até ocupar 3/4 de seu volume. Ao ferver, abaixe o fogo e junte o sal. Espere ferver de novo. Ponha a massa e aumente o fogo para que a água volte logo à fervura. Cozinhe pelo tempo indicado na embalagem, ou até que fique al dente - as conchas grandes levam cerca de 15 min para ficaren macias, mas firmes. Se mordidas, devem apresentar certa resistência aos dentes. Embora não seja necessário, pode-se juntar azeite, óleo ou manteiga à água, pois aromatiza e impede a formação de espuma.


Curiosidade - DIA MUNDIAL DO MACARRÃO

 
O I World Pasta Congress (Congresso Mundial de Macarrão), realizado em 25 de outubro de 1995, originou a celebração do Dia Mundial do Macarrão.
O Brasil está em terceiro lugar no ranking dos maiores consumidores de massas do mundo!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Bellini

O Bellini é um drinque que se originou em Veneza. É uma mistura de espumante (tradicionalmente prosecco ) e purê de pêssego, servido frequentemente em celebrações. 
É um dos coquetéis mais populares da Itália.
A versão aqui apresentada é da Chef Paola Carosella. Uma delícia!!! Confira!
Bellini de Paola Carosella: em vez de suco, pêssegos em pedaços
Ingredientes:
- 2 pêssegos brancos maduros cortados em cubos com a casca
- Cubos de gelo
- 1 garrafa de espumante ou prosecco
- 4 ramos de hortelã com folhas
- Raspas de 1 de limão-siciliano

Modo de preparo:
Coloque cubos de gelo no fundo de taças para vinho tinto e, sem seguida, os pêssegos já cortados. Complete com o espumante gelado, acrescente as raspas de limão, enfeite com os ramos de hortelã e sirva imediatamente. Ofereça uma colher para que os convidados possam provar a fruta depois de tomar o espumante.

Rendimento: 4 pessoas.

A história do Bellini
O Bellini foi inventado em algum momento entre 1934 e 1948 por Giuseppe Cipriani , fundador do Harry's Bar em Veneza, Itália. Devido à sua cor original rosa, que lembrou Cipriani da cor da toga de um santo em um quadro do século XV, do artista veneziano Giovanni Bellini , ele chamou o drinque Bellini.

A bebida começou como uma especialidade sazonal no Harry's Bar, o favorito de Ernest Hemingway, Sinclair Lewis e Orson Welles. Mais tarde, ele também se tornou popular em contrapartida do bar de Nova York. Depois de um francês empreendedor montar um negócio para enviar puré de pêssego branco para ambos os locais, era uma das favoritas durante todo o ano.


Os Cocktails com espumante ganharam ainda mais glamour, pelas aparições em grandes filmes como o cult-movie “Casablanca”. Além da música inesquecível, “As time goes by”, e das frases marcantes, “Nós sempre teremos Paris”, porque não lembrar de Humphrey Bogart e Ingrid Bergman celebrando seu amor com cocktails de champanhe.

Na Itália eles já comercializam o Bellini prontinho e engarrafado! Humm!!!
 


"Eu ainda preciso de mais descanso saudável para trabalhar no meu máximo. Minha saúde é meu capital principal e eu tenho e quero administrá-la inteligentemente".
(Ernest Hemingway)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Arancini di Riso



Ingredientes:
500 g de arroz arbóreo (arroz italiano, próprio para risottos) não lavado
150 g de farinha de rosca
2 ovos
50 g de manteiga
60 g de parmesão
salsinha picada
sal e pimenta à gosto

Recheio de Queijo 
Cubinhos de queijo de sua preferência


Modo de Preparo:

1. Cozinhe o arroz em 1 litro de água fervente salgada, por 15 minutos, no fogo moderado, mexendo sempre até absorver a água.
2. Tire do fogo e junte rapidamente dois ovos, a manteiga, e o queijo ralado.
3. Leve a esfriar e prepare o recheio.

Recheio de queijo: corte-os em cubos.


Com as mãos úmidas, pegue um pouco do arroz, espalhe na palma da mão, coloque o cubo de queijo e feche o bolinho dando-lhe formato de uma laranjinha.
Passe, então, no ovo batido e na farinha de rosca e leve a fritar em bastante óleo ou azeite.

Arancini di Riso é um bolinho de arroz em formato de laranjinha, típico da Sicília, desde o séc. X. 

O nome deriva da forma do alimento e  da cor, que é uma reminiscência de uma laranja (em italiano, palavra para laranja é arancia e arancini significa "laranjinhas"). Arancini é masculino plural, o singular é Arancino (ou em siciliano arancinu). Em algumas partes da Sicília, o plural feminino, arancine, é comum.

O Arancini é como um croquete, servido como entrada em diversas regiões do mundo.
A maneira mais simples é recheá-lo com queijo, mas você pode inovar, reinventar, recheando com  carne seca ou de sol(desfiada e refogada com cebola e alho, já fiz e fica ótimo!), com peixe(cação ou bacalhau), com frango, etc. No Vêneto, recheado de queijo, ele é chamado de Suppli al Telefono, por causa do fio de queijo que estica quando se morde o bolinho quente.
São irresistíveis!
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