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quarta-feira, 4 de março de 2015

Hambúrguer Fit


Ingredientes:

1 kg de patinho moído(carne moída)
1 cebola média
3 dentes de alho
1 xícara de chá de farinha de aveia ( pode usar aveia em flocos finos ou farelo de aveia tb)
1 ovo
1 tomate sem sementes
Sal e pimenta a gosto
Salsinha e cebolinha
*outros temperos e ervas a seu gosto


Modo Preparo:

Bater no liquidificador a cebola, alho e o tomate com um pouco de azeite.
Misturar essa mistura na carne juntamente com os outros ingredientes. Temperar com sal, pimenta, salsinha, cebolinha.
Fazer os hambúrgueres e assar em forma antiaderente ou na air fryer.

Rende 20 hambúrgueres pequenos.

É servir como preferir, com salada ou no sanduíche(optar por pães integrais ou sem glúten), e comer sem culpa.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Feliz dia do Hambúrguer!

No dia 28 de maio é comemorado o Dia do Hambúrguer. Você sabia que esta delícia de carne tem origem bastante controversa?
 
Há poucas versões sobre a origem do hambúrguer. Porém, um dado é certo: ele nasceu há muitos séculos e, contrariando a regra da grande maioria dos hábitos alimentares, que se caracterizam pela regionalidade. O hambúrguer, apesar de tido e havido como uma instituição norte-americana, só chegou ao país da coca-cola, pelas mãos de imigrantes alemães, vindos dos arredores de Hamburgo. Uma das histórias sobre sua origem remete ao séc. XVIII, quando cavaleiros tártaros moíam a carne dura e crua durante as cavalgadas, colocando-a sob suas selas. Após algum tempo de travessia, o alimento se transformava em uma "massa" mais macia e fácil de mastigar. Feito de Dijo do Boi.

A história do hambúrguer começou no fim do século XVII, quando tribos nômades da Ásia Ocidental desenvolveram a técnica de temperar a carne bovina, finamente picada, a fim de evitar seu perecimento. A iguaria teve bastante aceitação, uma vez que dispensava o manuseio do fogo nos acampamentos.

Marinheiros alemães que faziam a rota do Báltico conheceram a receita, porém, torceram o nariz para a carne crua. Levaram, então, a idéia para casa, mas passaram a cozinhar a carne. O sucesso foi tal que rapidamente virou um prato típico da culinária alemã.

No século XIX, quando a América recebia seus novos descobridores, os navegadores que partiam da cidade alemã de Hamburgo traziam a tradicional receita, que recebeu o nome de hamburg style steak (bife ao estilo hamburguês).
Os americanos aperfeiçoaram a receita, acrescentando o pão. Hoje, o hambúrguer é um ícone da culinária americana.
Em 1836, no restaurante Del Monico’s, em New York, o hambúrguer ganhou, pela primeira vez, estatuto de iguaria e passou a constar no cardápio - entre duas fatias de pão, já em formato de sanduíche.

Curiosidades:

Durante o períodos pós-guerra, o hambúrguer era muito famoso, inclusive na cultura popular. Um exemplo disso era o frequente aparecimento de hamburgueres no quadrinho Popeye, cujo protagonista era o marinheiro que comia espinafre para sustentar sua força sobre-humana; sua primeira aparição, contudo, foi como personagem coadjuvante em 17/01 de 1929 ao lado de outros personagens, incluindo J. Wellington Wimpy (muitas vezes abreviado para apenas "Wimpy" e conhecido no Brasil como Dudu), um guloso educado que era apaixonado por hambúrgueres. 
Sua frase marcante, "Pagarei com prazer na terça, por um hamburguer hoje!" (em inglês I'll gladly pay you tomorrow for a hamburger today) tornou-se famosa. Durante o auge de sua popularidade nos anos 30, Dudu passou uma imagem de que os hambúrgueres eram saudáveis para a juventude da época, e sua fama resultou na criação de uma cadeia de restaurantes fast food chamada Wimpy a sua homenagem, que vendia hambúrgueres por dez centavos.
Logo muitos outros personagens de ficção ficaram associados ao hambúrguer, como o Ronald McDonald, um palhaço desenhado por Willard Scott que surgiu pela primeira vez na televisão americana em 1963, e tornou-se famoso. Na década de 60 o hambúrguer era citado em quadrinhos undergrounds como o Zap Comix#2 do desenhista Robert Crumb, onde havia um personagem chamado "Hamburger Hi-Jinx". No final dessa década, a arte pop utilizou o hambúrguer como elemento artístico, em trabalhos de Andy Warhol (Dual Hamburger), Claes Oldenburg(Floor Burger), Mel Ramos(Vinaburger, 1965), e mais recentemente, David LaChapelle(Death by Hamburger, 2002).

A nave estelar conhecida como Millennium Falcon, projetada por George Lucas para Star Wars, foi baseada num formato de hambúrguer. Outras mídias também fazem ou fizeram frequentes aparições ou citações de hambúrgueres, como o jogo Burger Time de 1982.

Os sanduiches beirute, americano, cheeseburger e outros sanduíches ganharam os cardápios das lanchonetes a partir do séc XIX. Com a Revolução Industrial, houve popularização dos almoços rápidos para trabalhadores das cidades grandes. Com as jornadas de trabalho cada vez mais extensas, o sanduíche passou a ser uma opção mais prática, apesar de pouco nutritiva.

Entretanto, a idéia de colocar algum recheio no pão é bem mais antiga. Antes de Cristo, nos antigos rituais de Pessach, a páscoa judaica, já se fazia uma mistura de pão com alguns tipos de embutidos. Em inúmeras culturas, come-se a massa misturada com alguma coisa; o próprio formato do pão é adequado para isto. Apesar do costume ancestral, a fama - e o nome - do sanduíche vieram em 1762, com o inglês John Montagu, o conde de Sandwich, uma vila da Inglaterra. Reza a lenda que ele comia fatias de pão com salame para não precisar interromper as partidas de bridge, jogo de cartas popular entre os britânicos.

Desde então, a variedade de sanduiches aumentou. O hambúrguer, receita mais famosa de todas, popularizou-se nos Estados Unidos no final do século XIX, provavelmente levado por imigrantes alemães, e ganhou o mundo em meados do século XX, com o surgimento das grandes redes mundiais de fast food. A partir dessa fórmula básica, surgiram variações e o sanduíche ganhou apelidos diferentes, de acordo com o recheio.
Hoje em dia a causa anda bem sofisticada e os "gourmet" estão em alta. ;)
Mas ainda assim, ninguém abre mão do simples e eternamente delicioso HAMBURGUER TRADICIONAL.

Fonte: Wikipedia.

RECEITINHA PRA FAZER EM CASA

Ingredientes:

Carne:
800g de carne moída
2 ovos
1 colher de sopa de cebola
½ xícara de farinha de rosca
1 cebola ralada
1 colher de sopa de mostarda
1 colher se sobremesa de sal
Outros ingredientes:
200g de mussarela em fatias
4 tomates em rodelas
1 alface crespa
4 fatias de bacon(opcional)
8 pães de hambúrguer
Maionese:
1 batata cozida
½ cenoura cozida
½ xícara de café de leite
½ suco de limão
1 colher de sopa de vinagre
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta do reino
½ xícara de azeite

Modo de preparo:

Carne:
Em um bowl, misturar todos os ingredientes de uma vez até ficar homogêneo.
Molde e frite os hambúrgueres na chapa.

Dica boa demais: Antes de colocar a carne na chapa ou na frigideira, faça uma leve depressão com o dedão no centro do hambúrguer (cerca de 0,5 cm para 200 gramas do produto). Assim, a carne terá espaço para ser aquecida internamente. Em contato com a chapa, a carne estufa. Com essa área no meio, ele não racha e não elimina sangue.

Maionese:
Bater no liquidificador a batata, a cenoura, o leite, o suco de limão o vinagre, o sal e a pimenta do reino até ficar homogêneo.
Sem para de bater, colocar o azeite em fio até atingir a consistência de maionese
Fritar o bacon separadamente e reservar.
Depois é só montar e servir com a maionese! 

Enjoy e FELIZ DIA DO HAMBÚRGUER! 

Rendimento: 8 Porções

Fonte da receita: Programa Hoje em Dia da TV Record por Edu Guedes.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Carne Seca com Quiabo

Ingredientes:

400g de carne de sol (charque) dessalgado e picadinho
700 g de quiabo
50ml de azeite de oliva
4 dentes de alho espremidos
1 cebola média picada
100g de tomate picado
1/2 maço de cheiro verde
pimenta-do-reino e noz-moscada a gosto
300ml de água

Modo de preparo:

No dia anterior, dessalgue a carne de sol, deixando de molho e trocando a água.
Numa panela coloque o azeite, alho e a cebola, refogue, acrescente a carne de sol cortadinha e o tomate picado e o cheiro verde, o resto dos temperos e refogue bem a carne e acrescente a água. Deixe cozinhar um pouco.

Separado, antes de refogar o quiabo, ferva 1 litro de água com suco de 1 limão(ou vinagre) e afervente o quiabo(tirando as pontinhas dos 2 lados) por 3 minutos, para tirar a baba. Escorra e utilize na receita.
Nota: Outra maneira de tirar a baba, ainda mais rápida e fácil, é fritar o quiabo em pedacinhos(rodelas), em um fio de azeite, por cerca de dois a três minutos.

Retire o quiabo, corte e junte a carne e deixe cozinhar por 10 minutos.
Sirva a seguir, quentinho, acompanhado de arroz.

E uma ideia bacana, um prato que fica gostosíssimo:

Essa mesma receita acima pode ser usada para um escondidinho! Este pode ser preparado com puré de batata, de aipim ou de abóbora e o recheio é o quiabo com carne seca. Fica ótimo e é bem prático por ser um prato único. ;)

Outra sugestão usando essa mesma receita: 
Servir esse "recheio" de quiabo e carne seca dentro de uma moranga grande ou em pequenas, individualmente(como entradinha), do mesmo jeito que se faz com o camarão na moranga. ;)


Harmonização do vinho com o prato: Tintos jovens - Cabernet ou Merlot da Serra Gaúcha.

Mais sobre o QUIABO
 
O quiabo é um vegetal de cor verde e formato alongado e fino.
Cada 100 gramas de quiabo possui, aproximadamente, 35 calorias. Portanto, é um alimento de baixo nível calórico!!!
Segundo dados, em 100 gramas de quiabo estão agrupados 850 U.I. de vitamina A; 130 mcg de vitamina B1 (Tiamina); 75 mcg de vitamina B2 (Riboflavina); 0,70 mg de Vitamina B5 (Niacina) e 25,80 mg de ácido ascórbico. Além disso, contém 40,00% calorias (em 100 gramas); 89,60% de água; 7,40 % de hidratos de carbono; 1,80% de proteínas; 0,20% de gorduras e 1,00% de sais.
Se por um lado a vitamina A exerce as funções já mencionadas, além de proteger o fígado, a vitamina B1 é decisiva para o bom funcionamento do sistema nervoso, a vitamina B2 é importante para o crescimento, principalmente na adolescência.

Além de todos estes nutrientes presentes no quiabo, ele também é conhecido por conter propriedades medicinais. Ele é anti-helmíntico, antiparasitário, demulcente e indicado como tratamento de várias enfermidades como diarreia, verminoses, disenteria, inflamações e irritação do estômago, rins e intestino. 
Uma vez que a natureza oferece tudo de que o homem necessita, o quiabo tem também outras vantagens terapêuticas. Ele é “laxante mecânico”, sendo indicado para casos de pneumonia, bronquite etc, quando ‘‘empregam-se cataplasmas de folhas cozidas’’, acompanhado de chá de flores ou frutos que deve ser tomado a gosto.

De origem africana, o quiabeiro é atualmente cultivado em várias regiões tropicais, subtropicais e regiões temperadas do mundo, por conter frutos comestíveis saborosos e cheio de nutrientes. No Brasil, ele foi introduzido com o comércio de escravos e é cultivado em todas as regiões, principalmente na região sudeste, com destaque para o Estado de São Paulo (Araçatuba e Campinas), que é o maior produtor do país.Presente na alimentação de muitos brasileiros, principalmente na dos baianos e mineiros, e, apreciado na culinária de várias culturas do mundo, o quiabo é consumido de variadas maneiras, tais como crus(quando os frutos são pequenos, menores que 5 cm de comprimento) em saladas, refogados, cozidos, assados, grelhados e como ingrediente de diversas receitas.Tradicionalmente utilizado no preparo de pratos típicos como frango com quiabo, caruru e com costelinha de porco, o quiabo também é saboroso no preparo de saladas frias com tomate, pimentão e cheiro verde.

Conservação e dicas 
O período de safra é de dezembro a março. Porém, pode ser encontrado em todos os meses do ano.
Esse legume é bom para o consumo quando é tenro, bem cheio e firme, e sua ponta se quebra com facilidade quando a ponta apenas dobrar, é sinal que o legume já está murcho ou muito fibroso. O quiabo também não deve estar muito deformado ou manchado. Quanto à cor, deve-se preferir os verdes-claros, pois uma cor amarelada indica que estão maduros demais; quando verdes, bem escuros, é sinal de que ainda não estão amadurecidos o suficiente. Para quatro pessoas, a quantidade a comprar é de aproximadamente 400 g.
Na hora da compra, é aconselhável optar por frutos firmes, sem manchas e com comprimento menor que 12 cm. Além disso, deve-se consumir o fruto rapidamente, pois o mesmo pode ficar murcho e escurecer em seguida. 
Para conservar os quiabos por mais tempo após serem comprados, recomenda-se guardá-los em sacos plásticos e colocá-los na parte inferior da geladeira. Assim, o quiabo pode ser consumido em até uma semana. É importante ao prepará-lo, lavá-lo devidamente, para eliminar sujeiras e possíveis parasitas impregnados em sua casca. Para as pessoas que desejam remover a sua baba característica, uma dica é fritar os quiabos e pingar algumas gotinhas de limão.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Filet Mignon com Shimeji ao vinho e Kugel de Batatas ao Alecrim


Ingredientes do Filet Mignon com Shimeji ao vinho:
1/2 Kg(ou mais) de filet mignon em postas grossas
1 bandeja de Shimeji
manteiga
1/2 taça de vinho tinto seco
sal e pimenta-do-reino a gosto


Modo de Preparo:
Em uma frigideira com manteiga frite os filés rapidamente dos dois lados, colocando o tempero na hora que está fritando.
Depois, na mesma frigideira, coloque mais 2 colheres de manteig, aqueça , adicione o shimeji em pedaços, sal e pimenta a gosto, e por último o vinho. Deixe reduzir um poquinho e está pronto para colocar sobre os filés.

Ingredientes Kugel de Batatas:
6 batatas inglesas grandes pré cozidas em microondas por 5 min.
1 cebola grande
3 ovos
1 colher(sopa) de trigo.
1/4 de xícara de óleo de nozes ou azeite de oliva extra virgem
dill, sal, noz-moscada e pimenta-do-reino a gosto
manteiga para untar

Ramos de alecrim

Modo de Preparo:
1. Rale as cebolas e batatas à mão ou no processador.
2. Num bowl despeje os ovos e bata bem com um fuet. Junte o azeite e os temperos e de novo mexa bem com um fuet.
3. Junte a mistura às batatas raladas e disponha tudo em um pirex bem untado com manteiga.
4.Asse em forno pré-aquecido, a 200 graus até dourar.
5. Sirva com ramos de alecrim.


Harmonização: o sul-africano da Sequillo Cellars - um Sequillo 5 de Red Rhone Blend( is the term for a wine consisting of two or more of the traditional 13 Southern Rhone grape varieties. Typically it's the Grenache, Syrah, Mourvedre or Cinsault grapes, but can also contain the Muscardin, Counoise, Clairette, Bourboulenc, Picpoul, Roussanne, Terret Noir, Picardan or Vaccarese grapes). 

Kugel de Batatas

O nome pode não soar familiar aqui no ocidente, mas a receita típica do leste europeu, pode fazer muito sucesso na sua próxima reunião informal. Trata-se de uma torta de batata ralada (pode ser também triturada ou amassada).
Uma iguaria trazida por imigrantes judeus fugitivos da 2ª Guerra Mundial. 
Eles costumavam fazer também com batata doce.


Batata: De rejeitada à imprescindível...

Em todo lugar que chegava, a coitada da batata era, no começo, rejeitada. Assim foi na França, onde, por exemplo, Denis Diderot, o grande enciclopedista, qualificou-a como alimento de animais e Brillat-Savarin, autor do magistral A Fisiologia do Gosto, qualificou-a como Mata Fome popular. Não fossem os esforços do genial cientista e alquimista Antoine Auguste Parmentier, que escreveu o tratado Exament Chimique de la Pomme de Terre, para convencer o rei Luis XVI que a batata poderia e deveria ser consumida por suas qualidades nutricionais, facilidade de cultivo, e ela teria ficado mais alguns séculos esquecida.
A partir de 1620, os prussianos espalharam a batata pela Europa junto com suas invasões. A invasão da Áustria, por exemplo, ficou conhecida por Kartoffelkrieg (Guerra da Batata), pois ambos os exércitos praticamente só alimentavam-se de batatas.
Uma vez aceita, por sua facilidade de plantio e alta resistência, a batata rapidamente difundiu-se por toda Europa e, em 1780 era responsável por 80% das calorias da dieta dos irlandeses. Em 1845, o ataque de um fungo, o Phytophora Infestans, destruiu toda a colheita irlandesa provocando a Grande Fome que matou um milhão de habitantes e fez com que 1,5 milhão emigrasse para a América.
É nesta época também que a batata começa a ser incorporada ao cardápio do povo judeu e vai ser definitivamente consagrada pela comunidade da Alemanha (onde nasceram os Latkes e os Kugel de batata), Rússia e, principalmente nos shtetls da Bessarábia.
Hoje em dia, 136 países cultivam a batata em larga escala, tornando-a o quinto produto agrícola mais consumido do mundo, após o arroz, trigo, milho e a mandioca.
Suas duas formas de consumo mais conhecidas são fritas e como purê.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Roast Beef(Rosbife)

Ingredientes:
1 peça de 1Kg de contrafilé ou filé mignon, amarrada para ter o formato característico(como na foto)
25 ml de azeite de oliva extravirgem
25 ml de manteiga
Sal e pimenta-do-reino moída na hora à gosto



Modo de Preparo:
Tempere a carne com o sal e a pimenta.
Em fogo forte, aqueça uma panela de ferro e coloque a manteiga e o azeite. Coloque a carne na panela e deixe tostar por 5 minutos de cada lado. O Rosbife deve ficar bem rosa no seu interior, quase cru, e tostado por fora.
Uma boa dica para evitar erros é um termômetro para carnes. Quando inserida a ponteira até o meio da peça, esta deverá marcar entre 60°c/ 63°C. É a temperatura perfeita para um Rosbife perfeito.
Mas na verdade vai depender do gosto de quem prepara...Tem gente que, depois de selar a carne na panela, ainda coloca a peça em forno pré-aquecido por uns 10 minutinhos, isso depende do gosto mesmo. Então, se preferir mais "bem passado", proceda desta forma, levando ao forno.
Retire a carne da panela e cubra com papel alumínio. Deixe descansar por 15 minutos, pois isto fará com que os sucos da carne se redistribuam.
Fatie a carne não tão grosso e sirva quente ou frio.
E o que sobrar ainda vira lanche para a semana! Fica maravilhoso em sanduíches como o beirute! ;)

Rendimento: serve até 6 pessoas.

Dicas:
Um rosbife pede sempre um molho de acompanhamento. Para um molho rápido e mais que apropriado para seu Rosbife, deglaceie a panela onde o preparou. Você pode fazer isto com vinho ou água quente. Jogue uma taça (aproximadamente)  e raspe o fundo da panela com uma colher, até retirar tudo o que estiver grudado nela. Simples e muito gostoso!

Sobre o ROSBIFE
O termo Rosbife vem do inglês: Roastbeef (roast = assado e beef = carne de vaca). As carnes mais utilizadas para seu preparo são o contrafilé e a maminha da alcatra, embora outros tipos são usados, como o mignon, miolo da alcatra e até posta vermelha.
O "roast beef" , literalmente carne assada, em inglês foi se abrasileirando até se transformar em rosbife, conforme registra o mestre Aurélio. Na Europa, particularmente na Inglaterra, o rosbife está associado ao prato principal do domingo. Na Austrália o rosbife é o prato tradicional servido no jantar de domingo. No Brasil, também é encontrado na forma de embutido de carne bovina, normalmente é a carne usada na receita do beirute.

Ideias de como servir seu Rosbife


Da última vez que fiz aqui em casa, cortei em finas fatias, enrolei e fiz canapés com tzatziki(molho grego de iogurte - receita aqui no blog) e wasabi. Ficou tão bom!!!
Vejam a foto:

Com seu próprio molho

Enroladinho com parma, queijo e manjericão

Frio, em tiras

Num super sanduba!

Com puré(de batatas, ou de mandioca, mandioquinha, cará, cenoura, feijão branco, etc.

Com legumes salteados

Crostini com rosbife e queijo brie

Com salada

No Beirute

Com arroz e molho de queijo

Em rolinhos, recheado de aspargos

Com farofa

Envolto em massa folhada

Com o risotto de sua preferência

No recheio de empanadas e pasteis

Viu como o rosbife é versátil? Há mil maneiras de servir e surpreender os convidados e nunca sobra nadinha! ;)

"A sensação da amizade é semelhante à de se estar confortavelmente cheio de rosbife; o amor, é como estar alegrado pelo champanhe."
(Samuel Johnson)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Filé Mignon Recheado com Bacon ao Creme de Mostarda Dijon


Ingredientes:
1 quilo de filé mignon bovino(1 peça inteira)
1 copo de vinho branco seco
100g de bacon fatiado
1 copo de suco de maracujá concentrado
1 litro de leite
100g de manteiga
2 colheres de farinha de trigo
2 colheres de mostarda Dijon
sal e pimenta-do reino
Tomilho para enfeitar



Modo de preparo:
Comece pelo mignon. Use uma peça inteira, corte apenas a "cabeça" e o "rabo" do filé, para que fique igualado.
Faça um corte na lateral da carne como se abrisse um pão francês, cuidando para que as pontas não desatem.
Arrume a peça em uma forma anti-aderente e tempere com sal(usei o sal rosa). Coloque pouco sal, pois o bacon no recheio já salga um pouco.
Agora passe um pouco de vinho por todos os lados do filé.
Dentro, no corte, disponha as fatias de bacon e feche.
Regue com o suco de maracujá.
Leve ao forno previamente aquecido(10 min - temperatura média) por, em média, 40 minutos a uma hora.
A idéia é assar e dourar a carne.
Vá regando a carne com o restante do vinho e com o "molho que formar na forma, e, se secar e se preciso, água para manter sempre com líquido no fundo da forma.

Vai ficar assim:


Molho creme de Mostarda: Bata no liquidificador o leite, a manteiga, a farinha de trigo e a mostarda.Coloque uma pitada de sal e de pimenta-do-reino. Leve a mistura para uma panela e, mexendo sempre, em fogo baixo, espere engrossar.


Sirva o filé mignon recheado acompanhado pelo molho de mostarda.


Se quiser montar porções individuais, como fiz, coloque no prato 2 colheradas de purê, dois pedaços de filé, o molho e enfeite com tomilho. Veja como ficou na primeira foto deste post.

Sugestão de acompanhamento:

Fiz um purê de mandioquinha(batata salsa ou baroa) e servi em porções individuais. Qualquer purê, seja de batata inglesa, mandioca, batata salsa, batata doce, cará, inhame, combina.

Harmonização: Tomamos o mesmo vinho usado na receita, um chardonnay chileno.

sábado, 19 de março de 2011

Picanha Rubaiyat

Ingredientes:
  • 1 peça de picanha pesando aproximadamente 1 kg
  • 2 colheres de sopa de sal grosso
Modo de Preparo:
Simples, tradicional e eficiente: a peça de picanha é temperada apenas com o sal grosso e levada à grelha pré-aquecida a uma distância de 30cm do braseiro durante 10 minutos de cada lado. A carne fica totalmente tostada e dourada por fora e ainda crua por dentro. Ao ser servida, é fatiada em postas grossas e cada fatia é repassada na grelha durante 1 minuto de cada lado. Esta é uma receita especial e serve tranqüilamente 4 pessoas. 

Nota: o nome do prato é picanha "Rubaiyat" por ser a receita cedida por um dos restaurantes do grupo, de São Paulo, a ua primeira casa – Baby Beef Rubaiyat – funcionou durante vinte anos no tradicional endereço da Av. Vieira de Carvalho, no centro da cidade. Hoje, além dos dois endereços já citados na receita, existem duas outras casas também comandadas por eles: A Figueira Rubaiyat (Rua Haddock Lobo, nos Jardins, em São Paulo), e a Cabaña Las Lilas, no bairro de Puerto Madero, em Buenos Aires.

Origem do nome "Picanha"
Conforme informação do "playboy" Baby Pignatari, o mesmo frequentava muito a churrascaria "Bambu", que ficava nas proximidades do Aeroporto de Congonhas/São Paulo onde era grande apreciador deAlcatra. Certa vez a casa recebeu, por engano, outro tipo de carne vinda da Argentina e a serviu a Pignatari. O "playboy" apreciou muito a carne e perguntou ao churrasqueiro argentino de que parte do bovino era tal delícia. Este respondeu que de esta parte donde se pica la aña, ou seja, onde o carreteiro pica (fere) o boi com a aña. Aña é uma palavra argentina para a haste de madeira com ponta de ferro usada para atiçar os bois. Daí, de "pica" + "aña (anha)" veio a denominação dessa carne do traseiro dos bovinos.


Dicas importantes sobre a Picanha
* Carne de média maciez
* Uma boa picanha: máximo 1,5 kg
* Sempre escolher gorda, com gordura branca
* Sem gordura: Animal velho ou doente
* Uma das melhores carnes para churrasco ou chapa
* Servir “ao ponto” (bem passada pode ficar dura)
* Somente com sal (outros temperos desvalorizam o sabor).

Carne de Sol

Ingredientes:
  • 1 peça de contra-filet
    de 900 gramas
  • Sal grosso

Modo de Preparo:
Salgue bem a peça de contra-filet e deixe-a repousar por mais ou menos 24 horas. No dia seguinte, leve a peça ainda salgada para a geladeira e deixe até quando for consumir. Como a carne está salgada, sua conservação é bastante prolongada. Quando for preparar, retire completamente o sal de toda a peça e leve à churrasqueira por 25 minutos a uma distância de 30 centímetros do fogo. Os acompanhamentos tradicionais são uma boa farofa, um vinagrete, macaxeira (mandioca) cozida ou frita, arroz branco, feijão de corda e purê de macaxeira.


Origem da Carne de Sol
Segundo vários estudiosos o processo de salgar e expor a carne ao sol é pré-histórico. É pouco provável que tenhamos herdado a técnica de produção de grupos indígenas, pois não é hábito dessas culturas conservar alimentos. Já os portugueses tinham tradição de conservar alimentos expondo-os ao sol e salgando-os (peixes e bacalhau), provavelmente no litoral nordestino dos primeiros séculos da colonização (onde o sal e o sol eram abundantes) os pescadores passaram o processo dos peixes às carnes.
Carne-de-sol também conhecida como ‘’carne-do-sertão’’, uma das maiores paixões nordestinas, tem o mesmo processo de preparação da charque. Só que usando bem menos sal. Por conta disso, o seu tempo de conservação é menor. Nos primeiros tempos, depois de colocado o sal (fino), era exposta ao sol, assim que o gado era abatido, nas primeiras horas da manhã. Até que secasse. Daí veio seu próprio nome, “carne-de-sol”.
Hoje, não se faz mais assim. A secagem da carne se dá, única e exclusivamente, pelo uso do sal.
Os mais antigos registros históricos a respeito da carne-de-sol são do século XVII. Em viagem à Bahia, entre agosto e outubro de 1610, Pyrard de Laval registrou: “É impossível terem-se carnes mais gordas e tenras e de melhor sabor. Verdade é que são os mais belos e os maiores bois do mundo. Salgam as carnes, cortam-nas em pedaços bastante largos, mas pouco espessos, quando muito dois dedos de espessura, se tanto. Quando estão bem salgadas, tiram-nas sem lavar, pondo-as a secar ao sol; quando bem secas, podem conservar-se por muito tempo, sem se estragar, contanto que fiquem secas (...)”.
O Rio Grande do Norte eo Ceará disputaram a iniciativa de industrialização da carne-de-sol no Nordeste quando, sem nome especial, já nos finais do século XVII, iam barcas de Pernambuco aos rios Assu e Mossoró carregar “carne-seca de boi”.


Carne Seca, Carne de Sol e Charque. Qual a Diferença?

A diferença reside basicamente na técnica de preparo. Todas são feitas com carne bovina, sendo que a carne de sol, depois de cortada, é ligeiramente salgada e deixada em locais cobertos e bem ventilados. Como exige um clima muito seco, o preparo da carne de sol só é possível nas regiões semi-áridas do Nordeste. A secagem é rápida, formando uma espécie de casca protetora que conserva a parte de dentro da carne úmida e macia. Dos três tipos de carne desidratada, é a que cozinha com maior rapidez.
Já a carne seca, também conhecida como carne-de-vento, carne-do-sertão, carne-do-Ceará, carne-do-Sul, ou jabá (do tupi yaba ou jabau, que significa fugir, esconder-se), é esfregada com mais sal e empilhada em lugares secos. As "mantas" de carne são constantemente mudadas de posição, para facilitar a evaporação. Em seguida elas são estendidas em varais, ao sol, até completar a desidratação.
O charque, típico da região Sul do Brasil (o nome vem do dialeto quíchua xarqui, língua dos índios que habitavam a região dos Andes), é preparado de modo similar ao da carne seca. O diferencial está na maior quantidade de sal e de exposição ao sol ao qual o charque é submetido, o que lhe garante uma maior durabilidade.

Fonte: Sadia
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