Páginas

Mostrando postagens com marcador receitas de liquidificador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador receitas de liquidificador. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Pudim de Leite Ninho


INGREDIENTES:
4 ovos
1 lata de leite condensado
1 medida da lata de leite integral (use a lata de leite condensado para medir)
1 medida da lata de leite ninho (use a lata de leite condensado para medir)
Essência de baunilha(opcional)

PARA A CALDA:
1 xícara de chá de açúcar
1 xícara de chá de água

MODO DE PREPARO DA CALDA:
Em uma panela, espalhe o açúcar e leve ao fogo baixo até ele derreter.
Acrescente a água e misture sem parar até obter uma calda lisa e brilhante.
Espalhe a calda no fundo e na lateral de uma forma de buraco central grande e reserve.

MODO DE PREPARO DO PUDIM DE LEITE NINHO:
No liquidificador, bata os ovos, o leite condensado, o leite e o leite ninho, até obter uma mistura homogênea.
Despeje em forma de buraco central previamente caramelizada e tampe com papel alumínio.
Leve ao forno médio preaquecido, em banho-maria de água quente, por cerca de 1 hora ou até fazer o teste do palito e ele sair limpo.
Retire o pudim do forno, espere esfriar e leve à geladeira por, no mínimo, 4 horas.
Desenforme e sirva gelado.

A ORIGEM DO PUDIM DE LEITE

Os portugueses já se consideraram os pais do pudim de leite. Achavam que a sobremesa descendia da doçaria conventual desenvolvida no país a partir do século 16.

Hoje, seus autores gastronômicos confessam ignorar quando e onde o doce surgiu. “Descobrimos que não conseguimos fixar no tempo nem no lugar o aparecimento do pudim de leite”, diz o cronista trasmontano Virgílio Gomes. A única convicção dos portugueses é a de que eles ensinaram os brasileiros a fazer o doce.

Desde o final da Idade Média seu país é rico em sobremesas à base de leite. Só no Livro de Cozinha da Infanta D. Maria, baseado em manuscrito do século 16, redigido pela neta de d. Manuel I que se casou com o 3º duque de Parma e Piacenza, há sete tipos. Segundo Virgílio Gomes, três poderiam ser pudins, caso fossem enformados e desenformados. Mas a técnica era desconhecida na época.

A palavra pudim veio do inglês pudding. Em Portugal e no Brasil indica uma preparação de consistência cremosa ou moderadamente sólida, temperada com açúcar ou sal, feita em banho-maria.

O nosso gosto pelos doces bem doces se deve à influência portuguesa. Já que o índio e o africano não traziam em sua cultura o hábito do consumo de doce, eles pouco contribuíram para a arte da doceria brasileira.

Era produzido com leite gordo, ovos, açúcar, farinha de amêndoas em forma caramelada, assado em banho-maria e sua execução era muito trabalhosa.
Somente no século XIX com a chegada das latas do leite condensado o seu preparo foi facilitado e tornou-se nossa obra-prima e uma das sobremesas mais simples e consumidas da gastronomia brasileira.

Leite condensado: a primeira notícia sobre a técnica de produzi-lo foi na França em 1827. Entretanto, passou a ser fabricado muitos anos mais tarde pelo norte americano Gail Borden Jr. com o objetivo de reduzir o volume de leite e aumentar a durabilidade.

O leite condensado só ficou famoso durante a guerra de Secessão nos Estados Unidos (1861-1865). Era um dos alimentos fornecidos como ração aos soldados e representava durabilidade e ótima fonte de energia.

Com o fim da guerra a iguaria saiu dos campos de batalha e chegou aos mercados; foi só uma questão de tempo para o produto conquistar o mundo.

Fonte: Blog do Paladar E OUTROS
O Estado de São Paulo on-line

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Panqueca Light de Aveia

Hoje trago uma receita gostosa, bem light e saudável, que testei no último fim de semana. Leva aveia em flocos ou farelo de aveia. A diferença entre os tipos de aveia permite sua utilização em diversos tipos de preparação, de modo a não interferir na textura, rendimento e sabor das receitas e ao mesmo tempo ser capaz de enriquecê-la tornando-a muito mais nutritiva.
Esta panqueca pode ser servida no café da manhã, brunch, almoço, chá da tarde ou jantar, dependendo do recheio e do acompanhamento.
A minha fiz com queijo branco e peito de perú defumado e comi num brunch porque nos fins de semana gosto de acordar tarde e o café da manhã já vira almoço. ;)

Ingredientes:
2 xícara de aveia em flocos(ou farelo de aveia)
1/2 xícara de extrato de soja(ou, se preferir, use trigo comum)
1/4 de xícara de farinha de linhaça dourada(ou quinoa em flocos finos)
1 ovo
2 xícaras de leite desnatado
1 colherinha(café) cheia de fermento em pó
1 pitada de sal
1 pitada de açúcar

Modo de Preparo: Bater tudo no liquidificador até ficar homogêneo.
Aqueça uma frigideira untada e despeje 3 colheres de sopa para cada panqueca, ou faça-as do tamanho que desejar. Deixe dourar um pouco e vire.
Depois recheie e enrole. Os recheios podem ser doces ou salgados, já que a massa é neutra.
*A minha, a da foto deste post, fiz com queijo branco(ricota), creme de queijo minas frescal light e peito de perú defumado. Enrolei, aqueci no microondas e comi. Huuummm, ficou bom!

Sugestões de recheios:
-  Mel com lascas de queijo grana padano
- brie ou camembert com geleia de pimenta
- queijo, presunto e requeijão(com orégano)
- tomate seco com ricota e requeijão
- creme de milho
- legumes refogados
- frango desfiado ao molho branco
- creme de abóbora com nozes

Doces:
Iogurte natural com frutas picadinhas e aveia em flocos grossos
geleia e nata
melado de cana e ricota
queijo com goiabada
leite condensado com coco
banana em rodelas com canela
purê de maçã com amêndoas em lascas

Como podem ver, essa panqueca é bem versátil e light. Para comer sem culpa.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos sabor de saúde,
Cozinha da Janita

sábado, 15 de dezembro de 2012

Brazilian Xmas Cake(Bolo de Natal Brasileiro)

Como tudo começou: Minha filha Carol AMA coco e milho...Não sei a quem puxou! rsrsrs Há dias que prometi fazer algum bolo com esses ingredientes e, como estamos em época de Natal, juntei a amor que sinto por ela e pelo Natal e fiz essa receita.
Ela é uma fusão de receitas que tenho anotadas em cadernos antigos, já amarelados pelo tempo. Minha avó fazia um pudim de milho com coco e um bolo cremoso de coco que eram dos deuses, nunca esqueço! Juntei e adaptei as duas receitas da Vó Hercília e rezei pra dar certo! Batizei de Brazilian Xmas Cake, mas poderia ser também Bolo de Natal da Vovó.  Ela, lá do céu das cozinheiras e vovós mais amadas do mundo, deve ter me dado uma mãozinha porque ficou uma delícia!!! Será que do céu sentem cheiro? Tomara que sim!
Obrigada, vó eternamente amada! E feliz Natal!

Compartilho aqui a receita com vocês, queridos!

Ingredientes:
5 ovos
1 lata de leite condensado
1/2 lata de leite
1/2 lata de leite de coco
1 lata de milho escorrido
1 colher de fubá
3 colheres(sopa) bem cheias de trigo
1 colher(sopa) bem cheia de manteiga
2 colheres(sopa) de fermento químico em pó(de bolo)
essência de baunilha ou coco a gosto
50 g de coco ralado
* a medida "lata" é a de leite condensado de 395g.

Modo de Preparo: No liquidificador, bata tudo, deixando o coco para o final.
Despeje em forma untada e enfarinhada. Leve ao forno pré aquecido em temperatura média por mais ou menos 40 minutos(até dourar),
Retire do forno, deixe esfriar, desenforme e decore com açúcar cristal. O toque de Natal fica pelas flores ou outros enfeites que remetam à data que você tenha em casa.

Não aguentei e provei ainda morninho...Hummm, fica molhadinho....Tão bom!!!
Vale experimentar. ;)
Beijinhos natalinos e brasileiros, sabor coco e milho,
Cozinha da Janita.
 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Homus de Pimentão Defumado

Essa receita da Nigella fica bárbara! Fiz algumas pequenas adaptações apenas. Vocês não têm noção do sabor! É uma das mais pedidas em nossa casa atualmente. Perfeita para servir num happy hour, brunch, acompanhado de torradinhas e pimentões vermelhos em tiras, como aperitivo.
Compartilho aqui a receita.


Ingredientes:
2(180 g cada) caixinhas de grão-de-bico cozido escorrido
1 vidro de pimentão vermelho defumado(escorra um pouco o óleo da conserva)
1 pote de cream cheese(ou mais, se quiser mais cremoso)
200g de ricota fresca
2 dentes de alho
sal e páprica picante a gosto


Modo de Preparo: Bata tudo no liquidificador. E está pronto!


Sirva com torradinhas e com tiras de pimentão vermelho cru. Fica ótimo!


Essa receita rende bastante, vai servir tranquilamente umas 10 pessoas. Então, se quiser preparar menos, reduza a quantidade à metade.

Harmonização: sugiro espumante/champagne brut rosé.

Origem e curiosidades sobre o HOMUS

Homus (hommos, ou ainda homus tahine, em árabe حُمُّص) é uma pasta feita com pasta de grão-de-bico e tahine (pasta de gergelim) É um prato típico dos países árabes do Oriente Médio.
Em árabe "homus" significa simplesmente grão-de-bico.

A primeira menção ao prato foi feita por Platão e Sócrates em 400 a.C, quando enalteciam as qualidades do grão de bico para a saúde. Porém, acredita-se que os egípcios apenas misturavam o grão com vinagre, formando uma pasta, que pode ter sido o princípio do que conhecemos hoje como homus.
Outra versão do surgimento do homus afirma que a iguaria foi uma criação do sultão Saladin, que era líder dos muçulmanos nas últimas cruzadas contra os cristãos. Essa lenda afirma que a receita original do sultão é guardada até hoje com seus descendentes e que o homus que conhecemos é apenas uma imitação do que seria de fato a receita do governante.
Apesar de a data de origem do homus ser incerta, o local de surgimento do prato é o Oriente Médio, e lá também existem polêmicas acerca da receita. Vários países da região reivindicam a autoria do homus. Israel e Líbano são os países que levam a disputa mais a sério.
Mas essa briga também tem seus momentos divertidos e os dois países travaram uma “guerra” pelo título do maior homus já produzido na terra. A batalha foi vencida pelos libaneses, que concluíram um prato de patê de grão-de-bico de mais de 10 toneladas! Com esse feito, o Líbano entrou para o Guinness Book e deixou Israel comendo poeira.

Brincadeiras à parte, o homus é tão apreciado que existem restaurantes que são especializados em servir apenas o prato e até competições para premiar a melhor receita da iguaria.

Fontes: Wikipedia e La Violetera.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Bolo Fácil de Cenoura(no microondas)

Ingredientes Cobertura:
2 colheres de sopa manteiga
2 colheres de sopa chocolate em pó

Coloque em uma fôrma refratária grande para pudim a manteiga e o chocolate em pó e cozinhe por 2 a 3 min com 100% de potência. Misture bem e forre a fôrma.


Bolo:

4 cenouras de tamanho médio
1/4 xícara óleo
3 ovos
2 xícaras açúcar
1 xícara farinha de rosca
2 xícaras farinha de trigo
1 colher de sopa fermento em pó

Modo de Preparo:
Bata no liquidificador, as cenouras, óleo, os ovos e o açúcar. À parte, misture a farinha de rosca, a farinha de trigo e o fermento e acrescente a mistura do liqüidificador. Cozinhe no microondas por 7 a 9 min com 100% de potência. Aguarde o tempo de espera de 10 min e desenforme. Com uma colher, alise a cobertura de chocolate.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Patê de Abacate

Ingredientes

  • 1 abacate
  • 1 cebola roxa pequena
  • 2 dentes de alho
  • algumas gotas de limão
  • 1/2 xícara (chá) de cream cheese(ou requeijão)
  • 3 colheres(sopa) de azeite
  • 1/2 xícara (chá) de salsa picada
  • sal e pimenta calabresa a gosto
  • louro em pó(opcional)

Modo de Preparo

  1. Processe todos os ingredientes.
  2. Servir gelado, com o tipo de pão ou torradas que mais gostar.

OBS: Se achar que o patê ficou muito mole, acrescente uma fatia de pão integral e processe junto. Esse é um segredinho que funciona com a maioria dos patês e fica muito gostoso.


Idéias para servir:

em mini-sanduíches, intercalando com mostarda e o patê de abacate

com camarões e frutos do mar

para realçar o sabor e o visual de sanduíches

dentro da própria casca

O ABACATE - história e propriedades

abacate, é o fruto comestível do abacateiro (Persea americana), uma árvore da família da laureáceas nativa do México ou da América do Sul, hoje extensamente cultivada - incluindo nas Ilhas Canárias e na ilha da Madeira- e muito popular no Brasil.
Segundo CARLOS NORIEGA (apud SOUZA-NOVELO), sua existência foi dada a conhecer na Europa pelo cronista FRANCISCO SERVANTES DE SALAZAR, em 1554. GARCILAZO DE LA VEJA relatou, em 1603, que o abacate desfrutava de enorme importÔncia entre os incas, ao qual chamavam palto no Peru e cura em Costa Rica. Em Trujillo e Chimbote, no Peru, foram encontrados nas tumbas vasos que o representavam.
Incerta e discutível é a sua presença no Brasil nos séculos 16 e 17. Sabe-se que LUIS DE ABREU VIEIRA E PAIVA trouxe da Ilha da França (hoje Guiana Francesa), em 1809, algumas mudas e sementes para o Rio de Janeiro, que, por ordem de sua Alteza Real, foram plantadas na Real Quinta.
O naturalista ALEXANDRE RODRIGUES FERREIRA dizia tê-lo encontrado, em 1787, no Rio Negro.
Em 1819, MARTIUS encontrou abacateiros ás margens do Itapicuru, entre Caxias e São Luis, descrevendo:cujo fruto do tamanho e forma de pêra oferece, em torno do caroço, saborosíssima e fresca polpa, que se come com açúcar.
Não podiam provir, obviamente, das mudas plantadas na Real Quinta.
Somente a partir de 1920 é que se iniciaram as introduções no Brasil de variedades de abacate dos Estados Unidos.
Neste país, o abacate foi introduzido na Flórida, em 1835, e na Califórnia, mais tarde, em 1856, quando foi levado da Nicarágua para São Miguel.
Os astecas davam o nome de aguacatl a pequenos frutos comestíveis de uns 3 cm de comprimento, ainda encontrados, em estado silvestre, no planalto mexicano. Após mais de quatro séculos de aperfeiçoamentos genéticos, esses abacates tornaram-se furtos ovóides, de aproximadamente 20 cm de comprimento e 15 cm de largura.

O abacate era amplamente cultivado antes da conquista espanhola, mas só mereceu a atenção dos horticultores no século XIX. O nome nahuatl (asteca) do fruto é ahuacatl (o qual significa testículo - analogia com a sua forma), que originou, em espanhol, a palavra aguacate.
São conhecidas mais de 500 variedades, de três origens diferentes: a guatemalteca, a antilhana e a mexicana.
Os tipos mais conhecidos são:
Os que têm a forma de pêra, e casca fina e lustroso são chamados de manteiga.
Os que têm a forma de um ovo e casca rugosa são chamados de guatemala.
Os que têm o formato mais alongado são chamados de pescoço.

Considerado uma rica fonte de folato, vitamina A e potássio, o abacate tem mais proteína que qualquer outra fruta, cerca de 2 g para cada porção de 110 g. Possui, ainda, quantidades úteis de ferro, magnésio e vitaminas C, E e B6. É a única fruta que contém todas as vitaminas (A, B, C. D e E ) em conjunto.
Deve ser servido cru, pois se torna amargo quando cozido. Pode ser acrescentado a pratos quentes já cozidos, servido em forma de saladas ou batido com leite. Os abacates só amadurecem depois de colhidos.
Na cozinha, o abacate mostra-se muito versátil. Dá uma salada de excelente aparência quando cortado em cubos e misturado a rodelas de ovos cozidos, cebola, temperado com sal, vinagre e pimenta do reino. Pode ainda se transformar em sorvete, bastando para isso batê-lo no liquidificador com suco de limão, açúcar e leite e levá-lo ao congelador em forminhas.Importante é saber que ele se conserva na geladeira por 2 a 4 semanas, quando de boa qualidade.Seu período de safra vai de fevereiro a agosto.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Torta de Queijo rápida


Ingredientes

6 fatias médias de queijo minas picadas em cubos
1 colher de sopa de fermento
1 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de cheiro-verde
2 tomates sem pele e sem sementes picados
2 colheres de sopa de farinha de trigo integral
1 ovo
½ xícara de chá de leite desnatado

Modo de preparo:

No liquidificador, bata o leite e os ovos. Junte a farinha de trigo, já peneirada, o fermento, o sal e bata mais um pouco, até ficar bem homogêneo. Reserve. Em uma tigela, misture o restante dos ingredientes. Só então, misture esse conteúdo à massa reservada e coloque tudo em um refratário untado com margarina light. Leve ao forno médio (180º C) por cerca de 30 minutos, ou até que comece a dourar. Sirva em seguida.


Cada porção possui em média 90 calorias.
    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...