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terça-feira, 15 de março de 2011

A Páscoa está chegando! Decorar, renascer e inovar é preciso!

Páscoa chegando e vai dando aquela vontade de deixar tudo bem mimoso e aconchegante para celebrar com os que amamos. E por mais que tenhamos mil enfeites e coisas que guardamos todos os anos, sempre vem a necessidade e o desejo de inovação, não é?
Na verdade, nem é preciso compras novas e grandes gastos. Basta usar a imaginação e reciclar, reutilizar e dar novas utilidades à peças que você já tinha.


Veja algumas idéias bacanas que podem inspirar você na sua decoração para a próxima Páscoa:

Porta-ovos e cascas de ovos podem virar vasos que vão deixar sua mesa linda e charmosa.



Ou podem virar velinhas super originais!



Que tal dobrar o guradanapo em forma de coelho?



No lugar de presentear com casquinhas com amendoins ou doces, que tal presentear com mudinhas de flores? Pura delicadeza!



Cola tenaz e glitter fazem ovos diferentes, cheios de brilho e ternura!


 
Um arranjo como este, com plantas ou com galhos secos e ovinhos decorados, ficarão uma graça em sua mesa ou aparador!



Falta de dinheiro não é desculpa para não caprichar! Veja essa idéia simples e bela de amarrar os guardanapos com ovinhos feitos em papelão e fita bebê.



No lugar das velas.....ovos!!! Por que não?



Ninhos como centros de mesa, onde você pode colocar os ovos cozidos que serão servidos no café ou lanche.



Que tal usar um arranjo com cascas de ovos e mini rosas na decoração das cadeiras?



E termino com este delicadíssimo, e fácil de fazer, arranjo de ovos, água e flores!


Uma Páscoa linda a todos! ;)

Fofurices à mesa

Entre navegações aqui e ali, em meio ao pó de livros e revistas que não canso de reler, coisas assim, doces, inspiradoras, fofurices das maiores, saltam aos olhos e transformam nosso dia!


Compartilho aqui com vocês algumas delas, destas que especialmente me tocaram hoje.


Não dá vontade de correr e chamar os amigos para um encontrinho em torno de uma mesa assim?








Garrafinhas(aquelas de suco) reutilizadas como vasos, plantinhas dessas que todos temos em casa, toalha feita de papel pardo com desenhos à mão, guardanapos florais...Tudo muito simples e ao mesmo tempo fofo, elegante. Impossível não sentir o carinho e esmero do anfitrião ao estar numa mesa dessas, não é mesmo?


Outra idéia simples, que achei uma baita fofurice:

Sabe aquele vidro de perfume que você adorava e por isso morre de pena de jogar fora? Vira um vaso lindo!!!


E tem mais:
Latinhas, sejam de chá, de velas, de biscoitos, viram vasinhos também! Misturando cores, flores, aromas e latas diferentes você chega a um visual de mesa bem alegre e feliz!





Jarrinhas com água, flores e se quiser, velinhas, dão sempre um charme extra.



A maçã serve de porta-nome do convidado e um raminho de uma simples plantinha vira seu enfeite de guardanapo. Prova de que "menos é mais". A beleza da simplicidade.



Essa imagem dispensa comentários sobre a fofurice... A foto fala por si.



E fico por aqui, com a mais simples e original das idéias, esperando que as imagens possam ter trazido muita inspirarão e doçura ao seu dia, como trouxe ao meu.

Agora é correr pra bolar o próximo jantar, café ou happy hour com muita criatividade e fofurice! ;)
Beijinhos.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Petit Gâteau de Tapioca

Ingredientes:
2 colheres de sopa de manteiga
1/2 xícara de açúcar
1 ovo
1 xícara de tapioca
1/3 xícara de farinha de trigo
1 xícara de leite de coco
1 colher de chá de fermento em pó
1/2 lata de leite condensado

Modo de Preparo:
Na batedeira,bater a manteiga e o açúcar até formar um creme esbranquiçado, adicionar o ovo e continuar batendo. Adicionar a tapioca, a farinha de trigo e o leite de coco até formar um creme homogêneo. Por fim, juntar o fermento em pó e o leite condensado. Pré- aquecer o forno à temperatura de 200 graus, por 20 minutos. Untar forminhas próprias para petit gâteau e adicionar a massa. Levar ao forno por 5 a 7 minutos, ou até as bordas ficarem assadas e o meio ficar mole.
Sirva com sorvete de sua preferência.

Dica: a Tapioca Yoki pode ser usada nesta receita. É facilmente encontrada nos supermercados de todo o país.

Mas o que é Tapioca?

A tapioca é o nome de uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena tupi-guarani, feita com a fécula extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, polvilho, goma seca, polvilho doce, fécula de mandioca. Esta, ao ser espalhada numa chapa ou frigideira aquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crepe seco, em forma de meia-lua (ou disco, como em algumas regiões). O recheio varia, mas o mais tradicional é feito com coco e queijo. O nome tapioca é derivado da palavra tipi'óka «coágulo», o nome para este amido em Tupi. Esta palavra tupi se refere ao processo pelo qual o amido é feito comestível e passou a se referir a processos de preparo similares.
No Brasil e no mundo, vários produtos derivados da mandioca, são também chamados de tapioca.
Os povos tupis-guaranis, que ocupavam a faixa litorânea leste do território brasileiro desde o sul até o norte, foram os responsáveis pelo domínio comestível da mandioca. A mandioca, produzida sob o sistema da agricultura de subsistência, era a base da alimentação do Brasil até a chegada de Pedro Álvares Cabral. A tapioca nasceu através da necessidade de diminuir o tamanho do beiju e poder passar a ser cozida no fogo.
Pouco após os primeiros anos do descobrimento, os colonizadores portugueses na Capitania Hereditária de Pernambuco descobriram que a tapioca servia como bom substituto para o pão. Na cidade de Olinda se consumia intensamente o beiju, a farinha e a tapioca, extraídos da mandioca, desde o século XVI com a criação portuguesa da Casa de Farinha em Itamaracá (Pernambuco).
A tapioca logo se espalhou pelos demais povos indígenas, como os cariris no Ceará e os Jês, na Amazônia oriental. Ainda, se transformou posteriormente na base da alimentação dos escravos no Brasil. Tudo isso serviu para transformar a tapioca, hoje, num dos mais tradicionais símbolos da culinária por quase todo o nordeste.

O Conselho de Preservação do Sítio Histórico de Olinda (Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, pela UNESCO) concedeu à Tapioca o título de Patrimônio Imaterial e Cultural da Cidade em 2006.

A NEGRA DA TAPIOCA

Tapioca quentinha, Sinhô,
feita na vista de Sinhá,
foram estas mãos, acredite Sinhô,
quem ralou o coco pra Sinhá.
Me compre, me compre Sinhô,
tapioca quentinha pra cear,
está quentinha, cheirosa, Sinhô,
feitinha mesmo pra Sinhá.
Tapioca quentinha, Sinhô, etc. etc.
A noite desceu depressa, Sinhô,
e estou com muito medo, Sinhá.
Volto sozinha para casa, Sinhô,
e ninguém tenho pra me acompanhar.
Tapioca quentinha, Sinhô,
tão cheirosa como o corpo branco de Sinhá;
me compre, por Deus, me compre Sinhô,
me leve, me leve pra Sinhá.
Tapioca quentinha, Sinhô, etc. etc.
Autor: Deolindo Tavares, nasceu no Recife em 1918 e faleceu no Rio de Janeiro em 1942. Esse é um dos poemas dos “Pregões do Recife”.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Rigatoni alla Toranese



Ingredientes:
  • 400g a 500 g de rigatoni.
  • 100g a 150 g de toucinho de porco fresco cortado em cubinhos ( pancetta ou guanciale ).
  • 1 cebola grossa fatiada bem fina.
  • 1/2 cálice de azeite (1/2 bicchiere d'olio d'oliva).
  • 3 colheres(sopa) de queijo "pecorino" ralado (pecorino grattuggiato).
  • Sal a gosto.

Modo de Preparo:
Leve ao fogo uma panela com bastante água salgada. Quando começar a ferver coloque os "rigatonis", mexa bem até cozinhar . Coloque o toucinho em uma frigideira com cebola e deixe dourar a fogo bem baixo. Quando os "rigatonis" estiverem no ponto certo de cozimento, coe bem, e tempere com o toucinho e o queijo ralado. Também é possível temperar com pimenta vermelha picante em pó (pepe rosso picante in polvero).
Harmonização: Para acompanhar as refeições, o vinho local, de Torano, é o Valle del Crati IGT (Indicazione Geografica Tipica), produzido na região, que integra comunes do vale do rio Crati.

Origem do Rigatoni alla Toranese e um pouco sobre Torano Castello

Um prato camponês típico de Torano, Itália, reconhecido mundialmente como integrante da chamada culinária calabresa. Também denominado Maccheroni alla Toranase ou, no dialeto local, Maccarruni ara Turanisi.
Torano Castello é uma comuna italiana da região da Calábria, província de Cosenza, com cerca de 5.000 habitantes.
É uma pequena cidade provavelmente originária de um assentamento enótrio, ampliado pelos Bruzos. Nos arredores da cidade há uma necrópole da Idade do Bronze. Há diversos achados arquológicos na cidade que indicam sua ocupação já nos séculos IX a VII a.C. Também existem objetos que indicam presença grega, tal e qual outras cidades da antiga Magna Grecia (assentamentos gregos no sul da Itália).
Presume-se que a cidade é a antiga Dampetia, Dampezia ou Dapezia, citada por Tito Lívio, e que mantinha contato com Roma. Durante as Guerras Púnicas, manteve posição ambígua, ora em relação a Roma, ora em relação a Anibal, atitude comum nas povoações da região. Constituiu parte da chamada Calabria Citeriore, ou Calábria Latina. A cidade também disputa com Marano Principato, Mendicino e Castrolibero a possibilidade de ser a antiga e mítica Pandosia.
As primeiras notícias da denominação "Torano" (Tauranum) remontam de um documento em língua grega, da primeira metade do século XII. A partir de 1200 tornou-se um feudo da família Tarsia. Pertenceu em 1445 ao Príncipe de Bisignano, que alienou o feudo em 1559 a família Contestabile. Em 1665 foi vendida em favor dos Lupinacci di Casole, que transferiram o feudo em 1668 a Fabio Caputo de Paterno.
Fonte: Wikipédia e outros.

Rigatoni ao Molho de Carne e Vinho


Uma receita clássica e simples, mas que faz sempre o maior sucesso!
Rigatoni ao molho vinho Rigatoni ao molho de vinho
Ingredientes:
- 1 pacote de macarrão tipo rigatoni
- 300g de carne(patinho picadinho bem pequeno)
- 400g de tomates sem pele e sem sementes
- 2 colheres (sopa) de manteiga
- 1 copo de vinho tinto encorpado
- 2 colheres (sopa) de conhaque
- 1 cebola e 2 dentes de alho picados
- sal e pimenta a gosto
- queijo parmesão ralado a gosto
Modo de Preparo:
1. Refogue a cebola e alho na manteiga e acrescente a carne, o sal e a pimenta e ferver até secar o líquido. Coloque o conhaque e deixar evaporar;
2. Juntar os tomates (batidos levemente no liquidificador) e o vinho. Cozinhar em fogo brando por 1 hora;
3. Prepare em separado o rigatoni, quando estiver al dente, escorra;
4. Sirva com o molho de vinho polvilhado com parmesão.
Rendimento: 4 pessoas.
Harmonização: Vinho tinto Italiano Taurì Irpinia Aglianico Doc.
O Rigatoni
palavra RIGATONI vem do italiano rigati palavra, que significa "sulcos" (American Heritage Dictionary).

Tipo de massa tubular com leves estrias, retas ou curvas, nas superfícies, originária do sul da Itália.

terça-feira, 1 de março de 2011

Cebola Recheada


Ingredientes:
8 cebolas grandes
200 g de linguiça defumada

2 dentes de alho picadinhos
1 colher(sopa) azeite de oliva
4 fatias de pão de forma esmigalhadas
1 ovo batido
2 colheres(sopa) uva-passa preta
1 colher(sopa) de manjericão picado
1/4 de xícara de parmesão ralado
1 pitada de noz-moscada
1 pitada de canela em pó
sal e pimenta-do-reino a gosto
folhas de manjericão(ou alecrim, ou salsa) para decorar



Modo de Preparo:
Descasque as cebolas e coloque-as em uma panela grande. Cubra com água e leve ao fogo até ferver. Cozinhe por 15 minutos ou até ficarem macias. Escorra e reserve. Retire a pele da lingüiça e esmigalhe bem. Em uma frigideira funda, aqueça o azeite em fogo alto. Junte a lingüiça e o alho e frite por oito minutos ou até dourar. Retire do fogo e deixe esfriar. Adicione o pão, o ovo batido, as passas, o manjericão, o parmesão, a noz-moscada e a
canela. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Com uma faca pequena, corte a parte de cima de cada cebola e retire o miolo. Faça pequenos cortes superficiais nas laterais e, com as mãos, abra ligeiramente formando uma flor. Preencha as cavidades das cebolas com o recheio e arrume-as em uma assadeira. Leve ao forno quente (200 ºC) por 40 minutos ou até que fiquem bem quentes e com a superfície dourada. Retire do forno, transfira para pratos individuais, decore com folhas de manjericão, regue com azeite de oliva e sirva.



Rendimento: 8 porções.


Dicas: a lingüiça pode ser substituída por carne seca desfiada, bacon ou frango desfiado. Use a imaginação e crie o seu recheio.

Torta Cremosa de Queijo e Mel(Honey Cheescake)

Ingredientes:

Massa: 
· 200 g de biscoito maisena em migalhas
· 5 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
Recheio: 
· 2 1/3 de xícara (chá) de ricota fresca
· 400 g de cream cheese
· 1/2 xícara (chá) de mel
· 1/3 de xícara (chá) de açúcar
· 4 ovos batidos
· 1 colher (chá) de essência de baunilha
· 2 colheres (chá) de suco de limão
Cobertura: · 1/2 xícara (chá) de mel
Modo de preparo:
Massa: No liquidificador, bata o biscoito até obter uma farofa. Junte a manteiga e misture. Forre o fundo e a lateral da forma(redonda, com 22 cm de diâmetro). Alise com uma colher. Reserve na geladeira enquanto prepara o recheio.
Recheio: Aqueça o forno em temperatura média. No processador de alimentos, bata a ricota com o cream cheese até obter uma mistura cremosa. Junte o mel e o açúcar e bata até ficar homogêneo. Acrescente os ovos, um de cada vez, batendo após cada adição. Junte a essência de baunilha e o suco de limão e bata até ficar homogêneo. Recheie a forma reservada e leve ao forno por 50 minutos ou até o recheio ficar ligeiramente firme. Retire do forno e deixe esfriar sobre uma grade. Leve para gelar por três horas. Na hora de servir, desenforme sobre um prato e derrame o mel sobre a torta.
Fica maravilhoso!!!
Para acompanhar: café, chá de menta ou espumante brut.
A Ricota
De origem italiana, a ricota é produzida a partir do soro de leite de vaca (bem poucas são elaboradas com soro de leite de ovelha). Quando se faz o queijo, o leite deve ser antes coagulado, separando a parte sólida (massa para fazer queijo) da líquida (soro). Nessa separação, a parte líquida ainda contém um pouco de sólido, que pode ser recuperado. Para isso, ferve-se o soro e a parte sólida (pequenos pedaços brancos) vem à superfície. Em seguida, essa mistura é coada, resultando num produto mole, esbranquiçado, que nada mais é do que a ricota. Uma ricota de boa qualidade deve ser firme, mas jamais sólida, e não deve esfarelar (a verdadeira ricota derrete na boca). Pedaços grosseiros de coágulos resultam num produto de qualidade inferior. Evite as ricotas de textura granulosa e arenosa e as que apresentam umidade excessiva. Existe ainda a ricota defumada, usada para ralar.
Fonte: Revista Água na Boca.

Compota de Casca de Laranja

Doce de laranja

Ingredientes:

· 12 laranjas descascadas finamente (para obter 300 g de casca)
· 300 g de açúcar
· 1 xícara (chá) de suco de laranja

Modo de preparo:

Numa vasilha com bastante água, deixe as cascas de molho até o dia seguinte. Troque a água várias vezes. Numa panela, leve ao fogo as cascas e cozinhe por uma hora ou até as cascas começarem a amaciar. Escorra. Deixe as cascas na panela e junte o açúcar e o suco de laranja. Leve ao fogo novamente e cozinhe, mexendo às vezes, até chegar ao ponto de pérola (o fio fica um pouco resistente com uma gota na ponta). Retire do fogo, deixe esfriar e coloque numa compoteira.
Dicas da Janita: Sirva com uma bola de sorvete de creme. Pode ser utilizado para enfeite de outros doces também.Fica belíssimo e gostoso usar para enfeitar um filé de carne bovina, de frango ou pato!
CONHEÇA MAIS SOBRE A LARANJA E SEUS BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE




A laranja veio sendo alvo de muitas pesquisas em laboratório e sofreu modificações genéticas, ganhando novas variedades, como a laranja-da-bahia (também conhecida como laranja-de-umbigo), tipicamente brasileira.
Nutricionalmente, a laranja é uma excelente fonte de potássio, essencial para a boa formação do sangue e dos músculos, e rica em betacaroteno, que previne o câncer e o infarto.
A membrana branca que recobre a laranja contém muitas fibras e ajuda a combater o colesterol. Isso sem falar da substância que mais lhe dá fama: a vitamina C.
Encontrada em feiras e mercados o ano todo, ela pode entrar em pratos doces, salgados, virar suco, compota ou pudim.
As variedades mais facilmente encontradas são:
Laranja lima (ou serra d'água): leve, pouco ácida e doce. Também ajuda o corpo a fazer a digestão.
Laranja-pêra: assim como as variedades valência, seletas e natais são chamadas de laranja de suco. Ácida, combina bastante com pratos salgados pois atenua a pimenta e serve para balancear alimentos gordurosos.
Laranja kinkan: Pequena e azeda, é mais usada em doces, compotas e geléias, em que se aproveitam tanto as polpas quanto a casca. Cada 5 kinkans equivalem a uma laranja-pêra.
Laranja baía (ou laranja-de-umbigo): consistente e firme, é a melhor laranja para comer à mesa, usando garfo e faca.
Na hora de comprar, escolher as mais firmes, que indicam fruta mais fresca. Manchas, furos ou casca enrugada demonstram que a laranja já está velha. Para armazenar, se preferir conservá-la por mais de duas semanas, coloque-as na geladeira.
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