terça-feira, 2 de março de 2010
Oeufs en Cocotte
O nome é complicado mas é fácil, fácil de fazer. E o melhor é que não suja sequer uma panela! O único probleminha da receita original é que leva uns 20 minutos para assar. Mas na época em que foi criada não havia microondas.
O importante é aprender o conceito: recheio, ovos, creme de leite e 3 minutos no microondas. A receita você cria.
3 cogumelos-de-paris
1. Esta receita pode ser feita de duas maneiras: no microondas ou no forno convencional. Para quem quer preparar a cocotte, tomar um banho em 20 minutos e depois jantar relaxado, a melhor opção é usar o forno convencional. Neste caso, preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média). Se a fome for maior que a necessidade de um banho, no microondas a cocotte fica pronta em apenas 3 minutos.
Fonte: Site Panelinha
Satay de Frango
Ingredientes
Marinada:
- 1 kg de peito de frango em tiras largas
- 1 colher de sopa de semente de coentro moída
- 1 colher de chá de açafrão da terra em pó
- 1 colheres de chá de pimenta do reino moída na hora
- 1 colheres de chá de cominho em pó
- 1 colheres de sopa de açúcar
- 1/2 colher de sopa de açúcar mascavo
- 3 alhos esmagados
- 1 colher de sopa de molho de peixe (nam pla)
- ¼ de xícara de shoyu
- ¼ de xícara de suco de limão
- ¼ de xícara de óleo vegetal
Junte todos os ingredientes e deixe marinando da noite para o dia.
Molho:
- 200g de amendoim
- 250 ml de leite de coco
- 2 colheres de sopa de curry
- 4 colheres de sopa de molho de peixe (nam pla) ou shoyu
- 1/4 xícara de suco de limão
Moa os amendoins no liquidificador ou processador e reserve. Aqueça metade do leite do coco e deixe ferver, em fogo alto, com o curry por 10 minutos. Abaixe o fogo, acrescente o amendoim e o restante do leite de coco e mexa bem. Ao ferver, adicione os outros ingredientes e deixe cozinhar por cerca de 20 minutos, até que o óleo suba à superfície e o molho tenha engrossado um pouco. Retire do fogo e deixe esfriar, para mexer até homogeneizar antes de servir.
Para servir:
Coloque as tirinhas de frango em ziguezague nos espetos, frite numa frigideira, ou cozinhe ao forno ou na churrasqueira.
Sirva com o molho aquecido, como aperitivo ou como prato principal acompanhado de arroz branco.
ps: se não tiver algum ingrediente para a marinada, não se preocupe, faça a sua versão e siga em frente.
Satay é um prato malaio ou indonésio, que consta de carne temperada e grelhada em espetos de madeira e servida normalmente com molho de amendoim.
Alguns alegam que o satay foi inventado pelos imigrantes procedentes da China. Para dizer isto argumentam que a palavra satay significa no dialecto de Xiamen "três vezes empilhado".
Outra explicação alega que a palavra satay em idioma malayo tem um significado antigo que faz referência a um verbo aplicável à elaboração de certos pratos da cozinha malaya que evidentemente teve fortes inluências da cozinha chinesa. Não obstante o satay encontra-se em Malaisia, Singapura, Indonésia, Tailândia e nas Filipinas, todos estes países têm populações de origem chinesa.
Por outra parte, é muito possível que fosse inventado pelos vendedores de rua tanto da Malásia como da ilha de Java influenciados talvez pelos árabes - kebab. A explicação desta origem fica argumentada com o fato de que só em começos do século XIX tornou-se popular este prato, coincidindo com a chegada de uma maior quantidade de imigrantes do oriente médio à região.
Parmentier de Cordeiro com Alho Confit
Ingredientes:
1 paleta de cordeiro de 1,5kg
1 cebola
1 cenoura
1 alho porro
200ml de vinho tinto seco
1 bouquet garni
2 kg de batata inglesa
200gr de manteiga
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
100ml de leite
Sal e pimenta do reino a gosto
200gr de sal grosso
12 dentes de alho
1 cebola
1 cenoura
1 alho porro
200ml de vinho tinto seco
1 bouquet garni
2 kg de batata inglesa
200gr de manteiga
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
100ml de leite
Sal e pimenta do reino a gosto
200gr de sal grosso
12 dentes de alho
Modo de Preparo:
Corte o cordeiro em pedaços grandes e refogar com azeite de oliva.
Em seguida, refogue a cebola, cenoura e alho porro picados.
Cubra com o vinho e os temperos.
Deixe cozinhar até a carne se desfazer dos ossos, completando com água.
Desfie o cordeiro e peneire o molho.
Acrescente metade da manteiga ao molho e deixe reduzir.
Faça um purê de batatas com o leite e a outra metade da manteiga.
Coloque a carne em uma assadeira com o sal grosso e os dentes de alho
por cima e leve ao forno até cozinhar o alho.
Em um aro de 10 cm, monte o parmentier alternando camadas de purê
e do cordeiro desfiado (começando com o purê).
Para servir, retire do aro, regue com o molho e decore com o alho confit.
Por que Parmentier?
A batata já era cultivada de 4.000 a 7.000 anos nos Andes, entre a Bolívia e o Peru,
e chegou na Europa no século 16.
Apesar da facilidade de cultivo, a batata não teve boa recepção por parte da população.
No começo, era somente oferecida aos porcos, como ração.
O legume só ganhou espaço na mesa quando, em 1787,
o renomado farmacêutico e agrônomo francês
Antoine Parmentier ofereceu um jantar à base
de batata para as personalidades da época.
Desde então a batata ganhou o paladar dos europeus,
Desde então a batata ganhou o paladar dos europeus,
não só pelo seu sabor mas também por suas qualidades nutritivas
e por se adaptar facilmente a qualquer tipo de solo.
Como uma homenagem, alguns pratos com base de batatas chamam-se Parmentier!
Harmonização
O vinho indicado para acompanhar este prato é um tinto jovem, frutado, com álcool e acidez presentes. Um malbec ou Cabernet Sauvignon tornam-se a opção ideal.
O vinho indicado para acompanhar este prato é um tinto jovem, frutado, com álcool e acidez presentes. Um malbec ou Cabernet Sauvignon tornam-se a opção ideal.
Petit Gâteau de Chocolate
Ingredientes:
1 1/3 xícara (chá) de manteiga
300 g de chocolate meio amargo
2/3 xícara (chá) de farinha de trigo
5 gemas
5 ovos
1 xícara (chá) de açúcar
12 bolas de sorvete de creme
12 folhas de hortelã
Modo de Preparo:
1. Numa tigela, coloque o chocolate e a manteiga. Encaixe a tigela numa panela com um pouco de água, não deixe a água encostar na tigela. Leve ao fogo médio e derreta em banho-maria.
2. Em outra tigela, misture bem os ovos, as gemas e o açúcar. Acrescente a manteiga e o chocolate derretidos. Junte a farinha de trigo peneirada e misture. Deixe repousar 15 minutos.
3. Unte 12 forminhas de bolo individuais, de preferência antiaderentes, com manteiga e polvilhe com farinha.
4. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média).
5. Preencha as forminhas com a massa e leve ao forno por 5 minutos.
6. Num pratinho, desenforme o bolinho, coloque 1 bola de sorvete de creme, decore com a hortelã e sirva imediatamente.
Origem do Petit Gâteau
Petit gâteau (pronuncia-se petí gatô) é um pequeno bolo de chocolate com casca crocante e recheio cremoso. Foi criado por acidente nos Estados Unidos da América, quando um aprendiz de chefe de cozinha aqueceu demais um forno. Mesmo com o erro, os clientes adoraram a receita e assim popularizou-se nos restaurantes de Nova Iorque na década de 1990 e chegou ao Brasil em 1996. Atualmente possui variações de recheio e ingredientes que não se limitam mais somente ao chocolate e podem ser de doce de leite, goiaba, tangerina, outras frutas ou bebidas alcoólicas.
Normalmente é servido com uma bola de sorvete de creme e cobertura de chocolate, porém variações podem ser uma surpresa muito agradável.
A denominação "petit gâteau" é claramente fabricada e provavelmente de origem norte-americana, dado que em francês significa de modo genérico qualquer "pequeno bolo" e portanto não faria sentido aplicar a um doce específico. Ela é absolutamente desconhecida na França, até porque gâteau também tem a conotação de biscoito. Entretanto a composição do bolo pode remeter a uma origem francesa já que lembra os populares tarte au chocolat e, principalmente, o fondant ou moelleux de chocolat.
- Dica
A temperatura do forno deve ser a mais alta possível, e sempre pré-aquecido. Por exemplo, se a temperatura do forno caseiro atingir 370°C, assar os bolinhos por cinco minutos. Se a temperatura estiver em grau mais baixo, como 250°C, aumentar o tempo de forno para sete minutos. Os bolinhos estarão no ponto certo quando as bordas estiverem assadas e o centro apresentar textura mole ao ser pressionado com o dedo.
Batatas ao Murro
Ingredientes
4 batatas grandes
2 l de água
4 colheres (sopa) de sal grosso
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
alecrim a gosto
papel-alumínio
Modo de Preparo
1. Sem descascar as batatas, lave-as bem sob água corrente.
2. Numa panela grande, coloque as batatas com a casca e 2 litros de água. Leve ao fogo médio e deixe cozinhar por 45 minutos. Transfira as batatas escorridas para um pano de prato limpo.
3. Quando esfriar, dê um murro em cada batata. Elas devem ficar ligeiramente achatadas e abertas.
4. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média).
5. No fundo de uma travessa refratária, espalhe metade do sal grosso e disponha as batatas. Salpique o restante do sal, regue com o azeite e polvilhe com o alecrim. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno preaquecido para assar por 15 minutos. Sirva quente com carnes, aves e especialmente com peixes.
Coq au vin Clássico
Ingredientes:
1 cebola
1 cenoura
½ alho-poró;
1 ramo de tomilho;
2 folhas de louro;
10 unidades de pimenta negra;
1 garrafa de vinho Bourgogne ou Malbec;
1 galo ou frango de 1,5 kg;
100g de bacon;
Salsinha picada a gosto.
Para a guarnição:
200g de champignon paris;
100g de cebola baby;
500g de batata;
30g de farinha de trigo;
30g de manteiga mole
1 ramo de tomilho;
2 folhas de louro;
10 unidades de pimenta negra;
1 garrafa de vinho Bourgogne ou Malbec;
1 galo ou frango de 1,5 kg;
100g de bacon;
Salsinha picada a gosto.
Para a guarnição:
200g de champignon paris;
100g de cebola baby;
500g de batata;
30g de farinha de trigo;
30g de manteiga mole
Modo de Preparo:
Corte o frango em 8 pedaços e junte a cebola em cubos, a cenoura,
o alho-poró, o louro e o tomilho. Adicione pimenta em grão e
vinho tinto e deixe marinar até o dia seguinte.
Refogue na frigideira os pedaços de frango, deixando-os levemente
dourados. Adicione o bacon e os legumes da marinada ao vinho tinto.
Deixe cozinhar por 1h (o galo) ou 30 minutos (o frango).
Retire os pedaços da panela e passe o caldo de cozimento na peneira.
Engrosse com a farinha e a manteiga mole e junte novamente ao frango.
Cozinhe as batatas em uma panela com água, ponha a cenoura e cebola
para guarnição.
Refogue o champignon na frigideira.
Junte a guarnição em cima do preparo e adicione salsinha picada.
o alho-poró, o louro e o tomilho. Adicione pimenta em grão e
vinho tinto e deixe marinar até o dia seguinte.
Refogue na frigideira os pedaços de frango, deixando-os levemente
dourados. Adicione o bacon e os legumes da marinada ao vinho tinto.
Deixe cozinhar por 1h (o galo) ou 30 minutos (o frango).
Retire os pedaços da panela e passe o caldo de cozimento na peneira.
Engrosse com a farinha e a manteiga mole e junte novamente ao frango.
Cozinhe as batatas em uma panela com água, ponha a cenoura e cebola
para guarnição.
Refogue o champignon na frigideira.
Junte a guarnição em cima do preparo e adicione salsinha picada.
A escolha do vinho para harmonizar com o Coq au vin:
"O "Galo ao Vinho", podendo a bebida escolhida para a preparação ser
branca, embora normalmente a cor escolhida seja a tinta, é um prato
rústico que pode ir do ordinário ao excepcional, dependendo da escolha
dos ingredientes.
Quando o vinho é branco, podemos escoltar o prato com o mesmo
vinho empregado: "Coq au Riesling" com um alsaciano ou "Coq au Chardonnay"
com uma garrafa dessa variedade não vulgarizada pelo excesso de carvalho.
O "Coq au Vin" de manual é aquele elaborado com uma garrafa de um
Borgonha tinto genérico, e por mais gorda que esteja a carteira para evaporar
um "Chambertin Grand Cru", não se precisa de tanto empenho para alcançar
excelência do sabor. Neste caso, acho que os Pinots fazem bonito,
e assim deverá ser com o Gevrey Chambertin e com o Pinot Noir do frio
e úmido Oregon, estado americano que produz vinhos relativamente
semelhantes em estilo aos da Borgonha.
O Rioja Reserva, pela sua maturidade e pelo estilo de elegância em
detrimento de potência do produtor Luis Cañas, deverá também brilhar,
uma vez que esse estufado de galo não deixa de ser um prato muito wine-friendly,
com untuosidade dada pelo toucinho e pelo longo cozimento que traz a gordura
da carne para o molho, rico também em impressões terrosas do tomilho e do louro".
branca, embora normalmente a cor escolhida seja a tinta, é um prato
rústico que pode ir do ordinário ao excepcional, dependendo da escolha
dos ingredientes.
Quando o vinho é branco, podemos escoltar o prato com o mesmo
vinho empregado: "Coq au Riesling" com um alsaciano ou "Coq au Chardonnay"
com uma garrafa dessa variedade não vulgarizada pelo excesso de carvalho.
O "Coq au Vin" de manual é aquele elaborado com uma garrafa de um
Borgonha tinto genérico, e por mais gorda que esteja a carteira para evaporar
um "Chambertin Grand Cru", não se precisa de tanto empenho para alcançar
excelência do sabor. Neste caso, acho que os Pinots fazem bonito,
e assim deverá ser com o Gevrey Chambertin e com o Pinot Noir do frio
e úmido Oregon, estado americano que produz vinhos relativamente
semelhantes em estilo aos da Borgonha.
O Rioja Reserva, pela sua maturidade e pelo estilo de elegância em
detrimento de potência do produtor Luis Cañas, deverá também brilhar,
uma vez que esse estufado de galo não deixa de ser um prato muito wine-friendly,
com untuosidade dada pelo toucinho e pelo longo cozimento que traz a gordura
da carne para o molho, rico também em impressões terrosas do tomilho e do louro".
Guilherme Corrêa (recém sagrado campeão brasileiro de Sommeliers)
Coq au vin é um prato típico da culinária francesa, feito à base de carne de galo (opcionalmente frango) e vinho. O tipo de vinho varia de região para região e pode ser tinto, branco e até mesmo champagne.
Diz a lenda que o coq au vin (galo no vinho) é uma velha receita da Auvergne, antiga província francesa da época do império romano. Sua origem remonta a Júlio César, que conquistou a Auvergne entre os anos 58 e 51 a.C, durante a campanha da Gália.Conta a história que uma tribo gaulesa estava sitiada pelo exército de César e seu chefe, para debochar, a ele mandou um galo magro, combativo e agressivo como testemunho da determinação dos gauleses. Alguns dias depois, durante uma trégua, o general convidou o chefe da tribo gaulesa para uma refeição em que lhe foi servida uma deliciosa ave banhada de um untuoso molho vermelho. Tendo se deliciado, o gaulês perguntou a César que iguaria era aquela. Ele lhe respondeu que se tratava do seu galo, marinado no vinho e cozido lentamente!Mas foi a Borgonha, terra de comidas deliciosas e vinhos magníficos, que consagrou o coq au vin como uma de suas mais caras especialidades regionais.As enciclopédias culinárias falam pouco do coq au vin, mas sua popularidade internacional é grande. O escritor belga Georges Simenon (1903-89) colaborou bastante para difundi-lo. Ele inclui o prato nas especialidades que a Sra. Maigret fazia para o marido, protagonista de seus romances policiais.O que mais impressiona neste prato são o aroma e o sabor maravilhoso. Já foi preparado com galo velho, que não servia mais como reprodutor e cuja carne só amaciava após demorado cozimento; hoje em dia, usa-se mais frequentemente frango caipira ou galinha.
Croque Monsieur
![]() Ingredientes: • 4 fatias de brioche (ou pão de fôrma comum) • 2 ovos • 1 copo de creme de leite fresco • Queijo ralado tipo gruyère ou emmental • 2 fatias de presunto cozido • Sal e pimenta-do-reino a gosto | |||||||
| Modo de Preparo: • Misture os ovos e o creme de leite, até formar um creme; • Adicione 1 pitada de sal e pimenta-do-reino; • Com uma concha, espalhe o creme sobre as fatias de pão, para que o miolo absorva o líquido; • Espalhe uma porção generosa de queijo ralado sobre 2 fatias; • Coloque 1 fatia de presunto, cobrindo toda a superfície do pão; • Feche o sanduíche e despeje o restante do creme, cobrindo tudo com mais uma porção de queijo ralado; • Leve ao forno pré-aquecido a 250ºC; • Retire quando estiver gratinado por cima e levemente tostado por baixo. Dicas:
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