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quinta-feira, 12 de março de 2009

Salada Grega

Ingredientes:
  • Para a salada:
  • 1 kg de tomates médios
  • 2 pepinos pequenos
  • 2 pimentões verdes
  • 1 cebola roxa média
  • 200 g de queijo minas
  • Azeitona a gosto
  • Para o molho:
  • 50 ml de vinagre de vinho tinto
  • Cubos de pães torrados - 2 pães australianos
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva
  • 1 maço de hortelã picado
  • 1 maço de salsinha picado
  • Orégano a gosto
  • Sal e pimenta a gosto
Modo de preparo:
Em uma tigela, misture o vinagre, o sal, a pimenta e o orégano. Vá mexendo e jogando o azeite até o molho fique mais grosso. Acrescente a hortelã e a salsinha. Reserve. Retire o miolo dos tomates e pique-os em pedaços não muito pequenos. Descasque os pepinos, retire a parte que contém sementes e corte-os no sentido transversal. Retire o miolo dos pimentões e pique-os em cubos. Finalmente, parta a cebola em rodelas e o queijo em cubos. Misture todos esses ingredientes, acrescente as azeitonas, regue com o molho e só então espalhe as torradas por cima.

Rendimento: 8 porções

sábado, 17 de janeiro de 2009

Pudim de Leite Facílimo

INGREDIENTES

- 1 lata de leite condensado
- 1 xícara e meia (chá) de leite
- Meia xícara (chá) de biscoito de leite quebrado
- 3 ovos
-
50 g de margarina -
1 xícara (chá) de coco ralado

CARAMELO INGREDIENTES
- 2 xícaras (chá) de açúcar
- 1 xícara (chá) de água

MODO DE PREPARO:

1º - Num liquidificador coloque a lata de leite condensado, o
leite, o biscoito de leite quebrado, os ovos, a margarina e o
coco ralado. Bata bem até ficar homogêneo.
 
2º - Transfira esta mistura para uma fôrma de pudim caramelizada
e leve para assar em forno pré-aquecido 180º C por 45 minutos.
Deixe esfriar e desenforme.
 
CARAMELO
MODO DE PREPARO
Numa panela em fogo médio coloque o açúcar e deixe dourar.
Depois, acrescente a água, deixe no fogo até que forme uma calda em fio
médio.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Alguns Tipos de Queijos...


Bleu d'Auvergne - feito de leite de vaca, tem gosto forte, mas nem tanto quanto outros queijos azuis; é menos salgado, mais cremoso e uma textura mais úmida. É usado em molhos de salada e condimentos de massas, além de ser bom para lanche.

Boursin - fresco, macio e cremoso.

Brie - feito de leite de vaca. Seu nome vêm da província da França chamada Brie, da qual é originário. O Brie tem cor pálida, é bem macio e com sabor forte. Como usar: somente como queijo de mesa. Sirva acompanhado de pães diversos, incluindo o sueco.

Camembert - queijo macio e cremoso. Seu nome vem da vila de Camembert, na França. Quando fresco, o Camembert tende ser esfarelento e é relativamente duro, porém caracteristicamente amadurece e fica com sabor forte quando envelhece. Como usar: somente como queijo de mesa. Sirva com pães diversos.

Emmental - queijo amarelo, duro e com grandes buracos característicos. Tem sabor picante mas não muito forte. Geralmente é conhecido apenas como queijo suíço. Como usar: para gratinados (ralado) e no preparo da fondue. Experimente incluí-lo no preparo de omeletes ou ralado sobre batatas cozidas, temperadas com ervas e azeite de oliva e levadas ao forno para gratinar. Fica bom, ainda, em sanduíches.

Roquefort - queijo do sul da França de sabor forte feito de leite de ovelha. O Roquefort é branco, esfarelento e levemente úmido, com veios característico de matriz azul. Esse queijo tem odor forte e sabor característico notável do ácido butírico. Roquefort não tem casca, e seu exterior é comestível e levemente salgado. Como usar: Queijo de mesa, pode ser servido com pão ou acompanhado de nozes e frutas secas. Fica gostoso em saladas com verduras, como radicchio e endívia.

Gorgonzola - queijo com riscos azuis, feito de leite de vaca. Pode ser firme ou amanteigado, esfarelento e bem salgado. Como usar: Além de ser consumido ao natural, o gorgonzola pode ser usado no preparo de molhos (misturado com creme de leite) para massas, no recheio de tortas ou em pastas para canapés.

Grana - é o nome genérico dos queijos duros e granulosos que tiveram origem no Vale do Rio Pó, na época do Império Romano. Trata-se de um queijo frutado, de sabor excelente e que deve ser maturado por pelo menos 12 meses. Os granas mais famosos (protegidos pela DO - denominação de origem) são o Grana Padano e o Parmiggiano Reggiano. Tanto um como outro são conhecidos no Brasil como parmesão.

Grana Padano: proveniente de Piemonte, Lombardia, Emilia Romagna, Veneto e Trentino, o grana padano é um queijo duro, elaborado com leite cru de vaca e tem a forma de um tambor.O grana padano deve ter um gosto fresco frutado e doce (lembrando abacaxi). Um verdadeiro grana padano e em boas condições de armazenamento, deve ter um gosto suave e jamais ser amargo.

Mussarela: é um queijo fresco italiano feito de leite de búfala ou de vaca. Como usar: A mussarela é usada em pizzas, sanduíches e para gratinar.

Mussarela de Búfala: como o nome diz, é feita com leite de búfala e tem vários tamanhos e formatos. É comum ser vendida mergulhada no soro, quando apresenta textura elástica e é bem mais macia. Quando a mussarela de búfala é defumada recebe o nome de mussarela affumicata (em italiano). Como usar: devido ao elevado teor de água, a mussarela absorve facilmente os sabores de outros ingredientes e temperos. Pode ser temperada com ervas e azeite de oliva e servida com pão, em saladas (como na clássica Caprese), em pizzas e para gratinar.

Parmesão Parmiggiano: é feito de leite de vaca coletado imediatamente após a ordenha e parcialmente desnatado pela gravidade. Como usar: queijo de mesa, servido em lascas como entrada. Ralado ou em lascas, entra em molhos, massas, risotos, sopas e saladas. Poder ser ralado e guardado no congelador (é melhor do que comprar o queijo ralado industrializado, que nem sempre tem um sabor agradável).

Pecorino - é o nome genérico que se dá aos queijos feitos exclusivamente com queijo de ovelha. Há o pecorino fresco, o semicurado, o doce e o pepato (com adição de pimenta). À medida que o queijo fica mais curado, é usado para ralar. As variações mais famosas são o Pecorino Romano, o Sardo e o Toscano. Como usar: Ralado e servido em massas ou risotos, no preparo de molhos e em saladas (ralado na parte mais grossa do ralador). Na cozinha siciliana é usado no preparo das clássicas e deliciosas sardinhas frescas recheadas com uma pasta de alho e pecorino e marinadas em louro.

Provolone: queijo de leite integral de vaca com uma pele macia. Ele é produzido principalmente nas regiões da Itália da Lombardia e Veneto. Como usar: Para gratinar, em fondue e petiscos. O provolone envelhecido é ótimo para ralar e acompanhar massas.

Feta: de origem grega, é tradicionalmente feito apenas de leite cru de ovelha (mas pode ser feito de leite de cabra ou uma mistura dos dois). Nas versões industrializadas, se utiliza o leite de vaca pasteurizado. Apresenta textura firme, macia e esfarelada e sabor acentuado.
Como usar: Acompanhado de pão, em saladas e em recheios.

Gouda: holandês, O queijo Gouda é feito de leite de vaca que é cultivado e esquentado até que a coalhada separe-se do soro. Como usar: Queijo de mesa, pode ser usado em sanduíches frios e em gratinados.

Gruyère: é amarelo e feito de leite de vaca. O nome vem da cidade de Gruyères na Suíça. Ele é duro, levemente salgado e picante. Quando totalmente maturado tende a ter pequenos buracos. Como usar: ótimo para gratinar, ralar e no preparo da fondue, além de sanduíches quentes, em legumes gratinados, em sopas e molhos à base de queijo.

Queijo frescal: é dos mais conhecidos e consumidos, principalmente por pessoas que querem perder ou manter o peso. Pode ser consumido puro, em sanduíches e com doces. É um queijo delicado, de massa crua e que deve ser consumido até 10 dias depois de fabricado, já que sua produção envolve muita manipulação e tem elevado teor de umidade. Fabricado no sul de Minas e na Zona da Mata mineira.

Queijo Prato - variedades tipo lanche, cobocó, estepe, edam e gouda- o queijo padrão e com as seguintes características: semi-cozido, massa lavada, sabor suave,macio; olhaduras regulares, irregulares ou completamente fechado.


Definição de Queijo:

Entende-se por queijo o produto fresco ou maturado que se obtém por separação parcial do soro do leite ou leite reconstituído (integral, parcial ou totalmente desnatado), ou de soros lácteos, coagulados pela ação física do coalho, de enzimas especificas, de bactéria específica, de ácido orgânicos, isolados ou combinados, todos de qualidade apta para uso alimentar, com ou sem agregação de substâncias alimentícias e/ou especiarias e/ou condimentos, aditivos especificamente indicados, substâncias aromatizantes e matérias corantes.

Queijo fresco o que está pronto para consumo logo após sua fabricação.

Queijo maturado o que sofreu as trocas bioquímicas e físicas necessárias e características da variedade do queijo.

A denominação QUEIJO está reservada aos produtos em que a base láctea não contenha gordura e/ou proteínas de origem não láctea.


COMO SERVIR:

Houve uma época em que os queijos eram servidos no lugar da sobremesa nos países europeus. Até hoje, os queijos costumam ser servidos para finalizar a refeição (antes ou depois da sobremesa) em países como França, Grã-Bretanha e Itália. Saiba como escolher os queijos e acompanhamentos para compor uma tábua de queijos, seja para terminar uma refeição ou para servir como aperitivo.


O primeiro passo é escolher as categorias de queijo de sua preferência. Não é necessário ter queijos de todas as categorias, mas é interessante incluir queijos de diferentes texturas e sabores, dos suaves aos mais fortes (inclua pelo menos um de leite de cabra ou de ovelha). É importante também ter uma variedade de cores e formatos (evite servir todos no mesmo formato). Se possível, use facas próprias para queijos e jamais espete-os com um garfo no momento de cortar.

Os bons queijos deveriam ser degustados ao natural, sem nenhum acompanhamento. Portanto, ao escolher itens para acompanhar uma tábua de queijos tenha em mente que o sabor deve ser sutil e não pode mascarar o ingrediente principal. Veja algumas sugestões:
· Pães frescos, de casca crocante e sabor neutro, para não "brigar" com o queijo. Nada de pães com frutas secas, nozes, tomate ou azeitona.
· Frutas da época também podem ser incluídas. Mas evite as de sabor mais ácido (limão, abacaxi, kiwi) e as muito doces. As mais indicadas são maçã, pêra, uva e figo.
· Frutas secas, como uva passa, damasco, ameixa e figo, combinam muito bem com queijo, principalmente os duros, como o parmesão e o pecorino.
· As frutas oleaginosas, como noz, castanha de caju, castanha-do-pará, amêndoa e avelã, também são bons acompanhamentos.

Duas receitas deliciosas com Vodka

Caipirinha de vodka


Ingredientes:


1 limão com casca

2 colheres de sopa de açúcar

1/2 copo de vodka (smirnoff)

Gelo a gosto


Modo de Preparo:


Corte o limão ao meio e depois cada uma das partes novamente ao meio

Coloque na coqueteleira e adicione todo o açúcar

Amasse o limão juntamente com o açúcar

Acrescente a vodka e o gelo

Agite muito bem!



Bloody Mary Clássica


O drinque predileto da atriz Marilyn Monroe feito com suco de tomate pode criar um clima especial antes ou depois do jantar romântico.


Ingredientes:


1 dose(s) de vodka

150 ml de suco de tomate

1/4 colher(es) (café) de sal

6 gotas de molho inglês

1/4 colher(es) (café) de pimenta-do-reino preta moída(s)

6 gotas de suco de limão


Modo de preparo:


misturar todos os ingredientes e despejar num copo tipo short drink. Colocar gelo a gosto e, se quiser, decorar com uma fatia de limão.



Sobre a Vodka:


Bebida destilada de alto teor alcoólico (entre 35 e 60%) muito popular em todo o mundo. Obtida através da fermentação de cevada, milho, trigo, centeio, ervas, figos e batatas. Algumas tem todos os ingredientes em sua formulação, mas isso não é obrigatório e cada um dessas matérias primas confere sabor e qualidades diferenciadas a bebida.

Algumas das perguntas mais freqüentes sobre vodka e suas respostas, você confere a seguir:

Qual a origem da vodka?


Há uma grande discussão sobre a origem da vodka ser russa ou polonesa. Sua produção data do século XIV. Atualmente a vodka é produzida em vários países ao redor do mundo como Rússia, Polônia, França, Estados Unidos e Brasil.


É verdade que a vodka é uma das bebidas destiladas mais puras?

Sim, os produtores de vodka alcançaram altos graus de pureza através da destilação e da filtragem do álcool em carvão, que eliminam a maior parte das impurezas.


Como a vodka deve ser conservada?


A vodka pode ser conservada no freezer. A bebida não congela devido ao elevado teor alcoólico, uma vez que o álcool congela a temperaturas inferiores à da água.


Só se deve beber vodka pura?


Muitos afirmam que só se bebe vodka quando ela é tomada pura, de outra forma estaremos bebendo um coquetel com vodka. No entanto, não há regras sobre como beber vodka.


Existem diferentes tipos de vodka?


Não há uma classificação sobre os tipos de vodka. Em geral se faz uma distinção entre as vodkas puras e as com sabor, também conhecidas como aromatizadas. Nesta linha, existem vodkas com sabor de frutas (laranja, figo, pêssego, limão) e pimenta. As vodkas aromatizadas são também originárias da Rússia e da Polônia e são produzidas desde o início.


O que comer junto com a vodka?


A vodka é a bebida ideal para acompanhar os aperitivos. Os mais conhecidos são os aperitivos à base de peixes, particularmente o caviar. Também acompanham os aperitivos preparados com carnes e legumes.


É verdade que a vodka não deixa ressaca?


Devido ao alto grau de pureza da vodka, os ingredientes responsáveis pelo mal estar após a ingestão de álcool estão ausentes. Entretanto, se a quantidade de vodka ingerida for grande, pode ocasionar a chamada ressaca.


Fonte: http://pt.wiki2buy.com/wiki/Vodka

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Farofa de Coco


Ingredientes:

  • 1 coco fresco e ralado --
  • 1/2 cebola picada;
  • 3 colheres (sopa) de manteiga;
  • 2 xícaras (chá) de farinha de mandioca;
  • 3 colheres (sopa) de uvas-passas brancas;
  • 3 colheres (sopa) de uvas-passas pretas;
  • 3 colheres (sopa) de ameixa preta.
Preparo:
  1. Retire o caroço das ameixas. Pique as ameixas em pequenos pedaços.
  2. Coloque a manteiga numa panela média e leve ao fogo baixo até derreter. Acrescente a cebola e refogue por três minutos, ou até que fiquem transparentes.
  3. Acrescente o coco e a farinha e refogue por mais dois minutos.
  4. Retire do fogo, coloque as uvas passa e as ameixas.
  5. Mexa bem e sirva em seguida.
Dica: Sirva como acompanhamento de um Peru ou Lombinho ao Molho de Maracujá. Fica lindo e irá surpreender seus convidados na Festas de Final de Ano!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Rabanadas

Ingredientes:

• 2 gemas
• 3 colheres de sopa de açúcar branco
• 1 colher de leite
• 1 colher de nata
• baunilha em pó (opcional)
• 12 fatias de pão de véspera
• óleo
• açúcar em pó
• canela moída
• frutas frescas,

Modo de Preparo:

Coloque as gemas dentro de uma tigela e junte o açúcar. Bata a gemada até obter um creme macio e espesso. Adicione aos poucos o leite e a nata. Bata um pouco mais e aromatize com 1 colher de café de baunilha em pó (opcional). Bata novamente. Molhe o pão com esta mistura e deixe embeber durante alguns minutos. Aqueça bastante óleo numa frigideira ou num recipiente fundo. Frite as fatias, poucas de cada vez, virando-as até dourarem uniformemente. Retire da fritura com uma escumadeira e escorra o excedente da gordura sobre folhas de papel absorvente. Polvilhe as rabanadas ainda quentes com açúcar e canela. Acompanhe com tiras finas de fruta fresca.

OBS: A Rabanada, além de excelente para o café da manhã de Natal, fica ótima acompanhada de uma bola de sorvete de baunilha e uma tacinha de um vinho de sobremesa bem geladinho!

Tender Natalino

Ingredientes:

3 kg de tender semi-desossado

cravo-da-índia para decorar

4 colher(es) (sopa) de mostarda

2 colher(es) (sopa) de melado

5 colher(es) (sopa) de vinagre branco

3/4 xícara(s) (chá) de rum

1 xícara(s) (chá) de suco de abacaxi

3 colher(es) (sopa) de margarina

2 unidade(s) de abacaxi em fatias

3 colher(es) (sopa) de açúcar

1 unidade(s) de canela em pau

250 g de geléia de framboesa


Modo de Preparo:

  1. Retire o tender da embalagem.
  2. Risque a superfície com a ponta de uma faca, formando losangos.
  3. Em cada cruzamento do losango espete um cravo-da-índia.
  4. Acomode numa assadeira.
  5. Em outra tigela misture a mostarda, o melado, o vinagre e 0.5 xícara (chá) de rum.
  6. Despeje esta mistura por cima do tender e cubra com papel alumínio.
  7. Leve ao forno médio (200ºC) por cerca de 1 hora.
  8. Retire o papel alumínio e deixe no forno por mais 30 minutos, para dourar, sempre regando com o molho que se formou na assadeira.
  9. Passe margarina em outra assadeira e frite as fatias de abacaxi e polvilhe com açúcar.
  10. Quando começarem a dourar, adicione o restante do rum e o suco de abacaxi.
  11. Coloque dois cravos e canela.
  12. Deixe cozinhar em fogo brando por dois minutos.
  13. Escorra as fatias de abacaxi e reserve o caldo que se formou.
  14. Retire o tender da assadeira e junte o molho ao molho de abacaxi.
  15. Sirva com o abacaxi e a geléia de framboesa.

Dicas e curiosidades que dão água na boca!

As dicas são voltadas para alguns produtos que compõem as recepções desta época de Natal e Réveillon. Confira!


As irresistíveis bebidas borbulhantes:


Champagne - só pode ser considerado um champagne legítimo aquele produzido na região homônima, na França.

Espumante - qualquer vinho que possua espuma. Pode ser elaborado pelo método champenoise ou pelo charmat. Produzido fora da região de champagne.

Prosecco - também é elaborado numa região específica, no Vêneto/ Itália. Feito a partir do método charmat, com a uva típica da região, a prosecco.

Moscato e asti - criados na região do Piemonte, na Itália. Elaborados com a uva muscat branca. A fermentação acontece em uma única etapa, dentro de uma cuba fechada, que é interrompida um pouco antes do que o considerado normal. São espumantes mais doces, mais aromáticos e menos alcoólicos.

Frisante e espumante - a diferença entre os dois deve-se a quantidade de bolhas na garrafa. O frisante tem menos gás carbônico que o espumante.

Métodos:

Champenoise - o mais tradicional e artesanal. Consiste no seguinte processo: a primeira fermentação é feita em tanques de inox - como em todos os outros métodos e a segunda fermentação acontece dentro da garrafa. Dá mais trabalho e por isso os espumantes elaborados desta maneira costumam ser um pouco mais caros. E melhores. Na região da Champagne, o espumante é elaborado através deste método, sendo que somente dois tipos de uvas podem ser usadas no processo: pinot noir, pinot meunier (tintas) e chardonnay (branca).

Charmat - é outro método de fabricação, passa por duas fermentações, ambas em tanques de aço inoxidável de alta pressão.

Cava - pela lei espanhola, é o espumante local produzido em regiões específicas pelo método tradicional, o champenoise.


Outras bebidas:


Whiskies e cervejas - para acompanhar aperitivos ou petiscos como queijos, azeitonas, torradas com patês, canapés e etc.


Vinhos rosés - vinho festivo, leve, refrescante e típico do verão.


Espumantes e champagnes - combinam com ostras frescas, queijos leves e macios, peixes carpaccios, frutas frescas, saladas. Acompanha praticamente tudo, da entrada a sobremesa.


Vinhos tintos jovens e frescos- são ideais para acompanhar pratos leves e queijos suaves e de massa meio seca.

Vinhos tintos maduros e estruturados - combinam com pratos mais fortes, harmonizando muito bem com frutas secas como damascos, tâmaras, castanha portuguesa, carnes vermelhas, caças e molhos encorpados.


Vinhos brancos - harmonizam com peixes, carne de porco e queijos leves, moluscos, frutas, embutidos leves ou como simples drinque refrescante.


O Panetone:


Normalmente durante todo o ano o panettone passa quase que despercebido entre seus apreciadores, porém nas semanas que antecedem o Natal ele surge para ser lembrado, desejado, degustado, tornando-se um dos alimentos natalinos mais consumidos.A origem do panettone, bolo doce recheado com passas e frutas cristalizadas, tradicionalmente consumido na época natalina, é bastante nebulosa. Criado por volta do século XVI no Norte da Itália, mais especificamente na região da Lombardia, muitas lendas contam sua origem. Grande parte delas concorda que o bolo foi criado por um padeiro milanês chamado Toni. A delícia logo virou um sucesso e acabou conhecida como o "pão do Toni" (Pane Di Toni). Com o tempo, acabou virando o "panettone".
O panetone foi servido pela primeira vez à mesa do duque Ludovico, o Mouro, no castelo da família Sforza, em Milão, no Natal de 1495. O duque apreciou muito o novo pão doce criado pelo cozinheiro Antonio Toni e mandou que a receita fosse distribuída entre todos os confeiteiros da cidade. O pão de Toni ficou conhecido como panetone.

O Peru de Natal e um pouco de história...



O hábito de comer peru no Natal surgiu em Plymouth, Massachusetts, nos EUA, em 1621. Nesse ano, no Dia de Ação de Graças, serviu-se peru selvagem, criado pelos índios mexicanos, como prato principal. Os espanhóis os levaram para a Europa por volta do século 16. Nessa época eram servidos gansos, cisnes e pavões, aves nobres. O peru, além de ser mais barato, ganha peso mais facilmente.

Para Brillat Savarin, o peru foi um dos mais belos presentes que o Novo Mundo ofereceu ao velho Continente.

A introdução e fixação do peru como prato principal na Europa e nas Américas, incluindo o Brasil, na comemoração do nascimento de Cristo, transformou o ritual do jantar de Natal em ceia. A abundância, e mesmo a extravagância, caracterizam a essência do momento da ceia de Natal, pois este ritual passou a ser entendido como expressão simbólica do sucesso frente aos ditames da vida cotidiana ao longo do ano. No Brasil, dependendo das disposições financeiras das famílias esta ceia, além do peru assado, pode comportar diversos outros pratos como salpicão, outras saladas, ostras, arroz à grega, pernil de porco, frutas, castanhas, nozes, bolos. No sentido da ceia como festa, o prato principal deve ser o assado pois, segundo Levi-Strauss, de acordo com as nossas convenções sempre que o menu inclui um prato de carne assada ser-lhe-á conferido um lugar de honra no centro da refeição. Portanto, num momento de demonstração de abundância, e mesmo de desperdício, o assado recebe um status superior em relação ao cozido. Na obra "O Triangulo Culinário", Strauss revela que do contraste entre os estados assado e cozido emergem características universais: no cozimento se conserva a carne e seus sucos, ao passo que o assado constitui um processo de destruição e perda. Assim um denota economia; o outro prodigalidade; o assado é aristocrático, o cozido é plebeu! Desta forma, os estados dos alimentos são apropriados para usos e abusos como símbolo de diferenciação social.

Influenciada pela cozinha americana, a nossa ceia de Natal começou a desprezar a farofa, sendo que o peru e o pernil aparecem guarnecidos com frutas frescas, compotas, doces de figos, pêssegos e abacaxis.

As histórias da comida revelam os tempos da memória gustativa, onde a gastronomia deixa a cozinha e invade a academia, com dissertações de mestrado e teses de doutorado abordando cada vez mais o tema. Falar de comida deixou de ser um apanágio exclusivo das donas de casa ou de chefs de restaurantes. As receitas culinárias, os livros de receitas e os relatos empíricos constituem
importantes fontes históricas, em projetos de pesquisa multi e interdisciplinares. Carlos Roberto Antunes dos Santos é professor Titular de História do Brasil, área de História da Alimentação.

A Rabanada:
A rabanada é um doce de origem portuguesa que costuma ser servido na ceia de Natal.
A rabanada é uma fatia de pão de trigo (normalmente cacete) que,
depois de molhada em leite, vinho
(no Minho usa-se Vinho Verde tinto ou
branco) ou calda de açúcar, é passada por ovos e frita.

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