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quarta-feira, 26 de março de 2008

Salada "Jardim das fadas"

Ingredientes:

1 ovo cozido e descascado
1 "tampa" de 1 tomate, com casca
Maionese leite ou iogurte reduzido para fazer as bolinhas no cogumelo
Couve manteiga em tirinhas
broto trevo
brócolis
gergelim
azeite de oliva

Modo de preparo:
É só pegar os ingredientes e montar conforme a foto, ou como a sua imaginação quiser!
Para fazer o cogumelo, espete um palito no ovo de modo que fique uma ponta para fora, para espetar a "tampa" de tomate. Acomode o "cogumelo", já montado, sobre o "ninho" feito com couve mineira. Enfeite ao redor com broto trevo, brócolis, gergelim e o que mais a sua imaginação lhe sugerir! Na hora de servir, regue com um fio de azeite de oliva extra virgem.

Uma bela e encantada refeição pra você!

OBS: O nome da salada foi idéia do meu filho Lucas. Ele botou os olhos no prato, na primeira vez em que viu, e logo mencionou: "parece um jardim das fadas, mãe"! E pegou, ficou "batizado" assim.
Minha sogra faz com saladinha de quinoa com vinagrete ao redor do "cogumelo", fica delicioso e saudável também.

Neste caso, não poderia deixar de sugerir, como música de fundo, a linda "Sou Encantada", da cantora Nana Toledo(www.nanatoledo.com)

sábado, 22 de março de 2008

Bruschetta de Tomate


Origianária da região central da Itália, a Bruschetta original é frita, porém, para tornar-se mais saudável, foi convertida à assada.

Ingredientes

1 Pão Italiano
3 tomates vermelhos picados
Manjericão
Azeite
Sal
pimenta do reino (opcional)
1 dente de alho


Modo de preparo

Corte fatias de pão, da espessura de 1 dedo. Regue com “um fio” de azeite virgem. Leve ao forno por 5 minutos, em temperatura média.

Enquanto isso, coloque 3 colheres de sopa de azeite em uma frigideira e refogue o alho, os tomates, já previamente temperados com sal e pimenta.

Retire a assadeira com as fatias de pão do forno e cubra cada uma das fatias com o tomate refogado. Salpique com o majericão picado.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Bacalhau à Gomes de Sá


INGREDIENTES:
600g de Bacalhau Desfiado em Lascas Dessalgado
500g de batatas 1 1/2 xíc. (chá) de azeite de oliva extra-virgem
1 dente de alho

2 cebolas grandes
2 ovos cozidos
azeitonas pretas portuguesas
salsa
5 xíc. (chá) de leite
sal e pimenta

MODO DE PREPARAR:
Cozinhar as lascas de bacalhau em fogo brando por 5 minutos, sem deixar ferver. Tampar e abafar o recipiente e deixar ficar assim durante 20 minutos. Depois, escorrer bem e colocar as lascas num recipiente fundo, cobrir com leite bem quente e deixar ficar em infusão de 1 h e 30min a 3h. Cortar as cebolas em rodelas e o dente de alho em rodelas e dourar ligeiramente com azeite. Juntar as batatas, cozidas com a pele que depois foi retirada, cortadas em rodelas. Juntar o bacalhau. Mexer tudo ligeiramente, mas sem deixar refogar. Temperar com sal e pimenta. Deitar imediatamente numa travessa e levar ao forno bem quente durante 10 minutos. Servir no prato em que foi ao forno, polvilhado com salsa picada e enfeitar com rodelas de ovo cozido e azeitonas pretas. Esta é a verdadeira receita do bacalhau à Gomes de Sá, tal como a criou o seu inventor.

No inicio do século XX o filho de um comerciante de
bacalhau foi trabalhar para um restaurante no Porto como cozinheiro. O seu nome era José Luiz Gomes de Sá Júnior e foi no restaurante «O Lisbonense», que decidiu inovar deixando as lascas do bacalhau a marinar em leite aquecido de forma a ficarem mais macias. O resultado foi o Bacalhau à Gomes de Sá hoje um dos mais famosos pratos da cozinha tradicional Portuguesa. Diz-se que passou a receita a um seu amigo, um tal de João, com a seguinte nota: "João se alterar qualquer coisa já não fica capaz".
Este é um prato típico da região centro de Portugal. É de preparação simples e relativamente rápida.
Rendimento: p/ 4 pessoas
Vinho: um vinho verde português de preferência.


Dicas Gerais de Preparo do Bacalhau:
1. Para saber a quantidade de bacalhau numa refeição, calcule entre 150g e 250g por pessoa;

2. O melhor momento para retirar a pele do bacalhau é quando ele ainda está salgado e seco: levante a pele em uma das extremidades e retire-a com puxadas firmes. Depois do cozimento, a pele também sai com facilidade. O melhor momento para retirar as espinhas é quando se desfia o bacalhau ainda salgado e seco ou depois do cozimento;

3. O bacalhau não deve ser fervido, a não ser que a receita ou o preparo indiquem. A fervura prejudica o paladar e resseca o peixe. Deve ser sempre preparado em água a ferver, ou seja, em fogo brando, sem borbulhar; você pode reservar o caldo do bacalhau ( a água do cozimento ) para cozinhar as batatas ou o arroz.

4. Em receitas de bacalhau ao forno ou bacalhau na brasa, faça um pré-cozimento no bacalhau, colocando-o em um tabuleiro imerso em água em fogo brando, sem ferver, durante 10 minutos;

5. Se quiser apurar o paladar do bacalhau, de acordo com a receita, deixe-o temperado com azeite e ervas ( p.ex. coentro ou salsa ) ou submerso no leite durante pelo menos 2 horas antes do preparo;

6. A qualidade da refeição com bacalhau também depende da qualidade dos complementos: o azeite de oliva deve ser extra-virgem, de preferência português; as batatas, do tipo HBT; as azeitonas pretas, portuguesas, e as verdes, portuguesas, argentinas ou espanholas.
Mais uma boa dica:
Aproveite
a água da fervura do bacalhau para cozinhar as batatas e para fazer o arroz, ficam perfeitos no acompanhamento.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Salada de Pepino Japonês Agridoce


Essa receita é aquela que a maioria dos restaurantes japoneses servem de entradinha! É uma delícia e facílima de ser feita!

Ingredientes:


225ml de vinagre de maçã
210 gr de açúcar
Quanto baste de sal e pimenta
375 gr de pepino japonês fatiado bem fino
1 folha de louro

Modo de Preparo:

Combine o vinagre, o açúcar, a folha de louro, o sal e a pimenta, leve à fervura e retire do fogo.
Coloque os pepinos no molho, deixe esfriar e guarde como uma conserva.

Decore com gergelim preto e branco e molho de soja na hora de servir, fica linda!

quarta-feira, 5 de março de 2008

Guacamole







Esta salsa é a rainha das salsas mexicanas sua origem data desde a época dos Mexicas (Aztecas). “A mi manera”, por ser esse o meu jeito de fazer esta rica receita, receitas de Guacamole tem muitas, esta aqui é uma especial, com aquele truque que torna a receita diferente.
A palavra “Guacamole” vem do nahuatl “ahuacatl” que significa “aguacate” (abacate em português, notem a semelhança nas palavras), e “molli” que significa mistura: Mistura de Abacates.

Ingredientes:
4 abacates maduros
1 tomate sem sementes picado
½ cebola roxa picada finamente
1 dente de alho amassado e picado finamente
2 colheres sopa de coentro picado finamente(se não gostar de coentro, use cebolinha e salsinha)
um fio de azeite de oliva extra virgem, Suco de ½ limão
, chilli powder (pimenta chilli em pó) a gosto e sal marino à gosto.

Modo de Preparo:
Corte os abacates pela metade, retire o caroço e com uma colher retire a polpa e coloque-a dentro de um recipiente tipo bowl . Amasse os abacates com um garfo até obter um tipo de pasta, mas deixe uns pedaços meio "grossos", coloque o resto dos ingredientes picados e misture muito bem.

Guarde na geladeira junto com os caroços, isto ajudará a não escurecer muito rápido, esse é o "pulo do gato", pois mantém a salsa mais "verdinha".

Esta salsa acompanha uma infinidade de pratos da culinária mexicana e tex mex. Costumo servir com nachos e até mesmo torradas.

No México são usados os molcajetes no lugar dos liquidificadores ou processadores de alimentos para fazer as famosas salsas. Mas, à nossa maneira, também conseguimos chegar lá!

Bebida: Aqui a bebida é ideal é uma marguerita antes da refeição, claro!


Música? Que tal "La cantina - Entre copa y copa", da cantora mexicana LilaDowns? Com uma carreira iniciada em 1997, com o álbum "La sandunga", esta mexicana - filha de um cineasta e pintor americano e de uma indígena mexicana de etnia mixteca - foi despertada para a música com apenas oito anos, quando cantava com a mãe temas 'mariachi'. Já adolescente, continuou os seus estudos de voz em Los Angeles e em Oaxaca City, acabando com um mestrado em voz e antropologia. A cantora celebrizou-se com o tema "Burn it blue", gravado em dueto com Caetano Veloso para a banda sonora do filme "Frida", biografia da pintora Frida Kahlo, que lhe valeu uma nomeação para o Oscar de melhor canção original. Vale ouvir!


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Ratatouille


Ingredientes:

1 cebola grande
2 dentes de alho
1 Pimentão vermelho
1 Pimentão verde
1 Courgette(abobrinha) grande
1 Beringela grande
1 ramo tomilho
4 colheres(sopa) de azeite de oliva
Sal e pimenta-do-reino

Modo de Preparo:

1. Corta-se a cebola e o restantes legumes em cubos.
2. Coloca-se numa panela pela seguinte ordem: cebolas e alhos no azeite de oliva até que murchem, depois os pimentões, courgette, beringela, temperos.
3. Tapa-se e deixa-se cozer em fogo brando, até que os vegetais atinjam o ponto desejado de cozimento.

Serve-se como acompanhamento de peixe ou carnes diversas, ou ainda como prato vegetariano. Também é possível esperar esfriar, deixar na geladeira por pelo menos 24 h e depois servir como aperitivo. Fica ótimo!

Criado no século 18, na região de Provence, na França, Ratatouille é um ragoût feito com courgette, berinjela , cebola, pimentões e temperos, e ao pé da letra significa triturar, picar.

Sugestão: Para sofisticar mais a receita, acrescente 1 colher(sopa) de uva passa clara, sem sementes, mexa bem e mantenha no fogo por mais alguns minutos.


O vinho: dependerá do que escolher como prato principal.


Música de fundo: algo muito colorido, leve, divertido e de bom gosto, tal como o Ratatouille!



Puré de Cenoura


Ingredientes:

3 ou 4(1/2 Kg) cenouras médias
1 colher(sopa) de manteiga
4 colheres(sopa) de creme de leite
sal e pimenta-do-reino

Modo de preparo:

Raspe as cenouras, corte em rodelas grossas e cozinhe numa panela com água até que fiquem macias.
Então escorra e passe pelo processador, ou bata no liquidificador.
Em seguida, aqueça a manteiga numa panela, acrescente a cenoura e o creme de leite.
Tempere com sal e pimenta-do-reino e misture bem. Espere aquecer, mexendo delicadamente e sirva em seguida.
Enfeite com tomilho fresco ou o que mais sua imaginação quiser.
É um delicioso acompanhamento para inúmeros outros pratos!

Esta receita serve 2 pessoas e leva em torno de 20 minutos para ser preparada.

O vinho a ser escolhido irá depender do prato principal....

Música? Algo bem leve e elegante como este puré....que tal música clássica?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Puchero(Cozido Espanhol)




Ingredientes:



1 kg de patinho
4 colh. azeite de oliva
2 dentes de alho
2 cebolas
2 linguiças defumadas
2 Paios
2 peitos de frango
5 tomates sem pele e sem sementes
2 pimentões verdes
1 xícara de ervilhas
200 g de vagem
3 batatas inglesas
3 batatas salsa
2 cenouras
2 colheres de extrato de tomate
2 litros de água
1 copo de vinho branco seco
1 xícara de abóbora picada
1 xícara de repolho picado
2 folhas de louro
400 g grão de bico cozido(ou feijão branco)
sal e pimenta caiena a gosto


Modo de preparo:
Cortar o patinho em cubos e dourar no azeite de oliva com alho e cebola cortados. Juntar as linguiças e paios em rodelas e o frango em cubos. Adicionar os tomates, a ervilha, os pimentões, as batatas, a vagem, a cenoura, o extrato de tomate, o grão de bico pré-cozido o sal, a pimenta, a água e o vinho. Ferver durante 40 minutos.
Colocar a abóbora e o repolho, cozinhando por mais 10 minutos.
Servir acompanhado de arroz.


Rende 12 porções, em média.


Puchero 

Termo da culinária espanhola que designa uma panela de cerâmica, ou ferro fundido, com um pé de cerca de 30 cm, e mais 30 cm da panela propriamente dita. O diâmetro é de cerca de 1 palmo. Nessa panela, estima-se que a partir do século XV, eram colocados os ingredientes regionais, e cozidos lentamente, no calor da lareira. Por essa razão, as receitas de puchero são muito variadas. É uma preparação característica de vários países. Na Espanha, é chamado puchero ou cocido, sendo o mais conhecido o cocido madrileño. O Puchero é a versão espanhola para o cozido português(este não leva grão de bico).
Na argentina também é hábito preparar Puchero, mas acrescentam batata doce e outras carnes.


O vinho: um bom tinto espanhol.


Música de fundo: da banda Mexicana Café Tacvba - "Volver a comenzar". Bem caliente, combina com o prato, ideal para dias frios. E se bailar depois, ainda melhor!

Spätzle com Goulash


Spätzle

Ingredientes:
500 g de trigo
5 ovos
1 xícara de semolina
1 1/2 copo água com gás
sal a gosto

Modo de preparo: misture tudo até formar uma massa homogênea.
Ferva água em uma panela. Coloque o spätzle na água fervendo usando um espremedor próprio para a receita(caso não tenha, pode usar um espremedor de batata ou algo similar)
Assim que a massa boiar na água, retire com uma escumadeira(escorrer bem) e coloque na travessa. Faça(cozinhe) aos poucos, até que a massa acabe.
Esta receita serve de 6 a 8 pessoas.

Curiosidades sobre a semolina:

Sêmola, também conhecida como semolina, é o nome dado ao subproduto do trigo que, dependendo do cereal, surgem vários tipos de farinha. Ela possui textura granulada, geralmente grossa, obtida da moagem de grãos duros, sendo a parte nobre do trigo, do milho ou do arroz.
Apresenta uma granulometria entre as farinhas comum e especial.
Usada na culinária em geral, mas principalmente para o preparo de massas (particularment cuszcuz) e para engrossar caldos, sopas ou molhos.

A sêmola ou semolina é a farinha que tem alta capacidade de "diástase" (que são compostos que contém enzimas do grupo alfa-amilase, juntamente com o amido que serve de recipiente ou veículo. Sua função é compensar (e aumentar) a baixa capacidade das enzimas (que nos dão azia) da própria farinha e realizar sua função diastática. Atuam diretamente na normalização do volume dos pães e colaboram na sua coloração), ou seja, a semolina contribui para que o pão, as massas em geral, fiquem mais gostosas e leves, diferentemente da farinha de trigo tipo II (cujas sementes sofreram quebra de irrigação), onde o pão sai preto e pesado e é de difícil digestão.
O que muitas padarias fazem é misturar, numa preoporção de 2 para 5, as farinhas tipo I e II para baratear o custo do pão. Quando você ver um miolo acinzentado, pode brigar com o português da padaria que ele está te enganando.
Quando você ver um paozinho amarelinho, leve (sem bromato), miolo branquinho, suave, crocante e cheiroso, esse aí tem 15% de semolina adicionada à farinha de trigo tipo I.

Algumas outras boas receitas com semolina, além deste Spätzle que é receita de família, você encontra no site:
http://www.moo.pt/receitas/tag/semolina/



Goulash
Ingredientes:
- 1 kg coxão mole(patinho, músculo, contra-filé, etc...) cortado em cubos
- 1 kg cebola cortadas em rodelas grossas e ao meio
- 8 tomates sem pele e sem sementes cortado em cubinhos
- 2 pimentões vermelhos
- 2 colheres (sopa) de extrato de tomate
- 2 taças de vinho tinto seco
- 1 colher (sopa) de manteiga
- 1/2 colher (sopa) de páprica doce
- 1/2 colher (sopa) de páprica picante
- Água suficiente para cozinhar
- sal a gosto
- casca de 1 limão
- 1 colher de chá de açucar e 1/2colher de chá de cominho

Modo de preparo:
Antes de começar, uma dica: corte duas tiras grossa da casca de um limão e misture com 1 colher (café) de açúcar e 1/2 colher (café) de cominho e reserve. Isso é opcional, fica a seu gosto. Mas dá um toque todo especial!
Coloque a manteiga, refogue a carne para
dourar um pouco, coloque a páprica doce e a páprica picante e sal
a gosto. Junte a cebola picada, deixando cozinhar até ficar
transparente. Coloque os tomates e os pimentões picadinhos. Acrescente o extrato de tomate e em seguida a dica
das tiras de limão. Deixe cozinhar por 2 horas e vá acrescentando
água conforme a necessidade durante o cozimento. Se utilizar músculo ou patinho, aumente o tempo de cozimento.

Sirva com o Spätzle, fica uma delícia!

O vinho: um de uvas merlot.

O goulash, gulache, gulasch(em alemão)) ou gulyás(em húngaro) é um guisado de carn de vaca, cortada em cubos e rapidamente alourada em gordura quente, juntando-se-lhe então cebola e especiarias, sendo depois o conjunto cozido em água.

O autêntico goulash (siginficando em húngaro, comida de vaqueiros) era preparado pelos pastores húngaros.

Tendo tido origem na Hungria, o goulash é hoje popular também na Áustria e, em geral, em toda a extensão do antigo império austro-húngaro.

Embora Goulash seja uma criação húngara, outros povos, especialmente os eslavos, adaptaram esta receita ao seu gosto. Como é o caso do Goulash com Vinho, uma receita da Croácia.
Particularmente prefiro a receita com vinho...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Chá com Cardamomo


Lá vai uma básica receitinha, recebida de uma querida amiga, pra um "Tea for two " :

Coloque o cardamomo a ferver.
Para conseguir um chá um tanto quanto exótico e saboroso, junte a duas ameixas pretas sêcas. Acrescente também a maçã desidratada e veja o que dará!
Como resultado terá um delicioso chá com ares de gente que sabe as delícias do bem viver...
Au revoir!

Curiosidades:

O Cardamomo (cardamom, cardamone), é uma árvore de grande porte, cujo nome científico é Elettaria cardamomum.
É um condimento caro e muito importante na Índia, Oriente Médio, China, países escandinavos (Noruega, Suécia e Dinamarca) e América Espanhola.
A planta é da da família das
zingiberáceas, a mesma do gengibre, com folhas grandes, flores brancas e frutos secos de cor esverdeada ou branca contendo sementes negras e aromáticas em pó ou em óleo com sabor picante.
As sementes de cardamomo são consumidas hoje no café nos países árabes ("Arabian coffee") e na Índia, na mistura de condimentos usada para temperar pratos. Também é aproveitado para aromatizar pães, carnes, pastéis, pudins, doces, salada de frutas, sorvetes, embutidos e licores.
Tem propriedades anti-sépticas, digestivas, diuréticas, expectorantes e laxantes.

Conta a lenda que um antigo rei persa dono de um belo cavalo de batalha, se deparou um dia com um problema... O cavalo tinha um defeito: sempre que farejava a presença de uma égua, perdia a compostura e abandonava a batalha.



O rei, cansado de tanta agitação, resolveu mandá-lo capar. No momento em que os criados se preparavam para a operação, a rainha veio à janela e, percebendo o que se passava, gritou: - Não lhe façam mal! Dêem-lhe antes 20 chávenas de café, como eu faço ao meu marido.


Esta história parece nada ter a ver com o cardamomo... No entanto, é um fato que no próprio Oriente o café tinha fama de acalmar as capacidades viris, enquanto o cardamomo, pelo contrário, de as estimular. É por isso que os homens, sempre que bebiam café, misturavam alguns grãos de cardamomo à sua bebida.


Diz-se que "um vinho quente aromatizado com cardamomo é capaz até de acordar um homem morto"! Talvez por isso, a sedutora rainha Cleópatra não se esquecesse nunca de perfumar as divisões do seu palácio com umas pitadinhas de cardamomo de forma a conquistar irremediavelmente o seu querido Marco Antônio.


Fonte: Wikipédia e www.correiogourmand.com.br

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Dobos Torte(especialidade do chef Franco)


A torta de Dobos (Dobos' torte) é uma torta vienense clássica, de camadas, que foi criada por um padeiro húngaro em 1885. Posteriormente, em 1906, esta receita foi recriada por József Dobos, padeiro oficial do imperador de Habsburg.
Em Budapeste, capital da Hungria, existe um museu chamado Dobos Gastronomy, lugar de divertimento onde se aprende as técnicas de József Dobos. No café do museu, pode-se saborear o bolo real da receita original de Dobos.



Ingredientes



Para o recheio de chocolate:
- 1 ½ xícara (chá) de açúcar
- ½ xícara (chá) de água
- 8 gemas
- 3 colheres (chá) de essência de baunilha
- 3 colheres (sopa) de rum
- ½ xícara (chá) de chocolate amargo em pó
- 2 ½ xícaras (chá) de manteiga em temperatura ambiente em pedacinhos


Para o bolo:
- 1 ¼ xícara (chá) de manteiga em temperatura ambiente
- 1 xícara (chá) de açúcar
- 4 ovos
- 1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
- 1 pitada de sal
- 1 ½ colher (chá) de essência de baunilha
- Manteiga para untar
- Farinha de trigo para polvilhar
Para a cobertura(opcional):
- 1 xícara (chá) de açúcar
- 1/4 xícara (chá) de água

Modo de preparo


Para o recheio de chocolate:
Numa panela em fogo brando, misture 1 ½ xícara (chá) de açúcar e ½ xícara (chá) de água.
Mexa até o açúcar dissolver.
Pare de mexer, aumente o fogo para médio e deixe ferver até ficar em ponto de bala mole.
Numa batedeira, bata 8 gemas até ficarem esbranquiçadas e volumosas.
Sem parar de bater, despeje a calda quente em fio sobre as gemas.
Continue a bater até a mistura ficar em temperatura ambiente e formar um creme fofo.
Misture 3 colheres (chá) de essência de baunilha, 3 colheres (sopa) de rum e ½ xícara (chá) de chocolate amargo em pó.
Vá juntando 2 ½ xícaras (chá) de manteiga em temperatura ambiente em pedacinhos, batendo até incorporar.


Para o bolo:
Numa batedeira, bata 1 ¼ xícara (chá) de manteiga em temperatura ambiente e 1 xícara (chá) de açúcar até ficar bem cremoso.
Junte 4 ovos (um a um) e incorpore.
Desligue a batedeira e peneire sobre a massa 1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo, 1 pitada de sal e 1 ½ colher (chá) de essência de baunilha.
Mexa até obter uma massa lisa e firme.
Reserve.
Unte e enfarinhe uma forma para pizza de cerca de 25 cm de diâmetro e espalhe 2 colheres (sopa, cheias) de massa.
Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC de 7 a 10 min até assar.
Solte a massa da forma com ajuda de uma espátula e coloque sobre papel-manteiga.
Limpe o fundo da forma com toalhas de papel e vá repetindo o procedimento até assar tudo (total: 8 discos).
Reserve.


Para a cobertura(opcional):
Numa panela em fogo médio, cozinhe 1 xícara (chá) de açúcar e 1/4 xícara (chá) de água, sem mexer, até formar um caramelo.


OBS: Se preferir forre e enfeite a torta com o mesmo creme do recheio, como fez o chef Franco na foto abaixo, fica ótimo!

Para a montagem:
Escolha o disco de massa mais bonito, coloque sobre uma grade e espalhe a cobertura de caramelo.
Reserve.
Coloque um disco de massa sobre um prato redondo e espalhe um pouco do recheio, formando uma camada de 2 mm de espessura.
Cubra com outro disco de massa, coloque o recheio e continue alternando as camadas.
Com o auxílio de uma faca, vá alisando a lateral da borda, retirando o excesso de recheio.
Use o disco caramelizado para cobrir.
Com o auxílio de um saco de confeiteiro, utilize o restante do recheio para decorar a lateral da torta.
Guarde na geladeira até a hora de servir.


Rendimento: de 8 a 10 porções

Pode ser servido com café ou como uma refinada sobremesa, acompanhada de trufas de chocolate, sorvete de vanilla e de um espumante.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Torta de Limão


Ingredientes da massa:
2 colh. (sopa)manteiga(sem sal)
1 colher(sopa} de amido de milho
1 ovo inteiro
2 colh.(chá) de fermento de bolo
6 colheres(sopa) de trigo


Ingredientes do recheio:
2 latas de leite moça
suco de 2 limões espremidos
2 claras em neve com 4 colheres de açúcar
raspas de limão(taiti)


Modo de Preparo: 
Misture muito bem os ingredientes da massa, até ficar bem homogênea. Espalhe com as mãos, forrando o fundo e as laterais de uma forma redonda untada.
Leve ao forno a 180 graus, até que fique levemente dourada.
Retire esta massa pré-assada do forno e coloque sobre ela a mistura(misture antes) de leite condensado com o suco dos limões. Sobre esse creme coloque as claras batidas em neve com açucar, polvilhe com as raspas de limão e leve ao forno novamente, até dourar um pouco.


Tire do forno, deixe esfriar e depois leve à geladeira.
Servir gelado.


Essa foi uma das primeiras receitas, de doces, que aprendi a fazer com a minha mãe querida. Até hoje faz o maior sucesso e é a preferida na minha casa.


Um cafezinho fresquinho e bem preparado acompanha perfeitamente a receita.
Pode ser servida como sobremesa, acompanhada de champagne brut.


Fundo Musical: "L'Estate" - Antonio Vivaldi


A origem da TORTA DE LIMÃO


Tennessee Williams, o teatrólogo era, como diz o seu nome (Tennessee), um americano do Sul. Escreveu um artigo sobre a história da torta de limão, alegando que ela era resultado da devastação das plantações do Sul após o fim da Guerra Civil americana. 
Sobrara muito pouco depois da guerra, e as velhas cozinheiras e doceiras do sul ficaram sem poder exercer seus talentos. Não havia farinha, açúcar e nem tampouco nata fresca. 
Mas como boas cozinheiras sempre acham uma solução, o jeito foi invadir os depósitos militares e usar as grandes quantidades de bolachões salgados que havia (eram a base da alimentação da infantaria), além da manteiga e dos latões de leite condensado. Havia ovos. Os limoeiros e outras frutas cítricas continuavam intactos nos pomares. 
De posse destes ingredientes, as velhas doceiras inventaram uma nova torta, a torta de limão. 
Com o tempo, houve disponibilidade de açúcar e as quituteiras colocavam as claras batidas em neve adoçadas sobre a torta e adicionavam raspas de limão colocando por cima da torta.
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