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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Rabanadas Light

Para deixar a receita com menor teor calórico, a dica é substituir o leite integral pelo desnatado, o leite condensado pela versão light do produto e o açúcar refinado por adoçante de forno ou açúcar mascavo. E nada de fritar! Essa versão vai ao forno e fica uma delícia! Para fazer e comer sem culpa durante o ano inteiro.
Ingredientes:
4 pães franceses amanhecidos
2 xícaras (chá) de leite (ou o suficiente para molhar as fatias de pães)
1 lata de leite condensado
3 ovos batidos
1 pitada de canela
Açúcar e essência de baunilha a gosto

 
Modo de Preparo:
Corte os pães em fatias médias(mais ou menos 1.5 cm). Em um refratário, misture o leite com o leite condensado e a essência e mergulhe as fatias de pão, até que elas estejam bem molhadinhas. Em um bowl, bata os ovos e coloque 1 pitada de canela. Passe as fatias molhadas de leite nos ovos batidos. Em uma assadeira, ou forma com aro removível(se quiser desenformar depois, tipo uma torta) untada com manteiga e polvilhada de açúcar, sobreponha os pães encaixando-os bem e leve ao forno pré-aquecido à 180 graus até dourar(leva uns 30 minutos). Ao retirar do forno, polvilhe com canela e açúcar. Deixe esfriar um pouco se quiser desenformar.

Dicas da Janita:
1) Se desejar que fiquem mais cremosas, troque metade do leite da receita por creme de leite. Fica ótimo!
2) Para rabanadas bem brasileiras, substitua o leite por leite de coco e polvilhe coco por cima ao final, junto com a canela e o açúcar.
3) É possível trocar, tendo resultados surpreendentes, o pão francês por brioche(fica maravilhoso), pão de leite sem casca ou panetone. Alguns lugares vendem o pão próprio para rabanadas, mas o legal mesmo é provar com várias versões de pães e descobrir qual mais lhe agrada.
4) Vale fazer caldas para colocar na mesa na hora de servir e cada um utiliza-se do quanto quiser. Caldas de mel e limão, de vinho do porto, de frutas vermelhas, de baunilha... Hummm! Servir vcom puré de pera ou de maçã também fica divino, pois quebra um pouco o doce da rabanada.
5) Outro bom acompanhamento é o sorvete de baunilha.
6) Fica bonito, prático e bacana assar as rabanadas em ramequins ou mini caçarolas e servir individualmente, ainda morninhas.

 
Origem e história das rabanadas

Como a grande maioria das tradições natalinas, a rabanada também é importada. A origem é incerta, o mais provável seja uma incorporação de hábitos franceses – daí como os anglófilos a chamam: French toast. As french toasts variam de região para região e cada família tem sua receita. Ingredientes como suco de laranja ou raspas da casca da fruta, alguns licores e especiarias como canela e noz-moscada são misturados ao ovo batido com leite ou creme de leite, açúcar e essência de baunilha. Restaurantes, cafés e diners preferem o pão branco cortado em fatias grossas. Em casa, predomina o de fôrma. As french toasts podem ser doces ou salgadas, nesse caso temperadas com pimenta-da-jamaica, e também com queijo derretido em cima. Em Nova York, a comunidade judaica faz uma deliciosa rabanada com chalá, o pão festivo, em forma de trança, servido no shabat e feriados religiosos.Há informações contraditórias, porém. Há quem diga - americanos, em geral - que seria uma receita espanhola da Idade Média. Outros dizem que fritar pão não tem exatamente uma origem única, porque seria uma forma generalizada de melhorar o gosto do alimento nosso de cada dia. Nesse caso, a primeira referência, segundo o famoso dicionário de inglês Oxford, dataria de 1660.

Apesar de hoje já venderem pão para rabanada e usarem outros tipos de pães, brioches ou panetones como matéria-prima, o único ingrediente que se repete na imensa maioria das receitas é: pão do dia seguinte. As receitas se referem ao pão que não se pode mais comer porque está duro, um pão dormido, um pão perdido. Os franceses a chamam de pain perdu (pão perdido), em referência ao reaproveitamento que proporciona. A mais antiga referência à rabanada está no clássico De Re Coquinaria (Livro VII, XIII-3), o mais importante receituário do Império Romano, escrito pelo gastrônomo latino Marco Gavio Apicio, que viveu no primeiro século da nossa era: "Corte um sigilineo (pão de aveia) em fatias grossas. Coloque-as de molho no leite e frite em óleo. Espalhe mel em cima e sirva".Portanto, a rabanada é uma forma de salvar o pão. Muito natalino, não?

Contrariando a voz do povo, a rabanada não teria sido inventada pelos portugueses. Foram eles que ensinaram os brasileiros a prepará-la. Trouxeram a receita do Entre Doutro e Minho, antiga divisão do noroeste lusitano que abrangia Viana do Castelo, Braga, Porto e parte de Aveiro, Viseu e Vila Real, até hoje famosa pela sua elaboração. Vários países fazem rabanada com nomes e adereços diferentes, da Indonésia (roti telur) ao Marrocos (khobz belbid), da Índia (meetha andewala toast) à Inglaterra (eggy bread, egg dip ou gypsy toast). Assim, conviria atribuir a autoria do doce a muitos povos, não a um só.

Outro termo que tem um pouco da explicação da origem – ou pelo menos, de um dos usos – da rabanada é como parte de Portugal as chama: pão parida, ou somente fatias de parida, ou o nome inteiro: pão de mulher parida. Misture pão (trigo), ovos, leite, açúcar e frite, e você tem, além de rabanadas, uma bomba calórica, cheio de energia. Dizem que era bom para mulheres amamentando porque daria leite. E também explica um pouco o costume de comer as Fatias douradas (outro nome português que é autoexplicativo) no nevado Natal europeu: se esquentar de dentro para fora.
Segundo o etimólogo, filólogo e lexicógrafo brasileiro Antenor Nascentes, no Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, lançado em 1932, deriva de rábano + ada, pelos cortes dados na raiz dessa planta quando usada em salada. Mas para seu colega lusitano Candido Figueiredo, no Novo Dicionário da Língua Portuguesa, publicado pela primeira vez em 1899, veio do espanhol rebanada, que saiu de rebanar, ou seja, cortar algo em rebanadas, de parte a parte.
O mais provável é que o nome deste doce seja mesmo uma adaptação do espanhol “rebanada” que quer dizer... fatias.

Gostou? Basta testar. Até o Natal há tempo para descobrir qual a sua versão favorita. ;)
Beijinhos sabor rabanadas.

Imagens: Google
Fontes de Pesquisa: Estadão, Folha e Google.
 

sábado, 15 de dezembro de 2012

Brazilian Xmas Cake(Bolo de Natal Brasileiro)

Como tudo começou: Minha filha Carol AMA coco e milho...Não sei a quem puxou! rsrsrs Há dias que prometi fazer algum bolo com esses ingredientes e, como estamos em época de Natal, juntei a amor que sinto por ela e pelo Natal e fiz essa receita.
Ela é uma fusão de receitas que tenho anotadas em cadernos antigos, já amarelados pelo tempo. Minha avó fazia um pudim de milho com coco e um bolo cremoso de coco que eram dos deuses, nunca esqueço! Juntei e adaptei as duas receitas da Vó Hercília e rezei pra dar certo! Batizei de Brazilian Xmas Cake, mas poderia ser também Bolo de Natal da Vovó.  Ela, lá do céu das cozinheiras e vovós mais amadas do mundo, deve ter me dado uma mãozinha porque ficou uma delícia!!! Será que do céu sentem cheiro? Tomara que sim!
Obrigada, vó eternamente amada! E feliz Natal!

Compartilho aqui a receita com vocês, queridos!

Ingredientes:
5 ovos
1 lata de leite condensado
1/2 lata de leite
1/2 lata de leite de coco
1 lata de milho escorrido
1 colher de fubá
3 colheres(sopa) bem cheias de trigo
1 colher(sopa) bem cheia de manteiga
2 colheres(sopa) de fermento químico em pó(de bolo)
essência de baunilha ou coco a gosto
50 g de coco ralado
* a medida "lata" é a de leite condensado de 395g.

Modo de Preparo: No liquidificador, bata tudo, deixando o coco para o final.
Despeje em forma untada e enfarinhada. Leve ao forno pré aquecido em temperatura média por mais ou menos 40 minutos(até dourar),
Retire do forno, deixe esfriar, desenforme e decore com açúcar cristal. O toque de Natal fica pelas flores ou outros enfeites que remetam à data que você tenha em casa.

Não aguentei e provei ainda morninho...Hummm, fica molhadinho....Tão bom!!!
Vale experimentar. ;)
Beijinhos natalinos e brasileiros, sabor coco e milho,
Cozinha da Janita.
 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Panquecas para o Café da Manhã de Natal!

Panquecas são preferidas no café da manhã de quase todo mundo, mas no café da manhã do dia 25 de Dezembro, a coisa precisa ser mais caprichada e trabalhada no visual, né?
Sabem aquelas panquecas americanas, as mais "gordinhas"? Então, é só fazê-las em diversos tamanhos e formatos e deixar que o espírito natalino invada seu coração, inspire e guie a sua criatividade.

A receita da Panqueca Americana você encontra aqui no blog.

Vejam quanta ideia bacana para colocar em prática e fazer deste evento algo ainda mais especial e inesquecível, principalmente se você tiver crianças em casa:

 


 

 
 

Imagens: Google
 
E então, inspirados? Bora fazer um café da manhã de Natal INESQUECÍVEL E DELICIOSO? ;)
 

Presente de Natal de Cream Cheese Temperado

Um verdadeiro presente para servir aos seus convidados nas festinhas de Natal.


Confira como é fácil preparar essa belezura de Natal:

Você precisará de:
1 pote de cream cheese
dill, salsinha, cebolinha, sal e pimenta a gosto
nozes em pedacinhos(opcional, mas eu amo e acho que dá o grande toque)
azeite de oliva
cubinhos minúsculos de pimentão vermelho para enfeitar
Cebolinha verde para enfeitar e fazer o "laço"

Como fazer o "pacote":
Misture bem o cream cheese, nozes e os temperos.
Unte com um pouquinho de azeite de oliva o pote que você vai usar para moldar o retângulo que dará formato ao "presente"(pode ser o próprio pote do cream cheese), coloque o preparado dentro e aperte bem para ajeitar. Deixe assim na geladeira por ao menos 2 horas antes de servir, para que os sabores se fundam e o "presente" fique firme.
Na hora de servir, desenforme em uma travessa, enfeite com os cubinhos de pimentão, amarre com a cebolinha verde como se fosse uma fita de presente e sirva com torradinhas e biscoitos salgados.

Garanto que será sucesso! ;)
 

Papais Noeis de Morango com Chantilly

Delicinhas assim vão encantar, alimentar e decorar sua festinha de Natal!
Morangos com chantilly imitando a carinha do bom velhinho são demais e, fala sério, quem não ama morango com chantilly? Hummm, perdição mais do que permitida no Natal, né gente?

Vejam que fácil:

Calcule em média 3 a 4 morangos por pessoa.
Lave bem os morangos e retire as folhinhas. Escorra-os e seque-os em papel-toalha. Corte a parte cônica(ponta) e reserve. Bata o chantilly(uso o de caixinha, já vem com as instruções de preparo e é muito prático). Com auxílio de um bico de confeiteiro, disponha uma "pitanga" de chantilly sobre a parte maior de cada morango e depois colque a ponta do morango sobre, como se fosse o gorro do papai Noel. Coloque mais uma mini "pitanga" para finalizar e dar o detalhe do gorro. Os olhinhos você faz com qualquer sementinha, como de chia e etc.
Sirva em seguida.

Hamromização: Espumante brut rosé, of course, pra ficar tudo bem lindo, gostoso e colorido!

Fofos demais esses "bons velhinhos", não? ;)
Beijinhos natalinos.

Árvores de Natal de Pão Pita

Essas arvorezinhas de Natal comestíveis, além de super fofas, são umas delicinhas e vão encantar seus convidados. Vão por mim, façam! ;)
São fáceis, rápidas e você pode colocar em cima outros cremes e patês, caso não goste de guacamole.

Ingredientes das "árvores":
Pães pitas redondos cortados em 4 vezes, o que vai dar 8 triângulos.A quantidade depende do número de convidados. calcule em média 5 por pessoa.
Palitinhos salgados(aqueles sticks da Elma Chips mesmo), 1/2 palitinho para cada triângulo de pita.
 
Modo de preparo:
Monte as "arvorezinhas" colocando/espetamdo os palitos na base do triângulo de pão pita.

Guacamole:
Ingredientes:
2 abacates médios, maduros e descascados
Suco de 2 limões
1/4 de cebola ralada
4 colheres (sopa) de azeite extra virgem
2 colheres(sopa) de maionese
Sal, dill e pimenta (a gosto)
 
Modo de preparo:
Amasse os abacates, junte o suco de limão, os outros ingredientes e misture. Guarde na geladeira até a hora de montar os canapés e servir.
 
Enfeite e finalização: Pimentas biquinho em conserva(sem as sementinhas) ou pimentões vermelhos picadinhos bem pequenininhos.
 
Montagem:
Na hora de servir, coloque a guacamole sobre as árvores/canapés, enfeite com as pimenta biquinho ou pimentão vermelho picadinho e sirva.
 
Facinho, facinho! Pode até pedir a ajuda da criançada na hora de montar os canapés. ;)
Divirtam-se e tenham um FELIZ NATAL!



quarta-feira, 4 de abril de 2012

Conchiglione de Bacalhau

Ingredientes:

Recheio:
400 g bacalhau saithe
1 cebola(s)
1 dente(s) alho
1 colher(es) de sopa manteiga
1 pote requeijão
1 xícara(s) leite
1 colher(es) de sopa amido de milho
1 xícara(s) castanha de caju
pimenta
queijo ralado

Molho:

500 g abóbora moranga
1 xícara(s) leite
200 ml leite de coco
0,5 cebola(s)
2 colher(es) de sopa manteiga
3 colher(es) de sopa açúcar
0,5 xícara(s) creme de leite
canela em pó
500 g massa conchiglione
cheiro verde 

Modo de Preparo:

Recheio:
Refogar a manteiga, o alho e a cebola.
Adicionar o bacalhau cozido, dessalgado e desfiado. Refogar por mais 3 ou 4 minutos.
Acrescentar o requeijão e o amido de milho, este previamente dissolvido no leite.
Mexer bem até formar um creme consistente.
Desligar, misturar pimenta e tempero verde, acrescentando depois as castanhas. Acerte o sal, se necessário.
Rechear os conchigliones, colocando-os virados para cima, em um refratário, lado a lado.



Molho:
Cozinhar a moranga (sem casca, picada) em um pouco de água, até amaciar.
Deixar esfriar um pouco e bater no liquidificador, com a cebola, o leite de coco, a manteiga e o leite.
Desligar e acrescentar o açúcar, o sal, a canela e o creme de leite.
Ligar, novamente, o liquidificador e pulsar duas vezes, para misturar bem.
Despejar esse creme sobre os conchigliones, polvilhar queijo ralado e algumas castanhas inteiras.
Levar ao forno médio para gratinar.
Servir.

Rendimento: 4 porções.

Harmonização: ZUCCARDI Q CHARDONNAY

O que é CONCHIGLIONE? 
 
Conchiglie, conchigliette e conchiglione são as graciosas formas de macarrão que no Brasil chamamos conchas, conchinhas e "conchonas", ou conchas grandes. A grafia original, italiana, é que na maioria das vezes aparece nas embalagens. Na língua inglesa elas são chamadas shell, baby shell e jumbo shell. Esses e outros formatos pertencem à fase industrial do macarrão. O macarrão primitivo foi desenvolvido pelos sicilianos, de raízes árabes-mouriscas, e foi mencionado pela primeira vez num tratado de 1154. Atualmente se produz na Itália mais de uma centena de macarrões de formatos diferentes, tanto industrial como artesanalmente. As conchas têm a forma das conchas do mar, com uma abertura longitudinal e estreita e pontas afuniladas. A referência marítima faz lembrar da costa do Mar Mediterrâneo, onde são comuns na dieta. Elas podem ser coloridas com tinta de lula, espinafre, cenoura, tomate. As grandes são ideais para serem recheadas e, para evitar que se quebrem durante o manuseio ou se desmanchem ao cozinhar, têm espessura mais grossa. Para dar maior aderência ao molho, a maioria delas é riscada. A afinidade de forma e tamanho, assim como o contraste de cores, faz das conchiglione ótima massa para se aliar a mariscos, servidos com a própria concha, e a outros frutos do mar, como é o caso do prato italiano clássico Conchiglie pescatore, feito com vieiras, mexilhões, cogumelos e camarões cozidos no vinho e aromatizado com pimenta-do-reino, salsa, alho, cebola e azeite de oliva. Mas outros recheios de ricota, carnes e queijos são comuns, com as conchas cobertas com molho branco ou de tomate e levadas ao forno para gratinar.

Como se escolhe
As conchiglione são sempre secas. Podem se encontradas facilmente em qualquer supermercado de praticamente todo o país. Prefira as de trigo de grão duro - todas as marcas italianas o são, por lei -, pois são mais resistentes e mantêm a forma depois de cozidas. As feitas de trigo comum, ou trigo mole, se quebram facilmente, além de perderem o formato e aderirem umas às outras depois de cozidas. Prefira também as que estão embaladas em caixas, que oferecem maior proteção contra quebras. Observe sempre o prazo de validade e as condições do produto e da embalagem. Verifique se a massa seca não apresenta resíduos no fundo da embalagem ou mesmo furos de carunchos.

Como se prepara 
Para que as conchiglie mantenham o formato depois de cozidas, siga a regra do 10, 100, 1000, ou seja, 10 g de sal para cada 100 g da massa e 1000 mililitros - 1 litro - de água. Ponha a água num caldeirão até ocupar 3/4 de seu volume. Ao ferver, abaixe o fogo e junte o sal. Espere ferver de novo. Ponha a massa e aumente o fogo para que a água volte logo à fervura. Cozinhe pelo tempo indicado na embalagem, ou até que fique al dente - as conchas grandes levam cerca de 15 min para ficaren macias, mas firmes. Se mordidas, devem apresentar certa resistência aos dentes. Embora não seja necessário, pode-se juntar azeite, óleo ou manteiga à água, pois aromatiza e impede a formação de espuma.


Curiosidade - DIA MUNDIAL DO MACARRÃO

 
O I World Pasta Congress (Congresso Mundial de Macarrão), realizado em 25 de outubro de 1995, originou a celebração do Dia Mundial do Macarrão.
O Brasil está em terceiro lugar no ranking dos maiores consumidores de massas do mundo!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Ricotta Cheese Balls(bolinhas de ricota)

Amo queijos, preparar comidinhas leves e fofas, receber amigos, decorar mesas...Então, vendo a Revista Cláudia, deparei-me com esta receita que tem simplesmente tudo a ver com coisinhas que eu amo e resolvi fazê-la. Deu certo, mesmo com algumas adaptações, e fez sucesso! ;) Compartilho aqui com vocês, esperando que gostem também.
Infelizmente esqueci de tirar foto, vai ficar para a próxima, então peguei esta da revista mesmo, para terem noção de como fica o prato pronto para servir. ;)
Ingredientes:

600 g de ricota fresca, amassada com um garfo
150 g de cream cheese ou requeijão cremoso(usei meio a meio)
1/2 colher (sopa) de casca de laranja ralada fino(usei limão siciliano)
Cebolinha verde picada
Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
70 g de castanha-do-pará ralada em lascas finas
Talos de cebolinha verde para decorar

Modo de preparo:

Numa tigela, misture a ricota com o cream cheese e a casca de laranja. Junte a cebolinha, tempere com sal, pimenta e o azeite e misture novamente. Com uma colher de sopa, faça bolinhas da massa e passe-as na castanha ralada (reserve um pouco da castanha para decorar. Coloque em uma travessa, cubra com filme plástico e leve para gelar (elas podem ficar guardadas na geladeira por dois dias, desde que bem acondicionadas). Na hora de servir, arrume as bolinhas em um prato e deixe em temperatura ambiente por 15 minutos. Decore com a castanha reservada e talos de cebolinha verde. 


Rendimento: cerca de 40 unidades.

Dicas da Janita: Substitua a castanha-do-pará por nozes, amêndoas, castanha de caju, amendoim, macadâmia, sementes de girassol torradas, pistache, sementes de papoula, dill, cebolinha, páprica doce, coco ralado, alho tostado triturado, gergelim, gergelim preto, queijo parmesão ralado...São muitas as variações possíveis! E sirva com torradas, pães e biscoitos salgados. Use a imaginação na hora de decorar o prato, use e abuse de cebolinha, salsinha, alecrim, flores de alcaparras, lascas da noz que utilizar, etc.

O que é Ricota?

Comecemos pela etimologia... Ricota vem do italiano RICOTTA, de RIQUOCERE, “cozinhar de novo”, devido ao processo de fabricação.
A ricota é de origem italiana e é fabricada em diversos países sob várias denominações. É conhecida também por queijo de albumina, por se constituir basicamente desta e de lactoglobulina, que são os principais componentes protéicos do soro de leite e não são coaguláveis por coalho. São proteínas facilmente desnaturadas e precipitadas pelo calor, sob influência de acidificação, o que constitui o princípio básico da fabricação da ricota.
Pode sofrer processo de defumação (ricota defumada) ou condimentação (ricota condimentada).
É considerada um produto leve e dietético, por seu baixo teor de gordura e alta digestibilidade. Constitui base importante para a arte culinária. Apresenta cerca de 70-73% de umidade e pH entre 4,9-5,3.
O processo de fabricação da ricota tem algumas particularidades, devido a sua matéria-prima ser o soro dos leite, desprezado durante a fabricação de outras variedades de queijos. Alguns aspectos são, a seguir, citados:
a) Redução da acidez do soro: a acidez do soro (11-14oD) é reduzida para cerca de 6-8 oD, com bicarbonato de sódio.
b) Adição de leite desnatado: cerca de 10 a 15% ao soro a 65 oC.
c) Acidificação: após aquecimento até 85-90 oC, inicia-se a acidificação, que pode ser feita pela adição de fermento lático ácido, ácido acético ou ácido lático.
d) Floculação: a ricota flocula na superfície do soro e é, então, coletada.
Entre os benefícios do consumo de ricota, destacamos:
- Alta digestibilidade devido ao perfil de aminoácidos que compõe suas proteínas;
- Presença de vitaminas (A, D, E, B) e minerais (zinco, iodo, selênio, potássio e fósforo);
- Alto teor de cálcio, importante para a formação e manutenção de ossos e dentes, prevenção da osteoporose, e diferentes funções orgânicas. 

A ricota é produzida a partir do soro de leite de vaca (bem poucas são elaboradas com soro de leite de ovelha). Uma ricota de boa qualidade deve ser firme, mas jamais sólida, e não deve esfarelar (a verdadeira ricota derrete na boca). Pedaços grosseiros de coágulos resultam num produto de qualidade inferior. Evite as ricotas de textura granulosa e arenosa e as que apresentam umidade excessiva. Existe ainda a ricota defumada, usada para ralar.

Idéias para servir as Cheese Balls

Inspirada pela receita, procurei formas e maneiras diferentes de preparar e servir essas lindinhas. 
Confiram abaixo o que encontrei e soltem a imaginação quando fizerem as suas! ;)


Sobre batatinhas chips, como canapés!



Como pop cakes!


Para incrementar saladas!


De diversos tipos, cores e sabores!


Ah, esqueci de comentar: a mesma receita pode ser usada para fazer bolas grandes e servir em fatias...com pães e biscoitos!


Curtiram? Não são lindinhas e irresistíveis? Eu gamei e não vivo mais sem elas! rs

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Pommes Dauphine(Batatas Dauphine)

Um acompanhamento super versátil e saboroso feito de batatas!

Ingredientes:
. 1 xícara (chá) de água
. 1/4 de xícara (chá) de margarina
. 1 xícara (chá) de farinha de trigo
. 3 ovos
. 2 1/2 xícaras (chá) de purê de batata
. Sal e pimenta a gosto
. Salsa picada
. Óleo para fritar
Modo de preparo:
1. Ferva a água com a margarina.
2. Junte a farinha de trigo de uma só vez e mexa sem parar até soltar do fundo da panela.
3. Desligue o fogo, misture os ovos, um a um, e o purê de batata.
4. Tempere com o sal, a pimenta e a salsa.
5. Deixe esfriar e faça os bolinhos ou coloque às colheradas na frigideira. Frite no óleo bem quente até dourar. 
6. Coloque em papel absorvente antes de servir para tirar o excesso de óleo e ficarem bem "sequinhas".

Dicas da Janita: Outra opção é colocar a massa em um saco de confeiteiro e colocar em "pitangas" para fritar em óleo bem quente. Fica lindo!
Sirva a seguir, bem fresquinhas! Não fica legal requentá-las, pois amolecem, perdem a crocância.
Há a opção de congelá-las depois de fritas e quando descongelar, aquecer em forno.
Em alguns mercados encontra-se a versão pronta congelada. É uma opção quando não se tem tempo...

DIZEM QUE....
Batatas dauphine: acompanhamento da culinária francesa, é feito com uma mistura de purê de batatas com massa de carolinas. Essa mistura é frita em óleo quente, sob a forma de bolinhas.
A Batata Dauphine nasceu de um atraso do Dauphin. Mas como o rei "nunca se atrasa", o Chef misturou Batata Sautée com outros ingredientes e nasceu a Batata Dauphine.

Outra coisa é gratin dauphinois – típico da região de Dauphiné, que é um gratinado com finas fatias de batatas intercaladas com creme – e o tradicional purê, entre as receitas mais populares.

Ideias para servir as Pommes Dauphine

Com sua ave de Natal!!!

Ou numa versão bem elegante, com Sour Cream e Caviar, como se fossem blinis...

Acompanhadas de filé mignon...

Com medalhão suíno...

Em composições ultra modernas...

Com Magret de Canard

Com peixes ou frutos do mar

Como aperitivo

Espero que tenham gostado! ;)
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