Páginas

Mostrando postagens com marcador receitas festa junina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador receitas festa junina. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de junho de 2011

Bolo de Batata Doce

Receita fácil, rápida, tradicional e super saborosa para sua Festa Junina!

Ingredientes:
1 Kg de batata doce
4 colheres(sopa) de margarina sem sal
3 ovos
1 embalagem de coco ralado(100 g)
1 lata de leite condensado
1 colher(sopa) de fermento em pó


Modo de preparo:
Cozinhe a batata doce. Esprema-as ainda quentes. Deixe esfriar um pouco e acrescente o restante dos ingredientes e misture bem.
Despeje a massa numa assadeira retangular (22 x 34cm) untada e enfarinhada.
Leve ao forno médio (180ºC) pré-aquecido por 10 minutos e asse por 45 minutos.


Brincadeiras de festa Junina
Brincadeiras de festa junina
E não são só os ítens deliciosos da culinária de festa Junina que têm destaque na festa. Brincar também é importante, até pra queimar as calorias!
Você conhece as brincadeiras tradicionais da Festa de São João?
Aprenda aqui algumas e divirta-se muito!!!

As brincadeiras como todos sabem que não podem faltar são:
- Pau de sebo: Uma brincadeira bem tradicional, mesmo nas cidades grandes, que é uma das mais divertidas. A brincadeira tem como objetivo um prêmio no topo do pau-de-sebo, onde quem conseguir subir leva o prêmio, que pode ser em dinheiro.
- Correio elegante: essa é uma brincadeira que pode ser vista em outras festas. Ela é uma mensagem escrita em um papelzinho que você pode enviar a qualquer pessoa, principalmente para o parceiro.
Cadeia: Escolhe-se um local isolado ou cercado por cadeiras, para ser a cadeia. Nomeia-se (ou sorteia-se) um delegado e seus ajudantes. O preso vai até a cadeia e, paga uma prenda (mostra uma habilidade), para ser solto, que pode ser: cantar, recitar, dançar, fazer uma imitação, etc. Se houver um palco com microfone, a cadeia pode ser colocada num canto dele. E a prenda, ao ser paga diante do microfone, será vista por todos da festa.
Corrida do milho: Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Atrás de uma das linhas, coloca-se uma bacia com grãos de milho. Atrás da outra linha, os participantes são reunidos aos pares - um deles segura uma colher e o outro um copo descartável. Dado o sinal, os participantes com a colher correm até a bacia. Enchem a colher com milho e voltam para a linha de largada. Lá chegando, colocam o milho no copo que seu companheiro segura. Vence a dupla que primeiro encher o copinho com milho.
Corrida do ovo na colher: Marca-se um local de partida e outro de chegada. Cada corredor deve segurar com uma das mãos (ou a boca) uma colher com um ovo cozido em cima. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, sem derrubar o ovo. Se quiser variar, substitua o ovo cozido por batata ou limão.

Corrida do Saci ou Corrida dos sapatos: 
Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Na primeira linha, os corredores tiram os sapatos, que são levados para trás da outra linha, onde são misturados. Dado o sinal, eles devem sair pulando com o pé esquerdo até a outra linha. Depois de calçar seus sapatos, devem retornar, pulando com o pé direito. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, estando calçado de modo correto.

Corrida do saco: 
Marca-se um local de partida e outro de chegada. Cada corredor deve colocar as pernas dentro de um saco grande de pano e segurá-lo com ambas as mãos na altura da cintura. Dado o sinal, saem pulando com os dois pés juntos. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada. Nota: Para substituir o saco de pano pelo de plástico (grosso) de lixo, que é mais escorregadio, é preciso testar o local da corrida com antecedência.

Corrida dos pés amarrados: 
Marca-se um local de partida e outro de chegada. Os participantes são reunidos em duplas. Com uma fita, o tornozelo direito de um é amarrado ao tornozelo esquerdo de seu par. Dado o sinal, as duplas participantes devem correr até a chegada. Vence a dupla que chegar primeiro. 

Dança da laranja: 
Formam-se alguns casais para a dança. Uma laranja é colocada entre as testas de cada par. Os casais devem dançar, sem tocar na laranja com as mãos. Se a laranja cair no chão, o casal é desclassificado. A música prossegue até que fique só um casal.

Dança das cadeiras: 
Forma-se um círculo com tantas cadeiras quantos forem os participantes menos uma. Os assentos ficam voltados para fora. Coloca-se música e todos dançam em volta das cadeiras. Quando a música parar, cada um deve sentar numa cadeira. Um participante vai sobrar e sair da brincadeira. Tira-se uma cadeira e a dança recomeça. Vence quem conseguir sentar-se na última cadeira. 

Derruba latas (1): 
Sobre uma mesa, coloca-se latas vazias de refrigerante. Faz-se uma linha de arremesso a cerca de 1,5 metros de distância. Cada participante recebe três bolinhas, para fazer três tentativas. O coordenador anota o número de latas derrubadas em cada tentativa. Vence quem derrubar mais latas.

Derruba latas (2): 
Sobre uma mesa, coloca-se latas vazias, encapadas com papel colorido e numeradas. Faz-se uma linha de arremesso a cerca de 1,5 metros de distância. Cada participante joga uma única vez. O coordenador anota o número de pontos, somando os números das latas derrubadas. Vence quem fizer mais pontos. 

Jogo das argolas: 
Enche-se com água garrafas de refrigerante (plásticas e grandes) e aperta-se bem as tampas. Arruma-se as garrafas no chão com pelo menos um palmo de distância entre elas. Faz-se uma linha de arremesso a cerca de 1,5 metros de distância. Cada participante recebe cinco argolas (ou pulseiras), para fazer cinco tentativas. Vence quem acertar mais argolas nos gargalos das garrafas.

Jogo do bicho ou Rabo do burro: 
Desenhe um animal de costas ou de lado numa cartolina e prenda numa parede. Cada participante deve receber uma etiqueta autocolante grande (já destacada). De olhos vendados, deve caminhar até o desenho e colar o rabo do animal. Quem colocar o rabo mais próximo do local correto é o vencedor.

Jogo do bigode: 
Desenhe numa cartolina um rosto masculino e prenda numa parede. Cada participante deve receber, em cada mão, uma etiqueta autocolante de tamanho médio (já destacada). De olhos vendados, deve caminhar até o desenho e colar os dois lados do bigode. Quem colocar o bigode mais próximo do local correto é o vencedor.

Pesca da maçã: 
Sobre uma mesa, coloca-se uma bacia com água* e maçãs boiando. Cada participante deve colocar as mãos nas costas e inclinar-se sobre a bacia e morder uma maçã. Quem conseguir ganha um brinde. (*De preferência, usar água filtrada)

Pescaria (1): 
Recorte muitos peixes em cartolina colorida. Faça um corte no lugar da boca do peixe e prenda um clipe ali (parecerá uma argola). Faça varas de pescar amarrando um barbante em cada vareta. Depois, na outra ponta do barbante amarre um outro clipe aberto na lateral. O clipe quando aberto tem o formato de gancho, como um anzol. Espete os peixes numa grande bacia com areia. Vence quem pescar mais peixes.

Pescaria (2): 
Recorte peixes em cartolina e numere-os. Faça um corte no lugar da boca do peixe e prenda um clipe ali (parecerá uma argola). Faça varas de pescar amarrando um barbante em cada vareta. Depois, na outra ponta do barbante amarre um outro clipe aberto na lateral. O clipe quando aberto tem o formato de gancho, como um anzol. Espete os peixes numa grande bacia com areia. Ganha um brinde quem pescar o peixe com o número de ma
Bom, mas também temos as brincadeiras: ainda tem toca do coelho, tiro ao alvo,  carrinho de mão, corrida de três pés, entre muitas outras. Então o que não vai faltar é diversão.
Sempre que for há uma festa junina não deixe de participar. Procure ir até as barraquinhas e ver qual mais se identifica, e lembre-se você ainda pode sair de lá com um prêmio!
Como o Correio Elegante é a minha brincadeira preferida, abaixo listo algumas idéias que encontrei na net:
Exemplos de correio elegante:
"Se jogares fora esta carta, me amas. / Se rasgares, me adoras. / Se guardares, por mim choras. / Se queimares, comigo queres casar."
 "Quando cheguei nessa festa / Senti cheiro de rosa. / Meu coração logo disse: / Aqui tem moça formosa!"
"Se eu tivesse certeza / que tu me tinhas amor / caía nesses teus braços / como o sereno na flor."
"Amor com amor se paga, / outra paga o amor não tem; / quem com amor nunca paga, / não diga que paga bem."
"Não sei se é fita ou se é fato, / não sei se é fato ou se é fita. / O fato é que ela me fita, / me fita mesmo de fato."
"As estrelas nascem no céu, / os peixes nascem no mar, / Eu nasci aqui neste mundo / somente para te amar!"
"Tudo que nasce no mundo / tem seu fim particular / tudo tem o seu destino / eu nasci para te amar!"
"Não tenho maior riqueza, / nem prenda para te dar, / só tenho meu coração / prontinho pra te amar."
"Já te dei meu coração / e a chave para o abrir, / nada mais preciso dar, / nem mais tens a me pedir."
"As vezes fico pensando / pensando não sei em quê / mas no fim do pensamento / eu só penso em você."
"Com A eu escrevo amor, / com A eu escrevo amizade, / com ( ... ) eu escrevo teu nome, / causa da minha saudade."
"Quem não sabe o meu nome / pergunte e indague bem. / Eu me chamo (...) / mas não conto a ninguém."
"De me ver sendo ingrata, / não se admire ninguém, / que um ingrato me ensinou / a ser ingrata também."
"O homem se espirrasse / toda vez que nos ilude / vivia o mundo ocupado / só em dizer: Saúde!"

Bolo de fubá com coco

Receitinha ótima para festa Junina e para o ano todo!!!

Ingredientes:
2 xícaras de farinha de polenta
2 xícaras de leite
2 xícaras de açúcar
3/4 xícara de óleo de milho
1 xícara de coco ralado
4 ovos
1 colher(sopa) de fermento


Modo de preparo:
Em uma panela, misture a farinha de polenta, o leite, o açúcar e o óleo. Leve ao fogo médio por 3 a 4 minutos.
Desligue o fogo e deixe esfriar. 
Bata as claras em e agregue o fermento. 
Junte ao creme que esfriou, as gemas, o coco ralado e as claras batidas em neve com o fermento.
Despeje a mistura em forma untada e enfarinhada. 
Leve ao forno médio pré-aquecido e asse por aproximadamente 40 min.


Rendimento: 20 pedaços.


Momentinho Junino - Cult:


Já ouviu falar em literatura de cordel?



Literatura de Cordel é, como qualquer outra forma artística, uma manifestação cultural. Por meio da escrita são transmitidas as cantigas, os poemas e as histórias do povo — pelo próprio povo.O nome de Cordel teve origem em Portugal, onde os livretos, antigamente, eram expostos em barbantes, como roupas no varal.
Literatura de Cordel - Os livros são pendurados em barbantes
As primeiras manifestações da literatura popular no ocidente ocorreram por volta do século XII. Peregrinos encontravam-se no sul da França, em direção à Palestina; no norte da Itália, para chegar à Roma; e ainda na Galícia, no santuário de Santiago.Nesses encontros eram transmitidas as histórias e compostos os primeiros versos, de forma muito primitiva. Foi dessa forma que surgiram os primeiros núcleos de cultura regional que espalharam-se pela Europa e, posteriormente, pela América.
Devido ao atraso da chegada da imprensa por aqui e seu acesso pelo público, as produções literárias de populares tiveram seu apogeu apenas no século XX.Nossa literatura de cordel é caracterizada, principalmente, pela poesia popular. A prosa aparece muito mais na forma oral, que passa de geração para geração.Como é uma manifestação muito mais cultural do que intelectual, destaca-se em regiões onde a cultura é mais valorizada e delineada. Aqui no Brasil essas regiões são a Nordeste e a Sul.
A cada dia os textos são mais valorizados por todo o Brasil e pelo mundo. Os textos são publicados em livretos fabricados praticamente de forma manual pelo próprio autor. Eles têm geralmente 8 páginas mas podem ter mais, variando entre 8 e 32. As páginas medem 11x16cm e são comercializadas pelos próprios autores. Há alguns livros publicados, mas no geral a venda acontece dessa maneira. Leandro Gomes de Barros e João Martins de Atahyde são dois dentre os primeiros poetas; e estes já possuem livretos publicados por editoras, sendo vendidos e reeditados constantemente. Não há como contar a quantidade de exemplares, pois a cada tiragem milhares de exemplares são vendidos.
Uma das características desse tipo de produção é a manifestação da opinião do autor a respeito de algo dentro da sua sociedade. Os cordéis não tem a característica de serem impessoais ou imparciais, pelo contrário, na maioria das vezes usam várias técnicas de persuasão e convencimento para que o leitor acate a idéia proposta.
Veja:
Ai! Se sêsse!…
Autor: Zé da Luz 

Se um dia nós se gostasse;
Se um dia nós se queresse;
Se nós dois se impariásse,
Se juntinho nós dois vivesse!
Se juntinho nós dois morasse
Se juntinho nós dois drumisse;
Se juntinho nós dois morresse!
Se pro céu nós assubisse?
Mas porém, se acontecesse
qui São Pêdo não abrisse
as portas do céu e fosse,
te dizê quarqué toulíce?
E se eu me arriminasse
e tu cum insistisse,
prá qui eu me arrezorvesse
e a minha faca puxasse,
e o buxo do céu furasse?…
Tarvez qui nós dois ficasse
tarvez qui nós dois caísse
e o céu furado arriasse
e as virge tôdas fugisse!!!

FIM


Um dos poetas da literatura de cordel que fez mais sucesso até hoje foi Leandro Gomes de Barros (1865-1918). Acredita-se que ele tenha escrito mais de mil folhetos. Mais recentes, podemos citar os poetas José Alves Sobrinho, Homero do Rego Barros, Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves da Silva), Téo Azevedo. Zé Melancia, Zé Vicente, José Pacheco da Rosa, Gonçalo Ferreira da Silva, Chico Traíra, João de Cristo Rei e Ignácio da Catingueira.

Vários escritores nordestinos foram influenciados pela literatura de cordel. Dentre eles podemos citar: João Cabral de Melo, Ariano Suassuna, José Lins do rego e Guimarães Rosa.



Já que a receita é de festa Junina e que Festa Junina tem tudo a ver com literatura de cordel, segue um cordel especil pra vocês:





SÃO JOÃO DOS MEUS SONHOS
Literatura de Cordel
Por: Cacá Lopes
O São João dos meus sonhos
Tem que ter a tradição,
Das cantigas de Luiz
Gonzaga, Rei do Baião,
O do Trio Nordestino
Que era pura animação.
Músicas de Alceu Valença
E de Jackson do Pandeiro,
Elba, Jorge de Altinho
E de Alcymar Monteiro,
Flávios:Leandro e José
Dominguinhos, forrozeiro.
Não pode faltar a cultura
Dos Trios de Pé de Serra,
Uma fogueira em cada casa
Tradições da nossa Terra,
Muita fartura da roça
Saudade no peito emperra.
Milho verde e pamonha,
Canjica, batata assada,
Bolo e pé de muleque,
Nas noites “enluarada”
Bombinha, traque, chuvinha
E muita gente animada.
Pra amenizar um pouco a saudade,
Trechos de algumas músicas tradicionais
Dos Folguedos Juninos.
AI QUE SAUDADES QUE EU TENHO
DAS NOITES DE SÃO JOÃO
DAS NOITES TÃO BRASILEIRAS
DAS FOGUEIRAS / SOB O LUAR DO SERTÃO…
TEM TANTA FOGUEIRA
TEM TANTO BALÃO
TANTA BRINCADEIRA
TODO MUNDO NO TERREIRO
FAZENDO ADVINHAÇÃO…
É NOITE DE SÃO JOÃO
VAI AMANHECER O DIA
É MADRUGADA
E NÃO VEIO QUEM TANTO EU QUERIA…
FAGULHAS, PONTAS DE AGULHAS
BRILHAM ESTRELAS DE SÃO JOÃO
BABADOS, XOTES E XAXADOS
SEGURA AS PONTAS, MEU CORAÇÃO…
CORAÇÃO BOBO, CORAÇÃO BOLA
CORAÇÃO BALÃO, CORAÇÃO SÃO JOÃO
A GENTE SE ILUDE
DIZENDO JÁ NÃO HÁ MAIS/ CORAÇÃO.
Gostou? Bora organizar uma festa no arraiá então, sô!!!! ;)
FELIZ FESTA JUNINA!

Festa de São João - Como tudo começou?

Hoje tem casamento na roça! Prepare a pipoca, esquente a canjica e corra para o arraial, mas não pule a fogueira, nem solte balões -- começou a festa de São João! Todo ano é a mesma coisa: quando chega o mês de junho, iniciam-se os festejos! É hora de tirar do armário aquela velha roupa no estilo caipira, ensaiar a quadrilha, comprar estalinhos e esperar pelas barracas repletas de comidas gostosas e jogos divertidos. A festa junina, sem dúvida, é uma tradição muito antiga. Mas você sabe como ela começou?
 Antes da era cristã, alguns povos antigos -- persas, egípcios, celtas, sírios, bascos, sardenhos, bretões e sumérios -- faziam rituais para invocar a fertilidade de suas plantações. Eles acendiam fogueiras para espantar os maus espíritos e desejavam obter uma boa safra. Isso acontecia em junho, época em que se inicia o verão no hemisfério norte. Esses festejos se perpetuaram. Mais tarde, passaram a ser seguidos não só pelos camponeses, mas também pelos homens da cidade na Europa.

No entanto, os rituais eram considerados pagãos pela Igreja Católica. Como não era possível dar fim a uma tradição tão antiga, a Igreja adaptou essa celebração a seu calendário de festividades no século 4. Estava iniciada a Festa Joanina, que recebeu este nome em homenagem a São João Batista, um dos santos mais importantes celebrados em junho -- os outros são Santo Antônio (no dia 13) e São Pedro (no dia 29).

Segundo a religião, quando São João Batista nasceu, no dia 24 de junho, sua mãe, Isabel, queria dar a notícia à prima Maria. Como naquela época não existia telefone, ela combinou que acenderia uma fogueira logo após o parto. Assim que Maria visse o sinal de fumaça, saberia do nascimento. Essa seria a explicação católica para a fogueira de São João.
 No Brasil, essa tradição chegou com os portugueses no período colonial e recebeu o nome de Festa Junina. Naquela época, era de interesse da Igreja abençoar esse tipo de festa -- cheia de comida e dança -- para tentar converter infiéis, como os índios e os escravos africanos.

Antigamente, também, existiam práticas de adivinhações nas festas juninas. Acreditava-se que algumas pessoas tinham o poder de ler a sorte e prever o futuro. Por isso, muitas mulheres iam às festas para descobrir com quem casariam.

Hoje, os festejos juninos não têm mais o cunho religioso que tinham no passado e independem da Igreja para existir. Fazem parte de uma celebração popular que pertence a todos: bairros, colégios, clubes, secretarias de turismo etc. Além disso, ao se misturar com a cultura indígena e africana, a festa junina brasileira recebeu características próprias.
Doces à base de milho e leite de coco, comidas feitas com mandioca, os ritmos de forró misturados à quadrilha e até mesmo o pão-de-queijo mineiro fazem dessa tradição um festival de brasilidade! 
Fonte: Sarita Coelho - Instituto Ciência Hoje/RJ.


Pra entrar no clima, curta um som bem junino:



Acompanhe e aprenda deliciosas receitas desta linda festa aqui no blog em "receitas festa junina" e celebre muito!!!
FELIZ FESTA JUNINA A TODOS!!!

sábado, 4 de junho de 2011

Mini Focaccia de Milho com Tomate Seco e Peccorino

Aperitivo delicioso e muito lindinho, uma focaccia diferente, que fica macia e molhadinha! Delícia para servir(morninho) com uma taça de um bom vinho tinto!
Ingredientes:

Massa:
1 xícara de leite
1 lata de milho verde escorrido
1 embalagem de creme(sopa) de cebola
1 xícara de azeite de oliva
3 ovos
2 xíacaras de trigo
1 colher(sopa) de fermento em pó químico

Cobertura:
400 g de queijo prato(ou outro de sua preferência) ralado grosso
200 g de tomate seco
orégano

Modo de Preparo:
Preaqueça o forno em temperatura média por 10 minutos. 
Unte uma assadeira grande(40 x 28 cm) e reserve.
Bata no liquidificador o leite e o milho até triturar bem os grãos. Junte o creme de cebola, o azeite de oliva, os ovos e bata até formar uma mistura bem homogênea. Passe para uma tigela  média, junte a farinha e o fermento e misture delicadamente.
Coloque a massa na assadeira que estava reservada, cubra com o tomate, o queijo e polvilhe orégano.
Leve ao forno por 40 minutos(até que o palito saia limpo ao ser espetado).
Tire do forno, corte em cubos e sirva quentinho. Regue azeite de oliva, se desejar.

Fica delicioso, principalmente se servido acompanhado de uma taça de vinho tinto!!!

Sobre a Focaccia

A focaccia é um clássico da cozinha italiana. Teve origem na Roma antiga, com os povos do Norte da Itália, durante o Império Romano ou na Grécia antiga, por volta de 1000 a.C. As primeiras focaccias eram apenas uma mistura de farinha, água e sal. O nome Focaccia vem do romano “panisfocacius” Panis = pão; Focacius = lareira. Isso porque antigamente a focaccia era assada nas brasas, sobre uma forma de barro.
Pode ser servida, cortadinha como um delicioso aperitivo ou pode ser coberta com recheios variados.Na Itália, é consumida tanto no desejum, como aperitivo ou antepasto. Acompanha bem uma salada também!
Segundo uma lenda, as mulheres dos navegadores preparavam uma variação acebolada da iguaria para seus maridos se alimentarem durante as viagens e afastarem, devido ao forte sabor que impregnava na boca, outras mulheres em portos e cidades.

Existem várias receitas de massa de focaccia, pois a cada lugar que uma receita chega, acaba sofrendo modificações, porém conservando as principais características: massa grossa, regada com um bom azeite de oliva, sal grosso e folhas de alecrim...
Também existem versões doces com frutas, ovos, mel, passas, erva-doce, açúcar, limão ou raspas de laranja.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Queijadinha

Esssas são fáceis e rápidas! Umas delicinhas para acompanhar um café ou chá! ;)

Ingredientes:

-1 pacote de massa de pastel redonda pequena
-1 pacote de coco ralado 100gr
-50g de queijo parmesão ralado
-1 lata de leite condensado
-2 gemas
-forminhas de alumínio

Modo de Preparo:
Unte as forminhas com margarina e disponha uma massa redonda em cada forminha, aperte os fundos e deixe as sobras altas.
Misture o leite condensado com as gemas, o coco e o queijo, formando um recheio cremoso. Preencha o vão das forminhas e as disponha numa assadeira. Leve ao forno pré-aquecido até dourar o recheio.

Espere amornar, desenforme e saboreie as deliciosas queijadinhas.


Origem da Queijadinha

Queijadinha é um típico doce brasileiro, feito de queijo e côco, oriundo da culinária portuguesa e um dos poucos que não têm origem nos conventos das ordens religiosas, talvez pelo fato de ser um pecado da gula.
É uma especialidade criada pelos portugueses. Na época o queijo era o principal ingrediente, mas foi com o coco que o doce ganhou fama.


Momento queijadinha cute-cult com uma doce música da Marisa Monte - 
Não é Proibido


A letra:


Não é Proibido



Jujuba, bananada, pipoca,
Cocada, queijadinha, sorvete,
Chiclete, sundae de chocolate,
Uh!
Paçoca, mariola, quindim,
Frumelo, doce de abóbora com coco,
Bala juquinha, algodão doce e manjar.
Uh!
Venha pra cá, venha comigo!
A hora é pra já, não é proibido.
Vou te contar: tá divertido,
Pode chegar!
(uh)
Vai ser nesse fim de semana (uh)
Manda um e-mail para a Joana vir (uh)
Woo.. Uh!
(uh)
Não precisa bancar o bacana (uh)
Fala para o Peixoto chegar aí! (uh)
Traz todo mundo, 'tá liberado, é só chegar.
Traz toda a gente, 'tá convidado, é pra dançar,
Toda tristeza deixa lá fora; chega pra cá!
(uh)
Jujuba, bananada, pipoca,
Cocada, queijadinha, sorvete,
Chiclete, sundae de chocolate,
Uh
Paçoca, mariola, quindim,
Frumelo, doce de abóbora com coco,
Bala juquinha, algodão doce e manjar.
Uh
Venha pra cá, venha comigo!
A hora é pra já, não é proibido.
Vou te contar: tá divertido,
Pode chegar!
(uh)
Vai ser nesse fim de semana (uh)
Manda um e-mail para a Joana vir (uh)
Woo.. Uh!
Não precisa bancar o bacana (uh)
Fala para o Peixoto chegar aí! (uh)
Traz todo mundo, 'tá convidado, é só chega.
Traz toda a gente, 'tá liberado, é pra dançar,
Toda tristeza deixa lá fora; chega pra cá!
(uh)
Não precisa bancar o bacana (uh)
Fala para o Peixoto chegar aí! (uh)
(uh)
Yeah

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Maçã do Amor!!!

E quem nunca se entregou a uma dessas???

Maçã do Amor

Ingredientes:

. 4 palitos de picolé ou similar
. 4 maçãs vermelhas
. 1/2 xícara (chá) de água
. 1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
. 1/2 xícara (chá) de glicose de milho
. 1/2 xícara (chá) de corante alimentício vermelho

Modo de preparo:
Lave e seque bem as maçãs. Espete um palito de picolé em cada uma das frutas, no lado do cabinho, e reserve. Em uma panela, misture o restante dos ingredientes. Leve ao fogo baixo até levantar fervura. Deixe ferver, sem mexer, durante cerca de cinco minutos, ou até que a calda atinja o ponto de fio grosso. Para testar se a mistura realmente está no ponto, pingue um pouco de calda em uma tigela com água fria – ela deverá formar fios duros.

Se você tiver termômetro para doces, a temperatura da calda deve estar em 145ºC. Quando ela estiver pronta, retire-a do fogo. Segure cada maçã pelo palito, mergulhe-a rapidamente na calda, inclinando a panela para que cubra todos os lados da maçã. Retire-a e deixe escorrer o excesso. Em seguida, coloque-a em uma assadeira rapidamente. Deixe esfriar e endurecer a casca de caramelo antes de servir.
Maçã do Amor: o doce romântico que completa mais de 50 anos de sucesso
Em 1959, quando a família de Antonio Farre Martinez, 62 anos, patenteou a maçã do amor, que comemora meio século neste ano, os galanteadores presenteavam as moças com o doce em um ato de romantismo.
Hoje, mais de 50 anos depois, entregar a fruta caramelizada em um palito à namorada pode até soar brega, mas, para os "criadores", o importante é que o doce continua famoso, principalmente nas festas juninas.
A família espanhola chegou ao Brasil em 1954 e, como sabia fazer doces, resolveu usar os conhecimentos para ganhar dinheiro.
O irmão de Antonio, Ramon Farre Martinez, 77 anos, se inspirou nas frutas caramelizadas chinesas, como a uva e o abacaxi, e criou a maçã do amor --pois há muita maçã no Brasil.
Quem deu o nome romântico foi o pai dos irmãos, em uma reunião da família em 1959. Era tarde e todos trabalhariam no dia seguinte. "Põe logo maçã do amor e vamos dormir", disse. A ideia veio da história de Adão e Eva, na qual a maçã é o "fruto proibido".
Até hoje, porém, a família não ganhou dinheiro por conta da patente. "Nunca corremos atrás disso", disse Antonio, que é casado. A família vende o doce na Casa do Churro, na rua Rodrigues Barbosa, 232, Tatuapé (zona leste de SP).
Fonte: São Paulo Agora.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...