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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Pappardelle ao Molho de Ostras Defumadas e Champagne


Ingredientes:
1 vidro de ostras defumadas(usei da Marithimu's)
400 g de macarrão pappardelle
50 ml(1 taça) de champagne ou espumante brut
1 cebola média ralada
3 dentes de alho espremidos
200 g de queijo gorgonzola(ou roquefort)
1 caixa de creme de leite
salsinha, dill, noz-moscada, pimenta e sal a gosto
azeite de oliva para a hora de servir
*reserve algumas ostras para enfeitar, se desejar.

Modo de Preparo:
Cozinhe o pappardelle.
Enquanto isso, prepare o molho. Em uma panela doure a cebola e o alho em 4 colheres(sopa) do óleo das ostras defumadas. Adicione o espumante e deixe reduzir um pouco. Acrescente o creme de leite, o queijo gorgonzola e as ostras. Tempere, deixando a salsinha e dill mais para o final.
Misture o macarrão a este molho para que a massa absorva o sabor incrível deste molho, mexa bem delicadamente para não quebrar o pappardelle, e sirva em porções individuais, enfeitando com ramos de salsinha, um fio de azeite de oliva e as ostras que reservou.

Harmonização: Champgne ou espumante brut, vinho branco chardonnay ou um chablis.

Sobre as Ostras Defumadas que usei

O vidro que usei nesta receita, de ostras defumadas da Marithimu's, tinha guardado há um tempo, para algo especial. Ganhei de uma amiga querida, a Jacque, numa cesta gourmet linda linda! Finalmente usei e adorei!
A Marithimu's é de Itajaí, Sei que há produtos deles em empórios, delicatessens de todo o Brasil e agora também na rede Angeloni. Mas você pode usar a marca que desejar e encontrar.
Os produtos da Marithimu's são ótimos, já provei diversos e recomendo!
"As ostras “in natura”, produzidas em Florianópolis sob rigoroso monitoramento das águas de cultivo, são defumadas e envasadas por processo que garante a sua conservação por 12 meses em temperatura ambiente. 

Saborosas e nutritivas, as Ostras Defumadas Marithimu’s são ricas em proteínas, vitaminas, ferro e zinco. Além disso, as ostras são consideradas o melhor da comida afrodisíaca, oferecendo todo o seu exotismo nas preparações, e seu sabor e aroma proporcionam prazer e estimulam os sentidos." 
O site: http://www.marithimus.com.br/site/

Ostras são Afrodisíacas? As ostras são compostas por zinco, um elemento importante para a produção de testosterona, o qual aumenta a atividade sexual tanto do homem como da mulher, por isso é tida como afrodisíaca. 

O que é Pappardelle?
Pappardelle (sg.: pappardella) é um tipo de massa longa e larga, talvez a mais larga de todas, com pelo menos 1 dedo de largura.O nome deriva do verbo "pappare", para devorar. Os tipos frescos são 02:58 centímetros (-1 ¾ de polegada) de largura e podem ter bordas caneladas. O pappardelle seco tem lados retos. Este macarrão tradicional, é um primo do menor tagliatelli , era tradicionalmente servido com molhos javali e molhos ricos de lebre. A forma deste macarrão é tão popular que na Itália existem cidades que têm festivais honrando-o. Por exemplo, um festival chamado Sagra delle Pappardelle al cinghiale (Pappardelle com festival de javali) na cidade de Gemmano, na Região Emilia-Romagna é realizada a cada magosto.

Curiosidade sobre o querido Macarrão
A palavra "Macarrão" vem do grego "Makària", que data há cerca de 25 séculos e significa caldo de carne enriquecido por pelotinhas de farinha de trigo e por cereais.
A palavra "pasta" (massa para os italianos e a mais utilizada em vários países para se referir ao macarrão) vem do grego "Pastillos". O termo é citado em seus textos pelo poeta Horácio, especialista em versos culinários.
Finalmente, os latinos da época de Cristo já se deliciavam com um prato batizado de "macco", um caldo de favas e massas de trigo e água. Seguramente, da reunião dessas influências fez com que, há cerca de mil anos, surgisse na Sicília o verbo "maccari", que significa esmagar ou achatar com muita força, que por sua vez vem do grego makar, que quer dizer sagrado. A palavra derivada, "macaronis", foi utilizada em 1279 em um inventário de um soldado genovês, Ponzio Bastione, que deixava para a família, uma "cesta de massas".


quinta-feira, 16 de junho de 2011

Gnocchi de Polenta ao Azeite de Oliva e Alho com Bottarga Gold

Ingredientes:
1 kg de polenta pronta fria(bem durinha)
2 colheres (sopa) de fubá
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
2 gemas
1 pitada de noz-moscada
4 colheres de queijo parmesão ralado(opcional) ou sal a gosto

Modo de Preparo:
Numa tigela, amasse a polenta, junte o fubá, a farinha de trigo, as gemas e a noz-moscada até obter uma massa homogênea. Acrescente o queijo ralado, amasse mais um pouco.
OBS: A massa fica mesmo meio pastosa. Se achar que está muito mole, coloque mais um pouquinho de trigo....Mas cuide para não botar muito e endurecer a massa, pois na hora de cortar os gnocchi, lembre que terá colocado em superfície enfarinhada e isso por si já dá uma encorpada na massa.
Numa superfície enfarinhada, faça os "rolinhos" e depois corte em pedaços, fazendo assim os gnocchis.
Cozinhe os gnocchi, de pouco em pouco, em água fervente até subirem e ficarem macios. Retire-os da água com a ajuda de uma escumadeira, coloque-os em um escorredor e passe em água bem fria, gelada. Isso faz parar o cozimento e os gnocchi não ficam moles e grudentos depois.
Para finalizar: Aqueça azeite de oliva em uma wok, acrescente o alho triturado, sal(usei sal rosa) e dill, deixe dourar um pouco e coloque os gnocchi. Mexa delicadamente, deixe aquecer bem e sirva com com Bottarga Gold granulada(fica o máximo, dá sofisticação e um sabor ímpar ao prato), ou, se não tiver, com queijo ralado.


Rendimento: 4 fartas porções.

Harmonização: Massas ao "alho e óleo" pedem um vinho tinto.
Bebemos um Viña Maipo Gran Devocion Syrah Petite Syrah que casou perfeitamente com o prato e estava maravilhoso!



É um vinho de cor vermelho violeta. Tem aroma instigante de frutos negros, pimenta e especiarias. Um vinho balanceado, de grande personalidade e retrogosto marcante. Adoramos!

Gnocchi ou Nhoque

Etimologicamente falando, trata-se de um prato tradicional napolitano, chamado na Itália de gnocchi, plural de gnocco, nome que provém do napolitano gnuoccolo que, por sua vez, derivou-se do latim nucleus, -i.
Na Itália, chamaram-no primeiramente de macarrão. Na Idade Média, porém, já era conhecido com o nome atual. Em português, escreve-se nhoque. Fica parecendo vocábulo de ascendência tupi-guarani. Em italiano, grafa-se "gnocchi". O sociólogo paulista Gabriel Bolaffi, no livro A Saga da Comida, lançado em 2000, diz significar "algo como pelota, isto é, uma pelotinha de farinha amassada com água".
Mudando conforme os ingredientes da massa e do molho, o nhoque começou a ser elaborado com várias farinhas, sobretudo de trigo, arroz e inclusive com miolo de pão. Misturadas com água, temperadas com sal e cozidas na água, propiciaram alimentos substanciosos. Anos depois, a massa foi enriquecida com espinafre, queijo, castanha, carne ou peixe. Após a introdução do milho na Itália, em meados do século 16, surgiu o nhoque de polenta. Mas foi a chegada da batata, entre os séculos 16 e 17, que mudou a história do prato.
Tornou-se seu ingrediente supremo, embora continuem prestigiados os nhoques de farinha de trigo e semolina. Os sicilianos criaram uma receita exemplar. Seu nhoque mais famoso usa farinha de trigo, ricota de ovelha; no molho, uva passa, manjericão fresco e "pinoli". A receita dos romanos leva semolina, cozinha no leite e vai ao forno com queijo parmesão.
No passado, o nhoque era uma preparação característica das cozinhas do norte e centro da Itália. Hoje, caiu em domínio nacional. Venceu até a resistência dos napolitanos, adeptos irredutíveis do espaguete e outras massas de fio longo. Alastrou-se aos países vizinhos. Na Alemanha existe um prato assemelhado. É o "spätzle", que acompanha caça ou carne assada. Também é preparado gratinado e servido em sopas. A Hungria repete a receita, mudando o nome para "galuska", que se harmoniza com o "goulash", um ensopado de carne conhecido desde o século 9.º. Ambos são feitos com farinha de trigo.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Rondelli de repollho recheado com ricota e legumes ao molho de tomate

Um rondelli diferente, leve, saudável e super saboroso! Fez o maior sucesso aqui em casa, até as crianças adoraram!
Vi no Mais Você  e resolvi testar, mas fiz algumas adaptações, de acordo com o que tinha na geladeira. Então, esta é a receita que fiz e não a do programa. :) Ficou perfeita!



Ingredientes:

  • 8 folhas de repolho(usei em média meio repolho)
  • 3 cenouras pequenas cozidas e amassadas 
  • 1 batata salsa cozida e amassada
  • 1 (chá) de mussarela ralada no ralo grosso (160 g)
  • 1 xícara de presunto ou mortadela ralada
  • 2 xícaras (chá) de ricota amassada
  • 1 colher (sopa) de cream cheese(ou maragrina)
  • 1 ovo batido
  • 2 colheres (sopa) de salsa picadinha
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • noz-moscada
  • 500 ml de molho de tomate
  • ¼ xícara (chá) de queijo parmesão ralado (15 g)
Modo de Preparo:
1°- Numa tigela com água fervente e um pouco de sal, mergulhe as folhas de repolho por 1 minuto ou até ficarem macias. Escorra e retire a parte grossa dos talos. Coloque as folhas de repolho sobre um pano de prato, sobrepondo-as e formando um retângulo de 25 cm por 40 cm. Reserve.

OBS: Notem que botei o maridão pra trabalhar de auxiliar! SE quer comer, tem que ajudar! rs... Ele leva o maior jeito na cozinha, um amor!
2°- Coloque numa tigela as cenouras e a batata salsa cozidas e amassadas, a mussarela ralada no ralo grosso, a ricota amassada, o presunto(ou mortadela) ralado, 1 colher (sopa) de cream cheese, 1 ovo batido, 2 colheres (sopa) de salsa picadinha, sal e pimenta do reino a gosto, noz-moscada ralada na hora e misture bem. Coloque esta mistura no meio do retângulo de folhas do repolho (reservado acima) e cubra com um dos lados das folhas. Com a ajuda do pano de prato, enrole sobre a mistura formando um rocambole. Leve este rocambole para a geladeira por pelo menos 2 horas para firmar bem, enrolado no pano.
3°- Retire o rocambole da geladeira e com uma faca corte fatias de +/- 3 cm de largura. Em uma assadeira (30 cm X 20 cm) espalhe um pouco de molho de tomate, coloque as fatias do rondelle, cubra com mais molho de tomate, polvilhe parmesão ralado e leve ao forno médio pré-aquecido a 250°C por +/- 20 minutos ou até a superfície ficar dourada. Retire do forno e sirva em seguida, com azeite de oliva em cima. 
Hummmmm, fica maravilhoso!!!
Dicas da Janita: Essa mesma receita pode ser feita com massa fresca de rondelli pronta, aquelas do mercado, ou com massa folhada pronta também. O molho pode ser variado: No lugar do molho de tomate, você  pode usar um molho branco ou quatro queijos. Se quiser uma versão vegetariana, não use carne ou presunto no recheio, substituindo por, por exemplo, brócolis.
Harmonização: Escolhemos um Zinfandel californiano maravilhoso, Sonoma County 2008, da Seghesio Family Vineyards. Casou perfeitamente!
Rondelli
Massa redonda, parecida com rocambole, normalmente recheada com queijo, carne, espinafre, cogumelos e outras iguarias. É servida com molho branco ou vermelho. Muito difundida na região de Emilia-Romagna, onde recebe o nome de rotolo ripieno. 
Vem do Latim rutundus, “redondo, circular”. Em Italiano, “redondo” é rondo. Rondelli é o diminutivo plural.
Rutundus também queria dizer também “perfeito, completo”. Eis aí porque dizemos que alguém que discorda de nós está – claro! – “redondamente enganado”.
O nome foi dado a estas massas devido à forma circular que elas têm vistas de cima.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Crostino de Polvilho

Aprenda a fazer um diferente delicioso Crostino de polvilho! É leve, saudável e saboroso! Vai bem em qualquer ocasião.

Ingredientes:
2 copos (de requeijão) de água 
2 copos (de requeijão) de azeite de oliva(ou óleo)
1 kilo de polvilho azedo
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de sobremesa de sal
½ litro de leite
2 ovos 

Modo de Preparo:Aqueça a água e o azeite ate ferver. Numa tigela coloque o polvilho azedo, o açúcar, o sal e junte a água e o óleo fervente. Misture bem. Acrescente o leite, o ovo e misture. Leve a geladeira por 6 horas, coberto com papel filme. Em formas de teflon abra a massa em camadas bem finas, com as costas de uma colher grande, polvilhe sal grosso e alecrim e leve para assar em forno médio a 165º a 170º até que a massa fique crocante e comece a dourar. 



Dicas da Janita: outras opções de "sabor" para polvilhar nestes crostini são: alho e sal grosso; raspas de limão, pimenta-do-reino e sa;, ervas de provence e sal grosso; gergelim e sal; dill e sal grosso; curry em pó e sal; parmesão ralado; sementes de papoula; kümel, etc.


Crostini

Os crostini(crostino do singular) são feitos com pão branco em vez do pão com fermento natural. Na Itália, eles simplesmente tostam uma fatia de ciabatta de 1cm de espessura, esfregam-na com um dente de alho cortado, regam com um pouco de óleo de oliva e temperam com sal e pimenta-do-reino. Os crostini podem ser ótimos aperitivos com drinques, especialmente se você oferecer diferentes coberturas”, conta Jamie Oliver no livro A Itália de Jamie
Embora essa seja a essência da receita, não necessariamente são considerados crostini apenas os preparados com pão branco. 

Há versões como os de massa de pizza,  de polvilho, de farinha de milho, etc.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Pizza em Pão Pita

Esta é a receita de pizza em pão pita da Nigella Lawson. Fiz algumas pequenas adaptações e ficou maravilhosa! Perfeita para uma refeição leve, de baixas calorias, mas com muito sabor!
E hoje teve a pizza em pão pita da Nigella Lawson, bem leve, versátil e rápida! Uma delícia!
Ingredientes:
1 pão árabe ou pita(usei integral)
1 tomate
Hortelã seca(usei natural)
Halloumi (queijo de cabra) ou outro queijo branco(usei queijo minas)
Azeite de oliva



Adicionei ainda:
presunto di parma
orégano e manjericão frecos

Modo de preparo:
Ponha o pão árabe em cima de um pedaço de papel laminado. Tire as sementes do tomate e corte-o em pedaços pequenos. Espalhe-o sobre o pão. Corte o queijo em pedaços pequenos ou esmague-o com as mãos. Salpique o halloumi por cima do tomate. Acrescente algumas pitadas de hortelã seca e um fio de azeite. Ponha o pão no forno e espere até a base ficar mais crocante e o queijo amoleça no calor. Quando estiver pronto, salpique algumas folhas frescas de hortelã e sirva.



Fácil, fácil!


O Pão Pita ou Pão Sírio


Símbolo de fertilidade, trabalho duro e compartilhamento, o pão tem acompanhado a humanidade há milênios. Alguns atribuem sua invenção aos Egípcios, mas desde que ele é universalmente consumido (exceto na Ásia), muitos povos reivindicam sua origem.
O que é certo e comprovado, é que os Egípcios descobriram o processo de Fermentação e confeccionam diversos tipos de Galette ou pão achatado, feito de cevada. Em nosso entendimento isso pode explicar a propagação do pão achatado nos países orientais do mar Mediterrâneo e entre o Egito e a Grécia e a partir disso cada Sociedade desenvolveu o pão achatado dando características próprias. No Líbano, e talvez por seu clima e sua localização geográfica, uma enorme variedade do pão tradicional existem diferenciando-se na forma, no tamanho e no sabor, e alguns deles, persistem até hoje.
Atualmente o pão libanês é muito conhecido e se expandiu pelo mundo inteiro, graças aos imigrantes libaneses que fizeram este pão se tornar parte da culinária de cada país onde vivem.
Pita (khubz adi em árabe]) ou pão sírio é um pão de trigo usado no Oriente Médio para a alimentação com as mãos. Serve para levar os legumes, saladas, pastas, carne e falafel à boca. O pão é também usado para sandes como o döner kebab . O pão é assada no forno por alguns segundos em calor de 400°C.
No Brasil, o pão sírio foi trazido no início do século 20 pelos imigrantes sírio-libaneses, é a base da receita do beirute: pão sírio, rosbife ou lagarto fatiado, queijo, alface rodelas de tomate e um ovo frito.

Você sabia que o pão sírio é o precursor da Pizza?
Segundo o professor da USP, Gabriel Bollaffi, a teoria mais importante sobre a origem da pizza, diz que os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão em forma de disco (pão sírio). Os turcos muçulmanos também adotaram este costume durante a Idade Média. Com o advento das cruzadas esta prática de acrescentar cobertura ao pão sírio, chegou a Italia pelo porto de Nápoles. Lá os italianos incrementaram o pão com diversos tipos de cobertura como o queijo e, mais tarde, após a descoberta da América, o tomate, desta maneira originando a pizza.
Pode-se, então, a partir dos dois relatos acima, levantar a hipótese de que as culinárias contemporâneas, do Oriente Médio, do Norte da África, e, mesmo a culinária de certas regiões da Europa mediterrânea e do Leste Europeu, são herdeiras, em parte, da cozinha da Antiga Mesopotâmia, "a mais antiga culinária do mundo".

sexta-feira, 18 de março de 2011

Torta Caribenha de Macarrão


Reprodução/Cynthia Nelson
Ingredientes:
300 g de macarrão
450 g de queijo tipo cheddar
2 ovos
¼ xícara de chá de leite
2 colheres de sopa de mostarda
2 colheres de sopa de cebola picada
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de pimenta branca
1 colher de chá de molho de pimenta dedo-de-moça
2 colheres de chá de manteiga
Modo de Preparo:
Pré aqueça o forno a 180 ºC. Cozinhe o macarrão em água fervente por oito minutos ou até ficar macio. Escorra o macarrão. Unte uma assadeira com a manteiga e, depois, acomode o macarrão nela.
Em outra vasilha, misture os ovos, o leite, a mostarda, a cebola, o sal, a pimenta, o molho de pimenta e metade do queijo. Despeje esse molho sobre o macarrão e misture. Cubra a superfície com o restante do queijo.
Leve para assar no centro do forno até que o queijo doure e sirva.
Mais sobre o prato
Esta torta de macarrão é, geralmente, chamada apenas de torta pelos bajans (nativos da ilha de Barbados, no Caribe). A receita é feita com queijo tipo cheddar, ovo, queijo, mostarda, leite e manteiga – além de temperinhos e do macarrão, é claro.Cremosa, a iguaria vai ao forno e parece um tipo de lasanha. É um dos pratos preferidos por lá! ;)
Seus fãs são tantos e tão apaixonados que chegaram a fundar uma comunidade virtual só dedicada à receita no site de relacionamentos Facebook. 

Barbados
Barbados é o país mais oriental das Caraíbas (Caribe), situado no Oceano Atlântico, a leste de de Santa Lúcia e de São Vicente e Granadinas, na área conhecida como Índias Ocidentais. Sua capital é Bridgetown.
Descoberta pelos espanhóis em 1492, foi visitada pelos portugueses de 1536 até 1625. Nesta data foi reclamada pelos britânicos em nome de Jaime I de Inglaterra, que lhe iniciaram a colonização em 1627-1628.
Manteve-se como colónia britânica até 1966, ano de sua independência política. Membro da Comunidade Britânica, o país é governado por um primeiro-ministro apoiado pelo Senado e pela Assembleia.
O país tem uma economia baseada no turismo, nas finanças (paraíso fiscal) e na exportação de açúcar e seus derivados (rum). Com excepção da cana-de-açúcar, os produtos cultivados são para consumo local.
petróleo e o gás natural são produzidos em pequenas quantidades. O Governo incentivou o investimento na produção de medicamentos, de vestuário, de cerâmica, de vidro e de compostos electrónicos.
Os outros produtos existentes são o açúcar, o melaço, os cigarros, o papel e os têxteis. Os principais parceiros comerciais são os Estados Unidos, o Reino Unido, a JamaicaVenezuela e Trindade e Tobago. A moeda de Barbados é o dólar barbadiano.
A Gastronomia: 
A culinária mistura a comida africana, francesa, indiana e espanhola. 
Desde os finos pratos baseados em gostosos produtos do mar até singelos e exóticos cardápios locais. É típica o dourado, o atum, o peixe voador, a tartaruga e, como comida exótica, ovas de ouriço marinho moídas, empadas ou preparadas ao gosto.Cuidado com umas frutas com aspecto de maçã, as "manchineel", muito comuns nas praias. Seu veneno causa bolhas e queimaduras em contato com a pele.
Outras delícias da cozinha Bajan são o Cou-Cou (prato com fubá e quiabo), Pepperpot (um cozido apimentado), e Jug-Jug (uma mistura de milho-Guiné com ervilhas). 
A estadia na ilha não é completa se não experimentar o peixe-voador, que é o prato oficial e também emblema da ilha. Esse peixe pode ser provado em quase todos os restaurantes Barbadianos. 
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