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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Pate de Salmão e Alho-poró


Ingredientes:
250 g de filé de salmão limpo e sem escamas
1 talo pequeno (aproximadamente 15 cm)de alho-poró (use a parte branca)picado
1 cebola pequena, descascada e picada
2 cravos-da-india
1 colher (chá) de sal
1 caixa de creme de leite
2 colheres (sopa) de maionese
2 colheres de cream cheese
1 colher (chá) de mostarda dijon(opcional)
Raspas de 1 limão siciliano
Pimenta-do-reino, sal e dill a gosto


Modo de Preparo:
Comece preparando o peixe: Em uma panela pequena, coloque o filé de salmão, o alho poró bem lavado, cebola cortada em quartos, os cravos e o sal.
Cubra com água e cozinhe em fogo médio por aproximadamente até levantar fervura. Quando o peixe estiver cozido, desligue o fogo.

Retire o peixe(com um pouco das cebolas e alho poró) com uma escumadeira e transfira para um recipiente médio. Descarte os cravos-da-índia.
Acrescente o creme de leite e, com um garfo, amasse bem tudo até formar uma pasta bem espessa. Como o peixe estará cozido, ele desmanchará facilmente. Ou, se preferir, bata com um mixer.
Em seguida, adicione a maionese, o cream cheese, a mostarda e as raspas de limão. Cheque o sal e a pimenta, e misture bem.
Guarde em um recipiente coberto e leve à geladeira por ao menos 2 horas antes de servir.

Sirva com pães, torradas, palitos salgados ou brioches. Excelnte também para canapés, blinis e até para rechear sanduíches.

Harmonização: espumante brut ou extra-brut.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Casquinhas de Camarão e Farofa de Dendê

De apresentação fantástica, saborosas e brasileiríssimas essas casquinhas! Receita bárbara da Chef Ana Luiza Trajano. Uma ideia bacana para dar um toque especial no seu jantar de Natal e nas festas de fim de ano.
Impossível não amar e não compartilhar!


Entrada do Brasil a Gosto: Casquinha de camarão com farofa de dendê
Ingredientes:
Creme de camarão:
- 700 g de camarão-rosa pequeno sem casca
- 150 ml de azeite de dendê
- 80 g de cebola
- 3 dentes de alho
- 80 g de tomate sem pele batido
- 80 ml de creme de leite fresco
- 1 folha de louro
- 1 ramo de tomilho
- 3 pimentas dedo-de-moça
- Sal e pimenta-do-reino
- 200 g de cebolinha verde para decorar

Farofa de dendê:
- 120 ml de azeite de dendê
- 75 g de cebola
- 2 dentes de alho
- 500 g de farinha de mandioca
- Sal e pimenta-do-reino

Casquinha:
- 1 pacote de massa filo de 300 g
- 250 g de manteiga sem sal, em temperatura ambiente

Modo de preparo:
Creme: corte o camarão em pedaços pequenos e refogue no azeite de dendê com a cebola e o alho picados. Espere soltar água. Em seguida, junte o tomate. Em outra panela, ferva o creme de leite com o louro, o tomilho e a pimenta dedo-de-moça (reserve um pouco para finalizar). Depois que a mistura de creme de leite ferver, junte o camarão e tempere com sal e pimenta. Mantenha no fogo até o creme ficar encorpado. Por fim, adicione a pimenta dedo-de-moça reservada, bem picada, e, se necessário, mais sal e pimenta-do-reino.

Farofa: numa panela quente, coloque o azeite de dendê, refogue a cebola e o alho picados, depois junte a farinha. Mantenha no fogo até a farinha ficar crocante e tempere com sal e pimenta. Reserve.

Casquinha: abra 1 folha da massa, pincele com manteiga e, por cima, coloque outra camada de massa. Com um aro de 8 cm, corte a massa e forre com ela as forminhas de empada (15 unidades). Refaça o processo mais duas vezes. Asse a 180ºC por 2 minutos ou até ficarem crocantes.

Dica da Janita: Outra opção é comprar as casquinhas prontas, aquelas em forma de "panelinhas, barquetes, tarteletes...Existem até as promtas, de massa filo mesmo!
Fica ainda mais fácil e gostoso também! ;)

Montagem: esquente o creme de camarão, recheie as casquinhas com ele e cubra com a farofa de dendê. Decore com cebolinha picada.

Rendimento: 45 unidades.

Harmonização: Vinho Chardonnay. Sugestão: Luigi Bosca Reserva Chardonnay.


Abrindo um espacinho para o maravilhoso DENDÊ
O dendezeiro (Elaeais guineensis Jaquim) é uma palmeira originária da costa oriental da África (Golfo da Guiné), sendo encontrada em povoamentos subespontâneos desde o Senegal até Angola. .
O óleo originário desta palmeira, o azeite de dendê, consumido há mais de 5.000 anos, foi introduzido no continente americano a partir do século XV, coincidindo com o início do tráfico de escravos entre a África e o Brasil.
No contexto atual o azeite de dendê é o óleo mais produzido e consumido no mundo, representado 27% de 140 milhões de toneladas de óleos e gorduras produzidas em 2005 e 27% do consumo mundial de 138,4 milhões de toneladas de óleos e gorduras em 2005.
O azeite de dendê contém proporções iguais de ácidos graxos saturados (palmítico 44% e esteárico 5%) e não saturados (oléico 40% e linoléico 10%). É uma forte natural de vitamina E, tecoferois e tecotrienois, que atuam como antioxidantes. É rico também em betacaroteno, fonte importante de vitamina A.
Segundo um historiador português, o óleo de dendê tem o cheiro das violetas, o sabor do azeite de oliva e tinge os alimentos com a cor do açafrão, sendo portanto mais atrativo. ;)

Sabe o que é massa filo?
 
A massa filo ou phyllo (do grego φύλλο, fýllo: "folha") é uma variedade de massa cuja espessura e aplicação variam, podendo ser fina como uma folha de papel (para o preparo de um tipo de massa folhada ou chegar a vários milímetros, quando usada para o preparo do pão em forma de folhas dobráveis, característico da Turquia e de vários países do Mediterrâneo e do Oriente Médio.

Uma antiga forma de massa filo parece ter existido entre os povos turcos da Ásia Central. 
No século XI, o Diwan Lughat al-Turk, um dicionário de dialetos turcos de Mahmud Kashdari registrava um tipo de pão pregueado ou dobrado como um dos significados da palavra yuvgha, que está relacionada com a palavra turca yufka, que designa tanto a massa quanto o pão. A prática de estirar a massa crua até obter folhas finas como papel, laminadas, é um desenvolvimento posterior, provavelmente acontecido nas cozinhas do palácio Topkap.

A massa filo caracteriza-se pelo tempo de cozimento muito reduzido, podendo ser assada ou frita, sendo usada como base dos mais variados pratos, tanto doces como salgados. 


Há diferença entre massa filo e massa folhada?
Sim!!! O nome diz tudo. Phyllo vem do grego e significa folha. No Brasil, porém, esta massa finíssima como papel também é conhecida como fillo, filo ou massa laminada folhada. Feita à base de farinha, água, sal e gordura, é aberta com rolo até ficar quase transparente. Acredita-se que foi criada na Pérsia, atual Irã, ou na Turquia ou no Egito, há cerca de 2 mil anos. Ainda hoje é muito presente na cozinha grega e na de todos os países do Oriente Médio. No entanto, não podemos confundi-la com a massa folhada, que é muito utilizada na França para fazer croissants e vários doces e salgados. A massa filó é muito utilizada em deliciosas sobremesas como a Baklava, Burma, Ataif e muitos outros doces árabes. Ela também é incluída no famoso Güllaç, uma sobremesa turca, consumida principalmente no mês sagrado do Ramadan, onde camadas de nozes e água de rosas são colocadas uma a uma no leite morno.

 
A massa folhada é uma massa leve, não fermentada, feita em várias camadas com copiosa adição de margarina, manteiga ou gordura vegetal, usada em doces e salgados.
É muito usada hoje em dia para fazer as famosas receitas como o: Beef Wellington, Apfelstrudel, Camembert em crosta, croissants, tortas e muitas outras delicias.
No Ocidente, seu uso teria sido desenvolvido na Roma, em 1635, pelo francês Claude Gellée.
Existem muitas teorias sobre a origem da massa folhada: a mais famosa delas é que foi uma criação do pintor Claude Gellée, no século XVII, que também era amante de gastronomia e pode ter sido criada acidentalmente. Outros especialistas em culinária garantem que ela é mais antiga e surgiu no século XIV. Há, ainda, a teoria de que essa delícia já era dominada pelos egípcios antes mesmo da Idade Média... Mas o que importa mesmo é que ela existe e com ela foram criadas incontáveis receitas divinas e delicadas.
No Brasil, a massa leve composta de finíssimas folhas é denominada massa folhada e está presente no preparo de doces e salgados.
Sendo a melhor sempre feita com 100% de manteiga.

Fontes da pesquisa: Wikipedia e Heaven's Kitchen.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Samosa Veggie


Ingredientes:
​Para a samosa:
2 pacotes de massa para pastel(grande)
1½ quilo de batata cozida e picada
6 colheres (sopa) de óleo
2 cebolas roxas picadas
250 g de ervilha cozida congelada
1 colher (sopa) de gengibre ralada
2 pimentas dedo-de-moça picadas
5 colheres (sopa) de água
1 colher (chá) de coentro em pó
1 colher (chá) de cominho em pó
1 colher (chá) de garam masala*
½ colher (chá) páprica picante
Suco de dois limões
De 1 a 2 litros de óleo para fritar os pastéis
Sal a gosto
*Para o garam masala, se quiser preparar:
1 colher (sopa) de semente de cardomomo
1 pau de canela
1 colher (chá) de cominho preto (pode ser substituído por cominho comum)
1 colher (chá) de cravo
1 colher (chá) de grãos de pimenta-do-reino
¼ colher (chá) de noz-moscada
OBS: O Garam Masala pode ser comprado pronto em supermercados ou casas especializadas em produtos orientais.
Este nome significa, traduzido à letra, "mistura quente", e o garam masala é uma combinação de especiarias torradas, como sementes de coentros, cominhos, cardamomo, cravo-da-índia e canela. Todas as donas de casa indianas têm a sua própria versão, moendo as especiarias frescas para esse fim.

Modo de Preparo:
Para o recheio:
Esquente o óleo em uma panela, em fogo médio. Frite a cebola picada até começar a dourar. Adicione as ervilhas, o gengibre, a pimenta picada e as três colheres de água. Abaixe o fogo, tampe a panela e ferva até as ervilhas cozinharem, mexendo de vez em quando. Se for necessário, adicione um pouco mais de água. Em seguida, coloque as batatas e os temperos. Misture por cerca de quatro minutos. Adicione o suco de limão e verifique o sal. Deixe esfriar.

Para o garam masala:
Moa todos os ingredientes em um moedor de café.

Para o pastel:
Corte o disco de massa ao meio. Dobre para formar um triângulo, como na foto. 
Recheie a massa e feche utilizando um garfo. Frite os pastéis em óleo quente e sirva imediatamente.

Dicas da Janita: Você pode variar o recheio. Use a criatividade!

O que é Samosa?
A Samosa (também conhecida como chamuça ou samusa) é uma especialidade de origem indiana constituída por pastéis fritos de forma triangular recheados com uma mistura condimentada de feijão ou grão, batata ou carne picada, ervas aromáticas e vegetais.
É bastante semelhante ao spanakopita grego. Normalmente, o samosa é feita de uma forma triangular com crosta de massa de pastél ou massa filo. O interior pode ser recheado com batatas ao curry, ervilha, cordeiro desfiado ou frango e especiarias, varia de lugar a lugar. São mais frequentemente fritos produzindo um exterior deliciosamente crocante, apesar de algumas variedades poderem ser assadas, para reduzir o teor de gordura.
Muitas vezes, o samosa é comido com molho de hortelã ou com variantes do chutney. 

"O bem que se faz num dia, é semente de felicidade para o dia seguinte.”
(Provérbio indiano)

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Homus de Pimentão Defumado

Essa receita da Nigella fica bárbara! Fiz algumas pequenas adaptações apenas. Vocês não têm noção do sabor! É uma das mais pedidas em nossa casa atualmente. Perfeita para servir num happy hour, brunch, acompanhado de torradinhas e pimentões vermelhos em tiras, como aperitivo.
Compartilho aqui a receita.


Ingredientes:
2(180 g cada) caixinhas de grão-de-bico cozido escorrido
1 vidro de pimentão vermelho defumado(escorra um pouco o óleo da conserva)
1 pote de cream cheese(ou mais, se quiser mais cremoso)
200g de ricota fresca
2 dentes de alho
sal e páprica picante a gosto


Modo de Preparo: Bata tudo no liquidificador. E está pronto!


Sirva com torradinhas e com tiras de pimentão vermelho cru. Fica ótimo!


Essa receita rende bastante, vai servir tranquilamente umas 10 pessoas. Então, se quiser preparar menos, reduza a quantidade à metade.

Harmonização: sugiro espumante/champagne brut rosé.

Origem e curiosidades sobre o HOMUS

Homus (hommos, ou ainda homus tahine, em árabe حُمُّص) é uma pasta feita com pasta de grão-de-bico e tahine (pasta de gergelim) É um prato típico dos países árabes do Oriente Médio.
Em árabe "homus" significa simplesmente grão-de-bico.

A primeira menção ao prato foi feita por Platão e Sócrates em 400 a.C, quando enalteciam as qualidades do grão de bico para a saúde. Porém, acredita-se que os egípcios apenas misturavam o grão com vinagre, formando uma pasta, que pode ter sido o princípio do que conhecemos hoje como homus.
Outra versão do surgimento do homus afirma que a iguaria foi uma criação do sultão Saladin, que era líder dos muçulmanos nas últimas cruzadas contra os cristãos. Essa lenda afirma que a receita original do sultão é guardada até hoje com seus descendentes e que o homus que conhecemos é apenas uma imitação do que seria de fato a receita do governante.
Apesar de a data de origem do homus ser incerta, o local de surgimento do prato é o Oriente Médio, e lá também existem polêmicas acerca da receita. Vários países da região reivindicam a autoria do homus. Israel e Líbano são os países que levam a disputa mais a sério.
Mas essa briga também tem seus momentos divertidos e os dois países travaram uma “guerra” pelo título do maior homus já produzido na terra. A batalha foi vencida pelos libaneses, que concluíram um prato de patê de grão-de-bico de mais de 10 toneladas! Com esse feito, o Líbano entrou para o Guinness Book e deixou Israel comendo poeira.

Brincadeiras à parte, o homus é tão apreciado que existem restaurantes que são especializados em servir apenas o prato e até competições para premiar a melhor receita da iguaria.

Fontes: Wikipedia e La Violetera.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Blinis de Milho Verde

“As blinis são o símbolo do sol, dos dias bonitos, das boas recordações, dos casamentos felizes e das crianças saudáveis”. (Alexandre Ivanovitch Kouprine - escritor russo)

Ingredientes:
6 colheres de sopa de milho verde (pode ser fresco ou em lata)
1 cebola pequena picadinha
2 dentes de alho picadinhos

1/2 xícara de leite
1 colher de chá de sal
2 ovos
4 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
Manteiga para fritar e azeite de oliva para refogar

Modo de fazer:
Refogue a cebola e o alho em um pouquinho de azeite de oliva. Junte o milho e refogue bem. Bata no liquidificador com o leite, a farinha, os ovos, o fermento e o sal. Unte uma frigideira com óleo e aqueça. Frite blinis em colheradas grandes, virando cuidadosamente com o auxílio de uma espátula, para cozinhar do outro lado.



E está pronto!
Agora é colocar sobre elas o que desejar e servir! 


Nota:Pode ser deixado na geladeira até a hora de servir.


O que são Blinis?


Blinis tem a sua origem na tradicional culinária russa. São pequenos crepes espessos, macios e muito fofos, geralmente sem adição de açucar.
Estas pequenas panquecas de origem russa – feitas com trigo, ovos, leite e fermento – são o alimento tradicional do fim do inverno, representando o renascimento do sol. São consumidas em todos os lugares durante a Maslenitsa, ou Semana da Manteiga, feriado religioso russo semelhante ao nosso Carnaval. Lá, a Quaresma começa na segunda-feira e não na quarta-feira como a nossa. 

Blinis costumam  ser de trigo comum ou de trigo sarraceno ou ainda de uma mistura dos dois. Existem hoje diversas variações que levam espinafre, beterraba, batata, aipim, milho, etc.

Podem ser apreciadas em buffets junto com outros tipos de canapês, num brunch ou até como snack ou finger food. Com a popularidade que conquistaram em todo o mundo, são referência de elegância em qualquer coquetel, principalmente quando servidas com salmão ou creme azedo e caviar. Aproveite esta receita para incrementar suas festas, celebrando com sua família e amigos.

Blinis podem ser degustadas frias ou mornas, levemente aquecidas, com diversos recheios ou coberturas como: creme com cebolinha, salmão defumado, caviar, tarama, mousse de presunto, parma, creme de abacate, figo ou damasco com cream cheese, atum, entre outros... 




Abaixo algumas fotos com ideias para inspirar você a preparar a receita! ;)
          
      
    


Harmonização: espumante brut ou extra-brut.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Pfannkuchen mit Räucherlachs(panquecas com salmão defumado)

Aprenda a preparar este delicioso e leve prato típico alemão, da região de Hessen.


Ingredientes:

80g de farinha de trigo
150ml de leite
2 ovos
1 bandeja de surubim defumado
2 bandejas de salmão defumado
100ml de creme cheese
1 limão e um pouco de sal
ervas frescas a gosto(cebolinha, salsinha, dill)

Modo de Preparo: Misture o leite com os ovos e acrescente, lentamente, a farinha de trigo peneirada. Derreta uma colher de chá de manteiga em uma frigideira e adicione à massa, começando pelo centro. Frite até dourar por baixo. Misture o cream cheese com um pouco de suco de limão e sal. Abra a panqueca e passe o creme fino.

Cubra com uma fatia de salmão defumado e uma fatia de surubim defumado. Polvilhe as ervas.

Embrulhe a panqueca e deixe-a descansar por 30 minutos antes de servir.

Sirva frio, cortado em rodelas(caracóis) se quiser servir como aperitivo ou entrada. Veja fotos(foto 1 - aperitivo e foto 2 - entrada):

Inteiras e acompanhadas de uma salada verde, são um excelente e leve prato principal.

Gastronomia, dados e Curiosidade sobre Hessen

Hessen é um dos 16 estados (Länder) da Alemanha, na região central do país. Ocupa uma superficie de aproximadamente 21 mil quilômetros quadrados e tem mais de seis milhões de habitantes, sendo o quinto Land mais povoado da Alemanha. A capital é Wiesbaden e a maior cidade Frankfurt am Main, onde está localizado um dos maiores aeroportos do mundo e um centro financeiro de grande importância.

Pode-se dizer que a cozinha tradicional de Hessen é um conjunto de receitas interdependentes de suas comarcas vizinhas durante muitos anos. A cozinha desta comarca possui, em cada prato, muitas variantes, já que cada família tem tradições diferentes de elaboração de seus próprios pratos. Não obstante, as influências provem do norte da cozinha de Turíngia e pelo sul com as especialidades da cozinha da Francônia.

É típico da cozinha de Hessen os pratos com bases de batatas e pão. Em alguns casos, até muito similares à pizza italiana, onde há a massa estendida sobre o que acrescentam diferentes alimentos, existem diferentes variantes : Bloatz, Zwiebelkuchen (com cebolas), Speckkuchen (com bacon) , etc.

A região de Hessen é uma das comarcas vinícolas de Alemanha.
Nos arredores de Frankfurt está a bela região vitivinícola de Rheingau. À beira do rio Reno, espalham-se vinhedos dominados pela mais famosa uva produzida na Alemanha, a riesling. Wiesbaden, a capital de Hesse, é uma pequena cidade com elegantes avenidas, conhecida por suas fontes de águas quentes que atraem visitantes há tempos – as termas Kaiser-Friedrich-Therme foram construídas no estilo art déco em 1913. 

Ainda na região há Kassel, uma cidadezinha que se tornou famosa por ter sido uma das hospedagens dos irmãos Grimm, alemães responsáveis por registrar, em livros, contos populares reproduzidos até hoje – Branca de Neve e Cinderela são dois dos mais famosos.


Handkäs mit Musik (queijo moldado a mão), Pfannkuchen mit Räucherlach (panquecas recheadas com salmão defumado servidas com molho verde) são pratos típicos de Hessen. 


Veja outros:
Frankfurter grüne sauce:

Este molho verde, tradicional de Frankfurt, foi inspirado na salsa verde italiana. A receita oficial leva sete ervas, incluindo cerefólio, agrião, salsa, azeda e cebolinha – algumas também têm endro; outras são mais simples e não seguem a lista de sete ervas à risca. Pronto, o molho une-se à uma maionese com ovos cozidos picados e creme azedo. O grüne sauce costuma acompanhar carnes cozidas, ovos, batatas e aspargos.

Frankfurter kranz:

Encontrado nas melhores konditorei, doçarias da Alemanha, é um bolo assado em uma forma de pudim. Três camadas da massa, feita com manteiga, farinha, ovos, limão e rum, são intercaladas com um creme de açúcar, gema de ovo e, mais uma vez, rum. O mesmo recheio cobre o bolo, que é, então, enfeitado com migalhas de biscoito e cerejas em calda. Em outras versões, a cobertura pode ser substituída por praliné ou creme à base de baunilha.

Kartoffeltorte:

Torta de batata típica de Hesse, particularmente do distrito de Fechenheim, perto de Frankfurt. Tem massa fofa, feita com batatas cozidas, ovos, açúcar, suco de limão, amêndoas e semolina.

A batata, aliás, entra em vários outros pratos do estado de Hessen, como o kartoffelgemüse (em que é cozida com bacon em caldo de carne) e o sachsenhäuser bäckerkartofflen (gratinada).

terça-feira, 28 de junho de 2011

Crostini Rigoletto

Um elegante e saboroso crostini que faz homenagem a Rigoletto, ópera de Giuseppe Verdi. Um mix de beleza, sabor e cultura!
Casa e Jardim
Ingredientes:
30 dentes de alho;
½ xícara de azeite;
¾ de colher (chá) de tomilho seco(prefiro  e uso dill); 

1½ xícara de uvas rubi ou itália, cortadas ao meio e sem caroços; 
¼ de xícara de vinho do porto; 
½ colher (chá) de alecrim; 
15 a 20 fatias de bagete levemente tostadas; 
200 g queijo brie em fatias; 
sal e pimenta-do-reino a gosto; 
galhos de alecrim fresco para enfeitar. 

Modo de preparo:
Numa assadeira, misture os dentes de alho ao azeite e leve-os ao forno preaquecido a 200oC por 30 minutos ou até que fiquem macios. Escorra e reserve 3 colheres (sopa) do azeite. Amasse todo o alho com um garfo, junte o azeite reservado e o tomilho. Tempere com sal e pimenta moída. Misture as uvas, o vinho e o alecrim e deixe descansar por 15 minutos. No pão, faça uma camada do purê de alho, ponha 1 fatia de brie e ½ uva marinada. Decore com alecrim. 



Rendimento: 15 unidades.


Harmonização: espumante brut ou vinho chardonnay.


De onde vem o"Rigoletto"?



Rigoletto é uma ópera em três atos do compositor italiano Giuseppe Verdi. Estreou no teatro La Fenice de Veneza em março de 
Ópera inspirada na peça de teatro Le roi s'amuse de Victor Hugo. A ópera no entanto desvia ligeiramente da peça, devido à censura imposta. A personagem do Duque era inicialmente o Rei, e alguma parte do texto teve de ser alterado devido ao conteúdo político.
Personagens: Rigoletto / Duque de Mântua / Gilda / Sparafucile / Giovanna, a Ama / Conde Monterone / Conde Ceprano / Condessa Ceprano / Marullo / Borsa / Intrigante da Corte / Pagem / Maddalena. 
A História de Rigoletto de Giuseppe Verdi - DVD4
Há um DVD, um musical emocionante - A História de Rigoletto, para quem quiser saber mais.Na década de 1550, o duque de Mantua (Alvarez), um eterno conquistador, seduz Gilda (Mula), a bela filha do sarcástico bobo da corte, Rigoletto (Servile). Buscando vingança, o enfurecido pai da moça contrata Sparafucile, um notório assassino, para limpar a honra da família, uma decisão que acabará em tragédia para todos. 

Fonte: http://pt.shvoong.com/entertainment/music/795464-%C3%B3pera-verdi-rigoletto/#ixzz1QbRO2Mit

terça-feira, 21 de junho de 2011

Patê "schmia" de sardinha

Esse patezinho aprendi com minha Oma. É bem comum na região onde nasci. Simples, fácil de fazer, era sempre presença certa nos lanches da família, em festinhas de aniversário e etc. Impossível não amar essas coisas tão simples e tão especiais da vida! Esse patê, pra mim, tem gostinho de lembrança boa, de felicidade! E meus filhos vão ensinar aos seus filhos e assim vai...
Espero que sintam a mesma alegria que eu quando estiverem preparando e provando. ;)



Ingredientes:

3 Ovos cozidos e amassados com garfo
1 Lata de sardinha(sem as espinhas)
1 Cebola de cabeça bem picadinha
1 Tomate sem pele e sem semente(opcional)

1 colher(sopa) de cebolinha e salsinha picadinhas
Sal e pimenta a gosto
Maionese a gosto(umas 2 colheres de sopa)

Modo de Preparo:
Misture os ovos, a sardinha amassada, a cebola picada, o tomate picado, sal, pimenta e a maionese. Junte tudo, esmague bem com o garfo e  leve por 15 minutos à geladeira. 



Sirva com pão caseiro(de aipim, batata, trigo, fubá), pão preto e pães integrais.


Nota: Minha Oma fazia sem tomate e servia com pão de sanduíche, aquele quadradinho, e cortava em triângulos. Ficava levinho, bonito e gostoso! Devorávamos!

Dicas da Janita: Se não gostar muito de maionese, use nata, fica mais suave e delicado. Pode ser feito com atum e até com truta defumada. 
Fica bacana, pra quem gosta, acrescentar alcaparras(escorridas) ou azeitonas picadinhas.


Esse patê pode ser usado de muitas formas. Veja algumas:


Em canapés...

Em sanduíches naturais...

Em tortas frias...

Em "sushi" de pão

Com pão baguete...


Servido em barquinhas e panelinhas...

Em mini sanduíches...

Com biscoitos e salgadinhos...

Em canudinhos...

Em rolinhos feitos com massa de wrap...

Em caracóis feitos de massa de pão...



Servido com saladas, cenoura palito, sobre fundos de alcachofra e onde mais quiser! ;)

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