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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

fondue de doce de leite

Que tal variar a fondue de chocolate e preparar esta versão, à base de doce de leite? 
Aprenda a preparar a receita fácil, deliciosa e irresistível.

Ingredientes:
300 g de chocolate de doce de leite(de preferência argentino ou uruguaio, são os melhores)
100 ml de creme de leite
2 colheres de sopa de conhaque

Acompanhamentos:

200 g de morango picado
200 g de banana picada
Biscoitos diversos 



Modo de Preparo:

Numa panela, coloque o doce de leite argentino. Acrescente o creme de leite lentamente, mexendo sempre. Deixe encorpar um pouco no fogo brando. Ao final, abaixe o fogo e mexa por mais três minutos. Sirva em um réchaud apropriado, com as frutas picadas e os biscoitos.


Dicas da Janita:

Você pode deixar preparado com antecedência e na hora só aquecer.

Se não quiser, não precisa colocar o conhaque, os dois ficam bons, maso conhaque dá toque...

Outras sugestões para acompanhar: uva itália, maçâ, kiwi, pêssego em calda, figo, pera, frutas secas, suspiros, quadradinhos de bolo inglês ou panetone torrados.
 

Rendimento: 4 porções


Harmonização:
Uma boa dica na hora de degustar sobremesas muito doces, como é o caso de receitas que vão doce de leite, é optar por uma bebida que bata de frente com a doçura extrema desses pratos. O recomendado nessa ocasião são aqueles vinhos brancos para que a mistura não fique muito enjoativa. Vinhos da uva chardonnay, por exemplo, são excelentes pedidas.


Você sabia?
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Antes de ser um alimento, a fondue (é “a” fondue e não “o” fondue) é uma diversão. Resulta num encontro especial com a família ou amigos acomodados em torno da caquelon (panela de fondue), desfrutando de momentos mágicos e com um gostoso sabor de inverno.
Fondue é um nome advindo da palavra francesa “fondre”, que significa “fundido” ou “derretido”, e a origem da fondue remonta há cerca de sete séculos, quando alguns povos dos alpes suíços produziam mais queijo que podiam vender e comer.
Num determinado ano alguns moradores tiveram a ideia de derreter o excesso e, para ser melhor conservado, acrescê-lo de algum álcool, aguardente – o kirsh, destilado local de cerejas – ou vinho.

Muitas pessoas só conhecem a fondue de chocolate, muito popular no mundo inteiro. Na verdade, o prato começou a se destacar na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, de Nova York, passou a servi-lo. Além disso foi Conrad Egli que criou a fondue de chocolate, para servir de sobremesa.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Salada de Feijão Fradinho

 Imagem relacionada
Ingredientes:

1 1/2 xícara (chá) de feijão fradinho cru
1 litro de água
1/2 pimentão vermelho picado
1/2 pimentão amarelo picado
1/2 pimentão verde picado
1/2 cebola roxa picada
1/2 cenoura ralada
1 tomate picado sem sementes
Suco de 1 limão

1 dente de alho picado ou espremido
Azeite de oliva
Sal e pimenta a gosto
Tempero verde a gosto(Salsinha, cebolinha, etc)

Modo de Preparo: 


1. Em uma panela de pressão, cozinhe em fogo alto por 20 minutos o feijão branco na água.
2. Desligue o fogo e espere a pressão sair antes de abrir a panela. Pegue um grão e tente amassar. Se conseguir facilmente, é porque o feijão está cozido. Se não, deixe cozinhar mais um pouco. Escorra a água e reserve.
3. Em uma tigela, misture os pimentões à cebola, cenoura, tomate, alho, suco de limão e ao tempero verde.
4. Acrescente o feijão e misture bem, regando com azeite de oliva.
5. Corrija o tempero com sal e pimenta e sirva com folhas verdes. É possível também temperar com gengibre, hortelã ou coentro.

Fica uma delícia!  
 

Sobre o FEIJÃO FRADINHO


Conhecido também como feijão-de-corda, feijão-maçácar e feijão-caupi, entre outros nomes, o feijão-fradinho tem um grão arredondado, de cor clara. Durante o cozimento, não forma caldo e adquire um sabor levemente adocicado. Compõe deliciosos pratos típicos nordestinos e é comumente usado em saladas como entrada.
 

E não é só isso: o feijão-fradinho é rico em ferro, zinco, potássio, manganês e fibras. É também apontado como um grande aliado no combate aos altos níveis de colesterol no sangue, que podem prejudicar a saúde do coração.

Meia xícara de feijão fradinho tem apenas 100 calorias e 1 grama de gordura, tornando-o uma escolha perfeita também para dietas.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Terrine de Mascarpone, Gorgonzola, Damasco, Nozes e Pitaches

Ingredientes:
100 g de damasco
35 ml de mel
50 g de nozes
50 g de pistache
450 g de queijo gorgonzola
390 g de queijo mascarpone
 

Modo de Preparo:
Untar uma forma de bolo inglês (terrine) e forrar com filme plástico, deixando sobra para cobrir a forma depois (esse processo facilitará quando for desenformar).
Amassar o gorgonzola e forrar o fundo e os lados da forma, apertando com as mãos.
Picar grosseiramente as nozes, pistaches e damascos.
Misturar o queijo mascarpone com o damasco, nozes, mel, pistache e colocar essa mistura na forma, por cima do gorgonzola.
Cobrir com uma camada do gorgonzola amassado.
Por fim, cobrir toda a forma com as pontas do filme plástico que sobraram.
Levar para a geladeira, melhor se for por de 12 a 24 hs antes de servir.
Desenformar em um prato retangular e decorar como desejar.

Por que Terrine?

Terrina ou terrine é o nome em francês dado a uma vasilha funda, com tampa, refratária e geralmente de cerâmica. Os pratos preparados nessa vasilha levam o mesmo nome.

Confunde-se Terrine com patê pelo fato de que um dos clássicos preparados com o foie gras (fígado de ganso) é preparado na terrine, são os fígados temperados com sal, pimenta-do-reino, enriquecida com fatias de trufas negras, regados com vinho Sauternes ou vinho do porto. Os fígados são apertados na terrine e cozidos em banho-maria. Depois de frio pode-se retirar da terrine e fatiar, e a consistência fica parecida com a de um patê.

Na verdade, a terrine não é uma evolução do patê e sim uma forma de preparar. Terrine é a forma em que o patê é assado, pode-se preparar terrine de quaisquer ingredientes não resultando necessariamente em um patê. Pode-se, por exemplo, preparar uma Terrine de legumes e não será um patê. Os dois são muito deliciosos.

Os patês clássicos, esses sim, podem ser assados envoltos em massa, chamados então de patê em croûte, ou então em formas do tipo bolo inglês, chamados de patê en terrine.

Harmonização e trilha sonora ideal: Já que o prato tem o pé na França, a sugestão de vinho é um bom Chablis e a de música fica por conta da doce voz da Carla Bruni.

Ouçam enquanto cozinham! É pura inspiração:


https://youtu.be/hR_O0vzQj4k 



quarta-feira, 28 de junho de 2017

Crostini(ou Bruschetta) de Cogumelo e Mascarpone

 Chamar de Crostino(singular de crostini) ou Bruschetta vai depender do pão utilizado. 
Seja como for, essa receita fica maravilhosa!

Ingredientes:
2 cebolas
3 dentes de alho
450g de cogumelos(paris/funghi/shimeji ou de sua preferência)

2 colheres de sopa de manteiga
100ml de vinho branco seco
Dill ou salsinha picados
4 colheres de sopa de queijo mascarpone(ou cream cheese)
12 fatias de pão italiano ou ciabatta
Parmesão ralado para decorar
Sal e pimenta-do-reino a gosto


Modo de Preparo:
Corte as cebolas e esmague 2 dentes de alho. Depois, corte os cogumelos em fatias ou tiras(ou como preferir)Aqueça a manteiga(ou azeite de loiva) em uma frigideira grande e salteie as cebolas e o alho até ficarem macios. Acrescente os cogumelos e salteie por  em fogo forte até ficarem dourados;
Adicione o vinho e reduza. Incorpore depois o queijo mascarpone e o dill ou salsinha. A seguir, tempere a gosto e retire do fogo;
Depois, torre as fatias de ciabatta e abra ao meio o último dente de alho. Esfregue as metades do alho em um dos lados de cada torrada. Cubra o pão com a mistura de cogumelos e decore com um pouco de parmesão ralado.

Sirva imediatamente e bom apetite!


BRUSCHETTA


A bruschetta é uma espécie de sanduíche aberto, de onde, provavelmente, se originou a idéia da torrada com queijo. Normalmente, é feita com pão sourdough, um pão de massa fermentada com levedura natural, de cor cinza-escura, com mais água que o habitual. O pão tem uma casca grossa e crocante e, por isso, retém mais umidade, podendo ser usado até uma semana depois de feito. 

O pão fica melhor em fatias de 1 cm de espessura e torrado em uma grelha, ou mesmo em uma tostadeira de pão doméstica. Depois de tostar as fatias, é preciso esfregá-las levemente duas vezes com um dente de alho, em seguida regá-las com um bom azeite de oliva e povilhar sal e pimenta-do-reino. A cobertura pode ir da mais simples à mais luxuosa, de ervas picadas e um tomate esmagado com manjericão até vegetais marinados, belos queijos ou uma deliciosa carne de carangueijo desfiada. Enfim, o que você preferir. Só há uma regra a seguir: seja qual for a cobertura da bruschetta, ela tem de ser feita com ingredientes frescos, cozidos com cuidado e amor.


CROSTINI

  Os crostini são feitos com pão branco em vez do pão com fermento natural. Na Itália, eles simplesmente tostam uma fatia de ciabatta de 1 cm de espessura, esfregam-na com um dente de alho cortado, regam com um pouco de azeite de oliva e temperam com sal e pimenta-do-reino. Os crostini podem ser ótimos aperitivos com drinques, especialmente se você vai oferecer diferentes coberturas.

Creme de Paçoca no Copinho

Uma sobremesa prática e rápida. Perfeita para Festas Juninas ou outras datas. 
Impossível não adorar!
 

Ingredientes: 

 
1 lata de leite condensado
150 ml de leite
3 colheres de sopa de amido de milho
½ colher de chá de essência de baunilha
1 lata de creme de leite sem soro
5 paçocas
2 paçocas esfareladas para enfeitar
 

Modo de Preparo:

Numa panela coloque o leite condensado, o leite, o amido de milho e a essência de baunilha e leve ao fogo médio até engrossar. Retire do fogo e transfira o creme para uma batedeira e bata. Com a batedeira ainda ligada adicione o creme de leite, as 5 paçocas e bata bem até formar um creme homogêneo. Desligue a batedeira, coloque o creme em copinhos ou taças e leve para gelar. Sirva com a paçoca esfarelada.


Sobre a Paçoca

O nome “paçoca” vem do termo indígena PA-SOKA, que quer dizer “esmagar com as mãos”, referindo-se ao modo antigo de preparo, onde a carne e a farinha eram socadas em um pilão.
É tradicionalmente preparada no Brasil para consumo nas festividades da Semana Santa e Festas Juninas. O preparo da paçoca para a Semana Santa, vai além da culinária em si, é um ritual cristão de valorização do amor e da harmonia em família onde se prestigia o altruísmo. Há também as paçocas industrializadas que são vendidas e consumidas o ano inteiro. Entre estas, existem as chamadas paçoquinhas de amendoim tipo rolha, que são vendidas com a forma cilíndrica das rolhas e com uma cor que também se assemelha de certa forma à destas.
Em São Paulo e em Minas Gerais, festas anuais acontecem para celebrar o doce.

Choconhaque e Chocolate Quente

 2 Receitas diferentes, mas muito saborosas, perfeitas para aquecer os dias frios de inverno e incrementar as opções de bebidas nas festas Juninas.


Choconhaque Quente

Ingredientes:
2/3 xícara de chá de conhaque ou brandy
4 colheres de sopa de chocolate em pó (de preferência sem açúcar)
1 litro de leite bem quente
Canela em pau a gosto
Pitadas de noz-moscada ou canela
1 colher de café de cravo

1 xícara de açúcar mascavo(experimente e coloque menos ou mais, a gosto.
 

Modo de fazer:
Adicione o açúcar, o cravo, o leite, o chocolate e o brandy em uma panela no fogo e misture bem. Leve ao fogo e quando estiver homogêneo retire do fogo e sirva nas canecas. Polvilhe uma pitada de noz-moscada ou canela e coloque um palito de canela ao lado para ser usado como mexedor.


Chocolate Quente

Ingredientes:
5 xícaras de leite
2 colheres de sopa de ovomaltine (opcional, mas dá um toque maravilhoso)
2 colheres de sopa de amido de milho
3 colheres de açúcar de confeiteiro
4 colheres de cacau em pó sem açúcar
100g chocolate meio amargo
1 pitada de canela

Modo de Preparo:

Leve o leite para esquentar em uma panela.

Enquanto isso misture todos os ingredientes e pique o chocolate.

Quando o leite começar a borbulhar adicione os ingredientes misturados e mexa ate encorpar.

 A Origem do Chocolate Quente

Em 1500 A.C., a civilização de Olmeca (habitavam as terras baixas do Golfo) já havia encontrado e aproveitado o fruto da cacaueiro e foi encontrado evidências alguns anos após, pelos Maias, Aztecas e Toltecas que consideravam o cacau como o alimento dos deuses sendo usado o chocolate como uma bebida que acrescida de algum condimento e era degustada pelos sacerdotes em rituais religiosos.

Na Europa, o cacau foi espalhado por Hernando Cortez, já que o descobriu em suas conquistas no México, mas só foi difundido, valorizado e plantado pelos espanhóis quando o cacau passou a ser utilizado como moeda de troca com os povos mexicanos, e em 1528, Hernando trouxe também os apetrechos necessários para produzir uma bebida mais agradável ao paladar agregando o açúcar e outros adoçantes a bebida, para ser possível hoje em dia, a consumirmos em larga escala por todos nós, como o chocolate em tabletes.


Ao longo dos anos, o chocolate se expandiu pela Europa foi ganhando popularidade com as misturas e produtos agregados, tais como o leite, o vinho, especiarias, açucares e cerveja. Foi criada, pelos Ingleses, uma máquina a vapor para esmagar os grãos de cacau e com isso, permitiu a fabricação do chocolate em larga escala. Mas somente com a revolução do chocolate nas mãos dos Holandeses, que desenvolveram uma prensa hidráulica para extrair e separar a torta ou massa de cacau e de outro lado a manteiga de cacau. Assim foi difundida também os achocolatados e juntamente com a manteiga de cacau, fez o desenvolvimento dos primeiros tabletes de chocolate.

Pamonha de Copinho

Fácil e rápido de preparar. Uma delícia para as Festas Juninas e para o ano todo!


 Ingredientes:

3 latas de milho escorridas ou 600 gramas de milho cozido
200ml de leite ou leite de coco(leiete de coco fica melhor)
6 colheres de açúcar
1 colher de sopa de manteiga sem sal
1 pitada de sal

essência de baunilha (opcional)
canela a gosto
 

Modo de Preparo:
Se deseja um creme mais liso, bata no liquidificador o milho com leite e com uma peneira, coe a mistura retirando o bagaço do preparo. Adicione o restante dos ingredientes e bata novamente no liquidificador. Se não se importar com o bagaço, é só bater no liquidificador todos os ingredientes. Cozinhe o creme numa panela em fogo médio, até engrossar um pouco, mais ou menos por 20 minutos. Depois de cozido, deixe a pamonha esfriar, distribua em copinhos pequenos e leve para gelar. Sirva polvilhada com canela para dar um sabor especial. 

Fica lindo e delicioso! 

Origem da Pamonha

De acordo com Câmara Cascudo, em seu livro a História da Alimentação no Brasil, receitas como pirão, pamonha, canjica, pipoca, dentre outras tiveram origem com os índios brasileiros. E, com a colonização das Américas, os portugueses e africanos foram adaptando e produzindo outras receitas.

O nome pamonha vem da palavra pamunã, do tupi. Não existe, exatamente, o local que ela nasceu de fato, mas é um prato muito consumido na região centro-oeste, especialmente no estado de Goiás, onde o alimento encontra-se em mercados, restaurantes, feiras, pamonharias, etc. A pamonha também é muito popular em outros estados brasileiros, tais como São Paulo e Minas Gerais, Tocantins e é adicionada açúcar a massa. Já no Nordeste, é doce e feita com leite de coco.
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